O sol batia forte naquela tarde quente, e eu estava sozinha em casa com a minha prima Ana Lucia. A piscina brilhava convidando a gente, então colocamos os biquínis mais safados que tínhamos. O meu era um fio dental vermelho que mal cobria a buceta, e o dela era preto, enterrado fundo na bunda redonda e empinada. Entramos na água rindo, brincando de jogar água uma na outra, os peitos quase pulando para fora com os movimentos. Não demorou muito e meu pai chegou. Ele sempre foi um cara forte, com aquele corpo de quem trabalha duro e mantém tudo no lugar. Logo colocou uma sunga preta justa e veio para a piscina. Ana Lucia ficou parada na água, os olhos grudados nele. Eu reparei na hora: ela estava babando pro volume enorme que marcava na frente da sunga dele. A pica do meu pai é grossa mesmo, daqueles cacetes que chamam atenção de longe. - Gostou, hein prima? – eu falei baixinho, chegando perto dela. - Do que? – ela respondeu, fingindo de boba, mas com a voz já rouca. - Do cacete dele, Ana. Olha o tamanho dessa vara. Ela corou, mas não negou. - Enorme... parece uma coisa absurda. Nunca vi um assim. Eu ri, sabendo bem como era. - É enorme mesmo. E ele sabe usar pra caralho. Ficamos mais um tempo na piscina, depois saímos pra tomar sol nas cadeiras. Ana Lucia deitou de bruços, o fio dental completamente enterrado entre as nádegas lisas e bronzeadas. Meu pai foi pra churrasqueira assar carne, mas eu via os olhares dele. Ele não disfarçava: os olhos devoravam nossas bundas, passando de uma pra outra como se quisesse comer as duas ali mesmo. Ele se mexia inquieto, ajeitando a sunga o tempo todo. O cacete dele estava meio duro, marcando grosso e longo dentro do tecido. - Olha o cacete dele, Ana – eu sussurrei. Ela virou a cabeça devagar e não conseguiu mais tirar os olhos. O pau do meu pai latejava visivelmente. Ele percebeu a gente olhando. Deixou a churrasqueira girando e veio deitar de barriga pra cima bem perto, cobrindo o rosto com um chapéu velho. A vara enorme ficou ali, exposta, empinando a sunga como uma tenda. Eu e Ana ficamos com água na boca, as bucetas já latejando. Não aguentamos ficar quietas. Enfiamos ainda mais os biquínis nas bundas, viramos de costa pra ele e empinamos. Ele olhou, ficou inquieto, o cacete dando pulos dentro da sunga. Levantou e veio devagar até perto da gente. Fizemos de conta que não vimos, mas sentíamos o olhar dele queimando nas nossas carnes. Ele parou, respirando pesado. - Caramba... – ele murmurou. Ana Lucia virou o rosto. - O que foi, tio? - Nada, nada... – ele respondeu, mas a voz estava grossa de tesão. Ele voltou pra churrasqueira, terminou a carne, mas o clima já tinha mudado completamente. Saímos do sol e pulamos de novo na piscina. Meu pai não resistiu e entrou também. Começou com brincadeiras, mas eram safadas pra caralho. Ele me agarrou por trás, o corpo colado no meu, e eu senti aquela pica grossa roçando direto na minha bunda. Depois fez o mesmo com a Ana Lucia. A gente ria, mas segurava ele, sentindo o calor da vara latejando. De repente ele arrancou a parte de cima do meu biquíni e jogou longe. Meus peitos pularam livres, os bicos duros. - Pai! – eu falei, mas rindo, tentando segurar ele. Ele ria também, as mãos grandes pegando minha bunda, apertando forte, depois passando pra bunda da Ana. Ela não se conteve. Discretamente, a mão dela desceu e agarrou o pau dele por cima da sunga, apertando. Foi a gota d’água. Ele puxou a parte de cima do biquíni dela também, depois desceu e tirou a de baixo num puxão. Ana Lucia ficou completamente peladinha, a bucetinha lisinha e rosada brilhando molhada. - Tio, você é doido... – ela gemeu, mas não afastou. Ele ergueu ela fácil, colocou sentada na beira da piscina, abriu as pernas dela e grudou a boca na buceta. A língua dele lambeu o grelinho inchado, chupando forte. Eu já sabia como ele era bom nisso. Ana Lucia se entregou toda, jogando a cabeça pra trás. - Ahhh... tio... que boca gostosa... chupa minha bucetinha... – ela gemia. Eu entrei na brincadeira, enfiei a mão por baixo d’água, peguei no pau dele e nas bolas pesadas, massageando. Ele virou ela de costa, empinou aquela bunda e enfiou a língua no cuzinho dela, lambendo fundo. - Hummm... delícia... que cu apertadinho... – ele rosnava entre as chupadas. Ana Lucia tremia, gemendo desesperada. - Aiiiii meu Deus... tio... sua língua no meu cu... estou ficando louca... Ele pegou na minha mão e na dela e nos levou pro colchão jogado na cobertura, à sombra. Tirou minha parte de baixo também. Deitou nós duas lado a lado, abriu nossas pernas e começou a chupar. Alternava: chupava minha buceta, lambia o grelinho, enfiava a língua fundo, depois fazia o mesmo com a Ana. - Duas bucetas gostosas... dois cuzinhos pra mim... – ele murmurava, babando. Mandou eu ficar de quatro e Ana deitar em cima de mim, viradas pra ele. Ficamos assim, duas bundas empinadas, duas bucetas e dois cuzinhos expostos. O safado lambeu tudo. Dava chupadas longas nas bucetas, depois enfiava a língua nos cus, alternando sem parar. Eu não aguentei. O prazer subiu rápido. - Pai... estou gozandooooooo... ahhh porra... – eu gritei, o corpo tremendo. Ele percebeu e lambeu toda minha buceta, engolindo meu gozo quente. Depois veio o melhor. Ele pegou a vara enorme, a cabeça grossa brilhando, e começou a enfiar. Primeiro na buceta da Ana, devagar, abrindo ela. - Tio... que pica grande... está me rasgando... ai que delícia... – ela gemia alto. Ele fodeu um pouco, fundo, depois tirou e enfiou em mim. A sensação de ser preenchida por aquele cacete grosso era insana. - Filha... sua buceta é tão quente e molhada... – ele rosnava, metendo mais forte. Ele queria mais. Tirou e começou a comer o cuzinho da Ana. Empurrou a cabeça devagar, depois meteu fundo. - Meu cuuu... tiooo... está me arrombando... mais fundo... – ela gritava desesperada, a voz rouca. Depois foi minha vez. Ele enfiou no meu cu, metendo com força, as bolas batendo. - Delícia... duas bucetas e dois cuzinhos pra foder... – ele falava sem parar. O tesão estava no máximo. Ele pediu pra Ana sentar na vara dele. Ela obedeceu, posicionou a buceta e desceu devagar, engolindo tudo. - Ahhhhh... tio... está todo dentro... vou goooooozar... – ela gemia, subindo e descendo. Eu me ajoelhei e comecei a mamar as bolas dele, chupando uma por uma, lambendo o saco pesado. Ana acelerou. - Vou gozar tio... aiiiii porra... estou gozando gostoso no seu cacete... – ela berrou, o corpo convulsionando. Ele enterrou tudo e gozou junto, jorrando porra quente dentro da buceta dela. Gemidos altos, desesperados, os dois tremendo. Ele tirou, a porra escorrendo da buceta da Ana. Chupou ela com tudo, lambendo a mistura, depois me chupou também. Descansamos um pouco, suados, ofegantes. Mas eu e Ana não queríamos parar. Quando ele menos esperava, eu comecei a mamar as bolas dele de novo, chupando gostoso, enquanto Ana pegou a vara meio mole na boca e começou a mamar com vontade, enfiando fundo na garganta. - Porra... meninas... vocês vão me matar... – ele gemeu. Ela mamava rápido, a saliva escorrendo, eu lambendo o saco. O cacete dele endureceu de novo. Não demorou e ele deu uma última gozada forte na boca da Ana. - Ahhh... toma toda... – ele grunhiu. Ela engoliu parte, mas eu aproveitei e peguei o resto, lambendo o pau dele, sentindo o gosto salgado da porra misturado. Ficamos os três ali no colchão, exaustos, mas com sorrisos safados no rosto. O sol já estava baixando, mas o tesão daquela tarde ia ficar marcado pra sempre.
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