A solidão pesava como um casaco molhado nas minhas costas. Com 43 anos, morando sozinha naquele apartamento pequeno perto da faculdade, eu sentia falta do corpo quente do meu filho Fernandes encostado no meu toda noite. Ele tinha se casado, decidido viver a vida dele, e eu respeitei. Mas a buceta ardia de saudade, a xoxota melava só de lembrar das nossas foda loucas. Eu era recatada por fora, mas por dentro uma puta faminta que não aguentava mais só o consolo. Quando Fernandes ligou pedindo pra eu acolher o primo Leo, eu disse sim na hora. Leo, 25 anos, 1,75 de altura, 80 quilos bem distribuídos, moreno claro, corpo de quem já trabalhava pesado na cidade pequena. Chegou tímido, mala na mão, olhos baixos. - Tia, obrigado por me receber. Não vou dar trabalho. - Fica à vontade, Leo. Aqui é sua casa agora. Os dias foram passando. Eu cuidava dele como se fosse meu filho, lavava roupa, fazia comida. Mas ele tomava banho com a porta aberta, igual fazia na casa da mãe. Um dia eu saí do quarto e vi. O chuveiro escorrendo, o corpo molhado brilhando, a mão grossa subindo e descendo naquela pica grossa, cabeçona vermelha. Meu Deus, parecia o pau do Fernandes. A buceta melou na hora, um fio escorrendo pela coxa. Voltei pro quarto tremendo, peguei o consolo maior, abri as pernas e enfiei fundo, gemendo baixinho enquanto imaginava aquela rola me arrombando. Depois que ele saiu, entrei no banheiro, peguei a cueca molhada dele. Tinha esperma fresco grudado. Cheirei fundo, aquele cheiro forte de macho jovem me deixou louca. Lambi um pouco, sentei na privada e me dedei até gozar, mordendo o lábio pra não gritar. Na janta, eu ainda estava com a xana latejando. - Leo, quanto tomar banho fecha a porta, viu? Seu primo fazia assim. Eu e você sozinhos... sem querer eu vi você pelado. Ele ficou vermelho, quase chorando. - Tia me desculpe... em casa eu tomava banho com a porta aberta. Minha mãe também... - Você via sua mãe nua? - Sim tia... tenho saudade dela. Eu abracei ele, senti o corpo firme contra os meus peitos. O cheiro dele me deixou molhada de novo. - Fica à vontade do jeito que quiser dentro de casa. Ninguém nunca vai saber. Você é como um filho pra mim. Ele chorou no meu ombro. Eu passei a mão nas costas dele, descendo um pouco mais do que deveria. Naquela noite eu não dormi direito. No dia seguinte, enquanto ele estava na faculdade, eu tomei um banho caprichado. Fazia meses que não depilava. A buceta tava toda cabeluda, o cuzinho também. Lembrei como Fernandes adorava eu lisinha. Passei a lâmina devagar, deixando a xoxota bem peladinha, os lábios inchados brilhando. Depilei até o rego do cu, passei creme cheiroso. Coloquei uma calcinha branca transparente, lacinho do lado, e uma camisola de flanela com botões na frente, deixei vários abertos, os peitos quase saindo. Deitei no sofá, TV baixinha, pernas entreabertas. A xoxota escorrendo, o grelinho latejando. Quando ouvi a chave na porta, fingi que dormia, mas abri um pouquinho os olhos. Leo parou na porta da sala. Olhou. Eu abri mais as pernas. A calcinha transparente deixava ver tudinho: os lábios carnudos, o grelo inchado. Ele ficou parado, respirando pesado. Vi a mão dele descer pro volume na calça. Eu me virei devagar, fingindo no sono, deixei a camisola abrir mais, os mamilos duros pra fora. Ele tirou a pica pra fora. Era grossa, veias saltadas, cabeçona brilhando. Começou a bater punheta devagar, olhando minha buceta. Eu passei a mão por cima da calcinha, roçando o grelinho. Ele gemeu baixinho. - Ahhh... titia... Eu fingi virar de novo, abri mais as pernas, enfiei um dedo por baixo da calcinha e comecei a circular o grelo. Ele batia mais rápido, gemendo. - Porra... que buceta gostosa... Ele gozou forte, jatos grossos caindo no chão. Saiu correndo pro banheiro. Eu fiquei lá, xoxota pingando, coração disparado. Quando ele voltou, eu ainda estava no sofá, calcinha de lado, dedo nos lábios melados. Abri os olhos de repente. - Menino, que que é isso? Tá aí em pé faz tempo? Ele correu pro quarto. Eu fui atrás, fingindo fúria. - Leo, não gostei nada disso! Devia ter me acordado. Muito feio. - Desculpa tia... a senhora é muito bonita... não consegui me segurar. Eu cheguei perto, camisola aberta, só de calcinha. - Senta aí. Vamos conversar. Ele sentou na cama, cabeça baixa. Eu fiquei em pé na frente dele. - Leo, eu sei que você tem necessidades. Não conhece ninguém aqui. Tudo que acontecer aqui fica entre nós, certo? - Certo tia... só aqui entre nós. Eu segurei o rosto dele, abri mais a camisola. - Menino, titia vai tirar todo esse estresse. Abracei ele, levantei a camiseta, sentei no colo. Abri a calça dele, puxei a cueca. A pica saltou na minha cara, grossa, latejando, cheirando a macho. - Nossa... que pica linda. Beijei o peito dele, desci lambendo, peguei o pau na mão e enfiei na boca. Chupei devagar, cuspindo na cabeçona, sugando como picolé. Ele gemia desesperado. - Ahhh titia... que boca gostosa... caralho... O pau cresceu na minha boca, pulsando. Eu enfiei até a garganta, babando tudo. Ele segurou minha cabeça e gozou forte, enchendo minha boca de porra quente e grossa. Engoli tudo, olhando nos olhos dele. - Delicioso, meu lindo. Peguei a mão dele e levei pro meu quarto. Tirei a camisola, fiquei só de calcinha. Ele tocou minha buceta por cima do pano, desajeitado mas com fome. - Tia... tá tão molhada... Abri as pernas na cama. - Vem, meu lindo. Passa essa língua gostosa na xoxota da titia. Ele se ajoelhou, tímido no começo, depois enfiou a cara. Chupou feito louco, lambendo os lábios, sugando o grelinho. Eu segurei a cabeça dele, rebolando. - Issooo... chupa o grelo da titia... ahhh porra... que língua boa... vai, enfia a língua dentro da buceta... Gozei na cara dele, jorrando, tremendo inteira. - Aaaaiiii Leo... titia tá gozandoooo! Ele me jogou na cama, pau duro de novo. - Vem titia gostosa. Bati várias punhetas pensando nessa bucetona. Agora minha pica vai entrar fundo. Segurou o caralho enorme, maior que o do meu filho, e meteu de uma vez. Senti a buceta sendo aberta, preenchida. - Aaaaiiii que rola grande... me arromba Leo... mete tudo! Ele meteu sem dó, estocadas fundas, bolas batendo no meu cu. Eu mordia o ombro dele, unhas nas costas. - Mais forte... fode essa buceta... ahhh caralho... tá batendo no fundo... Ele gemeu alto, suor escorrendo. - Tia... sua xoxota tá apertando minha pica... que delícia... Fiquei mais de meia hora levando vara, gozando várias vezes, buceta esguichando. Ele meteu mais fundo e gozou dentro, enchendo meu útero de porra quente. - Toma toda... titiaaa... porraaa! Caímos de lado, ofegantes. Eu sussurrei no ouvido dele. - Dorme aqui na cama da titia hoje. Ele balançou a cabeça, ainda abobado. Eu fui tomar banho, deixei a buceta cheirosa, voltei e abracei ele. - Dorme meu anjinho. Titia agora vai cuidar de você. No sábado de manhã ele ainda dormia. Eu acordei com tesão, peguei o pau mole na boca, chupei devagar até ficar duro. Cheirava minha buceta da noite anterior. Ele acordou gemendo. - Titia... Subiu em cima de mim, encaixou a pica e meteu fundo de novo. Estocadas brutas. - Ahhh... fode a titia... assim, assim... mais rápidoooo... Ele tirou o pau de repente. - Vem aqui sua cachorra gostosa. Me colocou de quatro, cuspiu no meu cu, esfregou a cabeçona e enfiou devagar no rego. Senti o cu sendo rasgado, dor misturada com prazer louco. - Aaaaiiii que pica grossa... arromba meu cu Leo... mete tudo... Ele segurou minha cintura e meteu sem piedade, bolas batendo na buceta. O quarto enchia de gemidos desesperados. - Que cu apertado titia... tá engolindo minha rola... porraaa! Eu rebolava, empinando mais. - Goza no meu cu... enche o rego da titia... Ele gozou forte, jatos quentes dentro do meu cu. Ficamos ofegantes debaixo do chuveiro depois. Eu ajoelhei e paguei outro boquete caprichado, engolindo até a última gota. Daquele dia em diante virou rotina. Toda noite ele chegava da faculdade e me encontrava pronta: buceta depilada, calcinha molhada, camisola aberta. Eu ensinava ele tudinho. Chupava o pau dele na cozinha enquanto ele tentava estudar. Metia ele no sofá, no banheiro, na mesa da janta. Uma noite eu tava de quatro na cama, cu pra cima. - Vem Leo... fode os dois buracos da titia hoje. Ele meteu na buceta primeiro, depois tirou e enfiou no cu, alternando, me fazendo gritar. - Aaaaiiii... que delícia... você tá me destruindo... mais forte... sou sua puta agora... Ele puxava meu cabelo, dava tapa na bunda. - Isso, cachorra... toma essa pica toda... sua buceta e seu cu são meus... Gozei tantas vezes que perdi conta, pernas tremendo, xoxota e cu escorrendo porra dele. Nossos dias agora são só meteção. Ele me fode antes de ir trabalhar, me fode quando volta, me acorda no meio da noite com a pica dura encostada na minha bunda. Eu vivo molhada, sempre pronta pra abrir as pernas pro meu sobrinho gostoso. A solidão acabou. Agora tem uma pica jovem, grossa e incansável me enchendo todos os buracos. E eu amo cada segundo disso.
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