A boate estava lotada naquela noite quente de sábado. As luzes piscavam no ritmo da música eletrônica que fazia o chão tremer. Eu, a Julia, tinha ido meio contra a vontade quando o meu namorado, o Lucas, insistiu. Ele disse que ia ser divertido, que a gente precisava sair mais. Acabei concordando. Coloquei um vestidinho preto curto, daqueles que marcam o corpo, sem sutiã, só uma calcinha fininha por baixo. Meu cabelo solto, maquiagem leve, mas o suficiente pra destacar meus olhos e a boca carnuda. A gente dançou bastante no começo. O Lucas me puxava pela cintura, roçava o corpo no meu, mas logo ele começou a beber demais. Cerveja atrás de cerveja, depois uns shots. Ficou aquele chato de sempre, falando alto, rindo sem motivo. Eu sorria por fora, mas por dentro já tava um pouco irritada. Aí encontramos uns amigos dele, o grupo aumentou, e a conversa fluiu melhor. Eu participava, ria das piadas, mas sentia um olhar queimando em mim o tempo todo. Do outro lado do salão tinha esse cara. Alto, moreno, camisa justa no peito definido, e uma calça preta colada pra caralho que não deixava nada pra imaginação. Dava pra ver o volume da pica dele marcando forte, o cacete semi-duro se mexendo toda vez que ele se ajeitava. Ele não tirava os olhos de mim. Me comia com o olhar, descia devagar pros meus peitos, pras minhas coxas, voltava pra boca. Eu fingia que não via, mas sentia um calor subir pela buceta. O Lucas nem percebia, já meio alto. Já passava da uma da manhã quando eu precisei ir ao banheiro. A fila tava grande, mas eu fui abrindo caminho. Quando cheguei na porta, ele apareceu do nada, parou na minha frente. O corpo dele era grande, cheirava a perfume caro misturado com suor de dança. - Te quero... – ele murmurou baixo, a voz rouca, quase no meu ouvido. - Dá licença – respondi, tentando passar, o coração acelerado. Ele saiu do caminho, mas ficou ali, encostado na parede, me olhando entrar. No banheiro, enquanto eu mijava, senti a buceta toda molhada. Não era só xixi. O tesão tinha chegado de repente, a calcinha grudada nos lábios inchados. Limpei e voltei pro salão, as pernas um pouco trêmulas. Umas duas horas depois, voltei ao banheiro. A boate tava ainda mais cheia. Dessa vez ele não esperou. Quando eu tava entrando no corredor escuro, ele grudou por trás, o corpo colado nas minhas costas. Senti o cacete duro roçando minha bunda por cima do vestido. Ele abaixou o rosto e deu um beijo molhado na minha nuca, chupando de leve a pele. Me deu raiva na hora. Mas também deu um tesão do caralho. Meu corpo traiu, um arrepio desceu até o cu. - Que porra é essa? – falei, virando rápido. Ele só sorriu, safado, e se afastou devagar, os olhos brilhando. Entrei no banheiro de novo, sentei na privada e abri as pernas. A buceta tava encharcada, o grelinho latejando. Passei o dedo devagar, sentindo o mel escorrendo. "Caralho, o que tá acontecendo comigo?", pensei, mas não parei. Dei umas voltinhas no clitóris antes de me recompor e voltar. Voltei pro grupo e falei pro Lucas que ia ali no carro pegar uma blusa, porque tava esfriando um pouco. Mentira. Meu corpo tava pegando fogo. Saí pela porta lateral da boate, o ar da noite batendo no rosto. Mal dei dez passos no estacionamento escuro quando ouvi passos atrás. - Você é linda pra caralho... – a voz dele de novo, mais perto. Ele me alcançou, virou meu corpo com firmeza e me beijou na boca. Eu hesitei um segundo, medo do Lucas descobrir, mas correspondi. A língua dele invadiu, quente, sugando a minha com fome. Ele chupava forte, mordia meu lábio inferior. Minhas mãos subiram pro peito dele, sentindo os músculos. O cacete dele, duro como pedra, encaixou bem no meio das minhas pernas, pressionando o vestido contra a buceta molhada. - Vem... – ele sussurrou entre beijos, me puxando pro escuro do jardim lateral da boate. Tinha umas árvores pequenas, uns bancos escondidos, pouca luz. Meu coração batia disparado, a buceta pulsando de tesão. Eu fui, desnorteada, deixando ele me guiar. No cantinho mais escuro, ele me encostou numa árvore, ergueu meu vestido até a cintura num movimento rápido. A calcinha dele foi pro bolso dele em segundos. - Olha essa bucetinha... toda molhada já – ele disse, ajoelhando. Abriu minhas pernas com as mãos grandes e enfiou o rosto. A língua quente lambeu toda a fenda, do cu até o grelinho. Ele chupava forte, sugando os lábios inchados, enfiando a língua dentro da buceta mijada e melada. Fazia barulho de quem tava comendo algo delicioso. Eu agarrei a cabeça dele, gemendo baixo. - Ahhh... caralho... que delícia... chupa mais... – murmurei, desesperada. Ele mamava meu grelinho, rodava a língua rápido, depois enfiava dois dedos grossos na buceta, mexendo pra dentro e pra fora enquanto sugava. Meu mel escorria pelo queixo dele. Eu tava louca, rebolando no rosto dele, as pernas tremendo. Não aguentei só receber. Ajoelhei também, abri a calça dele com pressa. O cacete saltou pra fora, grosso, veioso, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Era grande, bem maior que a do Lucas. Segurei com as duas mãos, senti o peso, a pulsação. - Que pica gostosa... – falei, olhando pra ele com olhos pidões. Abri a boca e engoli. Mamava com vontade, subia e descia a cabeça, lambendo as bolas pesadas, enfiando fundo até engasgar. Ele gemia rouco, segurando meu cabelo. - Isso... mama essa pica, sua safada... engole tudo... Mamava rápido, babando no cacete inteiro, as lágrimas escorrendo dos olhos de tanto esforço. Ele me puxou pra cima depois de uns minutos. - Quero te comer agora. Sentou no banco, o cacete apontando pro céu. Eu subi no colo dele, abri as pernas, segurei a pica e desci devagar. A cabeça grossa abriu minha buceta, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. A sensação de estar cheia era insana. - Aaaahhh... que pica grande... me arromba... – gemi alto, começando a rebolar. Ele segurava minha bunda, abrindo as bandas, e metia de baixo pra cima com força. O barulho molhado de buceta enchendo o ar. Ploc, ploc, ploc. Eu cavalgava desesperada, os peitos pulando dentro do vestido, os mamilos duros roçando no peito dele. - Fode... fode minha bucetinha... mais forte... – pedia, a voz falhando. Ele metia fundo, batendo no fundo da buceta, roçando o grelinho toda vez que eu descia. Meu cu piscava de tesão. Ele cuspiu no dedo e enfiou devagar no meu cuzinho, mexendo enquanto me fodia. - Isso... gosta de ter o cu mexido, né sua puta? – ele rosnava. - Gosto... ai meu Deus... vou gozar... não para... Meu corpo inteiro tremeu. Gozei forte, a buceta apertando o cacete dele, jorrando mel nas bolas dele. Gemia alto, sem controle: - Aaaahhh... tô gozandoooooo... caralho... que delícia... Ele não parou. Continuou metendo, mais rápido, segurando minha cintura. O banco rangia. Eu tava mole de prazer, mas ele virava meu corpo, me colocou de quatro no banco, o vestido todo embolado na cintura. Enfiou a pica de novo, agora por trás, batendo fundo. - Que buceta apertada... tá me apertando todo... – ele grunhia. Metia com força, as bolas batendo na minha buceta, o dedo ainda no cu. Eu empinava a bunda, pedindo mais. - Me fode, vai... me usa... goza dentro... enche minha bucetinha... Ele acelerou, os gemidos dele ficando mais roucos. Segurou meu cabelo, puxando pra trás enquanto metia. - Vou gozaaaaar... toma... toma tudo... Senti o cacete pulsar forte dentro de mim. Jatos quentes de porra encheram minha buceta, transbordando, escorrendo pelas coxas. Ele deu mais umas estocadas profundas, gemendo alto. Ficamos ali uns segundos, ofegantes. Ele tirou a pica, ainda dura, e eu me virei, limpei com a boca, mamando o resto de gozo e meu mel misturado. - Delícia... – ele disse, guardando o cacete. Ajeitei o vestido, sem calcinha, que ele guardou no bolso como troféu. Voltei pra boate com as pernas bambas, a buceta latejando, cheia de porra escorrendo devagar. - Demorou, hein? – o Lucas falou quando cheguei. - Tava tomando ar lá fora... tava quente demais aí dentro – respondi, tentando parecer normal. A gente foi embora pouco depois. O cara ficou por lá, me olhando de longe com um sorrisinho safado. Eu mal conseguia andar direito, sentindo a porra dele vazando na calcinha que não tava mais lá. No carro, com o Lucas dirigindo e meio dormindo, eu só pensava naquela foda rápida, intensa, proibida. Meu corpo ainda tremia de prazer.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.