Dedando a bucetinha no cinema!



Larissa tinha só 20 aninhos, corpo miudinho de metade asiática, pele lisinha e clara que parecia de porcelana, olhos puxadinhos e um jeitinho de menininha inocente que enganava todo mundo. Cabelo preto liso caindo nos ombros, boca pequena e carnuda, peitinhos firmes que mal apareciam por baixo da roupa. Ninguém imaginava que por trás daquela carinha de santa morava uma putinha safada que vivia molhada de tesão.
Aquele dia ela resolveu fazer uma loucura das grandes. Foi sozinha pro cinema, escolheu uma sessão de filme bem ruim, daqueles que quase ninguém vai ver. Sala enorme, escura, com pouca gente espalhada. Sentou lá no fundão, no canto mais escondido, onde a fileira terminava na parede. Vestidinho leve, curtinho, daqueles que sobem fácil na coxa. Sem calcinha nenhuma por baixo. A bucetinha lisinha já estava melada só de pensar no que ia rolar.
As luzes apagaram e o filme começou. O coração dela batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Abriu as perninhas devagar, o vestido subindo até a cintura. A mão direita desceu devagarinho, os dedos tremendo de expectativa. Quando tocou os lábios carnudinhos da buceta, ela quase soltou um suspiro alto.
— Caralho... já tô encharcada — pensou, mordendo o lábio inferior com força.
O dedo médio deslizou bem leve entre os lábios, sentindo o calor úmido. O grelinho estava inchado, latejando, pedindo atenção. Ela começou a circular ele devagar, bem devagar, sentindo cada nervinho acordar. A bucetinha soltava um melzinho quente que escorria pela bundinha e molhava o banco de plástico. O clitóris pulsava embaixo do polegar, sensível pra caralho.
Ela enfiou o dedo médio bem fundo na bucetinha apertada. Estava quente, molhada, os músculos apertando em volta do dedo como se quisessem sugar. Entrou fácil, o barulhinho molhado quase imperceptível por causa do som alto do filme.
— Hmmm... que delícia de buceta gulosa — murmurou baixinho pra si mesma.
Começou a meter o dedo pra dentro e pra fora, lento no começo, sentindo as paredes quentes e macias. O mel escorria pela mão, pingando na coxa. Ela abriu mais as pernas, o vestidinho todo embolado na barriga. Enfiou o segundo dedo. Dois dedos fodendo a bucetinha, curvando pra cima pra acertar aquele ponto que fazia ela ver estrelas.
O schlick... schlick... baixinho ecoava no escuro. Ela olhava pros lados, nervosa, o coração disparado. Tinha um casal umas fileiras na frente, mas eles estavam vidrados na tela. O risco de alguém virar e ver ela ali, perninhas abertas, dedando a bucetinha no cinema, deixava tudo mil vezes mais gostoso. A safada imaginava um estranho se aproximando, vendo a cena e puxando a pica dura pra fora.
A respiração dela ficou pesada. Os peitinhos subiam e desciam rápido por baixo do vestido. Ela rebolava o quadril discretamente no banco, ajudando os dedos a entrarem mais fundo. O polegar não parava de esfregar o grelinho inchado, circulando rápido agora.
— Aiiii, porra... tá tão bom... — escapou num sussurro rouco.
Os dedos entravam e saíam mais rápido, fodendo a bucetinha encharcada sem piedade. O mel escorria em fio pela coxa, molhando o banco inteiro. Ela sentia o cu piscando de tesão também, apertadinho, querendo atenção. Com a mão livre apertava a própria coxa, cravando as unhas na pele macia.
O orgasmo começou a subir como uma onda gigante. A bucetinha apertava forte nos dedos, latejando, os espasmos vindo. Ela apertou os dentes, segurou o braço da poltrona com toda força, as pernas tremendo.
— Nnghh... ahh... vou gozar... — gemeu baixinho, quase sufocando a voz.
O corpo inteiro convulsionou. Um jato quente saiu da bucetinha, molhando a mão, o banco, escorrendo até o chão. Os gemidos desesperados saíam abafados, um atrás do outro.
— Haaa... caralho... tá gozando tanto... nnghh... porra...
Ela continuou metendo os dedos fundo, prolongando o prazer, sentindo cada contração forte da bucetinha. O grelinho pulsava loucamente sob o polegar. As pernas tremiam sem controle, os peitinhos duros, o rostinho todo vermelho e suado. Foi um gozo longo, daqueles que deixam a cabeça leve e o corpo mole.
Quando os espasmos diminuíram, ela ficou lá, ofegante, dedos ainda enfiados na bucetinha sensível. Tirou devagar, sentindo o mel grosso escorrendo. Limpou a mão no vestido, discretamente, o coração ainda batendo forte. A bucetinha latejava, inchada, melada pra caralho. O cheiro de sexo no ar era sutil, mas ela sentia.
O resto do filme passou num borrão. Ela ficou sentada, pernas fechadas agora, sentindo o mel escorrer pela coxa toda vez que se mexia. Cada movimento fazia a bucetinha pulsar de novo, lembrando do que tinha feito. Quando as luzes acenderam, ela saiu com as pernas fracas, o rostinho corado, um sorrisinho safado nos lábios.
No caminho pra casa, ainda sentia a bucetinha molhada, o cu piscando de vontade. Sentada no ônibus, apertou as coxas uma na outra, relembrando cada detalhe. A safadeza tinha sido tão grande que ela já planejava a próxima.
— Da próxima vez eu vou trazer um plug no cu e um vibradorzinho na buceta — pensou, mordendo o lábio. — Quero sentir os dois me fodendo enquanto o filme rola. Imagina alguém percebendo o barulhinho e vindo me ajudar com uma pica grossa...
Chegando em casa, ela não aguentou. Jogou o vestido no chão, deitou na cama de pernas abertas e começou tudo de novo. Dois dedos na bucetinha, outro no cuzinho apertado. Gozou mais duas vezes pensando no cinema, gemendo alto agora que ninguém podia ouvir.
— Ahh... fode essa bucetinha... mete no meu cu também... porra, que safada eu sou...
Desde aquele dia, o cinema virou o lugar favorito dela pra se tocar. Toda vez que via uma sala escura, a bucetinha molhava na hora. E ela, com cara de anjinho, continuava enganando todo mundo. Por dentro, era só uma putinha viciada em risco e prazer.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dedando a bucetinha no cinema!

Codigo do conto:
267918

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
22/07/2026

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