A sala estava escura, só a luz azulada da TV piscando com a maratona de Harry Potter. Eu, com 18 anos, sem camisa e de shorts largos, já estava duro pra porra desde que minha irmã mais velha, a de 25, se deitou de lado no sofá. O shortinho dela subia e mostrava aquela bunda redonda, firme, o tipo que eu batia punheta olhando nas fotos dela no Insta. Ela nem imaginava, ou talvez imaginasse agora. De repente a porta abriu e minha irmã do meio, a de 22, entrou. Aquela ali tinha um bundão enorme, daqueles que balançam quando ela anda, gorda na medida certa, macia e pesada. Eu tinha um monte de fotos dela guardadas só pra isso. Ela olhou direto pro meu colo e viu o volume da pica marcando o tecido fino do short. - Caralho, mano... você acha a Hermione tão gostosa assim, né? – ela disse, com um sorrisinho safado, os olhos fixos na minha rola latejando. Minha irmã mais velha virou o pescoço e também olhou. As duas agora encarando minha pica como se fosse um doce. - Olha o tamanho dessa coisa... – murmurou a mais velha, mordendo o lábio. - Se você não abaixar isso aí, eu vou sentar em cima, viu? – falou a de 22, já se aproximando. Eu, meio inseguro, soltei baixinho: - Na perspectiva de uma garota... é grande? - É maior que o pau do Nathan, meu marido – respondeu a mais velha, rindo, os olhos brilhando de tesão. – Esse negócio aí é grosso pra caralho. A irmã cheinha não esperou. Sentou direto no meu colo, de costas pra mim, aquele bundão enorme esmagando minha pica por cima do short. Ela começou a rebolar devagar, sentindo a cabeça da rola pressionar contra a fenda da buceta por cima da calcinha fina. O tecido molhado dela já estava encharcando. - Hum... tá latejando, hein? – gemeu ela, mexendo a cintura em círculos, esfregando o grelo bem em cima da glande. Eu gemi alto, desesperado. Nunca tinha sentido isso. Virgem total e agora uma buceta quente se esfregando na minha pica. Minha irmã mais velha assistia tudo, a mão dela descendo devagar entre as pernas. - Tô com inveja pra caralho... isso tá me deixando com saudade do Nathan – disse ela, mas o tom era puro fogo. Ela se levantou, tirou o shortinho rápido e sentou de frente pra mim, no meu colo agora, empurrando a outra irmã pro lado um pouco. A buceta dela, lisinha e inchada, encostou direto na minha rola. Ela me beijou fundo, língua quente invadindo minha boca, enquanto rebolava, molhando o short inteiro com o caldo dela. - Vamos pro quarto, suas putas – eu disse, a voz rouca. Elas riram e me puxaram. No quarto da mais velha, a cama grande esperava. Tirei o short e minha pica pulou livre, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Porra, que pica linda – sussurrou a de 22, ajoelhando primeiro. Ela lambeu da base até a cabeça, chupando as bolas uma por uma, babando tudo. - Chupa gostoso, mana... engole esse pau – mandou a mais velha, tirando a própria blusa, os peitos grandes balançando. Eu deitei na cama. A irmã mais velha subiu primeiro, posicionou a buceta inchada na ponta da minha pica e desceu devagar. O calor apertado me engoliu centímetro por centímetro. - Aaaahhh... tá rasgando minha buceta... que grossa, caralho! – ela gritou, descendo até o fundo, o cu dela encostando nas minhas bolas. Começou a cavalgar, subindo e descendo rápido, os peitos pulando. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto: ploc ploc ploc. A irmã de 22 sentou na minha cara, esfregando aquele bundão na minha boca. - Lambe minha buceta, irmão... enfia a língua no grelo – pediu ela, rebolando. Eu lambia desesperado, o gosto salgado e doce do mel dela escorrendo na minha língua. Chupava o grelo inchado enquanto a outra quicava na minha rola. - Tô gozando... porra, tô gozando na pica do meu irmão! – berrou a mais velha, apertando a buceta em volta de mim, esguichando um pouco. Ela continuou cavalgando mais forte, suada, gemendo sem parar. - Me fode mais, vai... mete fundo nessa bucetinha gulosa! Troquei. Agora a de 22 de quatro, bundão empinado. Segurei na cintura grossa e meti tudo de uma vez. - Aaaaiii... que pica grande do caralho! Tá batendo no fundo da minha barriga! – ela gritou, empinando mais. Eu metia com força, as bolas batendo no grelo dela. O cu piscava toda vez que eu entrava fundo. A mais velha se deitou embaixo, chupando as minhas bolas enquanto eu fodia a irmã. - Goza dentro, irmão... enche minha buceta de porra quente – implorou a de 22, rebolando contra mim. Não aguentei. Segurei o bundão dela e gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar, escorrendo pelas coxas. - Tá enchendo tudo... sinto pulsando dentro! – ela gemeu, gozando junto, a buceta apertando meu pau. Ficamos ali um segundo, ofegantes. Mas eu ainda estava duro. Olhei pro cu dela, piscando, lambuzado do próprio gozo que escorria da buceta. - Agora vou foder esse cu – avisei. A de 22 arregalou os olhos. - Vai devagar... nunca enfiei nada tão grosso aí. A mais velha trouxe lubrificante, passou bastante no meu pau e no cuzinho apertado da irmã. Posicionei a cabeça na roseta rosada e empurrei. Ela gritou. - Aaaaiii porra! Tá doendo... tá rasgando meu cu! Meti devagar, centímetro por centímetro. O cu dela era absurdamente apertado, queimando meu pau de tão quente e justo. Ela tremia inteira, unhas cravadas no lençol. - Respira, mana... relaxa esse cu pra ele – disse a irmã mais velha, acariciando o grelo dela. Empurrei mais. Metade da pica já dentro. Ela gemia alto, misturando dor e prazer. - Tá doendo gostoso... continua... enfia tudo nessa bundinha. Meti até o fundo. O cu dela engoliu minha rola inteira. Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e voltando com força. O barulho era obsceno: o cu dela fazendo barulhinhos molhados. - Mais rápido... fode meu cu! – pediu ela, rebolando agora, o prazer tomando conta. Aumentei o ritmo, socando fundo. Ela gritava: - Aaaahhh... tô sentindo no intestino... que delícia essa dor... mete mais, irmão! A mais velha chupava os peitos dela, enfiando dedos na buceta cheia de porra enquanto eu arrombava o cu. Ela gozou desesperada, o corpo convulsionando, o cu apertando minha pica como um punho. - Tô gozando com seu pau no meu cu... porra, tô me acabando! – berrou ela, esguichando na cama. Continuei metendo, cada vez mais forte. O cu dela já estava mais folgado, mas ainda apertava deliciosamente. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda! – gritou ela, entre gemidos, o rosto vermelho de tesão e vergonha. Isso me deixou louco. Meti mais fundo, segurando os quadris grossos. - Então vai se cagar, vadia... vou encher esse intestino de porra! Ela rebolava desesperada, gozando de novo, o cu piscando forte em volta da minha rola. Gozei forte, jatos quentes enchendo o cu dela até o fundo. Senti o corpo dela tremer. - Tá enchendo meu cu... quente pra caralho! – ela gritou. Puxei o pau devagar. Assim que a cabeça saiu, ela rebolou forte, empinando o bundão. Um jato de porra misturado com merda mole começou a sair do cu arrombado, escorrendo pelas coxas, sujando tudo. Ela gemia envergonhada mas excitada, rebolando mais, empurrando tudo pra fora. - Olha o que você fez... tô cagando sua porra, irmão... aaaahhh... A cena era suja, intensa, o cheiro forte no ar. A mais velha assistia tudo lambendo os lábios. - Agora minha vez – disse ela, já se posicionando. A irmã mais velha, a de 25 anos, com aquele corpo mais definido e a buceta ainda pingando da porra que eu tinha deixado na irmã menor, se posicionou de quatro na cama. O bundão dela empinado, redondo, com a roseta piscando rosada e já molhada de suor. Ela olhou pra trás, os olhos vidrados de tesão misturado com um pouco de medo do que vinha. - Vem, irmão... come meu cu também. Tá todo melado da porra e da bosta da tua irmã, né? Enfia logo essa pica suja bem fundo. Eu não pensei duas vezes. Meu pau ainda latejava, grosso, veias inchadas, coberto de uma camada grossa de porra branca misturada com merda marrom da irmã de 22 que tinha acabado de se cagar toda. O cheiro forte, quente, animal, subiu direto pro meu nariz enquanto eu segurava a base e encostava a cabeça lambuzada no cuzinho apertado dela. Empurrei devagar no começo. O cu dela era mais apertado que o da outra, resistindo, queimando a glande suja. Ela soltou um gemido rouco, longo. - Aaaahhh... porra, tá entrando sujo... sinto o cheiro da bosta da mana no teu pau... vai devagar, caralho... Meti mais fundo, uns cinco centímetros. Ela peidou forte na hora, um peido quente, molhado, que espirrou um pouco de ar e líquido marrom na base da minha rola. - Prrrrrrt... ai meu Deus, tô peidando na tua pica... continua metendo, não para! Eu segurei os quadris dela, aqueles ossos finos mas com carne firme, e forcei mais. Metade do pau já dentro. O cu dela apertava como um punho quente, escorregadio agora com a sujeira toda. Cada estocada fazia um barulho obsceno, molhado, squish squish, a merda da irmã anterior servindo de lubrificante natural. Ela começou a rebolar devagar, empinando mais, pedindo. - Mais fundo... rasga esse cu de puta... aaaahhh... tô sentindo a porra dela misturando com a minha... Meti tudo. O pau sumiu inteiro no intestino dela. Ela gritou, o corpo tremendo inteiro, suor escorrendo pelas costas. - Aaaaiii porra! Tá batendo no fundo do meu intestino! Que pica grossa do caralho! Comecei a meter com força, tirando quase tudo e socando de volta. A cada estocada forte ela peidava alto, peidos molhados, longos, que soltavam pedaços moles de merda marrom que escorriam pelo pau e pelas bolas, sujando tudo, pingando na cama. O cheiro ficou insano, pesado, de bosta fresca misturado com porra e suor de buceta. O quarto cheirava a sexo proibido total. - Prrrrrrrrt... ai que vergonha... tô peidando e cagando na tua rola a cada metida... não para, irmão... fode mais esse cu safado! Ela gemia desesperada, a voz rouca, quebrada. Eu acelerava, as bolas batendo no grelo inchado dela, a mão descendo pra beliscar o grelinho enquanto socava. O cu dela ia ficando mais folgado, mas ainda apertava gostoso, pulsando em volta da pica suja. Merda escorria pelas coxas dela, grossa, quente, grudando na minha pele. - Tô cagando... olha o que tu tá fazendo comigo... aaaahhh... peidando mais, sou uma vadia! Ela obedecia, peidando a cada estocada funda, o cu dela soltando jatos de ar e merda mole que cobria meu pau inteiro, escorrendo até as coxas. O prazer era doentio, intenso, o calor apertado misturado com a textura escorregadia da bosta. Eu metia mais rápido, suado, gemendo junto com ela. - Que cu guloso... tá engolindo tudo, hein? Olha essa merda toda saindo... - Sim... tô me acabando... nunca senti nada assim... fode, fode, fode meu cu sujo! Ela gozou pela primeira vez assim, o corpo convulsionando, o cu apertando forte em volta da minha pica, esguichando um pouco de xixi misturado na cama. Mas não parei. Continuei socando, o pau deslizando fácil agora no meio da bagunça toda. A irmã mais nova assistia tudo de lado, ainda ofegante, lambendo os próprios dedos sujos. De repente ela gritou mais alto, desesperada, o rosto vermelho, lágrimas de prazer nos olhos. - Aaaahhh porra... tô cagando no teu pau agora! Não para... enche meu cu de porra enquanto eu me cago toda! Eu meti com tudo, sentindo o intestino dela se contrair forte. A merda saía quente, mole, empurrada pelo meu pau que entrava e saía, cobrindo tudo de marrom. Ela fazia um escândalo, gritando alto, sem controle. - Nunca fui violada assim! Nem pelo Nathan, nem por ninguém! Tu tá arrombando meu cu com porra e bosta... aaaaiii... tô cagando no pau do meu irmão! Que delícia nojenta... goza dentro, enche meu intestino! Isso me levou ao limite. Segurei firme na cintura dela, metendo fundo umas últimas vezes, o cu dela soltando mais merda molhada a cada estocada. Gozei forte, jatos grossos, quentes, enchendo o cu dela até transbordar, misturando com a bosta toda. A porra branca saía junto com a merda marrom, escorrendo em golfadas grossas pelas coxas dela. Ela rebolou desesperada, empinando o bundão, gritando enquanto eu tirava o pau devagar. Assim que a cabeça saiu, o cu arrombado piscou e soltou um jato grande de merda misturada com porra, sujando o pau, as bolas, a cama inteira. Ela tremia, gemendo envergonhada mas gozando de novo só com a sensação. - Olha o que tu fez... tô cagando tudo... porra e bosta saindo do meu cu... nunca ninguém me violou desse jeito... aaaahhh caralho! O cheiro estava forte pra caralho, a cama uma bagunça suja, mas as duas irmãs olhavam pra mim com tesão renovado, prontas pra mais. A noite ainda ia longe, com bucetas, cus e muito mais sujeira pela frente.
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