Depois no tapa na bunda, tudo mudou!



Franciele acordou com o corpo ainda latejando da noite anterior. O tapa que o pai tinha dado na bunda dela, de brincadeira, enquanto ela passava pela cozinha de shortinho justo, não saía da cabeça. Foi leve, mas o jeito que a mão dele ficou um segundo a mais ali, apertando de leve a carne macia, fez algo dentro dela explodir. Ela tinha 22 anos agora, o corpo cheio, peitos grandes e firmes que balançavam quando andava, uma bunda redonda e empinada que chamava atenção. Mas desde que começou a se desenvolver, lá pelos 14, 15 anos, o olhar do pai mudava quando achava que ela não estava vendo.
Ontem à noite, sozinha no quarto, ela não aguentou. Tirou a calcinha encharcada, abriu as pernas na cama e começou a esfregar o grelinho inchado com os dedos. Pensava no pai, naquele tapa, imaginava a mão grande dele descendo mais, abrindo a buceta dela. Gozou forte, gemendo baixinho o nome dele, o corpo tremendo enquanto o mel escorria pelas coxas. Agora, de manhã, só de lembrar já estava molhada de novo. A buceta latejava, pedindo por algo grosso, quente, proibido. Ela queria a pica do pai dentro dela, metendo fundo, sem piedade.
Decidiu seguir o impulso. Vestiu uma saia curta pra caralho, daquelas que mal cobriam a bunda, sem calcinha por baixo. A blusinha era fina, quase transparente, os mamilos escuros marcando o tecido. Desceu as escadas rebolando, sentindo o ar fresco roçando direto na bucetinha depilada e molhada.
O pai estava na sala, sentado no sofá vendo TV, só de bermuda. Corpo forte, daqueles de quem trabalhou a vida inteira, peito largo, braços grossos. Ele olhou para ela e os olhos desceram devagar, parando na barra da saia.
- Ei, filha... tá vestida assim pra quê? Vai sair?
Franciele sorriu, maliciosa, e sentou bem do lado dele, cruzando as pernas de propósito pra saia subir um pouco.
- Não, pai. Só queria ficar um pouco mais com você. A mamãe viajou, né? A casa tá só nossa hoje... a gente pode aproveitar pra ver um filme, pedir um delivery, algo assim. Que acha?
Ele engoliu seco, o olhar voltando para as coxas dela. O pau dele já começava a marcar na bermuda. Franciele sentiu o coração acelerado, a buceta pulsando. Chegou mais perto, encostando o joelho na perna dele.
- Pai... lembra daquele tapinha que você me deu ontem? Na minha bundinha? Não consigo parar de pensar nisso.
Ele ficou vermelho, mas não se afastou.
- Foi brincadeira, filha... você tá crescida demais, não devia...
- Shhh... - ela interrompeu, colocando a mão na coxa dele, subindo devagar. - Eu gostei. Gostei pra caralho. Fiquei molhada a noite toda pensando na sua mão ali. Quero mais, pai. Quero você me tocando de verdade.
O pai respirou pesado, a mão tremendo quando ela guiou até a barra da saia. Os dedos dele tocaram a pele nua da bunda, subindo até sentir que não tinha nada por baixo.
- Porra, Franciele... você não tá de calcinha? Sua bucetinha tá aí, exposta?
- Tá, pai. Tá molhadinha pra você. Sente.
Ela abriu um pouco as pernas e guiou a mão grande dele direto pro meio das coxas. Os dedos grossos roçaram os lábios inchados, sentindo o mel escorrendo. Ele gemeu baixo, apertando de leve.
- Caralho... tá encharcada, filha. Que buceta quente é essa...
Franciele soltou um gemido desesperado quando o dedo dele encontrou o grelinho.
- Ahhh... pai... esfrega aí... isso... no meu grelinho... eu sou sua putinha agora.
Ele perdeu o controle. Puxou ela pro colo, a saia subindo toda, a bunda redonda exposta. A boca dele desceu pro pescoço dela, chupando forte enquanto os dedos entravam na buceta apertada.
- Filha da puta... você quer o pau do pai, é? Quer que eu te foda como uma vadia?
- Quero... quero demais... - ela gemia, rebolando no colo dele, sentindo a pica dura latejando contra a bunda. - Mete essa pica grossa na minha bucetinha, pai... me arromba.
Ele tirou a bermuda rápido. A pica dele era grande, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Franciele olhou com fome, lambendo os lábios.
- Que pica linda, pai... maior do que eu imaginava quando me masturbava pensando em você.
Ele a deitou no sofá, abriu as pernas dela bem abertas, olhando a buceta rosada, molhada, brilhando.
- Olha só essa xota... toda inchada pra mim. Vou comer você inteira.
Abaixou a cabeça e lambeu devagar, da entrada do cu até o grelinho. Franciele gritou de prazer, as mãos agarrando o cabelo dele.
- Aaaahhh... pai... chupa minha buceta... isso... lambe meu grelinho... porra, que delícia!
Ele chupava com fome, enfiando a língua fundo na bucetinha apertada, sugando o mel que escorria. Dois dedos entravam e saíam rápido, fazendo barulho molhado. Ela rebolava desesperada, os peitos pulando dentro da blusa.
- Vou gooooozar... pai... não para... aaaahhh... tô gozando na boca do papai!
O orgasmo veio forte, o corpo dela convulsionando, mel jorrando no rosto dele. Ele não parou, continuou lambendo até ela tremer inteira.
Depois levantou, posicionou a pica na entrada da buceta.
- Agora vai levar a pica do pai, filha. Toda.
Empurrou devagar no começo, sentindo a buceta apertar ao redor da grossura. Franciele gemeu alto, unhas cravando nas costas dele.
- Aiiiiii pai... que pica grande... vai devagar... me alarga toda...
Ele meteu mais fundo, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na bunda dela. Começou a bombear, forte, o sofá rangendo.
- Porra... que buceta gulosa... tá engolindo meu pau todo... toma, filha... toma essa rola!
Os gemidos dela eram desesperados, ecoando pela casa.
- Mete... mete mais forte... arromba minha bucetinha... aaahhh... pai... me fode como uma cadela!
Ele acelerou, batendo fundo, a mão dando tapas na bunda enquanto metia. O barulho de pele contra pele enchia a sala, junto com os gemidos molhados.
- Quer no cu também, sua putinha? Quer o pai arrombando esse cuzinho virgem?
Franciele, louca de tesão, virou de quatro no sofá, empinando a bunda.
- Quero... enfia no meu cu... me faz sua putinha completa.
Ele cuspiu na rola, esfregou na entradinha apertada do cu e foi entrando devagar. Ela gritava de prazer e dor misturados.
- Aaaaiii... tá rasgando meu cu... mas continua... enfia tudo... aaaahhh!
Quando a pica entrou toda, ele começou a meter com força, uma mão no cabelo dela puxando, a outra esfregando o grelinho.
- Toma no cu, filha... que cuzinho apertado... vou encher você de porra!
Os gemidos dela viraram quase soluços de prazer.
- Sim... fode meu cu... mais rápido... tô gozando de novo... aaaahhh... papai!
Ela gozou mais uma vez, o cu apertando a pica dele. Ele não aguentou, meteu fundo e explodiu, jatos grossos de porra enchendo o intestino dela.
Ficaram ali, ofegantes, o pau ainda dentro. Ele tirou devagar, vendo a porra escorrer do cu arrombado e da buceta inchada.
- Filha... isso foi loucura... mas eu queria isso há anos.
Franciele virou, beijou ele na boca, lambendo a própria buceta dos lábios dele.
- Eu também, pai. Agora a gente faz sempre que a mamãe não estiver. Quero sua pica todo dia, enchendo minha buceta, meu cu, minha boca. Sou sua vadia particular.
Eles continuaram o dia todo. No quarto, no banheiro, na cozinha. Ele fodeu ela de todos os jeitos, chupando aqueles peitos grandes, mordendo os mamilos enquanto metia na buceta. Franciele engoliu a pica dele até o fundo da garganta, babando, pedindo mais. Gozaram várias vezes, suados, melados de porra e mel.
À noite, deitados na cama dele, ela montou de novo, rebolando devagar na pica ainda dura.
- Pai... me fode devagar agora... quero sentir cada centímetro.
- Toma, minha filha... essa buceta é minha pra sempre.
Os gemidos suaves agora, misturados com beijos molhados, enchiam o quarto. A intensidade da primeira vez deu lugar a um tesão profundo, possessivo. Ele apertava a bunda dela, dedos entrando no cu enquanto a pica ia e vinha na buceta.
Franciele gozou de novo, tremendo, sussurrando no ouvido dele:
- Eu te amo, pai... e amo sua pica me destruindo.
Ele gozou dentro dela mais uma vez, enchendo a bucetinha de porra quente.
A partir daquele dia, a casa virou o paraíso secreto deles. Sempre que podiam, se entregavam à sacanagem mais chula, sem limites. Franciele vestia as roupas mais vulgares, pedia pra ele bater na bunda dela até ficar vermelha, chupava as bolas dele enquanto ele assistia TV. Ele lambia o cu dela por horas, enfiava dedos, pica, tudo que ela pedisse.
E ela sempre pedia mais. Porque agora sabia: o olhar do pai desde que ela começou a se desenvolver não era inocente. Era fome. E ela tinha virado a refeição perfeita.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois no tapa na bunda, tudo mudou!

Codigo do conto:
265401

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/06/2026

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