Vi meu namorado comendo a propria irmã, não aguentei e resolvi participar!



Eu, Patrícia, tinha 19 anos e namorava o Jonas, de 20, há uns seis meses. A gente já tinha aberto o jogo sobre fetiches bem pesados, daqueles nojentos que a maioria das pessoas nem admite. Incesto era um dos nossos maiores tesões. A gente fantasiava juntos, mas ele nunca tinha falado nada sobre a irmã dele, a Letícia, que tinha acabado de fazer 18 anos. Aquela noite mudou tudo.
Estávamos na casa da família dele, uma reunião chata de parentes religiosos pra caralho. Eles dividiam o quarto desde pequenos, o Jonas e a Letícia, e pra não criar treta eu sugeri dormir na sala, num colchão improvisado. Ele no quarto deles, eu do lado de fora. Mas a luxúria tava me consumindo. Meu corpo inteiro latejava só de imaginar ele me comendo escondido. Lá pelas três da manhã, levantei devagar, pé ante pé, e fui até a porta do quarto.
Abri bem devagar, sem fazer barulho. A cena que eu vi me acertou como um soco no estômago, mas não de raiva. Meu Deus, foi puro fogo. O Jonas tava atrás da Letícia, os dois de lado na cama, pelados. Ele abraçava ela por trás, uma mão grande tampando a boca dela pra abafar os gemidos, a outra segurando uma perna dela bem aberta pra cima. A pica dele, grossa e latejante, entrava e saía devagar da bucetinha rosada da irmã. O barulho molhado de carne contra carne enchia o quarto escuro. Ela rebolava devagar contra ele, os peitinhos pequenos balançando a cada estocada.
- Porra, maninha... tua buceta é tão apertada... me aperta assim, vai... - ele sussurrava no ouvido dela, a voz rouca de tesão.
Letícia gemia abafada contra a palma da mão dele:
- Mmmph... Jonas... mais fundo... me fode, irmão... me fode essa bucetinha...
Eu fiquei parada na porta, a calcinha já encharcada. Em vez de ciúmes, senti uma onda de excitação tão forte que minhas pernas tremeram. Comecei a me tocar por cima da roupa, deslizando os dedos devagar pela buceta enquanto observava. A forma como ele a possuía, o jeito incestuoso, proibido, me deixava louca. Meu clitóris tava inchado, pulsando. Não aguentei mais. Empurrei a porta e entrei.
Os dois congelaram. Jonas tirou a mão da boca dela rapidinho, os olhos arregalados. Letícia virou o rosto, vermelha de vergonha e tesão.
- Patrícia?! Que porra é essa? - Jonas murmurou, a pica ainda enterrada na irmã até o talo.
Eu sorri, tirando a blusa devagar, mostrando meus peitos firmes.
- Continuem. Eu tô louca pra participar. Deixa eu entrar nessa sacanagem com vocês... por favor.
Eles se entreolharam, chocados, mas o tesão venceu. Letícia mordeu o lábio e assentiu. Jonas puxou a pica devagar, brilhando com os sucos da irmã.
- Vem, amor... se junta com a gente então.
Eu me aproximei da cama, tirei o resto da roupa e me enfiei entre eles. Primeiro, beijei o Jonas com fome, nossas línguas se enrolando enquanto minha mão descia e segurava a pica dele, ainda molhada da buceta da Letícia. Depois virei pra ela. Segurei o rostinho dela e plantei um beijo profundo, chupando a língua dela enquanto sentia os peitinhos dela roçando nos meus.
- Você é tão safada quanto a gente, hein? - Letícia sussurrou entre beijos.
- Cala a boca e me deixa te comer também - respondi, descendo a mão pra apertar o grelinho dela.
O Jonas me posicionou de conchinha ao lado da irmã. Ele enfiou a pica grossa na minha buceta de uma vez, me fazendo arquear as costas e gemer alto.
- Aaaahhh... caralho, Jonas... que delícia... me fode forte!
Enquanto ele me comia por trás, eu voltava a beijar a Letícia, enfiando a língua na boca dela. Minhas mãos apertavam os peitos dela, beliscando os bicos duros. Ele alternava, metendo em mim umas vezes, depois tirava e voltava pra buceta da irmã, mantendo o ritmo. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada.
- Porra, que tesão ver vocês duas se pegando... - ele grunhia, segurando minha cintura e estocando fundo.
Eu sentia cada veia da pica dele roçando dentro de mim. Meu cu piscava de tesão. Letícia gemia desesperada:
- Irmão... me fode também... não para...
Ele passou pra ela de quatro. Letícia ficou de quatro na cama, bundinha empinada. Jonas meteu tudo de uma vez, fazendo ela gritar.
- Aaaaiii... Jonas... tá tão fundo... me rasga, irmão!
Eu me posicionei na frente dela, abrindo as pernas e puxando o rostinho dela pra minha buceta.
- Chupa minha buceta enquanto ele te fode, sua putinha incestuosa.
Ela obedeceu, lambendo meu grelinho com vontade, enfiando a língua entre meus lábios molhados. Eu segurava a cabeça dela, rebolando contra a boca dela. Jonas metia forte, as bolas batendo na buceta dela. O som era obsceno: ploc ploc ploc molhado.
- Isso, maninha... mama a buceta da minha namorada... que safada você é...
Eu tapava a boca da Letícia com a mão quando os gemidos dela ficavam muito altos, pra não acordar a casa toda. Às vezes beijava ela, trocando saliva misturada com meu mel.
Depois ele virou ela de costas, pernas bem abertas. A bucetinha inchada, vermelha de tanto meter. Jonas enfiou de novo, missionário pesado, enquanto eu sentava no rosto dela. Meu cu e buceta esfregavam na boca e no nariz da Letícia. Ela lambia tudo, desesperada.
- Mmmph... delícia... sua buceta tem um gosto tão bom, Patrícia...
- Lambe meu cu também, vai... enfiando a língua fundo - ordenei, rebolando.
Jonas gozou pela primeira vez dentro dela, grunhindo como um animal. Eu vi o corpo dele tremer, a pica pulsando enchendo a buceta da irmã de porra quente.
- Toma, maninha... leva minha porra toda...
Letícia gozou junto, o corpo convulsionando, gemendo abafado contra minha buceta.
Não parou aí. Ele continuou metendo, usando a porra como lubrificante. Depois colocou ela de bruços, bundinha pra cima, e meteu no cu dela devagar. Letícia gritou de prazer e dor misturados.
- Aaaahhh... no cu não... ai que delícia... fode meu cuzinho, irmão!
Eu segurava as nádegas dela abertas, vendo a pica grossa desaparecer no buraco apertado. Lambia o grelinho dela enquanto isso. Jonas meteu mais rápido, suado, gemendo.
- Que cu guloso... tá me apertando tanto...
Segunda gozada dele, agora dentro do cu da Letícia. Porra escorrendo quando ele tirou.
Pra terceira, eu segurei a pica dele e bati uma punheta rápida enquanto Letícia abria a boca. Ele gozou no rosto dela, jatos grossos pintando as bochechas, língua e olhos. Eu lambi um pouco, beijando ela depois, trocando a porra na boca.
Agora era minha vez. Jonas me colocou de quatro. Enquanto ele me fodia por trás, eu chupava a buceta da Letícia, que tava deitada na minha frente, cheia de porra. Lambeu tudo, o gosto salgado misturado com o mel dela.
- Aaaahh... Jonas... me fode mais forte... quero sentir essa pica me destruindo! - eu gemia, desesperada.
Ele metia fundo, batendo no meu ponto G. Meu corpo inteiro tremia. Letícia segurava minha cabeça contra a buceta dela.
- Chupa direito, vadia... engole toda essa porra do meu irmão...
Depois veio o missionário. Eu de costas, pernas no ombro dele. Ele metia com força, olhando nos meus olhos. Letícia beijava meus peitos, chupando os bicos enquanto enfiava dois dedos no meu cu.
- Porra... vou gozaaaaar... não para!
Gozamos juntos, eu jorrando na pica dele.
De vaqueira, eu cavalguei ele com tudo, subindo e descendo, meus peitos pulando. Letícia sentou no rosto dele, ele comendo a buceta da irmã enquanto eu rebolava.
- Isso... monta essa pica, amor... - Jonas gemia abafado.
Por fim, de conchinha de novo, ele me fodeu devagar, carinhoso mas profundo. Letícia enfiou minha própria calcinha molhada na minha boca pra me calar.
- Mmmph... tá tão bom... me enche de porra também...
Ele gozou dentro de mim, quente e grosso. Ficamos os três abraçados, suados, gozados, respirando pesado.
- Isso foi a coisa mais safada que eu já fiz... - murmurei, beijando os dois.
- E não vai ser a última - Letícia respondeu, rindo safada.
A gente ficou ali, tocando um no outro preguiçosamente, planejando a próxima vez. A luxúria tinha unido a gente de um jeito que ninguém ia entender. Incesto e ménage, tudo misturado na maior putaria.
Eu lembro de cada detalhe daquela noite como se fosse agora. O jeito como a pica do Jonas esticava a bucetinha da Letícia, os lábios rosados inchando ao redor da carne grossa. O cheiro forte de sexo no ar, suor misturado com porra. Quando eu entrei, meu coração batia tão forte que achei que ia explodir. Ver o irmão e a irmã se comendo daquele jeito proibido me deixou molhada como nunca. Minha buceta pingava, escorrendo pela coxa.
Enquanto ele me fodia de conchinha no começo, cada estocada mandava ondas de prazer pro meu clitóris. Eu sentia as bolas dele batendo contra mim, pesadas. Beijar Letícia era surreal – a língua dela macia, quente, respondendo com a mesma fome. Eu chupava o lábio inferior dela, mordia de leve, enquanto meus dedos beliscavam o grelinho inchado.
Quando ele passou pra quatro nela, eu via tudo de perto. A bundinha redonda dela empinada, o cu piscando enquanto a pica entrava na buceta. Os gemidos dela eram desesperados:
- Aiiiii irmão... tá me matando de gostoso... mais rápido... me rasga!
Eu tapava a boca dela com força, sentindo o hálito quente contra minha palma. Às vezes enfiava um dedo na boca dela pra ela chupar enquanto era comida. Meu próprio tesão tava insuportável. Eu me masturbava vendo aquilo, dois dedos na buceta, polegar no grelinho.
Na posição de pernas abertas, Letícia deitada de costas, Jonas entre as pernas dela metendo com força. Os peitinhos dela pulavam. Eu sentava no rosto dela, esfregando minha buceta molhada na boca e no nariz. Ela lambia como uma louca, enfiando a língua fundo, sugando meus sucos.
- Isso, maninha... come a buceta da Patrícia... faz ela gozar na tua cara...
Eu gozei pela primeira vez ali, jorrando na boca dela. Ela engoliu tudo, gemendo.
De bruços foi insano. A bunda dela toda empinada, Jonas abrindo as nádegas e metendo no cu. O anelzinho apertado engolindo a pica centímetro por centímetro. Letícia gritava de prazer:
- Aaaaiiii... dói mas é tão bom... fode meu cuzinho virgem, Jonas!
Eu lambia o períneo dela, descendo pra chupar as bolas dele enquanto ele metia. O gosto salgado, o suor, tudo me deixava mais louca.
Quando ele gozou no rosto dela, eu segurei a pica latejante, apertando pra tirar cada gota. Lambi o resto, depois beijei Letícia, passando a porra de boca em boca. Ela engolia, sorrindo safada.
Minha vez de quatro: Jonas me comendo forte, minha cara enterrada na buceta da Letícia. Eu chupava tudo, língua no grelinho, dedos no cu dela. O sabor da porra dele misturado com ela era viciante.
- Chupa essa buceta cheia de porra, amor... que puta gostosa você é... - Jonas dizia, dando tapas na minha bunda.
Missionário comigo: olhos nos olhos, ele metendo devagar depois rápido. Letícia chupando meus peitos, enfiando dedos no meu cu, abrindo espaço pra ele futuramente.
Vaqueira: eu controlando o ritmo, quicando com força, sentindo a cabeça da pica bater no fundo da minha buceta. Letícia sentada no rosto dele, rebolando, gemendo:
- Come minha buceta, irmão... enquanto tua namorada te cavalga...
Conchinha final: lento, profundo, íntimo. A calcinha na minha boca abafando meus gritos de gozo. Quando ele gozou dentro de mim, senti cada jato quente enchendo meu útero. Meu corpo inteiro convulsionou.
A gente ficou horas ali, se tocando, se lambendo, gozando mais vezes. Dedos, línguas, pica, tudo misturado. Conversas sujas entre gemidos:
- Quero ver vocês duas se comendo agora - Jonas pediu.
Eu e Letícia nos pegamos de tesoura, buceta contra buceta, esfregando grelinhos inchados até gozarmos juntas, gritando.
- Porra... que família safada... - eu disse no final, rindo.
Aquela noite abriu portas pra muita putaria depois. Mas isso é história pra outro conto.

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Comentários


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claudiofloripabi Comentou em 22/07/2026

Votei, espero que esse triângulo duro muito anos, delícia de história




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi meu namorado comendo a propria irmã, não aguentei e resolvi participar!

Codigo do conto:
267894

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
22/07/2026

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