Com feitiche em me exibir, acabei comendo minha mãe e minha irmã!
Era uma tarde quente pra caralho de verão naquela casa velha de tijolos à vista, o ar parado e abafado como se o mundo inteiro estivesse suando junto com eles. Lucas, um garoto de 18 anos cheio de hormônios explodindo no corpo, ainda morava com a mãe Rosa, de 45 anos, uma mulher madura mas bem conservada, peitos grandes e pesados que balançavam gostoso toda vez que ela andava pela casa só de shortinho curto e blusinha fina, e com a irmã Letícia, de 26 anos, magrinha mas com uma bundinha empinada e uma bucetinha carnuda que parecia feita pra engolir pica só de olhar o volume na calça do irmão mais novo. Lucas não tinha tesão romântico por elas, nada disso, mas o fetiche de ser pego se masturbando o consumia por dentro. Ele adorava a ideia do risco, do choque no olhar delas, de expor a pica dura latejando bem na frente das duas. Naquele dia, ele planejou tudo. Deixou a porta do quarto entreaberta de propósito, o coração martelando no peito enquanto se deitava na cama bagunçada, calça arriada até os joelhos, a pica grossa, venosa e jovem já latejando forte na mão direita. Ele lambuzava a cabeça rosada inchada com cuspe, batendo devagar no começo, sentindo o pré-gozo escorrer quente pelos dedos. - Ahhh porra... que delícia de punheta.... minha pica tá tão dura hoje... – gemia baixinho, mas alto o suficiente pra ecoar no corredor. A casa tinha os sons normais de sempre: Rosa na cozinha mexendo panelas, o cheiro de comida subindo, e Letícia no quarto ao lado mexendo no celular, rindo de alguma coisa. Lucas aumentou o ritmo, o som molhado e obsceno da mão subindo e descendo na pica ecoando mais forte. Ele imaginava uma delas empurrando a porta e congelando ali. E foi exatamente o que rolou. Primeiro apareceu Rosa. Ela vinha pelo corredor carregando uma pilha de roupas limpas pra guardar no armário do filho. Empurrou a porta com o quadril sem nem bater e parou no meio do caminho, os olhos se arregalando ao ver o filho de 18 anos com a mão cheia da pica grossa, a glande brilhando de cuspe e pré-gozo, as bolas pesadas balançando a cada movimento. - Lucas... meu Deus do céu... o que você tá fazendo, filho? – a voz dela saiu rouca, chocada, mas os pés não se mexeram pra trás. Ficou parada, olhando fixo. Lucas fingiu surpresa, mas o tesão venceu e ele não parou. Apertou mais a pica e gemeu mais alto: - Mãe... eu... não consegui segurar... tá tão dura e latejando... me pegou no flagra... Rosa engoliu em seco, os mamilos dela marcando forte na blusinha fina de algodão. Em vez de fechar a porta e sair, deu um passo pra dentro do quarto, o rosto corando. - Isso não é certo, meu filho... mas olha o tamanho dessa pica jovem... tá tão grossa e vermelha... Letícia ouviu o movimento estranho e apareceu atrás da mãe, curiosa. - Mãe, o que tá rolando aí? – Então viu a cena. Os olhos dela fixaram direto na pica do irmão mais novo. - Caralho, Lucas... você tá batendo punheta com a porta aberta? Seu safadinho de 18 anos... Lucas sorriu por dentro, o plano dando certo pra caralho. As duas ali, olhando ele bater uma punheta gostosa. Ele acelerou o movimento, o pré-gozo escorrendo mais. - Vocês me pegaram... agora fiquem olhando como eu gozo pra vocês duas... Rosa fechou a porta atrás delas devagar e trancou, o clique ecoando como um ponto sem volta. - Não conta pra ninguém, mas... faz tempo que a mãe não vê uma pica assim durinha. Deixa eu ajudar você, vai, filho. Ela se aproximou da cama, ajoelhou no colchão macio e tomou a pica grossa do filho na boca quente e molhada. Chupou com fome imediata, a língua girando devagar no grelinho sensível da cabeça, sugando as bolas pesadas uma por uma, o som de sucção molhado enchendo o quarto. Letícia, já excitada pra caralho, tirou a blusinha rápido, mostrando os peitinhos durinhos com bicos rosados. - Irmão... eu também quero essa pica. Deixa eu sentar nela agora. Lucas gemeu desesperado, a voz rouca: - Porra, mãe... sua boca tá mamando tão gostoso essa pica... Letícia, tira essa calcinha logo, mostra essa bucetinha depilada pra mim, mana. Letícia obedeceu na hora, revelando a buceta jovem, inchada, lábios carnudos brilhando de tesão. Ela subiu na cama, posicionou a cabeça grossa da pica do irmão na entradinha molhada e desceu devagar, sentindo cada veia, cada centímetro esticando as paredes quentes e apertadas da buceta. - Aaaaihh... que pica grossa do caralho... tá enchendo minha buceta inteira, Lucas... me rasgando todinha... Rosa continuava chupando as bolas enquanto a filha cavalgava devagar no começo. O quarto logo encheu de sons molhados, gemidos, respirações pesadas e o cheiro forte de buceta molhada e suor jovem. Lucas apertava os peitos grandes da mãe com uma mão e a bundinha da irmã com a outra, dando tapas leves. - Rebola nessa pica, mana... mama meu pau com essa bucetinha gulosa e quente... isso, assim... Letícia rebolava cada vez mais frenética, os gemidos ficando desesperados e altos: - Ai Lucas... me fode mais forte... bate fundo nessa buceta... tô sentindo seu pauzão batendo no fundo... aaaahhh porraaa... vou gozar no seu pau, irmão... Ela gozou primeiro, forte, o corpo tremendo inteiro, esguichando um líquido quente na pica do irmão, as paredes apertando como um punho. Rosa tirou a roupa toda rapidinho, mostrando o corpo maduro de 45 anos, buceta carnuda com lábios grossos e o cu piscando rosado. - Agora é a vez da mamãe, meu filhinho. Deita aí direitinho. Lucas deitou de costas e Rosa sentou de frente pra ele, engolindo a pica inteira até as bolas na buceta molhada e experiente. Ela quicava pesado, os peitos enormes balançando no rosto dele, batendo na cara. - Chupa os peitos da mãe enquanto eu monto nessa pica grossa... isso, morde o bico assim... aaaihh que delícia, filho... Letícia se sentou no rosto do irmão, esfregando a buceta molhada e gozada na boca dele. - Lambe minha bucetinha, irmão... enfia essa língua no meu grelinho inchado... assim... aaaahhh não para... O trio se perdeu completamente no prazer proibido. Lucas sentia a buceta da mãe apertando forte, sugando a pica como se quisesse ordenhar. Ele metia pra cima com força, o som de pele batendo contra pele ecoando alto no quarto quente. Rosa gemia cada vez mais alto: - Me fode, Lucas... enfia fundo na buceta da sua mãe... enche ela de porra quente... goza dentro, filho... Lucas não aguentou mais o tesão acumulado. Com um gemido rouco e longo, segurou os quadris largos da mãe e jorrou forte, enchendo a buceta madura de porra grossa e quente. Jato atrás de jato, transbordando pelos lábios inchados da buceta, escorrendo pelas coxas dela. - Toma tudo, mãe... tô enchendo sua buceta de porra... aaaahhh porraaa... que delícia... Rosa gozou junto, tremendo violentamente, as contrações espremendo cada gota da pica do filho. Letícia assistia tudo, dedo girando no próprio grelinho, gozando de novo só de ver a cena. Mas o pau de Lucas, jovem e cheio de energia, continuava duro pra caralho. Ele olhou pro cu da mãe, piscando, sujo de porra que escorria da buceta, e depois pro cu da irmã, também exposto e convidativo. - Agora eu quero foder esses cus. Primeiro o seu, mãe, depois o da Letícia. Vou revezar até não aguentar mais. Rosa hesitou um segundo, o rosto corado, mas o tesão falou mais alto: - Vai devagar no começo, filho... meu cu é apertado, faz tempo que não entra nada aí... mas me fode, quero sentir essa pica de 18 anos rasgando meu rabinho. Letícia, ofegante, concordou: - Eu também quero, irmão... enfia no meu cu depois... vai doer mas eu quero sentir tudo. Letícia ajudou, lambuzando o cu da mãe com cuspe misturado com o resto de porra que escorria. Lucas posicionou a cabeça grossa no anelzinho apertado da Rosa e empurrou devagar. Rosa gritou escandalosamente, uma mistura de dor e prazer explodindo no quarto: - Aaaaiiihh caralhooo... dói pra porra... sua pica tá muito grossa... vai mais devagar... aaaahhh porra... tá abrindo meu cu todinho... Centímetro por centímetro ele foi entrando, sentindo o cu da mãe apertar como um torno quente e macio. O calor intenso, a pressão forte, o cheiro forte de sexo, suor e porra enchia o ar todo. Quando finalmente estava todo enterrado até as bolas, ele parou, deixando ela se acostumar. Rosa gemia desesperada, o corpo tremendo: - Tá tão cheio... meu cu tá ardendo todinho... mas continua metendo... me fode esse cuzinho, Lucas... Ele começou devagar, depois foi aumentando o ritmo. O cu dela fazia barulhos molhados obscenos, a porra da buceta servindo de lubrificante. Letícia chupava os peitos grandes da mãe e dedava a própria buceta molhada. Lucas metia com força agora, as bolas batendo na bunda madura dela. Rosa se acabava de prazer: - Mais forte... rasga meu cu de vez... aaaahhh que prazer do caralho... tô gozando com esse pau gostoso no meu cu... aaaaiiihh... Depois de alguns minutos metendo fundo, Lucas tirou a pica com um plop molhado e virou pra Letícia, que já estava de quatro ao lado, bundinha empinada. Ele lambuzou rápido e enfiou no cu da irmã. Letícia gritou ainda mais escandalosamente: - Aaaaaiiihh meu Deus... irmão... tá rasgando meu cu... dói pra caralho mas continua... enfia tudo... aaaahhh porraaa... O cu dela era mais apertado, e Lucas metia freneticamente, revezando: metia dez, quinze vezes forte no cu da mãe, tirava e enfiava no cu da Letícia, depois voltava. As duas gritavam sem parar, os gemidos ecoando pela casa: - Ai Lucas... fode meu cu... - Aaaahhh tá doendo gostoso... mais fundo... O suor escorria pelos corpos, o quarto cheirava a sexo cru, porra, buceta e cu. Ele alternava rápido, o pau brilhando de lubrificação natural. Rosa e Letícia gozavam uma atrás da outra, o cu piscando apertando a pica, esguichando da buceta. Lucas sentiu o segundo orgasmo chegando forte enquanto estava metendo na Rosa. Ela, no meio do gozo, gritou avisando: - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar, filho... vai sair tudo misturado... porra, não goza dentro... aaaahhh mas goza... me enche esse cu... Ele jorrou fundo no cu da mãe, jatos grossos enchendo o intestino. Rosa explodiu: - Tá gozando no meu cu... tô me acabando... aaaaiiihh porraaa... Mas Lucas não parou. Tirou a pica ainda jorrando e enfiou rápido no cu da Letícia, continuando a gozar mais ainda. Letícia gritou: - Agora no meu... tá enchendo meu cu de porra... aaaahhh vou me cagar também... Ele gozou o resto todo dentro dela. Quando finalmente tirou a pica, os dois cus ficaram abertos, vermelhos, piscando. Rosa e Letícia, ainda tremendo de gozo, rebolaram as bundas ao mesmo tempo, empinando alto. Começaram a cagar juntas, jatos quentes de porra misturada com coco mole escorrendo forte, sujando as coxas, a cama, pingando tudo. Elas gemiam envergonhadas mas excitadas pra caralho: - Olha o que você fez, Lucas... tô cagando porra do meu cu... rebolando pra sair tudo... aaaahhh que safadeza... - Eu também... tá saindo tudo misturado... rebola comigo, mãe... As duas rebolavam juntas, o cu piscando soltando mais, a mistura escorrendo pelas pernas enquanto Lucas admirava, a pica ainda pingando. Eles não pararam por aí. A noite toda virou uma putaria sem fim no quarto. Lucas fodeu as duas em todas as posições possíveis – buceta da mãe de quatro, buceta da irmã por trás, as duas chupando a pica juntas, lambendo as bolas, enfiando dedo no cu uma da outra. Depois repetiu o anal revezando freneticamente várias vezes, sempre com gritos escandalosos, dor gostosa e gozos intensos. Gemidos desesperados, tapas na bunda, porra escorrendo, cheiro forte de sexo impregnando tudo. Rosa e Letícia gozaram várias vezes, se acabando, implorando por mais pica. Lucas encheu bucetas e cus de novo, repetindo a sequência safada que elas pediam. O quarto virou um verdadeiro puteiro familiar, cheio de suor, porra, gemidos e o tabu mais gostoso sendo quebrado sem dó. No final, os três caíram exaustos na cama suja, corpos colados, respirando pesado, sabendo que aquilo ia se repetir muitas outras vezes.
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