Arrombada novamente por dois cães!



Pessoal, esse conto que escrevi abaixo, é uma homenagem/continuação de um conto que li tempos atrás chamado: ela foi fodida por dois cães.
Cheguei à clínica veterinária no domingo de manhã, o sol já escaldante de Minas Gerais batendo forte na minha pele enquanto eu trancava o carro. Meu coração acelerava como um tambor de escola de samba, uma mistura louca de ansiedade, tesão reprimido e um medo que só servia para me excitar mais. Eu havia passado a noite inteira revirando na cama, revivendo cada segundo do dia anterior: o cheiro úmido do canil, o peso daqueles corpos enormes sobre mim, a dor lancinante misturada com ondas de prazer que me faziam tremer até os ossos. Minha buceta ainda latejava, um lembrete constante da surra que levei, e meu cu ardia como se tivesse sido marcado a ferro quente. Mas em vez de me arrepender, eu só queria mais. Muito mais. Aqueles dois São Bernardo – eu os batizara mentalmente de Brutus e Maximus, como gladiadores romanos – haviam acordado algo primal em mim, uma fera que eu nem sabia que existia.
Abri a porta da clínica com as mãos tremendo, o ar condicionado desligado deixando o lugar abafado e impregnado com o odor de animais: urina, ração seca e algo mais... selvagem. Tranquei tudo por dentro, garantindo que ninguém me interrompesse. Meu uniforme do dia anterior ainda estava sujo e amassado no chão do canil, mas eu não me importava. Hoje, eu vestia uma saia curta florida que mal cobria minhas coxas, uma blusinha decotada sem sutiã – meus peitinhos médios endurecendo os bicos contra o tecido fino – e, por baixo, uma calcinha fio dental vermelha que eu escolhera de propósito, fácil de ser rasgada. Na bolsa, o gel lubrificante brilhava como um troféu proibido, junto com uma toalha velha e um pacotinho de biscoitos para cachorro, para "conversar" com eles.
Entrei no canil devagar, o som dos meus saltos ecoando no piso de concreto. As jaulas estavam como eu deixara: limpas pela metade, com as de cima já reluzentes e as de baixo ainda esperando. Brutus e Maximus estavam nas jaulas inferiores, aqueles gigantes peludos com pelagem marrom e branca, olhos castanhos profundos que me fitavam como se soubessem exatamente o que eu planejava. Brutus, o mais agressivo, rosnou baixinho ao me ver, seu focinho se pressionando contra as grades, farejando o ar. Eu podia ver o brilho vermelho do seu pau já despontando, inchado e pulsante, como se o cheiro da minha excitação o tivesse acordado. Maximus, o dócil, abanava o rabo devagar, mas seus olhos tinham um brilho faminto, lembrando-me de como ele me prendera no dia anterior.
Meu corpo reagiu instantaneamente: um calor úmido se espalhando entre minhas pernas, minha respiração acelerando. "Calma, seus safados", murmurei, minha voz rouca de desejo. Em vez de começar a limpeza, eu me aproximei da jaula de Brutus, agachando-me para ficar no nível dos olhos dele. Ele lambeu as grades, sua língua grossa e áspera deixando um rastro de saliva. Eu estendi a mão, tocando seu focinho, sentindo o calor dele contra minha palma. "Você me fodeu ontem, né? Me deixou toda arrombada... Mas hoje eu tô preparada." Meu coração batia tão forte que eu jurava que ele podia ouvir.
Abri a jaula de Brutus primeiro, o clique da tranca ecoando como um tiro. Ele saiu devagar, cheirando o ar, seu corpo imenso roçando nas minhas pernas. Eu me levantei, recuando um passo, mas ele avançou, seu focinho indo direto para o meio das minhas coxas. "Ei, devagar!", eu ri nervosamente, mas o tesão já me dominava. Ele empurrou o nariz contra minha saia, inalando fundo, e eu senti um arrepio percorrer minha espinha. Sem pensar duas vezes, levantei a saia, expondo minha calcinha já encharcada. Brutus não perdeu tempo: sua língua saiu, lambendo o tecido fino, pressionando contra minha buceta inchada. Cada lambida era como um choque elétrico – grossa, quente, áspera como lixa, arrastando minha calcinha para o lado e tocando diretamente minha carne sensível.
"Ahhh... Seu filho da puta peludo...", gemi, abrindo as pernas mais, apoiando-me na parede do canil. Ele lambia com voracidade, como se estivesse faminto há dias, sua língua invadindo os lábios da minha xoxota, circulando o clitóris endurecido. Eu me contorcia, minhas mãos agarrando sua cabeça fofa, empurrando-o mais contra mim. O prazer era insano, misturado com o risco – e se alguém batesse na porta? E se a veterinária voltasse? Mas isso só me excitava mais. Meu suco escorria pelas minhas coxas, misturando-se à saliva dele, e eu gozei ali mesmo, em pé, minhas pernas tremendo, um grito abafado escapando da minha garganta. "Porraaaa... Gozei na sua língua, seu cachorro safado!"
Mas Brutus não parou. Ele rosnou, empurrando-me para trás até eu cair de joelhos no chão úmido do canil. Eu ri histericamente, o tesão me deixando louca. "Quer mais, é? Tá bom, vem!" Tirei a blusa, expondo meus peitos, os bicos duros como pedras. Brutus lambeu meu ventre, subindo para os seios, sua língua áspera arranhando a pele sensível, deixando marcas vermelhas. Doía, mas doía gostoso, como se cada lambida me levasse ao limite. Eu me deitei de costas no chão frio, abrindo as pernas como uma vadia em cio. Ele montou em mim, seu pau enorme – pelo menos 20 centímetros de grossura vermelha, veias pulsantes, a ponta gotejando pré-gozo – espetando minha barriga.
Peguei o gel da bolsa, espalhando generosamente na minha buceta e no pau dele. O cheiro de morango do lubrificante misturou-se ao odor animal, criando um aroma pervertido que me enlouquecia. Guiei sua rola para a entrada da minha xoxota, sentindo a ponta grossa forçando caminho. "Entra, vai... Me arromba de novo!" Ele bombou com força, penetrando de uma vez, me enchendo até o talo. A dor foi lancinante – como se estivesse me rasgando ao meio – mas o prazer veio logo depois, ondas intensas me fazendo rebolar como uma possuída. Ele metia freneticamente, suas patas arranhando minhas costelas, deixando sulcos vermelhos que sangravam levemente. Eu gritava, misturando xingamentos e gemidos: "Aiiii... Seu pau de cavalo! Me fode mais forte, Brutus! Me quebra toda!"
Gozei de novo, meu corpo convulsionando, mas não parei. Rolei para o lado, ficando de quatro, empinando a bunda para ele. Ele remountou, enfiando fundo, e eu senti a bola inchando na base do pau. "Não, espera... Não engata ainda!" Mas era tarde. A bola cresceu dentro de mim, nos prendendo bunda com bunda, uma pressão insuportável que me fazia chorar de dor e prazer. Ficamos assim por minutos eternos, eu ofegante, suando, sentindo cada pulsação dele dentro de mim, gozando mais uma vez só com a sensação de estar presa como uma cadela no cio.
Quando finalmente se soltou, com um plop úmido e um jorro de porra escorrendo pelas minhas pernas, eu me arrastei para a jaula de Maximus. "Sua vez, grandão. Mas hoje eu quero os dois." Abri a jaula dele, e os dois cachorros se encararam por um segundo, rosnando, mas o cheiro da minha buceta os uniu em uma aliança pervertida. Maximus saiu, seu pau já duro, e se juntou a Brutus, os dois me cheirando como lobos famintos.
Eu me posicionei no centro do canil, de joelhos, nua agora – saia e calcinha jogadas no canto. Peguei o pau de Brutus com uma mão, masturbando-o devagar, sentindo a veia pulsar, enquanto lambia o de Maximus. A textura era estranha: vermelha, quente, salgada com um gosto animal que me revirava o estômago, mas me excitava insanamente. "Chupem minha buceta, seus putos!" Empurrei as cabeças deles para baixo, e as duas línguas atacaram ao mesmo tempo – uma na buceta, outra no cu. Era enlouquecedor: línguas grossas se entrelaçando, lambendo, penetrando, me deixando encharcada. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvisse lá fora. "Issoooo... Lambe meu cu, Max! Enfia a língua fundo!"
Não aguentei mais. Deitei de lado, guiando Brutus para me foder de novo enquanto Maximus lambia meus peitos. Brutus entrou na buceta, metendo selvagemente, e eu puxei Maximus para cima, posicionando seu pau no meu cu. Usei mais gel, espalhando no anel apertado, ainda dolorido do dia anterior. "Vem, enfia no meu rabo enquanto o outro me come!" Maximus bombou, escorregando para dentro, a dor explodindo como fogo – meu cu se esticando ao limite, rasgando, sangrando um pouco. Eu gritei, lágrimas escorrendo, mas rebolei, forçando os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Era insano: dois cachorros enormes me possuindo, um na frente, outro atrás, seus corpos peludos me esmagando, patas arranhando minha pele por toda parte.
O ritmo era caótico – bombadas descoordenadas, rosnados, meu corpo sendo jogado como uma boneca. Senti as bolas inchando, uma na buceta, outra no cu, me prendendo em uma dupla engatada que me fazia uivar de dor. "Porraaaaa... Me rasgando dos dois lados! Eu sou de vocês, seus animais!" Gozei inúmeras vezes, orgasmos se sobrepondo, meu corpo tremendo incontrolavelmente, visão embaçada, mente em branco. O prazer era alucinante, misturado com agonia: arranhões profundos nas costas, mordidas leves no ombro, o cheiro de suor, porra e sangue preenchendo o ar.
Ficamos assim por quase uma hora, eles se soltando e remountando, trocando posições – Brutus no cu, Maximus na buceta, depois os dois tentando entrar na mesma buraco, esticando minha xoxota ao máximo. Eu experimentei tudo: chupando um enquanto o outro me fodia, montando em cima de um como uma amazona enlouquecida, as patas me segurando. Em um momento de pura loucura, deitei de bruços e deixei os dois lamberem meu corpo inteiro, da cabeça aos pés, enquanto eu me masturbava furiosamente, gozando só com as línguas deles.
Quando o sol já se punha, eu estava exausta, coberta de porra, saliva, arranhões e hematomas. Meu corpo doía como se tivesse sido atropelado, mas eu sorria, uma satisfação perversa me preenchendo. Prendi os dois de volta nas jaulas, dei biscoitos como recompensa, e limpei o canil rapidamente, o chão agora manchado com nossos fluidos. Tomei um banho improvisado no banheiro da clínica, vesti roupas limpas que eu trouxera na bolsa, e saí dali cambaleando, mas com um fogo novo nos olhos.
Em casa, minha mãe perguntou por que eu demorara tanto. "Ah, mãe... Foi uma limpeza profunda. Muito profunda." Sorri por dentro, já planejando o próximo final de semana. Aqueles cachorros não eram mais só animais – eram meus amantes secretos, e eu mal podia esperar para as interações ainda mais insanas que viriam. Quem sabe da próxima vez eu traga mais gel... e talvez um terceiro cachorro para o trio perfeito?

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Arrombada novamente por dois cães!

Codigo do conto:
264560

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
16/06/2026

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