Atendeu o entregador completamente pelada, não resistiu e deu a bucetinha pra ele!
A Ana tinha acabado de se mudar pro apartamento novo perto da faculdade. Aos 20 anos, com o corpo sarado de quem malhava escondido, ela decidiu que era hora de quebrar as correntes da timidez. Pequenos desafios, era o que ela repetia pra si mesma. Hoje o desafio era simples na teoria: pedir uma pizza e receber o entregador completamente pelada. Ela tomou um banho demorado, passou óleo no corpo todo pra deixar a pele brilhando, os seios firmes com os bicos já duros de expectativa. A buceta lisinha, depilada, sentia o ar fresco batendo e já ficava molhada só de imaginar. Quando a campainha tocou, o coração dela disparou. Ana respirou fundo, abriu um sorriso safado e girou a maçaneta. A porta se abriu totalmente. Ela ficou lá, nua, as pernas levemente afastadas, a luz do corredor iluminando cada curva. O entregador, um cara de uns 25 anos, moreno, forte, com uniforme justo, congelou. Seus olhos desceram direto pros peitos dela, depois pra barriga lisinha e pararam na buceta exposta. A pica dele inchou instantaneamente dentro da calça, formando uma barraca enorme. - E aí, como você está? – ela disse, casual, como se estivesse vestida. Ele engoliu em seco, tentando não olhar, mas falhando miseravelmente. - Tá... tá quente hoje, né? A pizza é R$ 38,50. Ana sentiu a excitação subir. A bucetinha dela já pulsava. Ela tinha deixado a bolsa no chão de propósito, um pouco atrás. Virou devagar, inclinando o corpo todo pra frente, empinando a bunda redonda bem na direção dele. O cu piscava levemente, a buceta inchada e molhada brilhava. Ela demorou uma eternidade fingindo procurar o dinheiro, balançando o quadril devagar. O entregador não conseguia disfarçar. A pica latejava, pressionando o tecido. Ele murmurou algo sobre o calor, mas a voz saiu rouca. Ana se endireitou, virou pra ele com os seios balançando. - Me dá um segundo, o dinheiro tá na outra bolsa. Ela caminhou devagar pelo corredor, rebolando, sabendo que ele estava devorando cada passo. Os lábios da buceta roçavam um no outro, deixando uma trilha de tesão. Quando voltou, o cara estava visivelmente desesperado. A ereção massiva marcava a calça, quase rasgando. Ela pegou as notas e, em vez de entregar na mão, enfiou direto no bolso dele. Os dedos roçaram de propósito na cabeça da pica dura, sentindo o calor e o latejar. - Obrigada... – sussurrou, roçando o corpo nu nele de leve. Fechou a porta. O coração martelava. A pizza ficou esquecida na mesinha. Ana encostou na parede, a mão descendo direto pra buceta encharcada. Dois dedos entraram fácil, ela gemeu baixinho. Mas o tesão não passou. Pelo contrário, explodiu. Ela abriu a porta de novo, ainda pelada. O entregador ainda estava ali, virando pra ir embora, com a pica latejando. - Volta aqui – ela mandou, voz rouca de tesão. Ele não pensou duas vezes. Entrou, fechou a porta com o pé. As mãos grandes agarraram a cintura dela, puxando pro beijo faminto. As línguas se enroscaram, ele chupava a boca dela enquanto apertava os seios, beliscando os bicos. - Caralho, que delícia de puta... – ele rosnou entre beijos. – Tá molhada pra mim? - Tô pingando, olha... – Ana pegou a mão dele e levou direto pra buceta. Os dedos grossos deslizaram nos lábios melados, roçando o grelinho inchado. Ela gemeu alto, desesperada: - Ahhh... fode... mete esses dedos na minha bucetinha... Ele enfiou dois dedos fundo, curvando, batendo no ponto G enquanto o polegar girava no grelinho. Ana se contorcia, os joelhos fraquejando. - Isso... assim... ai meu Deus, que gostoso... Ele a virou de frente pra parede, empinou aquela bunda e ajoelhou. A língua quente lambeu do cu até a buceta, chupando forte, sugando os sucos que escorriam. Ana gritava: - Chupa meu cu... vai... enfia a língua no meu cu... ahhhhh! A língua dele entrava no cuzinho apertado, enquanto os dedos fodiam a buceta sem parar. Ela gozou pela primeira vez, tremendo, apertando a cabeça dele contra a bunda. - Tô gozandooooooo...aiiiiii caralho... continua chupando... Ainda tremendo, Ana se virou, caiu de joelhos e abriu a calça dele. A pica saltou, grossa, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Era enorme. - Que pica linda... – ela murmurou, babando. Enfiou na boca gulosa, chupando fundo, garganta relaxando pra engolir quase tudo. As bolas batiam no queixo dela enquanto ela mamava com fome, olhando pra cima com olhos pidões. - Isso... mama minha pica, sua vadia gostosa... – ele gemia, segurando o cabelo dela. Ela babava inteiro, cuspia, lambia as bolas, voltava pra glande inchada. Depois levantou, virou de costas e empinou. - Me fode agora. Enfia essa pica grossa na minha buceta. Ele não esperou. Posicionou a cabeça na entrada melada e meteu tudo de uma vez. Ana gritou de prazer e dor misturados: - Aaaaiii... que delícia... me rasga... fode fundo! As estocadas eram brutais. O som molhado de pica entrando na buceta encharcada ecoava no apartamento. Ele segurava os quadris dela, batendo forte, as bolas estalando na bucetinha. - Toma... toma essa pica toda... sua buceta tá apertando pra caralho... Ana rebolava pra trás, encontrando cada investida. - Mais forte... me fode como uma puta... aiiiiiii... aiiiiiiii... vou gozar de novo... Ele metia sem parar, uma mão descendo pra esfregar o grelinho. Ela explodiu, esguichando nos pés dele, o corpo convulsionando. - Tô gozandooooooo... porraaaaaa... não para, não para, vaaaaai caralho, vaaaai... Ele puxou a pica, virou ela de frente, levantou uma perna e meteu de novo, olhando nos olhos. Os peitos dela pulavam a cada estocada. Beijavam com desespero, gemendo na boca um do outro. - Quero gozar no seu cu... – ele pediu, rouco. Ana sorriu safada, virou e empinou de novo, abrindo as bandas. - Vem... arromba meu cuzinho... Ele cuspiu na pica, pressionou a cabeça no cuzinho apertado e foi entrando devagar. Ana gemia desesperada: - Devagar... aiiiiiii que gostoso... vai enfiando... abre meu cuuuuuuu... Quando estava todo dentro, ele começou a meter com força. A buceta dela pingava, escorrendo pelas coxas. Ele alternava, tirava do cu e metia na buceta, depois voltava pro cu. Ana delirava: - Me usa... fode meus dois buracos... sou sua putinha hoje... O ritmo ficou animal. Ele segurava os cabelos dela como rédea, metendo fundo. Os gemidos viraram gritos: - Aaaahhh... tá tão fundo... goza pra mim... enche meu cu de porra... Ele não aguentou. Com um urro, enterrou tudo no cuzinho e gozou forte, jatos quentes enchendo o intestino dela. Ana gozou junto, apertando o cu na pica dele. Ficaram ofegantes, suados, colados. A pica ainda latejava dentro dela. Ele saiu devagar, um fio de porra escorrendo do cu arrombado pra buceta. Ana virou, beijou ele de leve. - A pizza esfriou... mas valeu cada segundo. Ele riu, ainda com a pica semi-dura. - Posso entregar pessoalmente sempre que quiser. Ela fechou a porta depois que ele saiu, o corpo marcado, buceta e cu latejando de prazer. Deitou no sofá, comeu a pizza fria com um sorriso safado, já pensando no próximo desafio.
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