A Ana sempre soube que era diferente. Com apenas dezenove anos, a hipersexualidade que os médicos diagnosticaram não era só uma palavra no papel – era fogo correndo nas veias dela o dia inteiro. Todo toque, todo olhar, toda fantasia fazia a bucetinha dela latejar de desejo. E naquele dia, o universo finalmente conspirou a favor. As aulas da faculdade tinham sido canceladas de última hora. Ana se despediu dos pais e do irmão com um sorriso inocente, acenando enquanto o carro saía da garagem. No segundo em que o portão fechou, o coração dela disparou. Pegou o celular com as mãos tremendo de ansiedade e ligou pro Lucas, o cara que ela vinha secando no app há semanas. - Vem agora, amor. Tô sozinha em casa. Me fode logo que eu não aguento mais esperar. Ele não pensou duas vezes. Quinze minutos depois, Lucas entrava pela porta dos fundos, já com o pau meio duro dentro da calça jeans. Mal trocaram um oi. Ana pulou no pescoço dele, beijando com fome, língua enrolando na dele enquanto as mãos dele apertavam a bunda redonda dela por baixo do shortinho curto. Eles nem chegaram no quarto. Caíram no sofá da sala, aquele mesmo sofá de couro marrom onde a família toda via Netflix nas noites de pizza. Ana tirou a blusa dele rapidinho, passando as unhas no peito definido. Lucas puxou o short dela pra baixo, revelando a bucetinha depilada, já brilhando de tesão. - Caralho, Ana, você tá encharcada. Olha essa buceta gulosa pingando pra mim. Ela gemeu alto, abrindo as pernas sem vergonha. - Chupa ela, Lucas. Enfia essa língua gostosa na minha xoxota quente. Ele se ajoelhou no chão, segurando as coxas dela abertas e mergulhou o rosto. A língua dele lambeu o grelinho inchado devagar no começo, depois mais rápido, sugando o clitóris enquanto dois dedos entravam fundo na buceta apertada. Ana rebolava contra a cara dele, segurando os cabelos dele com força. - Aiiiiiii, porra... assim... chupa meu grelinho, caralho... tô louca pra gozar na sua boca! Os gemidos dela ecoavam pela sala vazia. O som molhado da língua dele na buceta dela enchia o ambiente. Lucas enfiava os dedos mais fundo, curvando pra acertar o ponto G, enquanto chupava o grelinho com voracidade. Ana convulsionou, gozando pela primeira vez com um grito desesperado. - Aaaahhh! Tô gozandoooooo... fodeeeee vaai... não para! O corpo dela tremia inteiro, suco escorrendo pelo queixo dele. Mas não era suficiente. Ana empurrou ele pro sofá, abriu a calça dele e puxou aquela pica grossa pra fora. Veia pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. - Olha esse pauzão... que delícia. Ela engoliu tudo de uma vez, garganta fundo, babando enquanto chupava com fome. Lucas gemia, segurando a cabeça dela. - Isso, engole minha pica, vadia. Engole até o talo. Ana babava, olhos lacrimejando, mas não parava. Subia e descia a boca, lambendo as bolas, depois voltando pro pau. Quando ele não aguentou mais, puxou ela pro colo e enfiou a pica na buceta quente de uma vez só. - Aaaaiiii! Que pau gostoso... me arromba! Eles foderam no sofá primeiro, ela cavalgando devagar, sentindo cada centímetro esticando as paredes da xoxota. Depois ele colocou ela de quatro no chão da sala, metendo forte por trás, bolas batendo na buceta molhada. - Toma essa pica, Ana. Sente como tá fundo no seu cu quase. Ele alternava, metendo na buceta e roçando o dedo no cuzinho apertado. Ana rebolava contra ele, suando, cabelos grudados na testa. - Enfia o dedo no meu cu enquanto me fode... aiiiiiii, que tesão! Eles mudaram pra mesa de jantar. Lucas deitou ela de costas, pernas abertas, e meteu com força, os peitos dela balançando a cada estocada. O som de pele contra pele era obsceno, molhado, alto. Ana gemia sem parar. - Mais forte! Me rasga com essa pica grossa! Tô muito putinha hoje! Depois contra a janela grande da sala, com vista pro jardim. Qualquer vizinho poderia ver, mas ela não ligava. Lucas segurava os quadris dela e socava pra cima, enquanto ela rebolava descendo. O suor escorria pelos corpos. O sofá já estava marcado de fluidos. Finalmente, ela o empurrou de volta pro sofá e montou nele de frente. - Agora eu vou rebolar nesse pau até você gozar dentro de mim. Ana começou devagar, sentindo a pica preencher tudo. Depois acelerou, rebolando o quadril como uma cachorra no cio, subindo e descendo com força. Os peitos dela pulavam, bunda batendo nas coxas dele. O som era molhado, obsceno. - Aiiiii, caralho... que delícia... rebola mais, vadia... aperta essa buceta no meu pau. Ela gemia alto, desesperada. - Tô louca... esse pau tá me matando de prazer... aaaahhh... vou gozar de novo! O ritmo ficou frenético. Ana suava inteiro, o corpo brilhando, rebolando sem parar. A buceta apertava a pica dele, sugando, molhada pra caralho. Lucas apertava os mamilos dela, batia de leve na bunda. - Rebola gostoso, Ana. Mostra como você é safada. Ela estava tão imersa no prazer que nem ouviu o barulho do carro estacionando. Nem a chave na porta. Só sentiu o pau latejando dentro dela, o orgasmo se aproximando de novo. De repente, a porta da sala se abriu. - Ana?! Que porra é essa?! A voz do pai explodiu como um trovão. A mãe ao lado, olhos arregalados de choque. Ana, no auge do tesão, rebolou mais duas, três vezes involuntariamente, a buceta ainda apertando a pica do Lucas enquanto o corpo tremia. - Aaaahhh... porra... Só então ela parou, olhos encontrando os pais. Lucas empurrou ela pra o lado, pica ainda dura saindo da buceta com um som molhado, e correu pra porta dos fundos, calça na mão, seminu. Ana ficou ali, nua, suada, buceta inchada e vermelha, gozo escorrendo pelas coxas. Pegou as almofadas do sofá correndo e cobriu o corpo fodido. O silêncio que veio depois foi mortal. Os pais não gritaram mais. Só olharam com decepção profunda. O pai murmurou algo baixo. - Vai pro seu quarto. Agora. Ana obedeceu, pernas bambas, corpo ainda pulsando de prazer misturado com vergonha. O sofá da sala, testemunha de tantas noites inocentes, agora cheirava a sexo cru, suor e gozo. Nos dias seguintes, a casa virou um gelo. Os pais mal falavam com ela, só o básico: - Passa o sal. - Hora do jantar. A mesada sumiu por semanas. O irmão olhava estranho, sabendo que algo grave tinha rolado, mas sem detalhes. Mas Ana, mesmo com a vergonha queimando o rosto, não conseguia parar de pensar naquilo. À noite, sozinha na cama, a mão descia pra bucetinha ainda sensível, relembrando o pau do Lucas esticando ela, o rebolado desesperado, o risco de ser pega. O orgasmo vinha forte, gemidos abafados no travesseiro. - Porra... que tesão... mesmo sendo pega, eu rebolaria mais se pudesse... A hipersexualidade não perdoava. E no fundo, ela sabia que arriscaria de novo.
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