Vi minha mãe se acabando na siririca pensando em mim!

Eu tinha 19 anos e morava ainda na casa dos meus pais. Minha irmã mais velha tinha saído pra faculdade aquele dia, meu padrasto tava no trabalho desde cedo e minha mãe, a Carla, tinha dito que ia resolver umas coisas na rua. Pelo menos era o que eu pensava. Eu tava sozinho no quarto, pau duro latejando dentro da bermuda fina, vendo uns vídeos bem safados no computador. A porta tava só entreaberta, nem me preocupei em fechar direito. Quem ia aparecer?
Masturbei devagar no começo, apertando a base da minha pica grossa e sentindo ela inchar na mão. Os gemidos da mulher no vídeo me deixavam mais louco. Passei a mão rápido, esfregando a cabeça sensível, imaginando uma buceta molhada apertando em volta. Gozei forte, jorrando porra quente na barriga, mas ainda tava meio duro. Foi quando ouvi um barulho vindo do quarto dos meus pais. Água correndo. Chuveiro.
Pensei que era impressão, mas a curiosidade bateu. Levantei, pau ainda semi-duro marcando a bermuda, e fui pé ante pé até o corredor. A porta do quarto deles tava aberta o suficiente pra eu ver o banheiro. E ali, através da fresta, o paraíso.
Minha mãe tava completamente nua debaixo do chuveiro, água escorrendo pelo corpo maduro dela. Os peitos grandes, cheios, balançavam pesados enquanto ela se tocava. Uma mão apertava um mamilo escuro, puxando ele com força, a outra entre as coxas grossas, esfregando a buceta depilada com movimentos circulares. Os lábios carnudos da xoxota dela tavam inchados, brilhando de água e tesão. Ela jogava a cabeça pra trás, olhos fechados, boca entreaberta soltando suspiros baixos.
Meu pau endureceu na hora, esticando a bermuda como se quisesse rasgar. - Caralho... que buceta linda da porra - murmurei pra mim mesmo, enfiando a mão por dentro da bermuda e agarrando minha pica latejante. Comecei a bater punheta ali mesmo, olhando fixo. Ela abriu mais as pernas, dois dedos deslizando pra dentro da buceta molhada, entrando e saindo devagar enquanto o polegar girava no grelinho inchado. Os peitos dela balançavam com o movimento, pingando água.
Eu batia forte, pele deslizando na pele, sentindo as veias pulsarem. A cena era demais. De repente, ela gemeu mais alto, o som ecoando no banheiro. - Ahhh Marcos... meu filho... meu Deus...
Meu nome. Ela disse meu nome gemendo. Meu coração quase parou, mas o pau pulsou mais forte. - Porra, mãe... - sussurrei, acelerando a mão. Ela não parou. Continuou enfiando os dedos na buceta, o som molhado misturado com a água do chuveiro. Os gemidos ficaram desesperados.
- Hummm... aiiiii que gostoso... que delícia seria você me comendo agora... - ela murmurou, voz rouca de tesão. Os quadris dela rebolavam contra a mão, o grelinho todo exposto, vermelho e inchado. Ela apertava os peitos com a outra mão, torcendo os mamilos duros. - Quero essa pica grossa do meu filho dentro de mim... me arrombando toda...
Eu quase gozei ali. Apertei a base pra segurar, mas continuei olhando, hipnotizado. Ela se virou de lado, mostrando o cu redondo e empinado, enquanto os dedos da frente continuavam fodendo a buceta. A água escorria pelo rego, brilhando. Eu imaginava minha pica entrando ali, esticando aquele cu apertado.
- Ahhh... vai... me fode... - ela gemia mais alto agora, corpo tremendo. - Enfia essa pica grande no meu cu, filho... me faz tua putinha...
Foi o suficiente. Meu gozo explodiu, jorrando forte dentro da bermuda, manchando tudo enquanto eu tremia. Mas ela continuou. Os gemidos viraram quase gritos. - Estou gozando... ahhh porra... gozando pensando na pica do meu menino...
O corpo dela convulsionou, pernas tremendo, buceta apertando os dedos enquanto ela gozava forte. Eu via os espasmos, o suco escorrendo misturado com a água. Fiquei ali, pau ainda duro mesmo depois de gozar, respirando pesado.
Não consegui me segurar. Empurrei a porta devagar e entrei no quarto. Ela abriu os olhos de repente, ainda no chuveiro, mão entre as pernas. Em vez de gritar ou se cobrir, ela sorriu devagar, um sorriso safado, olhos cheios de desejo.
- Vem cá, filho... você viu tudo, né? - a voz dela tava baixa, rouca. - Eu sabia que você tava em casa. Queria que você visse.
Eu entrei no banheiro, tirando a bermuda suja de porra. Minha pica pulou pra fora, grossa, vermelha, ainda babando. - Mãe... eu quero você pra caralho. Essa buceta tá me deixando louco.
Ela desligou o chuveiro, saiu pingando, peitos balançando. Agarrou meu pau com a mão molhada e apertou. - Olha como tá duro... essa pica é maior do que eu imaginava. Vem, me come logo.
Puxei ela pra cama, jogando o corpo maduro dela de costas. Abri as pernas grossas dela e mergulhei o rosto na buceta. O cheiro era doce e safado, mistura de sabonete e tesão. Lambi o grelinho inchado, chupando forte enquanto enfiava dois dedos na buceta quente e molhada.
- Ahhh filho... assim... chupa a buceta da mamãe... - ela gemia, mãos apertando minha cabeça contra ela. - Lambe esse grelinho... que delícia...
Eu chupei com fome, língua rodando rápido no clitóris, dedos fodendo ela fundo. O cu dela piscava toda vez que eu acertava o ponto certo. Ela rebolava desesperada, coxas tremendo em volta da minha cabeça.
- Quero te foder agora - rosnei, levantando e posicionando a cabeça da pica na entrada da buceta dela. Empurrei devagar, sentindo os lábios carnudos se abrindo pra me receber. Ela tava apertada pra caralho, quente, molhada.
- Enfia tudo... ahhh... me arromba com essa pica grossa! - ela gritou quando entrei até o fundo. Comecei a meter forte, pele batendo contra pele, os peitos dela pulando a cada estocada.
Os gemidos dela encheram o quarto. - Isso... me fode... sou tua putinha... fode a buceta da mamãe...
Eu metia como um animal, segurando os quadris dela, vendo minha pica desaparecer inteira na xoxota molhada. O som era obsceno, molhado, barulhento. Ela apertava os peitos, torcendo os mamilos.
- Vira de quatro - ordenei. Ela obedeceu rápido, empinando o cu pra mim. Segurei as nádegas grandes e abri, cuspindo no rego antes de enfiar a pica na buceta de novo, metendo fundo.
- Aiiii meu Deus... assim... vai no cu também... quero sentir essa pica no meu cu - ela implorou, voz desesperada.
Tirei da buceta e pressionei contra o cuzinho apertado. Empurrei devagar, sentindo o anel resistir e depois ceder. Entrei centímetro por centímetro, gemendo alto.
- Porra... que cu apertado... tá me esmagando a pica...
- Ahhh... dói gostoso... enfia tudo no cu da mamãe... me arromba! - ela gemia, mão descendo pra esfregar o grelinho enquanto eu metia.
Aumentei o ritmo, fodendo o cu dela com força, bolas batendo na buceta molhada. Os gemidos viraram uivos. - Estou gozando de novo... filho... me enche de porra...
Ela gozou tremendo inteira, cu apertando minha pica como um punho. Não aguentei. Jorrei fundo dentro do cu dela, jatos grossos de porra enchendo tudo enquanto eu rosnava.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela virou pra mim, beijando minha boca com fome. - Isso foi só o começo - sussurrou. - Quero que você me foda todo dia agora. Essa pica é minha.
Eu sorri, mão descendo pra apertar a buceta dela de novo. - Pode deixar, mãe. Vou te encher todos os buracos até você não aguentar mais.
E assim começou nossa loucura secreta, cheia de sacanagem, gemidos e porra pra todo lado. Nunca mais fui o mesmo depois de ver ela se tocando daquele jeito.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi minha mãe se acabando na siririca pensando em mim!

Codigo do conto:
267805

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/07/2026

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