Minha mãe pelada na minha cama!



- Filho, você tá com uma cara estranha hoje. Dormiu bem? – ela perguntou com aquele sorriso safado, inclinando o corpo um pouco pra frente enquanto mexia no café, os mamilos duros marcando o tecido fino do cropped como se pedissem pra serem chupados.
Eu senti o sangue subir pro rosto e pro pau ao mesmo tempo. Respondi qualquer coisa gaguejando e saí correndo pra escola, mas a imagem dela pelada na minha cama ontem não saía da cabeça. Aqueles peitos enormes, pesados, balançando enquanto ela apertava os bicos e cheirava meu travesseiro. A buceta depilada brilhando, as coxas grossas abertas. Eu passei o dia inteiro com a pica latejando dentro da calça, imaginando o que teria acontecido se eu tivesse entrado.
Quando voltei pra casa à tarde, a casa estava silenciosa. Fui pro quarto e ela tava lá de novo. Dessa vez sentada na beira da minha cama, usando só uma camisola fina que mal cobria a bunda redonda. Os cabelos loiros soltos, os olhos azuis brilhando com uma mistura de vergonha e tesão.
- Oi, meu amor... eu... eu preciso te contar uma coisa – ela disse baixinho, mordendo o lábio inferior.
Eu fechei a porta atrás de mim, o coração martelando. Meu pau já tava meia-bomba só de olhar pra ela.
- Eu sei o que você viu ontem, filho. Eu... eu não consegui me controlar. Seu cheiro no travesseiro me deixa louca. Faz tempo que eu penso em você desse jeito. Toda vez que te vejo saindo do banho com aquela toalha... eu fico molhada.
Ela abriu as pernas devagar, mostrando a buceta inchada, os lábios carnudos brilhando de tesão. O grelinho tava protuberante, pedindo atenção.
- Olha o que você faz comigo... – ela sussurrou, passando o dedo devagar pela fenda molhada.
Eu não aguentei. Joguei a mochila no chão e me aproximei. Ela pegou minha mão e colocou direto naqueles peitos macios e pesados.
- Aperta, filho. Aperta os peitos da mamãe bem forte. Eu sei que você sempre quis isso.
Meus dedos afundaram na carne quente. Os mamilos eram grossos, duros como pedrinhas. Ela gemeu alto quando eu belisquei um.
- Aaaahhh... isso, aperta mais. São seus agora.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e enfiei o rosto naquela buceta cheirosa. O gosto era doce e salgado ao mesmo tempo, o mel escorrendo pela minha língua enquanto eu chupava o grelinho com fome. Ela agarrou meus cabelos, empurrando minha cabeça mais fundo.
- Isso, meu filhote... chupa a buceta da mamãe. Lambe tudo, vai... aaaahhh porra, que língua gostosa!
Eu metia a língua bem fundo, sentindo as paredes dela apertarem, sugando meu rosto. Ela rebolava desesperada, gemendo cada vez mais alto.
- Hummm... filho... você tá me comendo com a boca tão bem... eu vou gozar... aaaaiiiiii caralhooo!
O corpo dela tremeu inteiro, as coxas apertando minha cabeça enquanto jatos quentes de gozo molhavam meu queixo. Eu continuei chupando até ela parar de tremer.
Ela me puxou pra cima e me beijou com vontade, enfiando a língua na minha boca, sentindo o próprio gosto.
- Agora tira essa calça. Quero ver essa pica que eu criei.
Eu obedeci rápido. Meu pau pulou pra fora, duro, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
- Nossa... que pica grande e grossa. Igual do seu pai, mas maior. Vem, filho. Deixa a mamãe cuidar dela.
Ela se ajoelhou no chão do quarto, aqueles peitos enormes balançando, e engoliu minha rola até o fundo da garganta sem aviso. O calor molhado me fez gemer.
- Porra, mãe... que boca gulosa...
Ela tirou só pra falar, babando no pau.
- Você gosta, né? Mamãe chupando sua pica gostosa. Engolindo tudo, olha... – e voltou a mamar com força, as bochechas afundando, os olhos lacrimejando enquanto engasgava na grossura.
Eu segurava a cabeça dela, fodendo sua boca com estocadas profundas. O barulho molhado de gluck gluck enchia o quarto.
- Isso, engole a pica do seu filho, vadia. Chupa mais fundo.
Ela gemia com a boca cheia, vibrando no meu pau. Eu sentia as bolas apertando, mas não queria gozar ainda.
Puxei ela pra cama, joguei de quatro e abri aquela bunda grande. A buceta pingava, o cu piscando rosado.
- Qual você quer primeiro, mãe? – perguntei, esfregando a cabeça da pica na entrada dela.
- Os dois, filho. Mas começa enfiando nessa buceta que pariu você. Me fode bem forte.
Eu meti tudo de uma vez. A buceta quente me apertou como um punho molhado. Ela gritou de prazer.
- Aaaaiiiiii que pica grossa! Me rasga, filho! Fode a mamãe bem fundo!
Comecei a estocar forte, minhas bolas batendo na buceta dela. O barulho de carne contra carne era obsceno. Peguei os cabelos loiros dela como rédea e puxei pra trás enquanto metia.
- Toma, sua puta. Essa buceta é minha agora. Vou te encher de porra todo dia.
- Sim! Sou sua puta, filho! Fode sua mãe como uma cadela no cio! Mais forte... aaaahhh porraaa... tô gozando de novo!
O corpo dela convulsionava, a buceta esguichando no meu pau. Eu continuei metendo sem parar, sentindo o cu dela piscar contra minha virilha.
Depois de fazer ela gozar mais duas vezes na buceta, tirei e apontei pro cu.
- Agora esse cuzinho virgem. Relaxa pra mim.
Cuspi na rola e empurrei devagar. Ela gemeu alto, misturando dor e prazer.
- Devagar... aaaahh... tá entrando... que delícia... fode o cu da mamãe também!
Quando entrei tudo, comecei a bombear. O cu dela era mais apertado que a buceta, sugando minha pica.
- Porra, que cu gostoso! Tá me apertando tanto...
Ela rebolava pra trás, pedindo mais.
- Mete tudo, filho! Rasga esse cu! Eu quero sentir você gozando lá dentro!
Eu metia como um animal, os peitos dela balançando pra baixo, o suor escorrendo. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada.
- Vou gozar, mãe... onde você quer?
- Dentro do cu! Enche o cuzinho da mamãe com sua porra quente!
Com um rugido eu explodi, jatos grossos enchendo o intestino dela. Ela gozou junto, o cu apertando meu pau ritmicamente.
Caímos na cama, ofegantes, meu pau ainda dentro dela. Depois de um tempo ela virou, me beijou e sussurrou:
- Isso foi só o começo, filho. Amanhã quero que você me foda na cozinha, no sofá, em todo canto dessa casa. Eu sou sua agora. Sua milf particular pra usar quando quiser.
A gente continuou a noite toda. Eu comi ela de novo na posição missionário, vendo aqueles peitos enormes pulando enquanto eu metia fundo. Depois ela sentou na minha pica e cavalgou como uma louca, gemendo desesperada:
- Olha como eu quico na pica do meu filho... aaaahhh... que delícia... me enche de novo!
Gozei dentro da buceta dessa vez, misturando as porras. Ela lambia meu pau limpo depois, adorando o gosto.
- Hum... porra de filho é a melhor coisa do mundo.
A gente dormiu abraçados, pelados, e acordamos no meio da noite pra mais uma rodada. Eu acordei com ela chupando meu pau duro de novo.
- Não consigo parar... quero mais... – ela disse com a voz rouca de tanto gemer.
Eu a virei de lado, levantei uma perna e meti na buceta por trás, apertando aqueles peitos enquanto mordia o pescoço dela.
- Toma mais pica, vadia. Essa buceta não vai descansar hoje.
Os gemidos dela ecoavam pela casa vazia:
- Isso... assim... me fode... sou sua puta... aaaaiii caralhooo... goza comigo!
A intensidade era absurda. Cada estocada era mais forte que a anterior. Eu alternava entre buceta e cu, às vezes enfiando os dedos no outro buraco. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo, lágrimas de prazer escorrendo.
De manhã, quando o sol entrava pela janela, ela tava de quatro na cama de novo, bunda empinada.
- Vem, filho. Me usa mais uma vez antes de você ir pra escola. Quero andar o dia todo com sua porra escorrendo.
Eu meti fundo, segurando a cintura larga dela, batendo forte até gozar mais uma vez. Quando saí, um fio branco escorreu da buceta inchada.
Ela virou, me deu um beijo demorado e disse:
- Te amo, meu garoto. E amo essa pica também. Volta logo pra casa que a mamãe vai estar esperando molhada.
Eu saí pro ônibus com as pernas fracas, o cheiro dela ainda no meu corpo, sabendo que minha vida tinha mudado pra sempre. A milf loira que era minha mãe agora era minha amante insaciável, e eu mal podia esperar pra voltar e foder ela de novo, sem parar, explorando cada buraco, cada gemido desesperado que ela dava só pra mim.
Depois daquela primeira noite selvagem, os dias seguintes viraram uma maratona de sexo proibido. Toda manhã, antes de eu sair, ela me esperava na cozinha com o shortinho mínimo, sem calcinha, e eu a fodia por cima da mesa.
- Rápido, filho... mete logo antes do café ficar frio – ela sussurrava, abrindo as pernas.
Eu enfiava a pica dura na buceta quente e metia rápido, os peitos dela pulando dentro do cropped enquanto ela mordia a mão pra não gritar muito alto.
- Aaaahh... que delícia... goza dentro, enche a mamãe...
Eu gozava forte e ela sentava de novo, sentindo a porra escorrer enquanto tomava café como se nada tivesse acontecido.
Na volta da escola, ela me recebia pelada na sala. Uma vez me fez sentar no sofá e sentou de costas, cavalgando devagar no começo, depois quicando loucamente.
- Olha como eu quico nessa pica grossa... hummm... tá batendo no fundo do meu útero... aaaaiii... vou gozar de novo!
Eu apertava a bunda dela, abrindo as nádegas, enfiando o polegar no cu enquanto ela rebolava.
- Isso, mãe... rebola gostoso. Mostra pra mim como você é safada.
Ela gemia sem parar, o suor brilhando na pele loira, os cabelos grudados no rosto. Quando gozava, o corpo inteiro tremia, a buceta esguichando no meu colo.
A gente fodia no banheiro também. Eu entrava no chuveiro com ela, ensaboava aqueles peitos enormes, chupava os mamilos enquanto enfiava dois dedos na buceta e um no cu.
- Me fode aqui embaixo d'água, filho. Quero sentir você me arrombando.
Eu a levantava contra a parede, as pernas dela em volta da minha cintura, e metia fundo, a água quente caindo sobre nós. Os gemidos ecoavam no box.
- Porra... que pica... me rasga... aaaahhh filho da puta gostoso... me fode mais!
Eu gozava dentro e deixava ela de joelhos chupando o resto, limpando tudo com a língua gulosa.
À noite era o melhor. A gente experimentava tudo. Eu amarrei os pulsos dela na cabeceira da cama uma vez e comi os dois buracos alternadamente, horas seguidas.
- Você é minha agora, mãe. Essa buceta e esse cu são propriedade do seu filho.
- Sim... sou sua escrava sexual... me usa... me humilha... me fode até eu não aguentar mais!
Eu metia no cu dela enquanto enfiava um vibrador (que ela tinha escondido) na buceta. Ela gritava de prazer, o corpo convulsionando em orgasmos múltiplos.
- Aaaaiiii... tô gozando pelos dois buracos... caralhooo... não para!
O lençol ficava encharcado de suor, gozo e squirt. O cheiro de sexo impregnava o quarto inteiro.
A gente criava diálogos cada vez mais chulos durante o sexo.
- Olha essa buceta inchada, mãe. Tá toda vermelha de tanto apanhar da minha pica.
- É porque eu amo quando você me arromba, filho. Mete mais, destrói ela. Quero ficar andando torto amanhã.
Eu batia na bunda dela forte, deixando marcas vermelhas.
- Toma tapa nessa bunda grande. Você merece por ficar cheirando meu travesseiro como uma vadia no cio.
- Sim... me bate... sou uma vadia... a vadia do meu próprio filho!
A intensidade só aumentava. Uma tarde ela me ligou da escola dizendo que tava com saudades. Quando cheguei, ela tava de quatro na minha cama, cu empinado, já lubrificado.
- Vem comer o cu da mamãe logo. Eu me preparei o dia inteiro pensando nisso.
Eu meti sem dó, fodendo o cu apertado com estocadas brutais. Ela gemia no travesseiro, o mesmo que ela cheirava antes.
- Mais fundo... quebra meu cu... aaaahhh... tô sentindo suas bolas batendo... que delícia!
Depois de gozar no cu, eu a fiz sentar na minha cara pra eu lamber tudo, misturando meu gozo com o mel dela.
- Lambe seu próprio gozo do cu da mamãe, filho. Que safado...
A gente gozava juntos várias vezes por noite. Eu perdia a conta dos orgasmos dela. Os gemidos desesperados viravam uivos:
- Aaaaiiii... tô gozando de novo... porra... não aguento mais... mas não para... me fode até eu desmaiar!
A cada dia uma nova posição, um novo jeito de usar o corpo dela. Na varanda à noite, com risco de serem vistos. No carro estacionado. Até na lavanderia, enquanto ela lavava roupa, eu a fodia por trás contra a máquina.
- Olha como a máquina treme junto com a gente... mete mais... aaaahhh!
Os diálogos eram sempre cheios de sacanagem:
- Essa pica é viciante, filho. Não consigo mais viver sem ela dentro de mim.
- Então abre as pernas sempre que eu quiser, sua puta loira. Essa buceta pariu ela, agora serve pra ela me satisfazer.
A riqueza de detalhes era infinita: o jeito que os peitos dela balançavam, o suor escorrendo entre eles, o gosto salgado da pele, o cheiro forte de buceta excitada, o barulho molhado das estocadas, os tremores nas coxas grossas, o jeito que o cu dela piscava depois de ser arrombado, o fio de porra escorrendo pelas pernas...
Era uma obsessão mútua. Eu acordava com ela mamando, dormia com a pica dentro dela. A intensidade era tal que às vezes a gente mal conversava normal, só fodia e gemia.
- Eu te amo, mãe... mas amo mais te foder.
- Eu também, filho... agora cala a boca e mete nessa buceta que tá pingando por você.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Minha mãe pelada na minha cama!

Codigo do conto:
265392

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/06/2026

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