Comendo a amiga de minha mulher no porão!



A noite estava quente e silenciosa lá em cima. Minha esposa já tinha se jogado no sofá com o controle remoto na mão, assistindo aquele programa idiota dela, reclamando baixinho de tudo como sempre. A gente andava se pegando no pé por besteira há semanas. Eu descia pro porão sem que ela nem ligasse mais. Meu man cave era o refúgio perfeito: paredes grossas, som abafado, luz baixa. Ninguém incomodava.
Eu tinha mandado mensagem pra ela mais cedo: “Tá pronta pra descer escondida?” A resposta veio rápida: “Tô molhada só de pensar. Me espera no portão dos fundos.”
O coração batia forte quando abri a porta do porão. Ela entrou furtiva, usando aquele shortinho jeans minúsculo que deixava metade da bunda de fora, a pele bronzeada brilhando sob a luz fraca. Sem sutiã. Os peitos tamanho D duplo balançavam livres, os bicos duros já marcando o tecido fino da regata. O corpo dela era forte, curvas generosas, coxas grossas de quem malha mas não perde a maciez. A amiga da minha mulher. A safada que tinha virado minha obsessão depois de semanas de mensagens quentes, fotos e áudios gemendo no WhatsApp.
- Porra, tu tá gostosa pra caralho hoje – eu disse baixinho, puxando ela pra dentro e trancando a porta.
Ela sorriu safada, encostando o corpo no meu.
- Vim pra te dar essa buceta que tu não para de pedir. Tô louca pra sentir essa pica grossa me arrombando de novo.
Nossas bocas se encontraram com fome. Beijo molhado, línguas se enrolando, saliva escorrendo. Minhas mãos desceram direto pra aquela bunda grande, apertando as bandas macias, separando elas por cima do short. Ela gemeu na minha boca, esfregando a virilha no meu pau que já estava duro como pedra dentro da calça.
- Hummm... tá latejando – ela sussurrou, mordendo meu lábio. – Quero chupar essa pica logo.
Eu tirei a regata dela devagar, vendo aqueles peitos enormes pularem livres. Mamilos rosados, duros, pedindo boca. Abaixei e chupei um com força, lambendo, mordiscando, enquanto a mão ia pro shortinho, enfiando por baixo e sentindo a buceta dela já encharcada. Os lábios grossos, lisos, o grelinho inchado pulsando.
- Caralho, tu tá pingando. Essa bucetinha tá louca pra levar porra, né safada?
- Tô sim... enfia o dedo, vai. Quero sentir.
Enfiei dois dedos fundo, sentindo o calor apertado, o mel escorrendo pela mão. Ela rebolou, gemendo baixo:
- Aiiiiii... isso... fode minha buceta com o dedo... hummmm...
O cheiro dela subia, suor misturado com tesão, perfume barato e buceta molhada. Tirei o short dela, deixando ela completamente nua. A bunda redonda, o cu piscando rosado, a buceta inchada brilhando. Eu me ajoelhei, abri aquelas coxas e enfiei a cara. Língua correndo do cu até o grelinho, chupando forte, bebendo todo o mel que escorria.
- Porra... que delícia... chupa meu grelinho... assim... ahhhhh!
Ela segurava minha cabeça, apertando contra a buceta, rebolando no meu rosto. Eu lambia sem parar, enfiando a língua dentro, sugando o clitóris inchado. Os gemidos dela ficavam mais desesperados, a voz rouca:
- Tô gozando... caralho... não para... engole meu gozo... aaaaaiii!
O corpo dela tremeu forte, buceta pulsando na minha boca, jorrando um pouco de squirt quente. Eu bebi tudo, lambendo até ela parar de tremer.
Levantei, tirei a roupa rápido. Minha pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, apontava pra ela. Ela olhou com fome, se ajoelhou e engoliu metade de uma vez.
- Mmmmmm... que pica gostosa... vou te mamar até tu querer foder minha garganta.
Ela chupava com vontade, babando, descendo até engasgar, os olhos lacrimejando. Mãos massageando minhas bolas, dedo roçando meu cu. Eu segurava o cabelo dela, fodendo a boca devagar, sentindo a garganta apertar.
- Isso, engole tudo, vadia. Chupa essa pica que vai te encher de porra.
Depois de minutos babando, eu a levantei, virei de costas e encostei ela na mesa de sinuca. Abri as pernas, alinhei a cabeça da pica na entrada da buceta encharcada e meti tudo de uma vez.
- Aaaaaahhh... que delícia... me arromba... fode fundo!
Comecei a estocar forte, o barulho molhado de pica entrando na buceta ecoando no porão. Peitos balançando, bunda tremendo a cada tapa. Eu metia fundo, sentindo o fundo da buceta dela apertar.
- Porra, que buceta apertada... tá me ordenhando... geme pra mim.
- Hummm... mais forte... me fode como uma puta... ai... ai... tua pica tá batendo no meu útero... goza dentro... enche minha buceta de porra quente!
Os gemidos dela viravam gritos abafados. Eu segurava os quadris, metendo como um animal, suor escorrendo. O cheiro de sexo enchia o ar: buceta molhada, suor, saliva. Peguei os peitos dela por trás, apertando os bicos, puxando enquanto estocava.
Ela gozou de novo, buceta apertando forte na minha pica, leite escorrendo pelas coxas.
- Aaaaaiiii... tô gozando... porra... não para... me fode mais!
Eu não aguentei. Meti fundo, bolas batendo no grelinho, e gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta dela até transbordar. Porra branca escorrendo pela coxa enquanto eu ainda pulsava dentro.
- Toma toda... enche essa bucetinha safada... caralho...
Ficamos ofegantes uns segundos, meu pau ainda dentro, sentindo as contrações dela. Mas eu não tinha terminado. Tirei devagar, vendo a buceta aberta, vermelha, cheia de porra. Virei ela de frente, olhei nos olhos.
- Agora quero esse cu. Tá preparada pra levar no rabo?
Ela mordeu o lábio, tesão e medo misturados.
- Vai devagar no começo... teu pau é grosso pra caralho... mas eu quero sentir dor misturada com prazer. Me arromba o cu.
Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela, já piscando. Posicionei e comecei a forçar. A cabeça entrou devagar, esticando o anel apertado.
- Aaaaiii... dói... caralho... vai devagar... tá rasgando meu cu...
Gemidos de dor, mas ela empurrava pra trás. Eu metia centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado do intestino. Quando entrei até o meio, ela tremia.
- Respira... relaxa esse cu... isso... agora tá entrando melhor.
Comecei a estocar devagar, depois mais fundo. A dor dela virava prazer. Ela rebolava, gemendo alto:
- Hummm... agora tá gostoso... fode meu cu... mais fundo... aiiiiii... aiiiiiiiii... que delícia de dor...
Eu acelerava, metendo com força, bolas batendo na buceta molhada de porra. O cu dela apertava, quente, escorregadio. Peguei o cabelo dela, puxando enquanto fodia.
- Toma no cu, vadia... esse rabinho guloso tá me chupando...
Os gemidos viraram gritos desesperados. Ela se esfregava no grelinho com a mão, gozando de novo, cu piscando forte no meu pau.
- Aaaaaahhhhh... tô gozando com esse pau destruindo meu cuuuuuu... caralhooo... me fode mais... eu vou me acabar!
Eu metia sem parar, suor pingando, o barulho de pele contra pele, o cheiro forte de cu e porra. Ela tremia inteira, gozando sem parar, voz rouca:
- Se tu gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar... tô avisando... aaaaiii... mas não para... goza no meu intestino!
Isso me deixou louco. Meti mais fundo, sentindo o ponto sem volta. Gozei forte dentro do cu dela, jatos quentes enchendo o intestino. Ela gritava:
- Tô sentindo... tá enchendo meu cu de porra... porraaa... vou me cagar... aaaaahhhhh!
Quando eu comecei a tirar devagar, ela rebolava desesperada, cu piscando. O pau saiu com um plop molhado e ela não aguentou. Começou a cagar ali mesmo, mistura de porra grossa branca com fezes moles escorrendo pela bunda, pingando no chão do porão. Ela tremia, gemendo de vergonha e prazer:
- Olha o que tu fez... tô cagando porra... rebolando... caralho... que gozo sujo...
Eu olhava hipnotizado, passando a mão na bunda dela, espalhando aquela bagunça quente. Ela ainda rebolava, gozando do taboo, o corpo todo suado e marcado.
A gente ficou ali, ofegantes, sujos, satisfeitos. Ela virou, me beijou molhado.
- Amanhã eu volto... quero mais dessa pica me destruindo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a amiga de minha mulher no porão!

Codigo do conto:
265206

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/06/2026

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