Era o aniversário de Francisco e a irmã mais velha, a Julia, decidiu levar o irmão caçula para um cruzeiro daqueles de luxo, só os dois para comemorar. Eles sempre foram próximos pra caralho, dividiam cama desde pequenos, confidências, tudo. Mas nessa viagem o clima esquentou de um jeito que ninguém esperava. Dois horas depois do check-in, ele abriu a porta da cabine e pegou a Julia se trocando. Ela estava de topless, os seios grandes, pesados, com aqueles mamilos rosados e arrepiados balançando livres enquanto ela puxava o vestido. Eram perfeitos, cheios, naturais, com um leve caimento que deixava qualquer um louco. Ele ficou parado, olhando, sentindo a pica já começando a inchar dentro da bermuda. Ela virou, viu o olhar dele e sorriu safada, sem cobrir nada. - Para de me olhar assim, seu pervertido... vira de costas e finge que não viu esses meus peitos grandes, vai. Ele virou, mas o pau já estava meio duro, latejando. Ela riu baixinho e terminou de se arrumar. No jantar, a Julia apareceu com uma blusa decotada pra porra, quase não segurando aqueles melões. Os amigos deles no cruzeiro não paravam de olhar. Ele estava sentado do lado dela, debaixo da mesa a mão dela roçava na coxa dele de propósito. A pica dele estava dura pra caralho, latejando, marcando a calça. Ele pensava: "Será que minha irmã tá querendo mesmo ou é só pra me zoar?" Depois do jantar subiram pro convés superior fumar um baseado. A noite estava quente, o mar calmo, luzes do cruzeiro brilhando. Eles sentaram num canto mais escuro, passando o beck. Julia estava mais solta, abraçando ele forte. - Caralho, mano, você cresceu tanto... olha esse corpo agora. Tô orgulhosa de ti, meu irmãozinho. Enquanto falava, ela se apertava contra ele. O peito grande dela escapou do vestido de uma vez, o mamilo roçando no braço dele. Ela não cobriu, só sorriu e deixou ali, roçando. Ele não aguentou e colocou a mão, apertando aquele seio macio, pesado, sentindo o mamilo endurecer na palma. A pele era quente, suave, com um cheiro de perfume misturado com suor leve da noite. A pica dele estava explodindo de tão dura. - Isso, aperta gostoso... você sempre quis tocar nesses peitos né, safado? - ela sussurrou no ouvido dele, voz rouca. Eles ficaram assim um tempo, ele amassando os peitos dela, ela gemendo baixinho no pescoço dele. O baseado rodando, a cabeça girando. Nunca ele tinha se sentido tão atraído sexualmente na vida. Os peitos dela eram tudo: cheios, pesados, perfeitos pra mamar e apertar. Quando voltaram pro quarto, ele foi pegar mais comida no buffet. Voltou e encontrou a Julia deitada na cama, só de calcinha fio-dental preta, fingindo dormir. O corpo dela todo exposto: pernas abertas levemente, a buceta marcando o tecido fino, os seios caídos pro lado, mamilos duros. Ele trancou a porta, coração batendo forte, e se aproximou. Começou passando a mão devagar nas coxas dela, subindo. A pele era quente, macia. Ela não se mexeu, mas a respiração acelerou. Ele apertou os peitos, chupou um mamilo devagar, sentindo o gosto salgado de pele. A mão desceu, passou por cima da calcinha, sentindo a buceta quente e já molhada. - Julia... você tá acordada né, sua safada? - ele murmurou. Ela abriu os olhos, sorrindo maliciosa. - Tô sim, irmão... vem logo, eu planejei essa viagem toda pra isso. Quero sua pica dentro de mim hoje. Não teve mais conversa. Ele tirou a roupa rápido, a pica grossa, veiosa, já babando pré-gozo. Julia puxou ele pra cima, beijando com fome, línguas se enrolando. Ele chupou aqueles peitos grandes com vontade, mordendo os mamilos enquanto ela gemia. - Aiiii, caralho... mama mais forte, irmão... chupa esses peitos da sua irmã. A mão dele foi pra buceta, puxou a calcinha pro lado. Os lábios estavam inchados, molhados, brilhando. Ele enfiou dois dedos, sentindo o calor apertado, o grelinho duro roçando na palma. Julia rebolava desesperada. - Isso, deda minha buceta... tá encharcada pra você. Ele desceu, abriu as pernas dela e lambeu tudo. O gosto era doce-salgado, viciante. Língua no grelinho, chupando forte, dois dedos entrando e saindo rápido. Julia segurava a cabeça dele, gemendo alto. - Porra, que língua gostosa... me come com a boca, irmão... aiiii caralho, eu vou gozar! Ela gozou pela primeira vez, buceta pulsando, esguichando um pouco na cara dele. O corpo tremendo, peitos balançando. Ele subiu, esfregou a cabeça da pica na entrada molhada e meteu tudo de uma vez. A buceta dela era quente, apertada pra caralho, sugando ele. - Aaaahhh, que pica grossa... me arromba, irmão! Mete fundo! Ele começou a estocar forte, pele batendo em pele, o barulho molhado enchendo o quarto. Os peitos dela pulavam a cada metida. Ele apertava eles, torcia os mamilos. Julia arranhava as costas dele, gemendo desesperada. - Isso, fode sua irmã... mais forte... quero sentir essa pica me destruindo! O cheiro de sexo no ar, suor misturado, o calor dos corpos, o som dos gemidos ecoando na cabine, o mar balançando levemente o navio. Ele metia sem parar, mudando de posição, ela cavalgando com os peitos balançando na cara dele, ele mamando enquanto ela rebolava. Depois de muito tempo, ele sentiu que ia gozar. - Julia, vou encher sua buceta de porra... - Goza dentro, irmão! Me enche toda! Ele explodiu, jatos grossos de sêmen quente enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Julia gozou junto, buceta apertando a pica, leite escorrendo. Mas não parou. Ele tirou a pica ainda dura, virada de porra e melado da buceta. Virou ela de quatro, abriu a bunda grande e macia. O cu dela era rosadinho, piscando. Ele cuspiu, passou a cabeça da pica e começou a forçar. - Aiiiiii, caralho... devagar, dói! - ela reclamou, mas empinava a bunda mesmo assim. Ele empurrou, sentindo o cu apertar forte, resistindo. Centímetro por centímetro, a pica grossa abrindo aquele cuzinho virgem. Julia gemia de dor e prazer misturado. - Porra, meu cu tá bem apertado...sua pica tá me rasgando, irmão... mas não para, me arromba! Ele meteu até o fundo, bolas batendo na buceta molhada. Começou a foder o cu dela com força, cada estocada mais fundo. O cu dela ia se acostumando, ficando mais molhado com o pré-gozo. Julia se acabava, rebolando, gemendo alto. - Aiiiiiiii, aiiiiiii, aiiiiiiii... que dor gostosa... fode meu cuuuuu, mete essa pica grossa no meu rabo! Os gemidos dela eram desesperados, voz rouca. Ele dava tapas na bunda, puxava o cabelo, metia sem dó. O prazer era insano, o cu dela apertando a pica como um punho quente. Ela gozava sem parar, corpo tremendo, squirt escorrendo da buceta enquanto a pica entrava e saía do cu. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, irmão! - ela gritou entre gemidos, voz quebrada de prazer. Ele não aguentou mais. Metendo fundo, gozou forte dentro do cu dela, enchendo o intestino de porra quente. Julia gritava, gozando de novo, cu piscando forte no pau dele. - Aaaahhh, tô gozando com seu pau no cu... caralho! Quando ele tirou a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando, e ela começou a rebolar, empinando. Saiu tudo misturado: porra grossa branca escorrendo junto com o coco mole, marrom-claro, sujando as coxas, a cama, o pau dele. Ela gemia de vergonha e prazer. - Olha o que você fez... me fez cagar com o cu arrombado... tá saindo tudo misturado com sua porra... Ele ficou olhando, excitado pra caralho, enquanto ela rebolava devagar, o cu soltando mais, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o ar. Depois ele limpou os dois no banheiro e eles caíram na cama, suados, melados, rindo safados. A viagem toda foi assim, noites e noites de foda intensa, buceta, cu, boquete, tudo. A Julia virava uma puta pra ele, pedindo pica o tempo todo. O aniversário ficou inesquecível. Eles repetiram tudo várias vezes naquela noite. Depois do primeiro round, ela chupou a pica dele toda melada de porra e merda, lambendo com gosto. - Hum, gosto de cu e porra misturado... sua irmã é uma vadia né? Ele meteu na buceta de novo, devagar dessa vez, sentindo o sêmen anterior lubrificando. Os peitos dela balançavam, ele mordia, chupava, deixava marcas. O grelinho dela inchado, ele esfregava o polegar enquanto metia. Julia gemia sem parar. - Mais fundo... quero sentir suas bolas batendo na minha buceta inchada... Os sons eram molhados, ploc ploc ploc, suor escorrendo pelos corpos. O navio balançava, fazendo as estocadas ainda mais intensas. Ele virava ela de lado, levantava uma perna, metia de lado, apertando o clitóris. Ela gozava de novo, unhas cravadas no braço dele. Depois, mais anal. Dessa vez ele cuspiu bastante, enfiou devagar, sentindo cada veia da pica sendo espremida pelo cu apertado. Julia choramingava de dor no começo. - Dói pra caralho... mas continua... arromba o cu da sua irmã mais velha... Ele acelerou, dando tapas fortes na bunda, deixando vermelha. O cu dela ia abrindo mais, ficando folgado com o uso. Ele metia fundo, girando a pica dentro, sentindo as paredes quentes. O prazer era absurdo, pressão perfeita. Julia se tocava na buceta, dedando o grelinho enquanto levava no cu. - Vou gozaaaar de novo... com esse pau no meu rabo... aaaahhh! Ela squirtou forte, molhando os lençóis. Ele segurou e gozou outra vez no cu, enchendo mais. Quando tirou, o mesmo show: ela rebolando, empinando, soltando porra misturada com coco mole, escorrendo grosso pelas coxas, pingando na cama. O cheiro era forte, animal, mas eles estavam tão excitados que não ligavam. Ele passou o pau na mistura e ela chupou de novo, olhos vidrados. Eles fizeram isso por horas, descansando um pouco, bebendo água, fumando outro beck, e voltando pra foda. Diálogos sujos o tempo todo. - Quero sua pica destruindo minha buceta de novo, irmão. - Abre esse cu pra mim, vadia. - Me enche de porra, faz eu cagar de novo... O gosto salgado do suor nos peitos dela, o cheiro de buceta molhada, o som dos gemidos ecoando, a textura da pele macia, o calor úmido da buceta e do cu, a viscosidade da porra escorrendo, o jeito que o corpo dela tremia em cada orgasmo, os olhos dela revirando de prazer, o cabelo grudado no suor, os lábios inchados da buceta depois de tanta foda. A viagem continuou com mais momentos assim: no banheiro da cabine, no deck tarde da noite escondidos, até na piscina quase vazia uma madrugada. Sempre intensa, sempre chula, sempre com ela se entregando completa pro irmão. No final, os dois sabiam que isso tinha mudado tudo entre eles. Uma conexão proibida, safada, viciante. E o aniversário dele foi o melhor de todos.
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