Fui desafiado por minha esposa, a beijar minha irmã, depois disso tudo saiu do controle!



Eu, Douglas, 32 anos bem vividos, sempre soube que a vida tinha umas curvas perigosas, mas nunca imaginou que uma noite de vinho na casa da irmã Larissa ia virar uma foda incestuosa daquelas que marca pra sempre. Eu, ele, Taiane e Larissa. Três corpos suados, gemendo sem vergonha, misturando sangue e tesão no mesmo sofá.
A sala estava escura, só com a luz fraca de um abajur no canto. As três garrafas de vinho tinto já estavam quase no fim, espalhadas na mesa de centro junto com copos meio sujos. O ar cheirava a álcool, perfume doce da Taiane e aquele cheiro natural de pele quente que começa a subir quando o tesão bate. Larissa, minha irmã mais nova, tinha uns 26 anos, corpo de academia, bunda empinada que parecia feita pra ser agarrada. Usava um shortinho jeans surrado que mal cobria metade das coxas grossas e uma regata branca fina, sem sutiã nenhum. Os mamilos escuros marcavam o tecido como se pedissem pra serem chupados. Eu tentava disfarçar, mas meu pau já dava sinal de vida dentro da calça de moletom.
Taiane, minha mulher, estava no meio do sofá, entre nós dois. Ela ria alto, as bochechas vermelhas, o vestido leve subindo pelas pernas grossas. Era ela quem sempre tinha essas ideias safadas depois de beber.
- Douglas, eu te desafio a beijar sua irmã. Um minuto inteiro, com língua, saliva, tudo. Tá com medo, amor? Ou será que você já sonhou com isso?
Larissa arregalou os olhos castanhos, mas o sorriso malicioso apareceu rápido nos lábios carnudos dela. Ela olhou pra mim, mordeu o lábio inferior e inclinou a cabeça.
- Aceita, mano. Não vai dizer que tem vergonha da sua irmãzinha...
Eu senti o sangue descer todo pro pau. Ele latejava, inchando, pressionando o tecido.
- Aceito. Vem cá, Larissa.
Me inclinei por cima da Taiane, que ficou ali rindo baixinho, e colei minha boca na dela. No começo foi estranho pra caralho, a boca da minha própria irmã. Mas ela abriu os lábios macios, enfiou a língua quente e molhada na minha boca, e o beijo virou animalesco. A gente chupava a língua um do outro, saliva escorrendo pelo queixo, gemidos baixos saindo misturados. Minhas mãos desceram pro pescoço dela, apertando de leve, sentindo a pulsação acelerada. O minuto virou três, quatro. Quando a gente se separou, um fio de saliva ainda ligava nossas bocas. Taiane estava com os olhos brilhando de tesão puro.
- Porra, que gostoso ver isso... Vocês dois se beijando assim... Meu Deus, tô molhada só de olhar.
Agora era a minha vez de escolher.
- Larissa, eu te desafio a tirar a roupa da Taiane bem devagar, bem safada. Quero ver você tocando nela, cheirando, lambendo cada pedaço enquanto tira.
Larissa não pensou duas vezes. Ficou de joelhos no chão da sala, na frente da minha mulher. As mãos dela subiram pelas coxas grossas e macias de Taiane, dedos apertando a carne, subindo devagar o vestido florido. Cada centímetro de pele que aparecia era beijado, lambido. Ela chupou o umbigo, enfiou a língua ali, depois subiu pros seios pesados. Quando o vestido passou pela cabeça, os peitos de Taiane saltaram livres, mamilos duros. Larissa agarrou um, chupou forte, mordiscando, puxando com os dentes.
- Aiiii, caralho... que delícia... - gemia Taiane, segurando a cabeça da minha irmã contra os peitos.
O vestido caiu no chão. Larissa enfiou o rosto entre as pernas da Taiane, nariz pressionando a calcinha preta já encharcada. Ela cheirou fundo, inalando o cheiro forte de buceta molhada.
- Sua mulher tá encharcada, mano. A bucetinha dela tá pingando, cheirando a tesão.
Taiane abriu mais as pernas, rebolando devagar contra o rosto da Larissa.
Chegou a vez da Larissa dar o desafio.
- Agora você, Douglas. Eu te desafio a comer meu cu bem gostoso, bem na frente da Taiane. Quero que ela veja você lambendo o rabinho da sua irmãzinha. Quero sentir sua língua bem fundo.
Meu pau quase rasgou a calça. Larissa tirou o shortinho e a calcinha num movimento rápido, ficou de quatro no sofá, empinando aquela bunda redonda, branquinha, com uma marquinha de biquíni. As bandas separadas mostravam o cuzinho rosado, piscando, e logo abaixo a buceta inchada, brilhando de mel.
Taiane sentou ao lado, olhos fixos, mão já enfiada dentro da própria calcinha, dedando a buceta devagar.
Eu me ajoelhei atrás dela, abri as bandas macias com as duas mãos e cuspi direto no buraco apertado. O cuspe escorreu devagar. Lambi primeiro devagar, sentindo o gosto proibido, salgado, quente. Depois enfiei a língua fundo, fodendo o cu dela com a boca, girando, entrando e saindo. Larissa gemia alto, desesperada, rebolando a bunda na minha cara.
- Isso, irmão... come o cu da sua irmã... lambe bem gostoso... porra, que delícia! Enfia essa língua mais fundo... ai, caralho, tá me deixando louca!
Taiane se aproximou, segurou a cabeça da Larissa e enfiou a língua na boca dela, as duas se beijando molhado enquanto eu devorava aquele cu virgem. O barulho era obsceno: minha língua fazendo barulho de sucção, os gemidos abafados delas, o som molhado da buceta da Taiane sendo dedada.
Eu não aguentei mais. Levantei, baixei a calça, a rola grossa pulou pra fora, veias inchadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Segurei a base e meti direto na buceta encharcada da Larissa. O cu dela ainda estava molhado da minha saliva. A buceta apertou meu pau como uma luva quente e molhada.
- Aiiiiii, caralho! Que pau grosso do meu irmão! Me fode, Douglas! Me fode bem forte! Socaaa!
Eu segurei os quadris dela e comecei a meter com força. O som de pele batendo contra pele enchia a sala. Ploc, ploc, ploc. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Taiane deitou debaixo da Larissa, chupando os mamilos duros, mordendo, enquanto eu continuava socando.
Depois trocamos. Larissa sentou na cara da Taiane, esfregando a buceta molhada e inchada na boca da minha mulher. Taiane lambia tudo, chupava o grelinho inchado, enfiava a língua na entrada apertada.
- Isso, senta na minha cara, sua safada... me dá essa buceta de irmã... - murmurava Taiane entre lambidas.
Eu me posicionei atrás da Taiane, meti na buceta dela por trás, forte, enquanto via minha irmã rebolando na cara da minha mulher. Os gemidos eram desesperados, misturados.
- Me enche de porra, amor... goza dentro da Taiane... - pedia minha mulher.
- Não, goza dentro da sua irmã primeiro... enche meu cu de leite quente, mano... - gemia Larissa, rebolando mais rápido, o grelinho roçando na língua da Taiane.
Eu sentia o orgasmo subindo. Dei umas estocadas brutais na buceta da Larissa de novo, puxando o cabelo dela pra trás. O cu dela piscava, a buceta contraía no meu pau.
- Tô gozandooooooo, porra! Toma, irmã! Toma toda a porra do teu irmão!
Gozei fundo, jatos grossos enchendo ela. O leite quente escorria pelos lábios da buceta enquanto eu continuava metendo devagar. Taiane veio logo depois, lambendo o que escorria, chupando o cu da Larissa pra limpar.
Ficamos os três embolados no sofá, suados, gozados, cheirando a sexo, rindo baixinho enquanto o vinho acabava. Pele contra pele, mãos acariciando preguiçosamente.
Mas aquela noite foi só o começo. Nas semanas seguintes, a gente repetiu várias vezes. Às vezes na casa da Larissa, às vezes no nosso apartamento. Uma vez, Taiane filmou eu comendo o cu da minha irmã de novo, os gemidos ecoando enquanto Larissa pedia mais.
- Me fode o cu, Douglas... rasga esse rabinho da tua irmã, vai seu tarado... aiiiiii, que delícia, irmão!
A intensidade só aumentava. A gente descobriu que o proibido tornava tudo mais molhado, mais apertado, mais gostoso. Larissa adorava sentar no meu pau enquanto Taiane chupava meu saco. Taiane gostava de ver eu gozar na boca da irmã e depois beijar ela, trocando porra.
Os detalhes eram infinitos: o jeito que a buceta da Larissa apertava quando eu metia devagar, o gosto doce-salgado do mel dela, o cheiro forte quando ela gozava, os peitos balançando, o cu piscando pedindo mais. Gemidos desesperados, xingamentos safados, confissões sussurradas entre estocadas.
- Eu sempre quis teu pau, mano... desde adolescente... sonhava com você me fodendo...
- E eu sempre quis ver vocês duas assim... minhas duas putas...
A noite do vinho abriu uma porta que nunca mais fechamos. E toda vez que a gente se encontrava, o sofá virava palco de uma foda intensa, suada, cheia de porra e gemidos que não acabavam nunca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui desafiado por minha esposa, a beijar minha irmã, depois disso tudo saiu do controle!

Codigo do conto:
265383

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/06/2026

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