Minha mãe dormia no quarto, enquanto meu padastro me enchia de porra!
Algumas semanas depois de fazer 18 anos, eu voltei para casa cambaleando de uma festa na casa da minha amiga. A cabeça girava, o corpo quente de álcool e aquela vontade louca que às vezes bate sem aviso. Minha mãe já estava dormindo fazia horas no quarto do fundo do corredor. O padrasto, o Carlos, ainda estava acordado na sala, esparramado no sofá grande assistindo um filme qualquer com o som baixo. Ele sempre me tratou como filha de verdade. Nunca um olhar torto, nunca uma palavra fora do lugar. Mas naquela noite algo diferente aconteceu. Sentei do lado dele, mais perto do que o normal. O vestido curto que eu usava subiu um pouco nas coxas. Senti o cheiro dele, aquele cheiro de homem maduro misturado com cerveja gelada. - Tá tarde, hein filha... tá tudo bem? – ele perguntou baixinho, com aquela voz rouca que sempre me acalmava. Não respondi com palavras. Só me inclinei e colei minha boca na dele. Um beijo quente, molhado, desesperado. Ele congelou por meio segundo, mas depois correspondeu. A língua dele invadiu minha boca, forte, exigente. Minhas mãos foram pro peito dele, sentindo os músculos por baixo da camiseta. - Caralho, menina... o que você tá fazendo? – ele sussurrou entre os beijos, a respiração já pesada. - Eu quero você... agora – respondi, a voz embriagada de tesão e álcool. Ele tentou resistir mais uma vez, mas eu já estava subindo no colo dele, abrindo as pernas por cima das dele. O vestido subiu até a cintura. Senti a pica dele endurecendo rápido debaixo da calça de moletom. Eu me esfreguei ali, sentindo o volume grosso roçando na minha bucetinha que já estava molhada pra caralho. - Sua mãe tá dormindo no quarto, a poucos metros sua maluca e ela pode acordar a qualquer momento.... – ele gemeu baixinho, as mãos apertando minha bunda com força. - Então a gente tem que ser bem safado e bem quietinho... – eu respondi, mordendo o lóbulo da orelha dele. Ele perdeu o resto do controle. Me puxou pra um beijo mais fundo, as mãos grandes subindo por baixo do vestido e puxando minha calcinha pro lado. Os dedos dele encontraram minha buceta inchada, escorregadia. - Porra... você tá encharcada, menina. Que bucetinha quente é essa? Eu gemi baixinho no ouvido dele enquanto dois dedos grossos entravam em mim. Ele mexia devagar, mas firme, roçando o polegar no meu grelinho inchado. Eu rebolava no colo dele, mordendo o ombro pra não fazer barulho. - Aiiii... Carlos... me fode... eu quero sua pica dentro de mim... Ele me levantou um pouco, baixou o moletom e a cueca. A pica dele pulou pra fora, grossa, veiada, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Eu segurei ela com a mão, sentindo o peso, o calor. Era maior do que eu imaginava. - Meu Deus Carlos, olha o tamanho dessa pica... – eu sussurrei, admirada. Ele não aguentou mais conversa. Me puxou pra baixo e encaixou a cabeça grossa na entrada da minha buceta. Eu desci devagar, sentindo cada centímetro abrindo minhas paredes molhadas. Quando ele entrou todo, eu tremi inteira. - Aaaahhh... que delícia... tá me enchendo todinha... – gemi baixinho, quase sem voz. Comecei a cavalgar devagar, sentindo a pica dele roçando fundo, batendo no fundo da minha buceta. O sofá fazia um barulhinho leve, mas a gente tentava ser o mais silencioso possível. O risco de minha mãe acordar e aparecer no corredor deixava tudo mil vezes mais intenso. Carlos apertava minha bunda com as duas mãos, me guiando pra cima e pra baixo. Ele subia o quadril, metendo forte, mas controlado. - Que buceta apertada... caralho... você tá me engolindo inteiro... – ele rosnava no meu ouvido. Eu aumentei o ritmo, rebolando, sentindo o grelinho roçar na base da pica dele a cada descida. Os gemidos escapavam apesar da gente tentar segurar. - Hmmm... aiiii Carlos, mais... mais fundo... me fode gostoso, vaaai... – eu pedia, a voz rouca. Ele me virou de lado no sofá, sem sair de dentro de mim. Uma perna minha pra cima, ele metendo de lado, a pica entrando e saindo com um barulhinho molhado que me deixava louca. A mão dele foi pro meu peito, apertando o mamilo duro por cima do vestido. - Olha como sua bucetinha tá babando na minha pica... tá gostando de foder o padrasto com a mãe dormindo ali, né safada? - Tô... tô amando... me fode mais forte... não para... – respondi, quase chorando de tesão. A posição mudou de novo. Ele me colocou de quatro no sofá, o rosto enfiado numa almofada pra abafar os gemidos. Levantou meu vestido até as costas e meteu de uma vez, fundo. O barulho da pele batendo ficou um pouco mais alto. Eu mordia a almofada. - Aaaaiii... caralho... tá batendo tão fundo... me rasga... – gemi abafado. Carlos segurava meus quadris com força, metendo cada vez mais rápido. A pica dele entrava e saía brilhando com meus sucos. Ele deu um tapa estalado na minha bunda. - Toma... toma essa pica toda... sua putinha... tá tão molhada que tá escorrendo na minha bola... Eu sentia o orgasmo chegando forte. O grelinho pulsava, a buceta apertando ele inteiro. - Vou gozaaaaaar... aiiiii meu Deus... vou gozar na sua pica... – eu avisei, a voz tremendo. - Goza pra mim... aperta essa buceta... – ele mandou, metendo mais fundo ainda. Eu explodi. O corpo inteiro convulsionando, gemendo desesperado contra a almofada. A buceta apertava e soltava a pica dele em espasmos fortes. Ele não parou. Continuou metendo naquele ritmo bruto enquanto eu gozava sem parar. - Isso... goza gostoso... tá me ordenhando... porra... Quando meu orgasmo começou a diminuir, ele me puxou pra cima, me virando de frente pra ele de novo. Sentei no colo, encaixando a pica de volta. Agora cara a cara. Ele me beijava enquanto eu rebolava devagar, sentindo ele latejar dentro de mim. - Eu vou gozar dentro... você quer? – ele perguntou, a voz rouca de tesão. - Quero... ejacula tudo dentro de mim... me enche de porra, vai seu safado... – eu pedi, mordendo o pescoço dele. Ele acelerou, segurando minha bunda, metendo pra cima com força. Os gemidos dele ficaram mais graves. - Aaaahhh... tô gozandoooooo, porra... toma toda... caralho... – ele rosnou. Senti os jatos quentes explodindo fundo dentro da minha buceta. Ele gozou muito, enchendo tudo. Eu continuei rebolando devagar, ordenhando cada gota, sentindo a porra dele escorrendo pra fora enquanto a pica ainda pulsava. Ficamos ali um tempo, abraçados, ofegantes, a pica amolecendo ainda dentro de mim. O silêncio da casa era surreal. Minha mãe dormia a poucos metros, completamente alheia ao que tinha acabado de acontecer. - Isso foi loucura... – ele sussurrou, beijando minha testa. - A melhor loucura da minha vida – respondi, sorrindo safada. A gente se arrumou rapidinho, limpando o sofá como deu. Eu fui pro meu quarto com as pernas tremendo, sentindo a porra dele escorrendo pela coxa. Naquela noite eu dormi com um sorriso no rosto e a buceta latejando, sabendo que tinha acabado de viver o sexo mais intenso e proibido possível. Ninguém nunca descobriu. E até hoje, quando lembro, fico molhada de novo.
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