Eu me chamo Laura, tenho 34 anos e trabalho como enfermeira no turno da noite há uns bons anos. Gosto do silêncio dos corredores, do cheiro de álcool e do jeito que alguns pacientes me olham quando acham que não percebo. Naquela semana, um garoto de 18 anos chamado Lucas foi internado depois de quebrar a mão feio numa queda de skate. Cirurgia rápida, mas ele precisava ficar uns dias em observação por causa dos analgésicos fortes e porque os pais dele estavam viajando. O quarto era privativo, monitorado, e eu e outra enfermeira nos revezávamos pra checar ele, dar remédio, comida e ajudar com o que precisasse. Ele usava tipoia no braço direito, o que deixava ele bem limitado. Desde o primeiro dia notei o jeito que ele me olhava. Eu entrava pra retocar o curativo ou ajustar o soro e sentia os olhos dele descendo pelo meu uniforme branco justo, que marcava bem os meus peitos médios e a bunda redonda. Eu fingia não ver, mas sorria por dentro. Ele era fofo pra caralho, corpo jovem, pele clara, cabelo bagunçado e aquele olhar de quem tava cheio de tesão acumulado. Ontem à noite, por volta das duas da manhã, o hospital tava quieto. Entrei no quarto dele com a bandeja de comida leve. Ele tava sentado na cama, pijama hospitalar aberto no peito, braço na tipoia. Quando me aproximei, ele sorriu daquele jeito tímido mas safado. - Você é muito bonita, Laura. Sério, a enfermeira mais linda e maravilhosa que já vi. Eu corei um pouco, mas ri baixinho. - Obrigada, Lucas. Come aqui, tá esfriando. Enquanto ele comia devagar com a mão boa, o papo foi fluindo. Ele reclamou da mão, da solidão, e de repente soltou: - Laura... posso te pedir um favor? Tá difícil pra mim agora. Com essa mão quebrada eu não consigo nem me tocar direito. Tô louco de tesão, preso aqui... você podia me dar uma mãozinha? Ninguém vai saber. Eu parei, surpresa, sentindo um calor subir pela barriga. Ele fez aquela cara de coitado, olhos pidões, mas o volume no pijama já entregava que tava falando sério. Meu coração acelerou. Fazia tempo que eu não me divertia assim. Olhei pra porta, confirmei que tava fechada, e murmurei: - Você é um safado, hein? Mas tudo bem... só porque você é fofo e tá precisando mesmo. Sentei na beira da cama, puxei o elástico do pijama dele pra baixo devagar. A pica dele pulou pra fora, rosadinha, grossa pro tamanho dele, cabeça brilhando já babando pré-gozo. Era linda, jovem, latejando no ar. Segurei ela com a mão quente, sentindo o pulsar forte. - Olha como tá dura... coitadinho, acumulou bastante né? - sussurrei, começando a mover a mão pra cima e pra baixo, devagar no começo, apertando a base grossa. Ele gemeu baixo, corpo se contorcendo na cama. Eu subi a outra mão pro peito dele, segurando firme, sentindo o coração batendo rápido. Nossos olhos se encontraram enquanto eu punhetava ele ritmado. A pica inchava na minha palma, veias marcadas, cabeça ficando mais vermelha. - Ahh... Laura... que delícia... sua mão é macia pra caralho... Beijei ele então, língua entrando na boca dele com fome. Ele retribuiu desesperado, gemendo contra meus lábios enquanto eu acelerava a punheta. O som molhado da pele deslizando enchia o quarto silencioso. Dois minutos depois eu não aguentei. Desci o rosto, cheirando o pau dele primeiro, aquele cheiro jovem e limpo misturado com tesão. Lambi da base até a cabeça, devagar, sentindo o gosto salgado. - Porra... chupa ele, por favor... - ele pediu, voz rouca. Abri a boca e engoli a pica dele inteira de uma vez, até sentir a cabeça batendo no fundo da garganta. Ele arqueou as costas, gemendo alto. - Caralhooo... que boca quente... me mama gostoso, Laura... Comecei a subir e descer a cabeça rápido, língua rodando na cabeça sensível, sugando forte. Uma mão massageava as bolas dele, a outra segurava a base, punhetando junto. Ele se contorcia, mão boa agarrando meu cabelo, guiando um pouco. Os gemidos ficaram desesperados. - Isso... engole minha pica toda... ahhh que enfermeira safada... tá me deixando louco... Eu gemia com ele na boca, vibração fazendo ele pulsar mais. Cuspe escorria pelos cantos da minha boca, molhando as bolas. Chupava com fome, fazendo barulho obsceno, garganta apertando a cabeça toda vez que descia fundo. Ele xingava baixinho, corpo tremendo. - Porra... vou gozar... tá tão bom... mama mais forte... Aumentei o ritmo, sugando como se quisesse tirar a alma dele. Ele empurrou o quadril pra cima, fudendo minha boca. De repente o corpo dele travou. - Estou gozando... ahhh porraaa... toma minha porra! Jatos quentes e grossos explodiram na minha garganta. Engoli tudo, sentindo o gosto forte, continuando a chupar devagar até ele parar de tremer. Quando tirei a boca, dei um beijo nele, passando um pouco da porra restante na língua dele. Ele gemeu no beijo, surpreso mas excitado. - Você é incrível... - ele sussurrou, ainda ofegante. Eu sorri, limpando o canto da boca. Vesti ele de novo, ajeitei o lençol e saí do quarto como se nada tivesse acontecido. Mas o tesão ficou. Na noite seguinte, voltei pro quarto dele com uma ideia diferente na cabeça. O hospital tava ainda mais vazio. Entrei, fechei a porta e tranquei. Lucas acordou com o clique, olhos arregalados de surpresa e desejo quando me viu. - Laura... voltou... - É, voltei pra terminar o serviço direito. Você acha que uma mamada só ia resolver? Tô molhada desde ontem pensando nessa pica. Tirei o uniforme devagar na frente dele, revelando o sutiã rendado e a calcinha já manchada. Meus peitos pularam livres quando soltei o sutiã. Ele ficou olhando hipnotizado. - Porra... que corpo gostoso... vem aqui. Subi na cama, montando nele com cuidado pra não machucar o braço. Beijei ele com força, esfregando minha buceta molhada por cima do pijama dele. A pica endureceu rápido de novo. Desci o pijama, segurei a pica rosadinha e esfreguei a cabeça no meu grelinho inchado por cima da calcinha. - Sente como tá molhada minha buceta? Tudo por sua causa. - Tira essa calcinha... quero te comer - ele pediu, voz desesperada. Tirei a calcinha e guiei a pica dele pra entrada da minha buceta quente. Desci devagar, sentindo ele me abrindo centímetro por centímetro. Estava apertada, molhada pra caralho. - Ahhh... que pica grossa... me enche toda... - gemi, começando a rebolar no colo dele. Ele segurava minha cintura com a mão boa, olhos vidrados nos meus peitos balançando. Eu cavalgava mais rápido, subindo e descendo com força, a buceta fazendo barulhos molhados toda vez que sentava até o fundo. - Isso... fode meu pau com essa buceta gulosa... - ele rosnava, apertando minha bunda. Os gemidos saíam altos agora, sem medo. - Ahhh Lucas... me fode... sua pica tá batendo tão fundo... que delícia... Inclinei pra frente, peitos no rosto dele. Ele chupava meus mamilos com fome, mordendo de leve enquanto eu quicava. Meu grelinho esfregava na base da pica dele a cada descida, me levando à loucura. O quarto cheirava a sexo, suor e tesão. Mudei de posição, ficando de quatro na cama, empinando o cu pra ele. Ele se ajoelhou atrás, braço bom segurando minha cintura, e enfiou a pica na buceta de uma vez. - Toma essa buceta... mete forte... - implorei. Ele meteu como podia, estocadas profundas, bolas batendo na minha buceta. O som era obsceno, pele contra pele ecoando. Eu gemia desesperada, mão descendo pra esfregar meu grelinho. - Ahhh... vou gozar... fode mais... arromba minha buceta... Ele acelerou, suando, gemendo palavrões. - Que buceta apertada... tá me espremendo a pica... porra... Gozei primeiro, buceta apertando forte em volta dele, corpo tremendo inteiro, gemidos virando quase gritos. - Estou gozandooo... ahhh porra... Ele não parou, continuou metendo no meio do meu orgasmo, prolongando ele. Depois tirou da buceta e pressionou contra meu cu. - Posso? - perguntou, voz rouca. - Enfia no meu cu... quero sentir tudo - respondi, empinando mais. Ele cuspiu na mão, lubrificou a cabeça e empurrou devagar. O cu apertado foi cedendo, me esticando deliciosamente. Quando entrou todo, comecei a rebolar contra ele. - Aiii que cu gostoso... tá me apertando pra caralho... - ele gemeu, metendo mais rápido. Eu esfregava o grelinho enquanto ele fodia meu cu, gemidos saindo sem controle. - Isso... fode meu cu, vai seu safado... me enche de porra... sou tua enfermeira safada... Ele metia fundo, mão boa dando tapas leves na minha bunda. O prazer era intenso, quase doloroso de tão bom. Ele avisou que tava perto. - Vou gozar gostoso no seu cu... toma... Senti os jatos quentes enchendo meu cu, ele gemendo alto, corpo colado no meu. Ficamos assim um tempo, ofegantes, ele ainda dentro de mim. Depois, me virei, beijei ele devagar e limpei tudo. - Isso fica nosso segredo. Toda noite que você quiser, eu volto pra cuidar direito de você. Ele sorriu, exausto mas feliz. - Você é a melhor enfermeira do mundo. Saí do quarto com as pernas tremendo, buceta e cu latejando, já pensando na próxima noite. Aqueles dias de internação viraram a coisa mais safada da minha vida.
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