Ela caminhava distraída pela trilha do parque no fim da tarde, o sol baixo batendo nas árvores e deixando tudo dourado. A calça larga de moletom cinza abraçava as coxas grossas dela de um jeito que, quando se mexia, o tecido esticava e marcava cada curva. A bunda era grande, empinada, daquelas que chamam atenção sem esforço. De repente, algo no chão chamou a atenção dela – uma flor estranha ou talvez só uma pedra brilhante. Sem pensar, ela se abaixou bem fundo, joelhos quase no chão, a bunda projetada pra trás como se estivesse oferecendo. O tecido da calça esticou tanto que a marca da calcinha fio-dental ficou evidente, o contorno da bunda redonda e carnuda aparecendo inteiro. Ela ficou assim uns bons segundos, a posição deixando a buceta pressionada contra o pano, já sentindo um calor subir. Quando se levantou e virou, o coração quase parou. Um cara estava a poucos metros atrás, caminhando devagar, os olhos vidrados direto na bunda dela. Ele era alto, moreno, barba por fazer, corpo forte de quem malha. Passou a língua nos lábios devagar, como se estivesse saboreando a visão. Mesmo quando cruzou com ela, o olhar não desviou. Ficou encarando, o volume na calça dele já marcando uma pica dura. Ela sentiu um choque. Assustada no começo, mas logo veio aquela onda quente entre as pernas. A xoxota latejou, dolorida de tesão do nada. "Porra, ele tava olhando mesmo...", pensou, as bochechas queimando. Continuou andando, mas as pernas tremiam. A buceta molhava rápido, o mel escorrendo e molhando a calcinha. Ele não desistiu. Virou e seguiu ela, mantendo distância curta. Ela olhava por cima do ombro e via ele ajustando o pau na calça. O parque estava vazio naquele trecho, árvores densas dos lados. O tesão dela cresceu tanto que a calcinha já estava encharcada. Ele se aproximou mais. - Ei... você sabe que tem uma bunda que não dá pra ignorar, né? - disse ele com voz rouca, quase um sussurro. Ela parou, o coração martelando. Virou devagar, os mamilos duros marcando a blusa fina. - Você tava me olhando muito, hein... - respondeu ela, a voz saindo baixa, excitada. - Olhando? Eu tava imaginando enfiar minha pica bem fundo nessa buceta que você tava mostrando de quatro pra mim. - Ele chegou mais perto, o cheiro dele de homem suado misturando com o perfume dela. - Vi a marca da calcinha apertando essa bunda gorda. Tá molhada já, não tá? Ela mordeu o lábio. A buceta contraiu só de ouvir. Sem responder com palavras, ela virou de costas de novo e se abaixou um pouco, empinando a bunda pra ele ver melhor. - Então olha direito agora... - murmurou. Ele não esperou. A mão grande agarrou uma nádega por cima da calça, apertando forte, os dedos afundando na carne macia. - Caralho, que bunda gostosa. Tira essa calça, vai. Quero ver essa buceta brilhando. Ela obedeceu rápido, puxando a calça e a calcinha pra baixo num só movimento. O ar fresco bateu na buceta depilada, inchada, os lábios grandes molhados de tesão. O grelinho tava duro, latejando. Ele se ajoelhou atrás dela, ainda de quatro no gramado escondido, e abriu as nádegas com as duas mãos. - Olha esse cu piscando... e essa buceta pingando. Tá cheirando a safada no cio. - Ele lambeu devagar, da buceta até o cu, a língua quente e áspera passando no grelinho. Ela gemeu alto. - Aaaahhh... porra, que língua gostosa... lambe mais, vai... Ele chupou com fome, sugando o mel da buceta, enfiando a língua dentro, depois subindo pro cu e rodando em volta do anel apertado. Os gemidos dela ficaram desesperados, o corpo tremendo. - Hummm... delícia... come minha buceta com a boca... ai meu deus... Ele levantou, abriu a calça e tirou uma pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Bateu com ela nas nádegas dela. - Quer essa pica, vadia? Fala. - Quero... enfia logo nessa buceta molhada... me fode de quatro mesmo... Ele posicionou a cabeça na entrada da buceta e empurrou devagar no começo, sentindo o calor apertado engolir ele. Depois meteu tudo de uma vez, as bolas batendo no grelinho. - Aaaaiiiiii porraaa... que pica grossa... tá me abrindo toda... - gritou ela, a voz rouca de prazer. Ele segurou os quadris e começou a meter forte, o som de pele contra pele ecoando. Ploc ploc ploc. A buceta dela esguichava a cada estocada, mel escorrendo pelas coxas. - Toma essa pica, sua puta... que buceta gulosa, apertando meu pau... - rosnava ele, dando tapas na bunda que deixavam marcas vermelhas. Ela rebolava de volta, empinando mais, sentindo cada veia da pica roçando dentro. - Mais forte... me arromba... ai ai ai... tô gozando... aaahhhhhh!!! O primeiro orgasmo dela veio forte, a buceta pulsando, espremendo a pica dele. Ele não parou, continuou metendo enquanto ela tremia. Eles trocaram de posição várias vezes. Ela chupou ele de joelhos, babando na pica grossa, engolindo até a garganta, lágrimas nos olhos de tanto esforço. - Engole mais fundo, safada... isso... que boca quente... Depois ele deitou ela de lado, levantou uma perna e meteu de novo, os dedos no grelinho esfregando rápido. Os gemidos viraram gritos. - Tá me matando de prazer... essa pica tá batendo no fundo... hummmm porra... O sol já tinha quase sumido quando ele a colocou de quatro de novo, o jeito que tudo começou. Metia com força bruta agora, segurando o cabelo dela como rédea. - Vou encher essa buceta de porra... tá pronta? - Enche... goza dentro... quero sentir quente... Ele acelerou, as bolas apertadas, e explodiu. Jatos grossos de sêmen quente jorraram fundo na buceta dela, enchendo até transbordar. Ela gozou junto, o corpo convulsionando. - Aaaaiii... tá me enchendo... que porra quente... delícia... Ele tirou a pica devagar, vendo a buceta piscar e escorrer sêmen branco misturado com mel. Mas o tesão não acabou. A bunda dela ainda tava empinada, o cu piscando. - Agora quero esse cu... - disse ele, batendo a pica ainda dura nas nádegas. Ela hesitou um segundo, mas o tesão falou mais alto. - Vai devagar... tá apertado... Ele cuspiu na mão, passou no cu dela e na cabeça da pica, depois pressionou. O cu resistiu no começo, doendo. - Aaaai... dói... mas continua... - gemeu ela. Ele empurrou mais, a cabeça entrando com um pop. Ela gritou. - Porraaa... tá me rasgando... aaaahhh... Mas o prazer veio junto. Ele meteu centímetro por centímetro até enterrar tudo. O cu dela apertava tanto que ele gemia também. - Que cu virgem gostoso... tá me espremendo a pica... - Ele começou a mover devagar, depois mais rápido. A dor misturava com prazer insano. Ela rebolava, suando, o corpo todo tremendo. - Mais... fode meu cu... ai ai ai... tá tão fundo... vou gozar de novo... Os gemidos ficaram desesperados. Ele metia forte, as bolas batendo na buceta cheia de porra. Ela esfregava o grelinho com a mão, gozando loucamente com o pau no cu. - Tô gozando pelo cu... aaaahhhhh porraaa... não para... Ele segurou os ombros dela e acelerou. - Vou gozar nesse cu também... - Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar... to te avisando... aaaaiii... mas não tira... continua metendo... Ele não aguentou e explodiu. Jatos quentes de porra encheram o intestino dela. O prazer foi tão forte que o corpo dela relaxou demais. Ele tirou a pica devagar. Assim que a cabeça saiu, ela rebolou forte, gemendo alto. - Aaaahhh... tá saindo... porra... E saiu mesmo. O cu piscou e expeliu uma mistura grossa de sêmen branco com fezes moles, escorrendo pelas coxas dela. Ela tremia de vergonha e prazer ao mesmo tempo, rebolando devagar enquanto o resto saía. - Olha o que você fez... me fez cagar com a porra no cu... que safadeza... - murmurou ela, ainda excitada. Ele sorriu, passando a mão na bunda suja dela. - Gostosa pra caralho... vamos limpar e repetir? O parque estava escuro agora, mas o tesão dos dois só aumentava.
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