A noite estava quente pra caralho naqueles bares da faculdade. Eu, com meus 31 anos, casada mas com o maridão viajando, saí pra beber com as amigas só pra relaxar. O álcool já tinha subido, deixando meu corpo molhado de suor e a buceta latejando de tesão acumulado. Foi quando ele apareceu. Um garoto de 21 anos, alto, corpo definido de quem malha, sorriso safado e olhar que devorava cada curva minha. Ele chegou perto, encostou o corpo no meu e começou a paquerar pesado. - Ei, gata, você tá parecendo que precisa de uma boa foda hoje. Esse rabo gordo tá pedindo pra ser agarrado. Eu ri, mas não afastei a mão dele quando ele desceu e apertou minha bunda por cima do shortinho. Geralmente eu cortava nessa hora, mas naquela noite eu tava com a calcinha encharcada. Falei baixo no ouvido dele: - Então me leva pra casa que eu te mostro como essa garota branca rabuda sabe rebolar. O beijo veio forte, línguas se enrolando, saliva escorrendo no queixo. As amigas piscaram pra mim, mas eu já tava saindo de braço dado com ele. Chegamos na república dele, uma casa bagunçada com cinco caras morando juntos. O quarto dele era simples, cama bagunçada, cheiro de macho jovem no ar. Mal fechei a porta e ele me jogou contra a parede, puxando minha blusa pra cima e expondo meus peitos 34DD furados nos mamilos. Ele deu um tapa forte em cada um, fazendo eles balançarem pesados. O som ecoou, e eu gemi alto. - Porra, que peitos maravilhosos. Quero que você me dê um tapa neles com essa carne toda. Eu obedeci, segurando meus peitos e batendo com eles no rosto dele enquanto ele chupava os bicos furados, mordendo de leve. Meu corpo inteiro queimava. Ele tirou minha roupa toda, me deixando pelada, e eu fiz o mesmo com ele. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns 20cm de carne dura que já latejava pra mim. Ele me virou de quatro na cama, espalmou minha bunda gorda e abriu minhas nádegas. O cheiro da minha buceta molhada enchia o quarto. Ele cuspiu direto no meu cu e enfiou dois dedos na buceta, mexendo rápido. - Olha essa buceta inchada, toda aberta pra mim. Vou te foder como uma vagabunda barata. - Ai, vai, enfia logo essa pica grossa em mim. Me usa, por favor... Ele posicionou a cabeça e meteu tudo de uma vez. A sensação de ser esticada me fez gritar. Ele não teve piedade, segurou meus quadris e começou a socar forte e rápido, o barulho de bolas batendo na minha buceta molhada ecoando. Cada estocada fazia meus peitos balançarem pra frente e pra trás, os piercings roçando no lençol. Eu tava suando, o cheiro de sexo puro tomando conta. - Isso, geme pra mim, sua puta casada. Toma essa pica toda no fundinho da buceta. Eu gemia desesperada, voz rouca: - Ahhh, fode mais forte! Me rasga, caralho! Tô virando tua vadia hoje... Ele acelerava, mão dando tapas estalados na minha bunda que ficava vermelha. Meu grelinho roçava na base da pica dele a cada investida, me levando à loucura. O prazer era bruto, animal. Eu sentia cada veia da pica dele pulsando dentro de mim, roçando nas paredes molhadas da minha buceta. O suor escorria pelas minhas costas, pingando na cama. De repente a porta abriu. Um dos colegas de quarto, outro cara jovem, entrou sem bater. - Ei, mano, me empresta uma camisinha rapidinho. O cara que me fodia nem parou. Continuou metendo fundo, o pau saindo quase todo e voltando com força, fazendo meus gemidos saírem entrecortados. O outro olhou pra cena, sorriu e veio mais perto. Ele esticou a mão e apertou meus peitos pesados, torcendo os bicos furados. - Caralho, que peitões. E essa bunda de garota branca rabuda... Ele deu um tapa forte na minha nádega direita, o som alto. Depois puxou o pau dele pra fora da calça. Era grosso também, cheirando a macho. - Molha ele pra mim, vadia. Eu, ainda sendo fodida sem parar, abri a boca e chupei vorazmente. A pica dele invadiu minha garganta, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu fazia barulhos molhados de gluck gluck. Chupei por uns dois minutos, língua girando na cabeça, mão massageando as bolas. Ele gemeu, tirou o pau e deu um tapa na minha cara com ele, rindo. - Boa boquinha. Depois a gente se fala. Ele pegou as camisinhas e saiu, fechando a porta. Meu parceiro me virou, me fez montar nele. Eu segurei a pica grossa e desci devagar, sentindo cada centímetro abrir minha buceta. Comecei a cavalgar, rebolando o quadril, meus peitos pulando no rosto dele. Ele mordia os bicos, chupava forte. - Rebola nessa pica, sua safada. Mostra como gosta de ser usada. - Ahhh, tô adorando... Me fode, me enche toda... Cavalguei por uns dez minutos, suando, buceta escorrendo melado pelas bolas dele. O cheiro era forte, de porra e buceta molhada. Depois ele me jogou de costas no missionário, pernas abertas no ar. Metia fundo, olhando nos meus olhos, mão apertando minha garganta de leve. Eu sentia o orgasmo vindo forte. Minha buceta apertava a pica dele. - Vou gozar... continua metendo assim! Ele acelerou, socando como um animal. Meu corpo convulsionou, gozei jorrando, mel escorrendo. Ele não parou, continuou até que, com um grunhido rouco, enterrou fundo e encheu minha buceta de porra quente. Jatos grossos, quentes, batendo no fundo do meu útero. Eu sentia a porra dele transbordando, escorrendo pela minha bunda enquanto ele ainda pulsava dentro. - Toma toda essa porra na buceta, vadia. Tá cheia agora. Eu tremia, gemendo baixo, sentindo o calor da sêmen dele me invadindo. Mas ele não tirou. Virou meu corpo de lado, ainda com o pau semi-duro dentro da buceta cheia. Passou a mão na minha bunda e começou a pressionar o dedo no meu cu. - Agora vou foder esse cuzinho apertado. Tá pronta pra sentir dor misturada com prazer? Eu tava ofegante, buceta ainda latejando com a porra dele escorrendo. - Vai devagar no começo... mas me fode esse cu. Ele cuspiu bastante no meu cu, esfregou a cabeça da pica que saía da minha buceta melada e começou a forçar. Doeu pra caralho no início. O anel apertado resistia, queimando enquanto ele empurrava devagar. Eu mordia o lençol, gemendo de dor. - Ai, porra, tá doendo... mas não para... enfia mais. Centímetro por centímetro, a pica grossa abriu meu cu. A sensação era intensa, dor queimando misturada com prazer profundo quando ele chegou no fundo. Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais forte. O som era obsceno, o cu fazendo barulhos molhados com a porra da buceta ajudando de lubrificante. Eu me acabava de gemer, desesperada: - Ahhhh, meu cu tá ardendo... mas que delícia... fode mais fundo! Ele segurava meus quadris, socando com força agora. Cada estocada fazia meu corpo tremer, meus peitos balançando, a porra da buceta escorrendo mais. O prazer no cu crescia, o grelinho sendo roçado indiretamente, me levando ao limite. - Goza no meu cu, vai... tô quase... Ele metia mais rápido, dolorido mas gostoso pra caralho. Eu gozei forte, corpo inteiro convulsionando, cu apertando a pica dele como um torno. Gritei alto: - Tô gozando pelo cu! Ahhh, se você gozar dentro desse cu eu vou me cagar toda, porra! Ele não ligou. Continuou socando, gemendo rouco. De repente ele enterrou fundo e explodiu, jatos quentes de porra enchendo meu intestino. Eu sentia o sêmen dele invadindo fundo, misturando com a sensação de pressão. - Toma no cu também, vadia! Cheia de porra nos dois buracos. Quando ele começou a tirar o pau devagar, eu rebolava desesperada, o cu piscando. A pressão era demais. Assim que a cabeça saiu, eu não segurei. Caguei mesmo, um pouco de merda misturada com a porra branca e grossa dele escorrendo pelo cu, sujando minhas coxas e a cama. Eu rebolava ainda, gemendo de vergonha e prazer ao mesmo tempo. - Olha o que você fez... me fez cagar com a porra no cu... ai, que safadeza... Ele riu, satisfeito, batendo a pica suja na minha bunda. Eu tava destruída, buceta e cu cheios, corpo suado e marcado de tapas. Me arrumei depois, saindo da casa com as pernas bambas, dirigindo pra casa pensando em como fazia tempo que não era usada assim, de forma tão bruta e quente.
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