O alívio da ansiedade da irmã, era abraçar pelada com o irmão!
Larissa sentia o coração bater mais forte toda vez que se deitava na cama do irmão. Aos 20 anos, ela ainda lidava com aqueles ataques de ansiedade que surgiam do nada, como um soco no peito. Douglas, com seus 18 anos, era o porto seguro. Sempre fora. Os dois cresceram grudados, rindo das mesmas bobagens, dividindo segredos. Mas ultimamente as coisas tinham mudado de um jeito perigoso e delicioso. Aquela noite estava quente. O quarto dele, com a janela entreaberta deixando entrar uma brisa fraca, cheirava a sabonete e desejo reprimido. Larissa tirou a camisola fina e ficou completamente pelada, sentindo o ar tocar sua pele arrepiada. Douglas já estava deitado, também sem nada, o corpo jovem e definido iluminado só pela luz fraca do abajur. O pau dele já estava meio duro, encostando na barriga, como sempre acontecia quando ela se aproximava. - Vem cá, mana... você tá tremendo de novo? – ele murmurou, abrindo os braços. Ela se encaixou nele, peito contra peito, as pernas se entrelaçando. Os seios macios dela pressionavam o tórax dele, e Larissa sentiu o calor da pele nua do irmão como um cobertor vivo. Os abraços pelados tinham começado há uma semana. No começo era só conforto. Agora era outra coisa. Uma tensão gostosa que crescia a cada noite. Douglas a apertou mais forte, uma mão descendo pelas costas dela até parar na curva da bunda redonda. O pau dele endureceu completamente, latejando contra a coxa dela. - Porra, Lari... tô com muita vontade hoje. Desculpa, mas não consigo evitar – ele confessou baixinho, a voz rouca de tesão. Ela sentiu um calor subir pela buceta só de ouvir. A xoxota já estava molhada, o grelinho inchadinho roçando de leve na pele dele. - Tudo bem, Doug... coloca ele entre as minhas coxas. Vem, abraça por trás – ela sussurrou, virando de lado. Ele obedeceu rápido, se encaixando por trás como uma colher. O pau grosso e quente deslizou entre as coxas macias dela, a cabeça roçando direto na entrada molhada da buceta. Larissa soltou um gemidinho baixo quando sentiu a pica dele ali, quente, pulsando. - Assim? – ele perguntou, a voz tremendo de excitação. - Isso... esfrega devagar. Tá gostoso pra caralho. Douglas começou a mover os quadris, devagar no começo. A pica deslizava pra frente e pra trás, lambuzando as coxas dela com o pré-gozo que escorria da ponta. Cada movimento fazia a cabeça do pau roçar no grelinho inchado de Larissa, enviando choques de prazer pro corpo inteiro dela. - Ahhh... mana, sua coxa tá tão quente... tão molhada – ele gemeu, apertando um seio dela com força, beliscando o bico duro. Larissa empurrou a bunda pra trás, sentindo a pica dele pressionar mais fundo entre as pernas. O roçar na buceta estava deixando ela louca. - Continua, Doug... não para. Tá roçando bem no meu grelinho... porra, que delícia. Os movimentos dele ficaram mais firmes. O pau grosso ia e voltava, o saco batendo de leve na pele dela. Larissa sentia o cheiro de sexo no ar, misturado com o suor dos dois corpos colados. Ela estava encharcada, o melzinho escorrendo pela coxa e lubrificando a pica do irmão. De repente, Douglas parou, respirando pesado. - Desculpa, Lari... eu não queria fazer isso... tá errado, né? Larissa virou o rosto, olhando pra ele com os olhos cheios de tesão. - Tá tudo bem, irmão. Eu quero. Continua esfregando essa pica gostosa na minha buceta. Por favor... Ele gemeu alto e voltou a meter entre as coxas, agora mais rápido. O quarto encheu de sons molhados: o pau deslizando na carne quente e molhada, os gemidos baixos dos dois. Mas Larissa queria mais. Ela virou de frente pra ele, ainda abraçados, e guiou a cabeça dele pros seus seios. - Chupa meu peito primeiro... depois desce. Douglas obedeceu como um faminto. A boca quente dele engoliu um mamilo, sugando forte enquanto a mão apertava o outro seio. Larissa arqueou as costas, gemendo desesperada. - Aiiiii, Doug... assim... chupa mais forte, caralho! Ele desceu devagar, beijando a barriga, lambendo o umbigo, até chegar na buceta depilada e brilhando de tesão. Larissa abriu as pernas, segurando a cabeça dele. - Me chupa, irmão... enfia essa língua na minha bucetinha. Douglas mergulhou o rosto ali. A língua quente lambeu toda a extensão da xoxota, saboreando o mel doce e salgado. Ele chupou o grelinho com vontade, sugando como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. - Hmmmm... que buceta gostosa, mana... tá encharcada pra mim – ele murmurou entre as pernas dela. Larissa agarrou os lençóis, o corpo tremendo. - Ahhh! Isso... chupa meu grelinho... assim, porra! Não para! Ele enfiou a língua dentro da buceta, fodendo ela com a boca enquanto o nariz roçava no clitóris. Os gemidos de Larissa ficaram mais altos, desesperados. Ela rebolava contra o rosto dele, segurando o cabelo do irmão. - Doug... meu irmão... tá me deixando louca... aiiiiii, caralho, vou gozar na sua boca! Ele não parou. Chupava mais forte, dois dedos entrando na buceta apertada, curvando pra acertar o ponto G enquanto a língua batia no grelinho sem piedade. Larissa sentiu o orgasmo subir como uma onda gigante. - Ahhhhhh! Tô gozandoooooo! Porra, Doug, tô gozando na sua boca! O corpo dela convulsionou, a buceta apertando os dedos dele, jorrando mel na língua do irmão. Douglas lambeu tudo, guloso, sem desperdiçar uma gota. Mas ele ainda estava duro pra caralho. Larissa puxou ele pra cima, abraçando forte, os corpos pelados colados de novo. O pau latejante voltou entre as coxas dela. - Agora mete entre as minhas pernas de novo... quero sentir você gozar. Douglas posicionou a pica e começou a foder as coxas dela com força, o pau roçando direto na buceta molhada. Os dois se beijavam com fome, línguas enroladas, gemendo na boca um do outro. - Mana... sua buceta tá tão quente... tô quase... – ele grunhiu. - Goza pra mim, irmão... goza bastante nessa coxa... quero sentir seu leitinho quente escorrendo. Os movimentos ficaram frenéticos. A cama rangia, os corpos suados batendo. Larissa apertava as coxas em volta da pica dele, aumentando a pressão. - Ahhh, porra! Lari... tô gozandooooooo! Douglas soltou um gemido longo e desesperado quando o orgasmo bateu. Jatos grossos de porra quente explodiram entre as coxas dela, escorrendo pela pele, lambuzando a buceta e a coxa inteira. Ele continuou se movendo, espremendo até a última gota, o pau pulsando forte. - Isso... goza tudo, Doug... que delícia sentir você gozando assim... Eles ficaram abraçados, ofegantes, o pau amolecendo devagar entre as coxas meladas de gozo. Larissa sentia o esperma quente escorrendo devagar pela perna, pingando nos lençóis. Era uma sensação íntima, proibida e viciante. - Eu te amo, mana... isso foi... foda – ele sussurrou, beijando o pescoço dela. - Eu também te amo, irmão. E amanhã a gente repete... quero mais. Eles adormeceram assim, pelados, colados, o cheiro de sexo pairando no quarto como uma promessa para as próximas noites.
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