Minha sobrinha Larissa!



O sol da tarde batia forte no quintal, fazendo a piscina brilhar como um espelho. Eu, com meus 26 anos, estava ali como sempre, relaxando depois de um dia normal. Minha prima morava do outro lado da rua, bem mais velha que eu, e a filha dela, a Larissa, tinha acabado de completar 19 anos. Ela vinha passar os verões aqui desde pequena, usando a piscina, rindo alto e me tratando como o tio divertido que sempre foi. Tudo normal. Até hoje.
Ela apareceu de biquíni novo, daqueles que mal cobrem os mamilos rosados e deixam a bundinha empinada quase toda à mostra. O tecido fino grudava na pele molhada, marcando cada curva. Larissa era linda pra caralho: corpo jovem, pele bronzeada, cabelos castanhos caindo nos ombros, olhos grandes cheios de malícia que eu nunca tinha notado antes.
- Tio, posso fumar um cigarro? É a primeira vez... me ensina?
Ela pediu com aquela voz doce, mas o olhar já tinha algo diferente. Eu ri, dei um cigarro pra ela e acendi. Fiquei do lado, ensinando como tragar devagar. Depois de algumas tragadas, ela tossiu um pouco, riu e se encostou em mim. Coloquei a mão no ombro dela, como fiz mil vezes antes. Só que agora... porra, o corpo dela estava quente, o cheiro de protetor solar misturado com o dela me subiu direto pro pau.
Olhei pra baixo. O biquíni mal cobria os peitos firmes, a barriguinha lisinha descendo até a virilha. Senti uma leve ereção crescendo dentro da calça de moletom. Tentei disfarçar, cruzando as pernas, mas ela percebeu. Sorriu devagar, aquele sorrisinho safado que mudou tudo.
- Tio... tá ficando duro aí?
Antes que eu pudesse responder, a mão dela desceu rápido e puxou o elástico do moletom pra baixo. Meu pau pulou pra fora, já meio duro, grosso e latejando. Eu não tava de cueca. Larissa arregalou os olhos, mas não recuou. Pelo contrário. Ela se agachou ali mesmo, ao lado da piscina, e segurou a base da minha pica com a mãozinha macia.
- Nossa, tio... que pica grossa. Nunca vi uma assim...
E começou. A boquinha quente dela envolveu a cabeça rosada, chupando devagar no começo. A língua girava em volta, lambendo o pré-gozo que já escorria. Eu gemi baixo, segurando os cabelos dela.
- Caralho, Larissa... que delícia...
Ela não falou nada, só gemeu com a boca cheia, descendo mais fundo. Trinta minutos. Trinta minutos de mamada insana. Ela alternava: chupava a cabeça com força, sugando como se quisesse tirar minha alma, depois descia até quase engolir tudo, engasgando um pouco, com saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos peitos. A mãozinha massageava as bolas, apertando de leve, enquanto a outra punhetava o que não cabia na boca.
- Mmmhh... gluck... gluck... tio, sua pica tá tão dura... eu quero mais...
Eu tava no paraíso. Nenhuma mulher tinha me chupado assim. Ela variava o ritmo, lambia toda a extensão, passava a língua pelas veias pulsantes, chupava as bolas uma por uma, enfiando na boca quente. Os gemidos dela eram desesperados, molhados, cheios de tesão.
- Ahhh... que gostoso... sua pica tem um cheiro bom, tio...
Eu segurava a cabeça dela, fudendo a boca devagar, sentindo a garganta apertar. Ela babava tudo, lágrimas nos olhos de tanto esforço, mas não parava. O barulho era obsceno: slurp, slurp, gluck gluck. Meu pau brilhava de saliva, inchado, roxo de tanto tesão.
Depois de tanto tempo, eu não aguentava mais.
- Larissa... eu vou gozar gostoso, sua putinha...
Ela acelerou, olhando pra cima com aqueles olhos pidões, mamando com mais força. Gozei forte, jatos grossos enchendo a boca dela. Ela engoliu um pouco, o resto escorreu pelos lábios, pingando no queixo e nos peitos. Lambeu tudo, limpando meu pau com a língua.
- Hummm... gostoso, tio... seu leitinho é quente.
Eu tava tremendo, pernas fracas. Mas o conflito veio logo depois. Porra, era minha sobrinha. Filha da minha prima. O que eu tinha feito? Ela se levantou, limpou a boca com as costas da mão e sorriu.
- Tio, para de pensar besteira. Eu queria isso faz tempo. Olha como minha bucetinha tá molhada...
Ela puxou o biquíni pro lado, mostrando a xota lisinha, inchada, brilhando de tesão. Os lábios carnudos, o grelinho protuberante, tudo perfeito.
Eu ainda tava duro. Peguei ela no colo, carreguei até a espreguiçadeira e joguei ali. Tirei o biquíni dela com pressa. Os peitos pularam livres, mamilos duros como pedrinhas. Abaixei a cabeça e ataquei. Chupei um peito, mordendo de leve, enquanto a mão descia pra esfregar aquela buceta quente.
- Ahhh... tiooo... assim... chupa meu peito... morde...
Ela gemia alto, arqueando as costas. Meus dedos abriram os lábios, sentindo o mel escorrendo. Enfiei dois dedos fundo, sentindo as paredes apertadas pulsarem.
- Que bucetinha apertada, Larissa... tá encharcada pra mim...
- Sim, tio... é toda sua... fode com os dedos... ahhh... mais fundo...
Eu dedava rápido, o barulho molhado ecoando. Ela rebolava contra minha mão, gemendo desesperada. Desci a boca, lambendo a barriga, até chegar no grelinho. Chupei forte, sugando o clitóris inchado enquanto os dedos entravam e saíam.
- Aaaaiii... tio... que delícia... chupa meu grelinho... vou gozar... aaaahhh!
Ela gozou forte, tremendo inteira, apertando minha cabeça entre as coxas. O suco dela jorrou na minha boca, doce e quente. Eu lambi tudo, não desperdicei nada.
Mas eu queria mais. Virei ela de quatro, a bundinha empinada pra mim. A buceta pingando, o cuzinho piscando rosado. Passei a cabeça da pica na entrada, provocando.
- Tio... me fode... enfia essa pica grossa na minha bucetinha...
Não esperei. Empurrei devagar, sentindo o canal apertado me engolir centímetro por centímetro. Porra, era quente, molhado, apertando como uma luva.
- Uuuuhhh... que pica grande... tá me abrindo toda... aiiii que gostoso...
Comecei a meter devagar, depois mais forte. O barulho de pele contra pele, ploc ploc ploc, enchia o quintal. Segurava os quadris dela, puxando contra mim, metendo fundo até as bolas baterem no grelinho.
- Fode, tio... fode essa buceta... mais forte... aaaahhh... assim...
Os gemidos dela eram desesperados, altos, sem vergonha. Eu metia como um animal, suado, sentindo as paredes dela pulsarem. Bati na bunda, deixando marca vermelha.
- Toma, sua safada... essa buceta é minha agora...
- Sim... sou sua putinha... fode meu cu também depois... quero tudo...
Aquilo me deixou louco. Tirei da buceta, cuspi no cuzinho e comecei a forçar devagar. Ela relaxou, empinando mais.
- Devagar, tio... ai... tá entrando... uuuuhhh... que delícia de pica entrando no meu cu...
Entrei inteiro. O cuzinho apertado massageava minha pica. Fodi devagar no começo, depois acelerei. Ela gemia sem parar, mão entre as pernas esfregando o grelinho.
- Aaaaiii... fode meu cu... que pica maravilhosa... me arromba...
Metia fundo, alternando entre buceta e cu, sentindo os dois buracos apertados. Ela gozou de novo, gritando, o corpo convulsionando. Eu continuei, incansável.
Levantei ela, sentei na espreguiçadeira e fiz ela sentar no meu pau, de frente. Os peitos balançavam no meu rosto enquanto ela rebolava loucamente.
- Monta, sobrinha... rebola nessa pica...
- Hummm... tá tão fundo... tô sentindo bater no fundo da buceta... ai ai ai... vou gozar de novo...
Ela cavalgava desesperada, suor escorrendo, cabelos grudados na testa. Eu chupava os mamilos, apertava a bunda, metia pra cima encontrando as estocadas dela.
O sol já estava baixando quando gozamos juntos pela terceira vez. Eu enchi a bucetinha dela de porra quente, jatos fortes que transbordaram, escorrendo pelas coxas.
Ficamos ali, abraçados, ofegantes. Meu pau ainda dentro dela, latejando.
- Tio... foi a melhor foda da minha vida...
- Larissa... você me deixou louco. Mas e agora?
Ela sorriu, beijando meu pescoço.
- Agora a gente faz sempre que puder. Ninguém precisa saber. Essa buceta é sua quando quiser.
Eu ainda tava em conflito, mas o tesão falava mais alto. Sabia que ia querer mais. Muito mais.
Ela se ajoelhou de novo, limpando meu pau com a língua, lambendo cada gota de porra misturada com o mel da buceta dela. O gosto salgado e doce ao mesmo tempo deixava ela ainda mais safada.
- Hum... nossa mistura é gostosa, tio... quero que me foda a noite toda.
Eu levantei, carreguei ela pra dentro de casa, pro quarto. Joguei na cama, abri as pernas dela bem abertas. A buceta estava vermelha, inchada, pingando porra. Lambi tudo, enfiando a língua fundo, chupando o clitóris inchado até ela gritar.
- Aaaahhh... tio... sua língua é maravilhosa... lambe minha bucetinha toda... morde o grelinho... aaaaiii!
Ela gozou na minha boca de novo, apertando os lençóis, corpo tremendo. Depois eu deitei e fiz ela sentar na minha cara. A bundinha dela cobriu meu nariz enquanto a buceta esfregava na minha boca. Eu comia com fome, mãos apertando os peitos.
- Rebola na minha cara, sua vadia... me sufoca com essa xota...
- Sim, tio... toma... lambe meu cu também... ahhh... que delícia...
A língua entrava no cuzinho apertado, depois voltava pra buceta. Ela rebolava, gemendo alto, gozando mais uma vez.
Depois eu a fodi de lado, uma perna levantada, metendo fundo. O pau entrava e saía brilhando, o barulho molhado constante.
- Olha como sua buceta engole minha pica... tá toda aberta pra mim...
- Fode... estoca forte... quero sentir suas bolas batendo... aaaahhh... mais... mais...
Eu metia com força, mão no pescoço dela de leve, dominando. Ela adorava, olhos revirando de prazer.
- Me domina, tio... sou sua putinha de 19 anos... fode esse cu de novo...
Virei ela, pus de quatro na cama, cuspi no cu e entrei de uma vez. O cuzinho já estava mais acostumado, mas ainda apertava gostoso.
- Uuuuhhh... tá me arrombando... que pica grossa... fode meu rabo... aaaaiii... assim...
Estocadas profundas, rápidas, batendo fundo. A mão dela esfregava o grelinho rápido, gemendo sem parar. Gozamos juntos mais uma vez, eu enchendo o cu dela de leite quente.
Passamos horas assim. Eu comia ela em todas as posições: de pé contra a parede, no banheiro debaixo do chuveiro, com ela me chupando enquanto eu sentava no vaso, depois fudendo os peitos dela, gozando nos mamilos.
Cada detalhe era intenso: o cheiro de sexo no ar, o suor misturado, os gemidos ecoando pela casa, os palavrões sujos saindo da boca dela.
- Tio, sua pica é viciante... quero mamar de novo...
Ela mamava mais uma vez, agora com mais experiência, engolindo quase tudo, garganta apertando a cabeça. Eu fodia a boca dela como se fosse uma buceta.
- Gluck gluck... mmmhh... me usa, tio... fode minha garganta...
Gozei na boca dela de novo, obrigando ela a engolir tudo.
No final da noite, deitados, exaustos, ela sussurrou:
- Isso foi só o começo, tio. Amanhã quero na piscina de novo, e depois no seu quarto. Essa buceta agora é sua pra sempre.
Eu sorri, ainda em conflito moral, mas o corpo pedia mais. A melhor buceta da minha vida, e ela era minha sobrinha. O proibido tornava tudo mil vezes mais gostoso.
Os dedos dela apertavam meu pau enquanto ela se recuperava, punhetando devagar, mantendo ele duro. A pele macia deslizava, polegar roçando a cabeça sensível.
- Olha como ainda tá duro... quero sentir ele latejando dentro de mim de novo.
Eu a puxei pra cima, fiz ela sentar de costas pra mim, cowgirl reversa. As mãos dela apoiadas nas minhas coxas, rebolando lento no começo, sentindo cada veia da pica roçando as paredes da buceta.
- Que profundidade... tá tocando meu útero... ai que tesão... rebolo mais rápido...
O movimento circular dela era hipnótico, a bundinha subindo e descendo, batendo contra mim. Eu segurava a cintura, ajudando o ritmo, metendo pra cima.
Gemidos longos, desesperados:
- Aaaahhh... tiooo... tô gozando... não para... aaaaiiii!
O corpo dela convulsionava, suco escorrendo pelo meu pau, molhando as bolas. Eu não parei, continuei estocando até gozar dentro, enchendo até transbordar.
Depois veio o 69. Eu debaixo, ela por cima, buceta na minha boca, pica na dela. Chupávamos ao mesmo tempo, gemendo abafados. Minha língua entrava fundo, sugando o clitóris, dedos no cu dela. Ela mamava com vontade, garganta relaxada.
- Mmmph... que buceta doce... chupa meu pau, safada...
O quarto cheirava a sexo puro. Suor, porra, buceta molhada. Horas se passaram assim, intensidade só aumentando. Cada orgasmo dela era mais forte, mais barulhento. Os "tio, me fode", "enfia no cu", "goza dentro" repetiam como um mantra safado.
No meio da madrugada, exaustos mas ainda conectados, eu a fodia devagar, de conchinha, pau dentro da buceta, mão no peito apertando o mamilo.
- Essa é a melhor buceta que já provei, Larissa. Você me viciou.
- E eu viciada na sua pica grossa, tio. Vamos fazer isso todo verão... todo dia escondido.
O conflito ainda estava lá, mas o prazer era maior. A sobrinha de 19 anos tinha me dado a foda mais intensa da vida, e eu sabia que não ia parar.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Minha sobrinha Larissa!

Codigo do conto:
264939

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/06/2026

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