Juliana tinha 28 anos agora, mas o fogo que queimava dentro dela vinha de muito antes. Corpo bem feito: 1,70m, 58kg, peitos médios durinhos que empinavam o bico pedindo boca, bumbum empinado daqueles que balançam gostoso quando ela anda de shortinho. Cabelos pretos longos que caíam pelas costas como uma cortina de pecado. Nascida no sítio do avô safado, onde as coisas sempre foram diferentes, ela cresceu sabendo o que era tesão de verdade. Sempre foi safada, adorava incesto, lia contos escondida e se tocava imaginando famílias se entregando sem vergonha. O pai dela, um homem forte do interior, sempre foi muito apegado. Cuidava dela como se fosse o bem mais precioso. Levava na escola, buscava, protegia. Nem imaginava as safadezas que a filhinha fazia quando ficava sozinha. O tempo passou. Ela terminou o ensino médio, fez cursinho, prestou vestibular e entrou na faculdade. Aos 18 anos ele pagou a habilitação e deu um carro zero pra ela. Juliana escolheu o modelo, feliz da vida, sentindo o cheiro de novo enquanto dirigia. Mas tinha o namorado. Um cara safado que só queria foder. Ela terminou com ele três vezes, mas ele insistia. O pai ficava bravo: - Não quero você namorando por aí, filha. Fica quietinha. Mas Juliana, novinha, louca pra beijar e sentir corpo quente, não parava. Saíam pro sítio, tinha festa, música, gente bebendo. O pai sempre do lado dela, tratando como rainha. Um dia, o clima esquentou demais. Foram dar uma volta perto do curral. O namorado começou a dar amassos fortes, mãos apertando aquele bumbum empinado por baixo do shortinho jeans. - Vem cá, sua gostosa... – ele murmurava, erguendo a blusinha dela e mamando os peitinhos durinhos com fome. Juliana segurou no cacete dele, já duro, e apertou. Ia rolar uma trepada ali mesmo, rapidinha, ela de quatro no capim. Mas ouviu o pai dar um “hã” rouco com a garganta, limpando. Disfarçaram na hora, voltaram pro grupo. Na piscina à tarde, todo mundo de sunga. Juliana não sabe por que, mas o olhar dela parou no volume do pai. A sunga molhada marcava um cacete enorme, grosso, pesado. Comparou com o do namorado. O do pai dava uns dois do outro fácil. Olhou pros outros homens da família também, mas nenhum chegava perto. Ficou excitada pra caralho. Brincaram, riram, mas ela estava com a bucetinha latejando. Dentro da água, soltou um mijadinho quente só de sacanagem, imaginando o xixi quente batendo naquelas varas todas. O tesão violento não passava. A mãe ficou no sítio pra cuidar da avó. O pai falou: - Vou embora agora. Juliana pegou o carro com o namorado, mas no caminho ele veio dando pega, mão subindo pela coxa. Ela não estava afim. Deixou ele em casa e foi embora sozinha. Chegou em casa vazia. Irmãos tinham ido pro sítio também. Tomou um banho demorado, água quente escorrendo pelos peitos, pela bundinha, lavando a bucetinha inchada. Mas o cacete do pai não saía da cabeça. Saiu do banho cheirosa, creme nos corpos, perfume doce. Vestiu um shortinho de cotton fino, sem calcinha, blusinha leve sem sutiã, bicos marcando. O pai chegou. Entrou no quarto, tomou banho. Saiu de short pra cozinha. Juliana estava na sala. Olhou e viu o volume balançando. - Cadê seus irmãos? – ela perguntou. - Foram pro sítio agora há pouco – ele respondeu, voz grave. Ele veio e ficou em pé na frente dela. - Que cena era aquela, Juliana? – o tom era sério, mas os olhos queimavam. - Qual, pai? – ela fingiu. - O cara mamando em você, filha. Ia comer você ali mesmo, aquele safado. Ela ficou sem jeito, mas viu o pau dele engrossando no short. O volume enorme. - Não fiz nada... – murmurou. Ele se aproximou, pegou pelos braços, levantou ela e deu um abraço apertado. O cacete duro encostou na barriga dela. - Você é minha, gostosa. Sabia? – disse baixo, rouco. Juliana sentiu o corpo inteiro arrepiar. - Poxa, é assim que o senhor me vê? – perguntou, voz tremendo de tesão. - Sim, sua safada. Eu vi ele passando a mão em você. – E então ele deu um beijo na boca dela. Juliana não se conteve. Beijou de volta com vontade, língua entrando, chupando a do pai. O cacete dele latejava contra ela. Ele a pegou no colo como se não pesasse nada, levou pro quarto dele, jogou na cama. Arrancou o short e a cueca. Juliana ficou abismada. Um mastro de uns 21cm, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando, bolas depiladinhas pesadas. - Nossa, pai... – sussurrou. Sentou na cama, pegou a vara quente com as duas mãos, acariciou as bolas macias, depois colocou a cabeça na boca. Chupou gulosa, língua deslizando por baixo, descendo até as bolas, colocou uma na boca e mamou, depois a outra, voltando pro cacete babado. O pai suspirou fundo: - Isso, filhinha... mama o pau do seu pai. Ele a levantou, arrancou a blusinha. Peitinhos durinhos saltaram. - Nossa, que mamãozinhos gostosos... – e grudou a boca, mamando quase o peito todo, sugando o bico com força. Beijava a boca dela entre um mamada e outra, língua safada. Arrancou o shortinho. Sem calcinha. Bucetinha lisinha, inchada, molhada brilhando. Ele a deitou, colocou os braços por baixo das pernas, ergueu a bundinha da cama. Bucetinha pra cima, cuzinho piscando de tesão. - Olha essa bucetinha da minha filha... toda molhada pro pai. – Lambeu toda, língua grossa abrindo os lábios, sugando o mel. Desceu pro cuzinho, lambeu em círculos, enfiou a língua dentro. Juliana gemeu alto: - Aaaahhh pai... que delícia... lambe meu cu... Ele voltou pro grelo, grudou os lábios e chupou forte. Ela se contorcia: - Ai meu Deus... vai... chupa o grelinho da sua filha... tô louca... O pai chupava com fome, barba roçando na pele macia. Juliana gritou: - Vou gozar, pai! Vou gozar na sua boca! – Ele grudou mais, sugando o grelo. Ela gozou forte, corpo tremendo, buceta jorrando na língua do pai. Ele engoliu tudo, lambeu cada gota, limpou a bucetinha toda. Agora era a vez dele. Deitou na cama, cacete apontando pro teto. - Vem, vai sentar no cacete do pai. – Juliana olhou com medo e tesão: - É muito grande... – Ele abriu a gaveta, pegou gel, passou bastante no pau e na bucetinha dela. Ela subiu, posicionou a cabeça grossa na entradinha e foi descendo devagar. - Aaaaiii... tá abrindo tudo... que pica grossa... – gemeu desesperada. Desceu centímetro por centímetro até sentir as bolas encostando na bundinha. Começou a subir e descer, rebolando. O pai lutava pra mamar os peitos, dava tapas fortes na bunda: - Isso, cavalga no pau do pai, sua putinha safada. Rebola essa bundinha. Ela acelerou, gemendo alto: - Ahhh... pai... tá batendo fundo... me fode... Com experiência, ele a derrubou de cima sem tirar o pau, fez uma manobra rápida, colocou ela de quatro e meteu por trás como louco. O quarto encheu de som de tapa de pele, buceta molhada fazendo barulho de porra. - Toma, filha... toma o cacete do pai inteiro no seu buraco... – ele grunhia. Juliana gritava: - Me fode, pai! Me fode forte! Seu pau é enorme... tá me arrombando a buceta... aaaahhh... Ele metia fundo, bolas batendo no grelo. Pegou os cabelos longos dela como rédea, puxando. O suor escorria. Ela gozou de novo, buceta apertando o pau. - Tô gozando de novo... aaaaiii... Ele não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna e continuou metendo. Depois de frente, olhos nos olhos, beijando com língua enquanto o cacete entrava e saía. - Você é minha, Juliana. Essa bucetinha é do pai agora. Ela respondia entre gemidos: - Sim, pai... me usa... sou sua safada... fode sua filhinha... Ele acelerou, suor pingando no corpo dela. - Vou gozar, filha... vou encher essa bucetinha... – Parou com o cacete todo enterrado, latejando. Gozou forte, jatos grossos quentes enchendo ela. Juliana gozou junto, esperneando, unhas cravando nas costas dele: - Me enche, pai! Goza tudo dentro... aaaahhh... tá quente... Ficaram colados, ele ainda dentro, beijando as costas, o pescoço. Depois levantou: - Você é muito gostosa, filha. Ainda bem que tomo remédio pra não engravidar. Mas a noite estava só começando. Depois de um descanso curto, ele a puxou pro banho. Debaixo da água quente, lavou a bucetinha dela com os dedos, depois a colocou de joelhos e mandou mamar de novo. Juliana chupou com devoção, garganta engolindo o quanto conseguia, baba escorrendo. - Mama o pau do pai, filhinha... assim... – ele gemia. Levaram pro quarto de novo. Dessa vez ele deitou ela na beira da cama, pernas abertas no ar, e meteu de pé, segurando os tornozelos. O pau entrava tão fundo que ela sentia na barriga. - Olha como sua buceta engole tudo... que safada... – Tapas na bunda, no peito. Ela gemia sem parar: - Mais forte... rasga minha bucetinha... quero sentir suas bolas batendo no meu cu... Ele virou ela de bruços, levantou a bundinha e meteu no cu devagar, com mais gel. Juliana gritou de prazer e dor misturados: - Aaaaiii... tá entrando no meu cu... devagar... que delícia... fode o cuzinho da sua filha... Ele meteu fundo, corpo batendo contra o bumbum empinado. - Toma no cu, putinha... esse cuzinho apertado é meu também... Gemidos ecoavam pela casa vazia. Ela gozou de novo, cu apertando o pau. Ele puxou, virou ela e gozou na boca, enchendo a língua de porra quente. Juliana engoliu tudo, limpou o cacete com a língua. Deitaram abraçados, suados, cheios de tesão. Ele acariciava os cabelos dela: - Amanhã a gente continua, filha. Tem muita safadeza pra gente fazer. No sítio, no carro, onde quiser. Juliana sorriu, mão no pau semi-duro dele: - Quero tudo, pai. Quero ser sua puta particular. E assim começaram as safadezas deles. No dia seguinte, no sítio, enquanto a mãe cuidava da avó, eles escaparam pro curral de novo. Dessa vez sem interrupção. Ele a fodeu de pé contra a cerca, mão na boca pra abafar os gritos. Depois no banco do carro dela, ela sentando no cacete enquanto dirigia devagar por estradas de terra. Noites inteiras em casa, explorando todos os buracos, mamando, chupando, enchendo de porra. Juliana nunca se sentiu tão viva, tão safada, tão amada e desejada. O pai cuidava dela de dia como sempre, mas à noite era o macho que arrombava todos os limites. E ela adorava cada segundo, gemendo desesperada, pedindo mais, entregando corpo e alma pro homem que sempre protegeu ela.
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