Ferias inesquecíveis: perdendo a virgindade com a minha cunhada!
Eu tinha acabado de fazer 18 anos quando meu irmão mais velho me chamou pra passar as férias de meio de ano na casa dele em São Paulo. Saí do interior quente de Goiás e caí na capital paulista pela primeira vez. Eram 15 dias que mudariam tudo na minha vida. Meu irmão era gerente de banco, vivia correndo de um lado pro outro, mal aparecia em casa. Já a Carla, minha cunhada, era psicóloga, tinha horário mais flexível e virou minha guia turística particular. Ela me tratava como um irmãozinho mais novo, falante pra porra, animada com minha visita, sempre com um sorriso nos lábios grossos. No começo eu era o típico virjão tímido. Mal conseguia olhar nos olhos dela. Mas o corpo da Carla compensava qualquer coisa no rosto. Magra, cintura fina que dava pra agarrar com as duas mãos, peitos pequenos e firmes daqueles que cabem perfeitamente na boca, coxas grossas e roliças, e o destaque absoluto: uma bunda monumental, redonda, empinada, pesada, que balançava hipnoticamente toda vez que ela andava. Em casa ela vivia de shortinhos curtíssimos de tecido fino, daqueles que mal cobriam a poupa da bunda. Dava pra ver o contorno da calcinha fio dental por baixo. À noite, usava bodies de seda colados, e os biquinhos dos peitinhos marcavam o tecido de um jeito que me deixava louco. Eu passava o dia inteiro secando aquele rabão. Sentava no sofá e ficava imaginando minhas mãos apertando aquela carne macia. Quando dava, corria pro banheiro, baixava a bermuda e batia uma punheta rápida pensando nela. - Porra, cunhada, esse cu ia ficar tão bom quicando na minha pica... - sussurrava baixinho enquanto gozava. A gente saía bastante: Ibirapuera pra caminhar, Avenida Paulista, shopping, cinema. Ela explicava tudo com paciência, rindo das minhas caras de interiorano deslumbrado. Mas no terceiro dia a coisa esquentou de vez. Voltamos de um cinema numa tarde quente pra caralho. O apartamento tava vazio, irmão trabalhando até tarde. Eu fui direto pro banho pra refrescar. Esqueci completamente de trancar a porta. Entrei no box, água quente batendo nas costas, e comecei a me masturbar pensando nela de novo. Minha pica tava dura pra porra, latejando na mão. Fantasiava aquele rabão gigante quicando em cima de mim, a buceta molhada engolindo tudo. De repente a porta do banheiro abriu. Fiquei paralisado, mão ainda segurando o pau. Era a Carla. Ela parou, olhos grandes saltados fixos na minha direção. - Ai... desculpa! - ela disse, mas em vez de sair, deu uma risadinha safada e ficou olhando. - Nossa, cunhado... não sabia que você era dotado assim... que pica grossa. Meu rosto queimou de vergonha, tentei cobrir com as mãos, mas ela fechou a porta do banheiro, trancou e abriu o box devagar. A água molhava a roupa dela. Carla tirou o top devagar, revelando os peitinhos pequenos com bicos escuros já duros. Depois o shortinho e, por último, a calcinha fio dental. A buceta dela era linda: poucos pelinhos pretos acima dos lábios carnudos bem feitos, um grelinho saltado e rosado que já brilhava de tesão. Ela era ainda mais espetacular pelada. Cintura fina, coxas grossas, aquela bunda pesada. Entrou debaixo da água quente e segurou minhas mãos, afastando elas gentilmente da minha pica. - Relaxa, cunhadinho... deixa que eu te ajudo com isso - sussurrou com voz doce e safada ao mesmo tempo. A mão quente dela envolveu minha pica e começou a punhetar devagar, apertando na medida certa. Eu tremia inteiro. Depois ela se agachou, olhou pra cima com aqueles olhos grandes e colocou a cabeça na boca. O calor molhado da língua grossa girando na glande me fez gemer alto. - Ahhh... porra... que delícia... - escapei. Ela chupava fundo, babando bastante, garganta apertando a cabeça da minha pica enquanto a mão massageava as bolas. Olhava pra mim o tempo todo, olhos cheios de desejo. - Hummm... gostosa essa pica virgem... tá latejando na minha boca... Levantei ela, virei de costas e empinei aquele rabão monumental. Segurei as nádegas pesadas, abrindo elas e enfiando os dedos na buceta molhada. Ela tava encharcada. - Vai devagar, cunhadinho... faz carinho primeiro... isso... esfrega esse grelinho... - ela ensinava gemendo baixinho. Empinei ainda mais, pegou minha pica e guiou até a entrada da buceta. Encaixei e empurrei devagar. Estava quente, apertada pra caralho, molhada. A buceta dela engolia minha pica centímetro por centímetro. - Isso cunhadinho... me come gostoso... mete mais forte... mete mais fundo... come esse rabo, eu sei que você fica olhando pra ele o dia inteiro... aproveita... - ela gemia, rebolando devagar contra mim. Segurei a cintura fina e comecei a meter mais forte. O barulho da água, o som molhado da pica entrando e saindo da buceta, os gemidos dela enchendo o banheiro. - Ahhh... que pica grossa... tá me enchendo toda... fode a buceta da sua cunhada... Aumentei o ritmo, metendo fundo, bolas batendo na coxa dela. Ela apertava a buceta em volta da minha pica, ordenhando. Gozei pela primeira vez dentro de uma mulher, tremendo inteiro, jatos grossos de porra enchendo ela enquanto gemia desesperado. - Tô gozandooooooo... porra... dentro de você... Ela sorriu satisfeita, buceta ainda apertando. Desligou o chuveiro, me puxou pro quarto e me jogou na cama. - Agora a aula continua, virjão. A partir daquele dia as férias viraram uma maratona de sexo. Quase não saíamos mais do apartamento. Carla me ensinou tudo. De manhã, antes do irmão sair, ela já me chupava rapidinho no banheiro. Quando ele ia pro banco, a gente transava em todos os cômodos. Na sala, ela sentava no sofá, abria as pernas grossas e me fazia chupar a buceta. - Lambe aqui, cunhadinho... chupa esse grelinho... enfia a língua na buceta da cunhada... assim... ahhh porra... tá bom... Eu lambia com fome, sugando o clitóris inchado, enfiando dois dedos enquanto ela rebolava na minha cara, gemendo alto. - Tô gozandooooooo... bebe o leitinho da cunhada... ahhh... Depois ela montava em mim, rabão pesado quicando na minha pica. Os peitinhos pequenos balançavam enquanto ela cavalgava forte. - Isso... fode pra cima... mete essa pica na buceta... me arromba... Transamos na cozinha, ela inclinada na pia, eu metendo por trás enquanto ela gemia contra o balcão. - Olha esse cu empinado pra você... enfia no cu também... quero sentir tudo... Na primeira vez no cu dela foi lento. Cuspi no rego, pressionei a cabeça da pica e entrei devagar. Ela gemia desesperada. - Ai que delícia... dói gostoso... vai fundo... arromba o cu da cunhada... Metia cada vez mais forte, segurando aquele rabão pesado, vendo minha pica desaparecer no cuzinho apertado. Os gemidos dela eram insanos. - Mais forte... fode gostoso o meu rabinho... tô gozando com sua pica no meu cu... ahhhhh! Eu jorrava porra quente dentro do cu dela, enchendo tudo. À noite, quando o irmão chegava, fingíamos normalidade. Ela se jogava nos braços dele, ria, mas eu via o olhar safado que ela me dava escondido. Deitado no quarto, ouvia os dois transando no quarto deles. Os gemidos dela me deixavam louco de ciúme. - Fode mais... isso... - ela gemia pra ele, mas eu sabia que ela pensava em mim. Batia punheta imaginando, com inveja pra caralho. Nos dias seguintes a gente arriscava mais. Uma tarde ela me chamou pro quarto deles. Deitou de quatro na cama do irmão e empinou o rabão. - Vem... come a mulher do seu irmão... mete na buceta e no cu... Entrei nela com força, metendo alternando buracos. Buceta molhada, depois cu apertado. - Isso... sou sua putinha quando ele não tá... fode os dois buracos... ahhh... cunhadinho safado... Ela gozava várias vezes, corpo tremendo, suando, gemendo meu nome baixinho. - Você... sua pica... me faz gozar tanto... Eu estava me apaixonando. Entre uma trepada e outra, olhava pra ela com outro sentimento. Carla percebia e me avisava com carinho, mas firme. - Isso é só tesão, cunhadinho. Só sexo gostoso. Eu sou do seu irmão. Não vai se apaixonando não. Mas eu não conseguia parar. A gente transou no sofá, na varanda escondida, no carro na garagem. Ela me ensinava posições novas, me fazia comer a buceta até ela gozar na minha boca, depois sentava no meu pau e quicava até eu encher ela de porra de novo. No último dia, antes de me levar pro aeroporto, ela me deu a despedida inesquecível. Passamos a tarde toda no quarto. Comi o cuzinho dela devagar, depois forte. - Arromba esse cu... me enche de porra... - ela pedia gemendo desesperada. Tomamos banho juntos, ela me chupou pela última vez, garganta fundo, babando, olhando pra cima. - Guarda esse gosto na memória, cunhadinho. No carro, a caminho do aeroporto, ela disse séria: - Acabou aqui. Nunca mais vamos transar. Foi lindo, mas foi só isso. Eu aceitei em silêncio, coração apertado, pau ainda dolorido das tantas fodas. Dez anos se passaram. Hoje sou casado, moro em Goiás, tenho minha vida estabilizada. Meu irmão continua com a Carla. Nas festas de fim de ano a gente se vê. Ela é sempre simpática, me trata como cunhado normal, sem nenhum olhar diferente. Nunca rolou mais nada. No começo doía, eu criava expectativa, mas hoje só guardo as lembranças quentes daquelas férias inesquecíveis. A buceta apertada, o rabão quicando, os gemidos desesperados, as aulas que ela me deu. Foi a melhor sacanagem da minha vida.
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