Filha me pegou no flagra me acabando vendo uma foto dela!
A casa estava quieta naquela tarde, ou pelo menos era o que eu achava. Eu, Antônio, um pai viúvo de 42 anos, trabalhando de home office no porão, não conseguia mais segurar o pau latejando dentro da calça. Minha filha, a Julia, tinha acabado de voltar do baile de formatura do ensino médio, com 18 anos recém-completados, o corpo moldado por anos de lacrosse, aquelas pernas longas, bundinha empinada e os peitos firmes que o vestido vermelho colado deixava quase tudo à mostra. As fotos dela dançando, sorrindo pro celular, giravam na minha cabeça o dia todo. Culpa? Sim, caralho, muita. Mas o tesão falava mais alto. Desci pro porão, tranquei a porta por precaução, liguei a TV de 65 polegadas e projetei uma foto dela em tamanho real: Julia no vestido justo, o decote mostrando o vale entre os seios, o sorriso safado que ela dava pras amigas. Meu short já tava arriado, a pica grossa de quase 20cm pulsando na mão, veias saltadas, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Sentei na poltrona reclinável, abri as pernas e comecei a bater uma devagar, apertando a base, imaginando que era a bucetinha apertada dela engolindo tudo. - Porra, Julia... sua putinha safada... olha esse corpo todo pra mim... O cheiro de macho no cio enchia o ar, suor escorrendo pelas costas. Aumentei o ritmo, a mão subindo e descendo com barulho molhado, o saco pesado batendo na coxa. Os gemidos saíam baixos no começo, mas logo viraram rosnados. Eu tava perdido, olhos fixos na tela, a pica babando tanto que escorria pelos dedos. De repente, a porta da frente bateu forte. Passos rápidos pela casa. Merda, ela tinha voltado mais cedo do treino de lacrosse. Antes que eu pudesse reagir, a porta do porão abriu e Julia desceu as escadas correndo, ainda de shortinho de treino colado na bunda e top esportivo marcando os mamilos durinhos. Eu tava gozando bem no momento. Jatos grossos de porra voando do meu pau enquanto eu tentava desesperado pegar o celular pra desligar a TV. Meu corpo convulsionava, a poltrona rangendo, e ela parou no meio da escada, olhos arregalados vendo a foto gigante dela na tela antes de eu conseguir apagar. Meu short tava arriado até os joelhos, pica ainda cuspindo os últimos pingos, mas de costas pra ela, graças a Deus ela não viu a rola inteira. - Pai... o que... que porra é essa? - a voz dela saiu tremida, chocada, mas com um tom que não era só nojo. Era surpresa misturada com algo mais quente. Eu puxei o short pra cima às pressas, o botão aberto, porra ainda pingando na coxa, o coração martelando. Virei devagar, o rosto queimando de vergonha. - Julia... filha... me desculpa, eu... eu não sei o que deu em mim. Você tava tão linda naquela foto do baile, eu... Ela desceu os últimos degraus, os olhos descendo pro volume ainda evidente no meu short molhado. Em vez de gritar ou correr, ela mordeu o lábio inferior, as bochechas corando. O silêncio era pesado, só o som da nossa respiração. - Você tava batendo punheta pensando em mim? Com minha foto grandona na TV? - a voz dela baixou, quase um sussurro rouco. - Isso é doentio, pai... mas... caralho, eu vi você gozando. Sua pica tava cuspindo tudo. Eu não sabia o que dizer. O tesão que tinha acabado de explodir voltava aos poucos, vendo ela ali, suada do treino, o shortinho marcando a fenda da buceta. Julia deu um passo mais perto, os olhos brilhando de curiosidade safada. - Me mostra. Agora. Quero ver essa pica que tava louca pela filha. Foi o clique. Eu levantei devagar, puxei o short pra baixo de novo. A rola semi-dura saltou, grossa, veias pulsando, ainda suja de porra fresca. Julia arregalou os olhos, aproximando o rosto. - Nossa, pai... que pica enorme. Mais grossa que eu imaginava quando via você saindo do banho. Tá toda melada... Ela esticou a mão, os dedinhos finos envolvendo a base, apertando devagar. O toque dela foi como choque elétrico. Eu gemi alto. - Ahhh, porra, Julia... sua mãozinha tá quente. Ela começou a masturbar devagar, olhando nos meus olhos, o cheiro de buceta jovem começando a subir. O shortinho dela já tinha uma manchinha úmida. - Você quer foder sua filha, né? Quer enfiar essa pica grossa na bucetinha da Julinha? - ela falou com voz manhosa, acelerando a punheta. Eu segurei a cabeça dela, puxando pro beijo. Nossas bocas se encontraram famintas, línguas se enroscando, saliva escorrendo. Minhas mãos desceram pro corpo dela, apertando os peitos por cima do top, beliscando os bicos duros. Ela gemeu na minha boca. - Mmmhh... pai... toca mais... eu tô molhada pra caralho. Tirei o top dela com pressa, os seios perfeitos saltando, mamilos rosados pedindo boca. Chupei um com força, mordendo de leve, enquanto a mão descia pro shortinho, enfiando os dedos na buceta raspadinha. Ela tava encharcada, os lábios inchados, o grelinho duro como pedra. - Que bucetinha apertada e quente, filha da puta... tá pingando pra mim. Julia rebolava nos meus dedos, gemendo desesperada. - Ai, pai... enfia mais dedos... abre minha buceta... eu sou sua putinha agora. Eu arranquei o short dela, joguei no chão. Deitei ela no tapete do porão, abri as pernas largas. A buceta brilhava, rosada, sucos escorrendo pro cuzinho piscando. Baixei a cabeça e comecei a chupar com fome, língua lambendo o grelinho rápido, sugando os lábios, enfiando a língua fundo na entradinha. - Aaaahhh! Pai! Que língua gostosa... chupa minha buceta... mmmhh, caralho, eu vou gozar! Os gemidos dela enchiam o porão, o corpo se contorcendo, mãos puxando meu cabelo. Eu metia dois dedos grossos, curvando pra acertar o ponto G, enquanto sugava o clitóris inchado. Ela gozou forte, jorrando na minha boca, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça. - Gozei, pai! Porra, que gozada deliciosa... agora me fode... enfia essa pica toda. Eu subi, posicionei a cabeça grossa na entrada molhada e empurrei devagar. A buceta dela era absurdamente apertada, as paredes quentes engolindo centímetro por centímetro. Ela gritava. - Ai, que pica grande! Tá abrindo minha bucetinha toda... devagar, pai... mmmhh, vai, mete mais! Meti até o fundo, bolas batendo no cuzinho. Comecei a bombear forte, o som molhado de pica entrando e saindo ecoando. O suor escorria dos nossos corpos, o cheiro de sexo puro dominando. Eu segurava os peitos dela, metendo fundo, a poltrona ao lado rangendo com o ritmo. - Toma, sua filha safada... toma essa pica do papai na buceta... tá gostoso? - Sim, pai! Mete forte... rasga minha bucetinha... ai, ai, que delícia... eu sou sua vadia! Aumentei o ritmo, batendo fundo, o grelinho dela roçando na base da minha rola a cada estocada. Julia rebolava embaixo, unhas cravando nas minhas costas. Os gemidos viraram gritos desesperados. - Aaaahhh! Pai, tô gozando de novo! Não para... mete mais fundo! Ela convulsionou, buceta apertando minha pica como um punho, sucos jorrando. Eu não aguentei, segurei os quadris dela e explodi dentro, enchendo a bucetinha quente de porra grossa, jato atrás de jato, transbordando pelos lados. - Toma minha porra, filha... enchi sua buceta toda... caralho! Ficamos ofegantes, meu pau ainda dentro, pulsando. Mas o tesão não baixou. Virei ela de quatro, a bundinha empinada, buceta pingando porra misturada com os sucos dela. O cuzinho piscava, rosado e virgem. - Agora vou foder esse cu, Julia. Tá pronta pra sentir a pica do pai no seu rabinho? Ela olhou pra trás, olhos vidrados de luxúria. - Vai, pai... mas vai devagar no começo... meu cu é apertadinho. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela. Empurrei devagar. A resistência era enorme, o anel apertando forte. Ela gemeu de dor. - Ai, dói! Que pica grossa... tá abrindo meu cu... aaaahhh! Forcei mais, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e secas do cu dela me esmagando. O prazer era insano, misturado com o choro dela. - Calma, filha... relaxa o cu... deixa o papai entrar todo. Meti até o meio, comecei a bombear devagar. A dor dela virou prazer rápido, ela rebolando pra trás. - Mmmhh... agora tá gostoso... fode meu cu, pai... mete mais forte! Acelerei, socando fundo, bolas batendo na buceta encharcada. O cu dela fazia barulhos molhados, apertando ritmado. Julia se acabava, mão no grelinho se esfregando. - Aaaaiii! Que delícia... pau socado todo no meu cu... tô gozando com pica no rabinho! Não para! Os gritos dela eram desesperados, corpo tremendo, cu piscando ao redor da minha rola. Eu metia como animal, suando, mãos apertando a bunda firme. - Vou gozar no seu cu, filha... encher esse rabinho de porra! - Se você gozar dentro do meu cu, pai... eu vou me cagar! Aaaahhh, mas goza... goza dentro! Explodi forte, jatos quentes enchendo o intestino dela. Julia gozou mais uma vez, gritando alto, cu contraindo violento. - Tô gozando pelo cu! Porra, pai! Quando puxei o pau devagar, o cuzinho dilatado não segurou. Ela rebolava, gemendo envergonhada e excitada, e começou a cagar mesmo. Um pouco de merda mole misturada com minha porra grossa escorrendo do cu aberto, sujando as coxas dela, pingando no tapete. O cheiro forte encheu o ar, mas o tesão só aumentou. - Olha o que você fez, filha... cagando com minha porra saindo do cu... que putinha suja. Ela rebolava devagar, empinando mais, deixando tudo sair enquanto gemia. - Foi você que encheu meu cu, pai... agora tá saindo tudo misturado... mmmhh, que safadeza... A gente se olhou, rindo ofegantes, sabendo que isso era só o começo de muitos dias loucos.
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