Sendo próximo da minha irmã mais velha!



Era uma casa apertada, daqueles lares monoparentais onde a mãe chegava exausta de madrugada do trabalho noturno. Eu tinha 29 anos na época em que tudo explodiu de verdade, e minha irmã mais velha, a Juliana, já tinha 34. Dois quartos e meio banheiro que vivia entupido, sala entulhada de tralhas velhas. O nosso quarto era o mundo inteiro: uma cama de casal que rangia pra todo lado, uma cômoda velha e o cheiro constante de roupa lavada misturado com suor de quem dormia colado.
A gente cresceu assim, grudados. Tomava banho um esperando o outro, se trocava sem cerimônia. Mas naquela manhã tudo mudou.
Acordei com o colchão tremendo levemente. O quarto ainda escuro, só um fio de luz da rua entrando pela janela. Juliana estava de costas pra mim, a camisola fina enrolada na cintura, a mão direita enfiada entre as coxas grossas. Eu ouvia o barulhinho molhado dos dedos dela deslizando na buceta. Ela respirava pesado, quase sufocado, mas tentava não fazer barulho porque a mãe dormia no quarto ao lado.
Fiquei imóvel, o coração martelando. Meu pau já estava duro como pedra, latejando contra a cueca. Ela parou por um segundo, como se sentisse que eu tinha acordado. Mas eu não aguentei. Deslizei a mão devagar e segurei aquela bunda macia, empurrando meu quadril pra frente. Meu pau roçou bem no meio da fenda dela por cima da calcinha fina.
— Porra... — ela sussurrou baixinho, quase um gemido engasgado.
E voltou a se tocar, agora mais forte. Os dedos dela faziam aquele som molhado, chupado, de buceta encharcada. Ela se arrastou pra trás, pressionando a bunda contra minha pica. Pegou minha mão e guiou direto pros peitos dela. Os mamilos estavam duros, inchados. Eu belisquei devagar, depois mais forte, girando entre os dedos.
Juliana gemeu mais alto, um gemidinho rouco que ela tentou abafar no travesseiro.
— Hmmm... caralho...
Eu abaixei a cueca com a mão livre. Meu pau saltou pra fora, quente, pesado, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela sentiu e abaixou a calcinha até os joelhos num movimento rápido. A bunda dela era perfeita, redonda, com aquela pele morena macia. Ela se esfregou pra trás, passando a buceta inchada pelo comprimento todo da minha pica.
A buceta dela estava encharcada, os lábios grossos deslizando lisos, quentes, deixando uma trilha molhada na minha vara. Eu sentia o grelinho dela roçando na cabeça do pau toda vez que ela rebolava.
— Coloca devagar... — ela murmurou, voz tremendo de tesão.
Eu segurei a base da pica e empurrei. A cabeça entrou com um "ploc" molhado, abrindo aquela buceta apertada. Juliana arqueou as costas, gemendo baixo mas desesperado.
— Aaaahhh... que delícia... enfia mais, mano...
Eu meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes dela apertando minha pica como se quisesse ordenhar. O cheiro de buceta excitada enchia o quarto. Quando estava todo dentro, fiquei parado, pulsando dentro dela. Ela começou a rebolar devagar, quadril girando, a bunda batendo contra minha barriga.
Os gemidos dela ficaram mais urgentes. Eu metia devagar mas fundo, sentindo o colo do útero dela batendo na cabeça da pica. O barulho era obsceno: ploc, ploc, ploc molhado, os fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas.
— Mais forte... me fode, porra... — ela pediu, voz rouca.
Eu segurei os quadris dela e comecei a meter com força. A cama rangia. O pau entrava e saía brilhando, os lábios da buceta dela inchados, vermelhos, grudando na minha vara. Ela apertava os lençóis, mordia o travesseiro.
— Hmmm... ai que gostoso... sua pica é grossa pra caralho...
Eu sentia as bolas batendo na buceta dela. O suor escorria. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo forte em volta da minha pica, esguichando um pouco de líquido quente.
— Aaaaiii... tô gozando... não para...
Eu continuei metendo durante o orgasmo dela, prolongando. Depois de uns minutos, senti que não aguentava mais. Segurei firme e meti fundo, descarregando jato atrás de jato de porra quente dentro da buceta dela. Ela gemia baixinho, sentindo cada pulsada.
— Enche... enche minha buceta de porra, mano...
Quando saí, um fio grosso de sêmen escorreu da buceta aberta dela, pingando na coxa.
A gente ficou quieto um tempo, ofegantes. Mas o tesão não passou. Depois de uns minutos, ela virou de lado, olhou pra mim com aqueles olhos safados e sussurrou:
— Quero mais... mas agora no cu.
Eu gelei um pouco. Nunca tinha feito anal. Ela percebeu e sorriu.
— Vai devagar no começo... tá molhado da porra que você jogou.
Ela se posicionou de quatro, empinando aquela bunda linda. Eu cuspi na mão, passei no pau e no cuzinho apertado dela. O buraco era rosado, piscando. Pressionei a cabeça da pica.
— Ai... devagar... — ela gemeu.
Empurrei. O cu dela resistiu no começo, apertado pra caralho. Ela soltou um gemido dolorido.
— Haaaa... tá doendo... mas continua...
A cabeça entrou. Ela apertou os lençóis, o corpo tremendo. Eu empurrei mais, sentindo o cu dela engolindo minha pica centímetro por centímetro. Era quente, apertado, uma pressão insana. Quando estava meio dentro, ela começou a rebolar devagar, misturando dor e prazer.
— Ai porra... tá rasgando meu cu... mas que delícia...
Eu metia devagar, sentindo o anel apertando a base da pica. O suor dela escorria pelas costas. Ela gemia alto agora, sem se importar.
— Mais fundo... fode meu cu... aaaahhh...
Aumentei o ritmo. O cu dela foi relaxando, ficando mais molhado com a porra que escorria da buceta. O barulho era molhado, obsceno, a pica entrando e saindo daquele cuzinho guloso. Ela desceu uma mão e começou a esfregar o grelinho, gemendo desesperada.
— Tô gozando de novo... com seu pau no meu cu... aaaaiii...
O orgasmo dela foi violento. O cu apertou minha pica em espasmos fortes, o corpo inteiro convulsionando. Ela gritava abafado no travesseiro.
— Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar... tô falando sério... aaaahhh...
Eu estava no limite. Meti mais forte, sentindo o cu dela me ordenhando. Não aguentei. Segurei os quadris dela e descarreguei tudo, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela.
— Tô gozando no seu cu... toma...
Ela gritou, gozando de novo, o corpo tremendo inteiro.
Quando eu comecei a tirar devagar, ela rebolou forte, empinando mais.
— Não tira ainda... aiiii porra...
O pau saiu com um "ploc" molhado. Imediatamente o cu dela se abriu, e uma mistura grossa de porra com fezes começou a sair. Ela rebolava, gemendo de vergonha e tesão misturados, cagando no lençol enquanto o sêmen branco escorria junto, escorrendo pelas coxas.
— Olha o que você fez... me fez cagar com o cu arrombado... porra...
Ela tremia, gozando levemente ainda, o cu piscando, soltando mais daquela mistura quente e cheirosa.
A gente ficou ali, suados, sujos, ofegantes. Depois ela riu baixinho, virou e me deu um beijo molhado.
— Isso fica entre nós, hein mano...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo próximo da minha irmã mais velha!

Codigo do conto:
264089

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/06/2026

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