Não resisti a carência e acabei dando pro meu filho!



A sala estava escura, só com a luz fraca do abajur no canto. Eu, Marta, 38 anos, mãe solteira, estava largada no sofá depois de um dia exaustivo. Regata branca apertada marcando os seios grandes e pesados, shorts de algodão fino que mal cobriam minha bunda redonda. Por baixo, só sutiã e calcinha pretos, daqueles confortáveis pra ficar em casa. Meu filho Lucas, 18 anos, tinha voltado da faculdade pras férias de verão e as coisas andavam estranhas pra caralho.
Ele chegou tarde, olhos vermelhos, cheirando a fumo. Sentou bem do meu lado, coxa encostando na minha. O ar ficou pesado, quente. Eu sentia o cheiro dele, suor misturado com cigarro. Minhas mãos tremiam segurando o celular.
- Mãe... você tá gostosa pra porra hoje. Essa regata marcando esses peitos... sempre foi assim?
Eu tentei rir, nervosa.
- Para com isso, Lucas. Vai tomar banho seu tarado, tá tarde.
Mas ele não saiu. Inclinou o corpo, respiração quente no meu pescoço. A mão dele pousou na minha coxa, subindo devagar.
- Eu sempre quis isso, mãe. Ver você pelada no banheiro, ouvir você gemendo sozinha no quarto. Meu pau fica duro só de pensar na sua buceta.
Meu corpo traiu na hora. Senti um calor subir pela barriga, a calcinha molhando devagar. Tentei empurrar ele.
- Não, filho... isso é errado. Para.
Ele me beijou. Primeiro suave, lábios quentes pressionando os meus, depois a língua invadindo, desesperada, chupando a minha. Eu gemi baixo, mãos no peito dele, sentindo os músculos jovens. Deslizei pra baixo, apertando o volume duro na calça.
- Porra, mãe... toca no meu pau. Ele tá latejando por você.
Ele levantou minha regata, expondo os seios. Mamilos escuros, duros. A boca dele grudou num, chupando forte, dentes roçando, língua girando no bico. Eu arqueei as costas, gemendo como uma vadia no cio.
- Ahhh... Lucas... que delícia... não para, filho...
Ele mordeu de leve, puxando o mamilo. A outra mão desceu, enfiando por baixo do shorts, dedos grossos abrindo minha buceta molhada. Meu grelinho inchado pulsava.
- Caralho, mãe, você tá encharcada. Essa buceta tá pingando pra mim.
Ele tirou o shorts e a calcinha de uma vez. Eu abri as pernas no sofá, exibindo tudo. Buceta depilada, lábios inchados, brilhando de tesão. Ele se ajoelhou, rosto entre minhas coxas. O cheiro de buceta quente encheu o ar. Língua dele lambeu devagar do cu até o grelinho, saboreando cada gota.
- Hummm... que buceta gostosa da mamãe. Tão doce e molhada.
Eu segurei a cabeça dele, empurrando contra mim. Ele chupou o grelinho forte, dois dedos enfiados fundo na buceta, fazendo barulho molhado. Meu corpo tremia.
- Aiiiiii, meu Deus... Lucas... chupa a buceta da mamãe... assim... vou gozaaaaar...
O orgasmo veio forte, pernas apertando a cabeça dele, sucos escorrendo pela boca do filho. Eu gritei, corpo convulsionando.
- Aaaahhh! Porra, tô gozando... filho da putaaa... que delícia!
Ele não parou. Levantou, tirou a calça. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, quase 20cm latejando.
- Olha o que você fez, mãe. Agora vou te foder crua.
Ele me empurrou no sofá, abriu minhas pernas no máximo. Roçou a cabeça da pica na entrada da buceta, espalhando os sucos. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes quentes e molhadas.
- Uhhh... que buceta apertada... tá engolindo meu pau todo, mãe.
Eu gemi alto, unhas cravando nas costas dele.
- Enfia tudo, Lucas... fode a buceta da sua mãe... mais fundo...
Ele meteu forte, bolas batendo na minha bunda. O sofá rangia. Cada estocada fundo fazia meus seios balançarem. O som molhado de pica entrando na buceta enchia a sala. Ele sussurrava no meu ouvido.
- Eu amo você, mãe. Essa buceta é minha agora. Vou encher de porra.
Eu gozei de novo, buceta apertando a pica dele, sucos jorrando.
- Aaaaiii... gozando de novo... sua pica tá me matando de prazer!
Ele acelerou, suor pingando no meu corpo. Pegou meus peitos, apertando forte enquanto metia como um animal. Mudei de posição, fiquei de quatro no chão da sala. Ele enfiou por trás, mão no meu cabelo, puxando.
- Rebola essa bunda pra mim, vadia. Mostra pro filho como a mãe gosta de levar pica.
Eu rebolava desesperada, bunda batendo contra a barriga dele. A pica entrava até o fundo, batendo no colo do útero. Gemidos ecoavam.
- Mais forte, Lucas... rasga a buceta da mamãe... ahhh... tô gozando outra vez!
O terceiro orgasmo me deixou mole, pernas tremendo. Ele me virou de frente de novo, pernas no ombro dele, dobrando meu corpo. Metia fundo, rápido, suor misturado.
- Vou gozar, mãe... encher essa buceta de porra quente.
- Goza dentro, filho... enche a buceta da mãe... me engravida se quiser!
Com um rugido, ele enterrou fundo e gozou. Jatos grossos de porra quente invadindo minha buceta, enchendo até transbordar. Senti o calor, o pulsar da pica. Ele ficou lá, esvaziando tudo.
- Toma toda a porra do seu filho... caralho...
Ficamos ofegantes no chão. Porra escorrendo pelas minhas coxas, misturada com meus sucos. Mas ele ainda estava duro. Virou meu corpo, mãos abrindo minha bunda.
- Agora quero o cu, mãe. Esse cuzinho virgem tá piscando pra mim.
Eu tremi de medo e tesão.
- Vai doer, Lucas... sua pica é grossa demais pro meu cu...
Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e no meu cu apertado. Pressionou devagar. A cabeça forçou, queimando, esticando o anelzinho.
- Aaaaiii... dói... devagar, filho... meu cu tá rasgando!
Ele empurrou mais, centímetro por centímetro. Dor lancinante, mas um prazer estranho misturado. Meu cu apertava a pica dele como um punho.
- Porra, que cu apertado... tá engolindo meu pau... relaxa, mãe.
Lágrimas escorriam no meu rosto, mas eu empurrava a bunda pra trás. Quando ele enterrou tudo, eu gritei.
- Uuuuhhh... tá todo dentro... me fode o cu agora...
Ele começou devagar, estocadas curtas, deixando meu cu se acostumar. A dor virou fogo, prazer subindo pela espinha. Ele acelerou, bolas batendo na buceta molhada de porra.
- Tá gostando, mãe? Leva essa pica no cu como uma puta.
- Sim... fode meu cu... mais forte... ai, que delícia dolorida...
Eu gemia desesperada, mão no grelinho, esfregando rápido. O pau dele ia e vinha, abrindo meu cu largo. Cheiro de sexo, suor e porra no ar. Meu corpo suava inteiro.
Ele metia fundo, mão dando tapas na bunda. Eu rebolava, sentindo cada veia da pica dentro do intestino.
- Aaaahhh... vou gozar com seu pau latejando dentro do cuuuuuuu... não para!
O orgasmo anal veio brutal. Meu corpo convulsionou, cu apertando a pica dele em espasmos, sucos jorrando da buceta. Gritei alto.
- Tô gozando no cu... porra... que prazer... aaaaiii!
Ele continuou metendo forte no meio do meu gozo.
- Vou gozar no seu cu, mãe.
- Não... se você gozar dentro do cu eu vou me cagar... por favor... vai sujar tudo...
Mas ele não parou. Enterrou fundo e explodiu. Jatos quentes de porra enchendo meu intestino. Senti o calor invadindo fundo.
- Toma no cu, mãe... toda a porra!
Quando ele tirou a pica devagar, meu cu ficou aberto, piscando. Eu rebolava incontrolável, gemendo.
- Ahhh... tá saindo... tô me cagando, você acabou com meu cuuu...
Uma mistura grossa de porra branca e fezes moles escorreu do meu cu aberto, escorrendo pelas coxas, pingando no chão da sala. Eu tremia, rebolando a bunda, sentindo a humilhação prazerosa. O cheiro forte encheu o ar. Ele olhava, pau ainda duro, passando a mão na bagunça.
- Caralho, mãe... você gozou tanto que se cagou toda com minha porra no cu. Que vadia gostosa.
Eu virei, beijei ele suja, gemendo ainda.
- Foi o melhor sexo da minha vida, filho... mesmo sujo assim.
A gente ficou ali no chão, corpos colados, porra e sujeira misturadas, respirando pesado. O verão mal tinha começado e eu já sabia que isso ia virar rotina.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Não resisti a carência e acabei dando pro meu filho!

Codigo do conto:
265341

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/06/2026

Quant.de Votos:
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