A casa estava silenciosa naquela manhã de férias em casa. O pai tinha viajado de novo, como sempre, deixando a mãe sozinha com o filho por dias a fio. Lucas, com 22 anos, sentia o coração bater forte só de pensar no que poderia acontecer. Ele observava a mãe, Ana, desde moleque. Ela era uma mulher de 1,65m de pura tentação: corpo esculpido na academia, bundão enorme e empinado que balançava a cada passo, peitos firmes que pareciam desafiar a gravidade, cintura fina e pernas grossas de quem malhava sem parar. O cabelo castanho caía pelos ombros, e o sorriso dela sempre tinha aquele ar cúmplice que o deixava louco. Eles sempre foram próximos. Abraços longos, toques no ombro, carinhos que, para Lucas, tinham virado algo muito mais safado desde que ele descobrira o sexo. Ele se masturbava pensando nela quase todo dia, imaginando aquela buceta madura e gostosa que ele via escondido nas roupas apertadas dela. Ontem, quando ela saiu do quarto só de calcinha fio-dental preta, o bumbum redondo e macio brilhando de suor da malhação, Lucas quase gozou ali mesmo no sofá. Ela virou, sorriu safada e voltou devagar pro quarto, rebolando como se soubesse o efeito que causava. - Filhote, hoje vamos fazer umas férias em casa só nossas pra você relaxar desses estudos. Nada de sair, só eu e você em casa o dia todo. O que acha? – ela disse de manhã, com aquela voz doce mas com um tom que parecia carregar segundas intenções. Lucas concordou na hora, o pau já semi-duro só de imaginar. Ele tinha bisbilhotado o celular dela uma vez e visto o histórico cheio de pornô: vídeos de incesto, mães fodendo filhos, bucetas molhadas sendo chupadas, picas grossas enfiadas no cu. Ela assistia aquilo escondida? Será que fantasiava com ele também? O dia começou leve. Eles assistiram filme no sofá, ela de shortinho curto e regata fina sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Os toques começaram inocentes: ela deitava a cabeça no colo dele, a mão dele acariciando o cabelo dela. Mas o ar estava carregado. O cheiro dela, suor misturado com perfume, deixava Lucas insano. - Mãe, você tá tão gostosa hoje... – ele murmurou, a mão descendo pro ombro dela. Ana riu baixinho, virando o rosto pra ele. - Ah é, filhote? Você anda me olhando diferente ultimamente. Eu percebi, sabia? Aquele dia que saí só de calcinha... vi seu olhar no meu bundão. Tá com tesão na sua própria mãe, é isso? Lucas engoliu seco, mas o pau endureceu completo dentro da bermuda. Ele não negou. - Tô, mãe. Desde moleque. Você é a mulher mais gostosa que existe. Essa buceta que eu imagino toda molhada... eu quero tanto. Ana mordeu o lábio, os olhos brilhando de desejo. Ela se sentou no colo dele devagar, sentindo a pica dura roçando na sua bunda por cima da roupa. - Meu Deus, Lucas... eu também penso em você. Quando seu pai viaja, eu me mastrobo pensando nessa pica de filho que eu criei. Vi você se tocando uma vez pela fresta da porta. Queria chupar tudo aquilo. O beijo veio urgente. As bocas se colaram, línguas se enroscando safadas, saliva escorrendo. Ana gemia baixo enquanto rebolava no colo dele. - Hmmm... filhote... sua boca é tão quente... Lucas apertou o bundão dela com as duas mãos, apertando a carne macia, separando as bandas. - Mãe, esse cu é perfeito. Quero enfiar minha pica nele inteiro. Eles se levantaram, roupas voando. Ana tirou a regata, os peitos grandes saltando livres, mamilos rosados duros. Lucas chupou um deles com fome, sugando forte enquanto a mão descia pro shortinho dela. - Tira isso, mãe. Quero ver sua buceta. Ana obedeceu, puxando o short e a calcinha pra baixo. A buceta dela era depilada, lábios carnudos inchados, grelinho protuberante brilhando de tesão. Um fio de mel escorria pela coxa. - Olha como tá molhada pra você, meu filho. Essa buceta pariu você e agora quer te engolir inteiro. Lucas ajoelhou, enterrando o rosto entre as pernas dela. Cheirava a mulher excitada, doce e salgado. Ele lambeu o grelinho devagar, circulando com a língua, depois chupou forte. - Ahhh! Porra, Lucas! Chupa a buceta da mamãe! Isso... bem no grelinho... ai que delícia! Os gemidos dela enchiam a sala. Ana segurava a cabeça dele, empurrando contra a buceta molhada, quadril rebolando desesperado. - Hmmm... filho da puta gostoso... lambe tudo... enfiou a língua na minha bucetinha... ahhh! Lucas enfiou dois dedos na buceta apertada dela, sentindo as paredes pulsarem. Ele chupava o clitóris enquanto dedava rápido, o som molhado ecoando. - Mãe, sua buceta é tão apertada e quente... tá pingando pra mim. Ana gozou pela primeira vez ali, pernas tremendo, esguichando um pouco no rosto dele. - Aaaahhh! Gozei, filhote! Sua mãe gozou na sua boca! Não para... continua chupando! Ele não parou. Continuou lambendo até ela tremer de novo, gemendo rouca. Depois, Ana empurrou ele pro sofá, ajoelhando entre as pernas. - Agora mamãe vai cuidar dessa pica grossa. Ela puxou a bermuda dele, a pica de Lucas saltou: 20cm grossa, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Nossa, que pica linda que meu filho tem. Maior que a do seu pai. Vou mamar tudo. Ana lambeu da base às bolas, chupando cada uma devagar, depois subiu a língua pela haste até engolir a cabeça. - Glup... hmmm... que gostosa... mamando a pica do meu filhote... Ela chupava com fome, garganta profunda, saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando de tesão. Lucas gemia, segurando o cabelo dela. - Mãe... que boquete perfeito... engole tudo... assim... porra! Ana babava na pica, masturbando com a mão enquanto chupava as bolas. - Quero você me fodendo agora. Enfia essa pica na buceta da mamãe. Eles foram pro quarto dela, cama king size. Ana deitou de pernas abertas, buceta aberta pingando. - Vem, filho. Fode sua mãe. Lucas posicionou a cabeça da pica na entrada molhada e empurrou devagar. Centímetro por centímetro, sentindo a buceta apertar. - Ahhh... tá entrando... que buceta gulosa... me engolindo todo. - Sim! Enfia tudo! Rasga a buceta da mamãe! Aaaahhh! Quando ele estava todo dentro, começou a meter forte. O som de pele contra pele, bolas batendo no cu dela, preenchia o quarto. Ana arranhava as costas dele, pernas enlaçadas na cintura. - Fode gostoso! Mais rápido! Sua pica tá batendo no fundo da minha buceta! Hmmm... delícia! Lucas metia com intensidade, suado, gemendo no ouvido dela. - Mãe, sua buceta é melhor que qualquer coisa... tão molhada... apertando minha pica... vou gozar dentro. - Goza dentro! Enche a buceta da mamãe de porra! Eu tomo pílula, filhote... me enche! Ele meteu mais fundo, sentindo o orgasmo subir. Ana gozou primeiro, buceta contraindo forte. - Aaaaiii! Gozando de novo! Sua pica me faz gozar tanto! Desesperada... ahhh! Lucas explodiu, jatos grossos enchendo a buceta dela, transbordando. Mas não pararam. Depois de um descanso curto, Ana virou de quatro, bundão empinado. - Agora fode meu cu, Lucas. Eu assisto muito pornô de cu, quero sentir sua pica grossa abrindo meu cuzinho. Ele cuspiu na rola, esfregou no cu apertado dela e empurrou. Ana gemeu alto, dor misturada com prazer. - Devagar... ai que tá abrindo... porra... entra... hmmm! Centímetro a centímetro, a pica invadiu o cu virgem dela. Quando todo dentro, Lucas começou a meter devagar, depois mais forte. - Que cu apertado, mãe! Tá estrangulando minha pica... delícia! - Mete no cu da mamãe! Fode esse bundão! Mais forte! Aaaahhh! Tá batendo fundo... eu amo pica no cu! Os gemidos eram desesperados. Ana empurrava a bunda contra ele, rebolando, pedindo mais. - Me dá tapa nesse bundão! Chama de vadia! - Vadia gostosa... mamãe vadia querendo pica de filho no cu... toma! Ele dava tapas fortes, a carne tremendo, enquanto metia sem parar. Ana gozou de novo, cu piscando na pica. - Gozei pelo cu! Aaaahhh! Continua metendo... quero sua porra no meu intestino! Lucas acelerou, suor pingando, e gozou forte, enchendo o cu dela de sêmen quente. Eles continuaram o dia todo nas férias em casa. No chuveiro, ele fodeu ela contra a parede, água caindo enquanto ele chupava os peitos e metia na buceta. Na cozinha, ela sentou na mesa, pernas abertas, e ele comeu a buceta dela de novo, depois fodeu de pé. - Olha como tá inchada sua buceta, mãe. Toda usada pela pica do filho. - E eu adoro... quero mais... me fode até eu não aguentar andar. À noite, na cama, mais rodadas. Ana cavalgando ele, peitos pulando, rebolando gostoso. - Olha como eu monto sua pica... hmmm... tão fundo... grelinho roçando... vou gozar de novo! Gemidos ecoavam pela casa vazia. Eles experimentaram tudo: 69, com ela engolindo a pica enquanto ele chupava a buceta e o cu; ele gozando nos peitos dela e lambendo depois; Ana pedindo pra ele mijar um pouco na buceta dela no banheiro, safadeza total. - Mija na buceta da mamãe, filhote... marca território... ahhh que quente! O tesão era insaciável. Conversas sujas pontuavam cada pausa. - Desde que eu vi seu pornô no celular, mãe, eu soube que você era uma safada. - Eu fantasiava com você me pegando à força, Lucas. Agora é real... e melhor que qualquer vídeo. Eles gozaram incontáveis vezes, corpos colados, suor, porra e mel misturados. As férias em casa viraram um festival de sexo proibido, intenso, cheio de gemidos desesperados e sacanagem sem limites. No final do dia, abraçados na cama, Ana beijou o peito dele. - Isso não acaba aqui, filhote. Toda vez que seu pai viajar, essa buceta e esse cu são seus. Lucas sorriu, mão apertando o bundão dela. - E eu vou foder vocês dois até cansar, mãe.
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