Me senti ousada depois da festa e acabei provocando meu pai!

Depois da festa, eu Maria Eduarda, 18 aninhos cheguei em casa cambaleando, o corpo todo quente de álcool e tesão acumulado. A casa estava quieta, só a luz da garagem acesa. Meu pai, aquele homem de 53 anos forte ainda, com os braços grossos de tanto trabalhar, estava mexendo em alguma ferramenta por lá. Sempre tive essa fantasia proibida com ele. Ele era tão sério, tão homem... e eu, vadiazinha ousada, não aguentava mais só imaginar.
Subi pro quarto rapidinho, tirei aquela roupa de festa colada no corpo suado e vesti uma regata folgada branca, sem sutiã nenhum. Os bicos dos meus peitos já estavam duros só de pensar no que ia fazer. Embaixo, um shortinho de pijama bem curto, daqueles que mal cobrem a bunda. Desci pro sofá da sala, o coração batendo forte. Abaixei o short até os joelhos, abri as pernas devagar e comecei a me tocar. Meus dedos escorregavam fácil na buceta molhada, inchada de tesão. Circulava o grelinho devagar no começo, depois mais rápido, gemendo baixinho.
- Ahhh... porra... pai... - sussurrei pra mim mesma, imaginando a cara dele.
Minha buceta latejava, o mel escorrendo pela coxa. Enfiei dois dedos fundo, sentindo as paredes quentes apertarem. O cheiro de boceta excitada enchia o ar. Fiquei assim uns bons minutos, me masturbando sem vergonha, os peitos subindo e descendo com a respiração pesada.
Ouvi os passos dele voltando da garagem. Meu corpo inteiro tremeu de excitação. Rápido, puxei a regata pra cima, deixando os dois peitos grandes expostos, os mamilos rosados durinhos. O shortinho ficou abaixado o suficiente pra mostrar a buceta lisinha, brilhando de tanto tesão, os lábios inchados entreabertos. Fechei os olhos e fingi que tinha desmaiado completamente, o corpo mole no sofá, pernas ainda um pouco abertas.
Ele parou na entrada da sala. Silêncio total por uns segundos que pareceram eternos. Eu sentia o olhar dele queimando minha pele. Minha xoxota pulsava forte, quase doía de tão molhada. Quase dava pra ouvir meu coração.
- Caralho... - ele murmurou baixinho, a voz rouca.
Ele ficou ali, parado, respirando pesado. Ouvi o barulhinho leve do celular sendo tirado do bolso. Clique. Clique. Ele estava fotografando minha buceta exposta, meus peitos, tudo. Meu Deus, isso me deixou ainda mais louca. A buceta contraiu sozinha, soltando mais mel.
Depois de uns minutos longos, ele se aproximou devagar. Senti o cheiro dele, suor misturado com óleo da garagem. A mão grande dele tremeu quando tocou meu joelho.
- Filha... que porra é essa... - disse ele, a voz baixa, cheia de conflito e desejo.
Eu não respondi, fingindo o desmaio, mas abri um pouquinho mais as pernas. Ele respirou fundo. A mão subiu pela minha coxa, grossa e calejada. Os dedos roçaram na borda da minha buceta molhada.
- Tão molhada... puta que pariu... - grunhiu ele.
De repente, ele se ajoelhou entre minhas pernas. Senti o hálito quente na minha xoxota. A língua dele lambeu devagar o meu grelinho, e eu quase gozei na hora.
- Ahhh! - escapei um gemido involuntário.
Ele parou por um segundo, mas o tesão venceu. Enfiou a cara inteira na minha buceta, chupando com fome, a barba roçando na pele sensível. A língua entrava fundo, lambia os lábios, sugava o grelinho inchado.
- Hummm... delícia... bucetinha da minha filha... tão gostosa... - murmurava ele entre lambidas.
Eu não aguentava mais fingir. Abri os olhos, olhei pra ele com cara de vadia e segurei a cabeça dele.
- Pai... continua... chupa minha buceta, por favor... eu tô louca por você...
Ele levantou o rosto, os olhos vidrados de tesão.
- Sua putinha... você armou isso tudo, né? Mostrando essa bucetinha molhada pro pai...
- Mostrei sim... quero sua pica grossa me comendo...
Ele se levantou, abriu o zíper da calça de trabalho e tirou aquela pica enorme, veia grossa pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Era grande pra caralho, bem mais grossa que os dedos que eu usava.
- Olha o que você fez, sua safada. Agora aguenta.
Ele me puxou pro sofá, me colocou de quatro, o short e a regata jogados no chão. Espalmou minha bunda com força, abrindo as nádegas.
- Olha esse cu... e essa buceta pingando... - disse ele, passando o dedo no meu furinho.
Enfiou a cabeça da pica na entrada da minha buceta e empurrou devagar. Eu senti cada centímetro abrindo minhas paredes.
- Aaaaiii... pai... que pica grande... me arromba... - gemi desesperada.
Ele meteu fundo de uma vez, até as bolas baterem na minha buceta. Começou a socar forte, o sofá rangendo, o barulho molhado de pica entrando em buceta ecoando na sala.
- Toma... toma essa pica, filha... sua bucetinha aperta tanto... porra...
- Mais forte, pai! Me fode! Ahhh... ahhh... tô sentindo no útero... - eu gritava, empinando e rebolando a bunda pra trás.
Ele segurava meus quadris, metendo como um animal. O suor dele pingava nas minhas costas. Eu rebolava, sentindo a pica grossa roçar no meu ponto G toda vez.
- Gemendo assim... você é uma puta no cio, hein? - ele rosnava, dando tapas na minha bunda.
- Sou sua puta, pai... só sua... fode meu cu também se quiser...
Ele cuspiu no meu cu, enfiou o dedo devagar enquanto continuava metendo na buceta. O duplo prazer me deixou louca.
- Aaaahhh... isso... deda meu cu, caralho... vou gozaaaar... pai... vou gozar gostoso na sua pica!
Meu corpo inteiro tremeu. O orgasmo veio forte, minha buceta apertando a pica dele, esguichando mel nas bolas dele. Gemi alto, desesperada.
- Isso... aperta a pica do pai... caralho... que buceta gulosa...
Ele não parou. Tirou a pica da buceta, colocou na entrada do meu cu e empurrou devagar.
- Relaxa o cuzinho... vou comer esse cu virgem...
- Devagar... aiiiii... tá entrando... aaaaiii... que delícia...
A pica grossa abriu meu cu, centímetro por centímetro. Doía gostoso. Quando ele estava todo dentro, começou a meter mais rápido. Eu segurava no sofá, gemendo sem parar.
- Me fode no cu, pai! Mais fundo! Ahhh... ahhh... que pica... me rasga...
Ele metia com força agora, as bolas batendo na minha buceta molhada. Uma mão veio pra frente e beliscava meu grelinho.
- Tô quase... vou encher esse cu de porra... toma...
- Goza dentro, pai! Me enche de porra, vaaai... quero sentir quente...
Com um grunhido animal, ele gozou fundo no meu cu, jatos grossos pulsando. Eu gozei de novo junto, o corpo convulsionando.
Ficamos ali, ofegantes, ele ainda dentro de mim. Depois ele me virou, me beijou na boca com fome.
- Isso não vai parar aqui, filha. Amanhã você vai me provocar de novo... e eu vou te comer inteira.
- Pode deixar, pai... minha buceta e meu cu são seus agora.
A noite continuou com ele me comendo mais vezes, em posições diferentes, explorando cada buraco com aquela pica incansável. Eu nunca me senti tão viva, tão safada, tão preenchida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me senti ousada depois da festa e acabei provocando meu pai!

Codigo do conto:
267822

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/07/2026

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