- Ei, Aninha, senta aí que a gente vai resolver isso rapidinho. – disse o tio Antonio, apontando a cadeira ao lado da mesa dele no escritório. Eu sentei, o vestido longo roçando nas pernas, os saltos altos fazendo barulho no piso. O ar estava quente, cheirando a papel velho e um pouco do perfume dele, aquele cheiro de homem maduro que sempre me deixava um pouco inquieta. A tia tinha feito café lá embaixo, os primos já tinham saído pro trabalho, e agora éramos só nós dois ali em cima. Ele pegou duas latinhas de cerveja no frigobar, me deu uma e abriu a dele. Trabalhamos por um tempo, falando de números, contratos, aquelas coisas de serviço. Depois de uma hora e meia, ele se levantou pra pegar mais uma dose de uísque. Foi aí que eu vi: a calça dele esticada pra frente, o volume grosso marcando forte. O cacete dele tava duro, latejando ali dentro. Engoli seco, mas fingi que não era nada. Ele começou a me elogiar. - Caralho, Aninha, você tá uma mulher linda pra porra. Esse vestido te deixa ainda mais gostosa. - Obrigada, tio. – respondi, tentando ficar calma, mas já sentindo um calor subindo pela barriga. Ele veio perto, fingindo olhar um papel na mesa. Encostou o cacete duro bem no meu ombro. Senti o calor através da calça, o pau latejando. Fiquei quieta, coração acelerado. Queria levantar e ir embora, mas ao mesmo tempo uma vontade safada de pegar naquela vara me segurava ali. Ele fez isso três vezes. Na terceira, eu já tava molhada, a buceta pulsando dentro do fio dental. O tesão tava tomando conta. De repente ele foi até a porta, passou a chave com um clique seco. Voltou pro frigobar, pegou uma garrafa de água e veio na minha direção. Me pegou pela cabeça com firmeza, virou meu rosto e me deu um beijo na boca, quente, molhado, com língua. Eu fiquei pasma. - Tio... - Te amo, mulher. – ele murmurou rouco, os olhos brilhando de desejo. Levantei rápido. - Não pode isso, tio. Eu tenho namorado, você é meu tio, casado com a tia... Mas ele me encostou na parede, agarrou minha cintura com força e me beijou com vontade. Eu correspondi. O tesão venceu. A boca dele era ávida, chupando minha língua, mordendo meu lábio inferior. O coroa de 58 anos contra mim de 28, o corpo sarado dele pressionando o meu. Ele ergueu meu vestido longo, tirando pela cabeça num movimento só. Me deixou só de salto, sutiã e fio dental preto. Se afastou um pouco, admirando. - Que tesão da porra, minha sobrinha. Dá uma voltinha pro titio ver esse corpo. Dei a volta devagar, rebolando um pouco. Ouvi ele gemer baixo. - Que rabo gostoso, caralho. Essa bunda é feita pra sentar na pica. Ele tirou a roupa rápido, ficou só de cueca. O coroa era sarado, peito largo, braços fortes, barriga definida pra idade. A cueca tava esticada pra caralho, o cacete querendo rasgar o tecido. Não resisti. Fui até ele, enfiei a mão dentro e tirei aquela pica grossa pra fora. Era grande, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Sentei na cadeira, segurei com as duas mãos e comecei a chupar. Passei a língua por baixo das bolas pesadas, lambendo devagar, sentindo o cheiro forte de homem. Subi pela vara grossa, lambendo cada veia, cheguei na cabeça e enfiei na boca, sugando forte. - Ahhh, porra... que boca gostosa, Aninha. Chupa o pau do tio, vai. – ele gemia baixinho, se segurando na mesa. Eu mamava com fome, babando na pica inteira, descendo até engasgar um pouco, subindo e girando a língua no frenulum. As bolas dele batiam no meu queixo. Ele segurava minha cabeça, empurrando devagar. De repente ele me levantou, me colocou deitada na mesa grande do escritório. Tirou meus saltos, arrancou o sutiã e o fio dental com pressa. Ficou me olhando pelada. - Filha da minha irmã... que buceta linda, toda molhada pro tio. Veio por cima, me beijou com força, língua explorando minha boca. Desceu pro pescoço, chupando, mordendo. Chegou nos peitos, mamou um mamilo duro, depois o outro, sugando como se quisesse tirar leite. - Esses peitos da minha sobrinha... tão gostosos. Desceu a língua áspera pelo umbigo, lambendo devagar, até chegar na buceta. Abocanhou toda, chupando os lábios inchados, enfiando a língua dentro, bebendo meu mel. Eu tava encharcada. Ele lambeu tudo, engolindo, depois desceu pro cuzinho. - Ahhh, tio... que delícia... lambe meu cu, vai... – gemi desesperada. O coroa sabia lamber cu pra caralho. Girava a língua no meu rabinho apertado, enfiando a ponta, chupando. Voltou pra buceta, grudou no grelinho e mamou forte. - Vou gozaaaaaar, tio... não paraaaaaa... ahhh! Ele sugou mais forte, dois dedos enfiados na buceta, batendo no ponto G. Gozei na boca dele, o corpo tremendo inteiro, gemendo alto, apertando a cabeça dele entre as coxas. Ele lambeu tudo, limpando minha buceta com a língua, engolindo meu gozo. Colocou o pau na minha boca de novo. Eu chupei com mais fome ainda, babando, engasgando. - Quero comer você, Aninha. Quero foder essa buceta da minha sobrinha. Mamava e respondia com a boca cheia. - Me fode, tio... mete essa pica grossa em mim. Ele me virou de lado na mesa, levantou uma perna minha e enfiou a pica devagar. Senti cada centímetro abrindo minha buceta molhada. - Aaaahhh... que pica grande, caralho... me arromba... Ele começou a meter forte, o saco batendo na minha bunda. A mesa rangia. - Toma, sobrinha... toma a pica do tio... que buceta apertada da porra... Gemíamos juntos, desesperados. Ele metia fundo, girando a pica dentro, esfregando no meu grelinho. Eu rebolava contra ele, sentindo as bolas pesadas batendo. - Mais forte, tio... me fode como uma puta... ahhh, que delícia... Ele aumentou o ritmo, suado, o corpo colado no meu. Me virou de quatro em cima da mesa, segurou meus quadris e meteu com tudo. O cu empinado pra ele, a buceta engolindo a pica inteira. - Olha esse rabo... que gostoso... – ele dava tapas na bunda, metendo sem parar. Eu gemia alto, mordendo o braço pra não gritar muito. - Me fode, tio... rasga minha buceta... quero gozar de novo... Ele enfiou um dedo no meu cu enquanto metia na buceta. Eu explodi num gozo forte, apertando a pica dele, esguichando um pouco. Ele continuou, mais rápido. De repente ouvimos a tia gritando lá de baixo. - Antonio! Tem gente aqui! Ele respondeu rouco. - Estou descendo! Mas antes, tirou a pica e enfiou na minha boca. Gozou forte, jatos grossos de porra quente enchendo minha garganta. Engoli tudo que pude, o resto escorrendo pelos lábios. Fui pro banheiro limpar, ele se vestiu rápido e desceu. O coração ainda batendo forte, a buceta latejando, o gosto dele na boca. No sábado ele ligou. - Aninha, não consigo parar de pensar na sua buceta... quero mais. Domingo outra ligação. - Sobrinha, tô doido pra te comer de novo... aquela boca chupando minha pica... Segunda-feira ele tava insaciável. Marcamos outro encontro. E ali começou uma história safada que durou meses, cheia de encontros escondidos, foda braba no escritório, no carro, até no banheiro da casa quando a tia saía. Na próxima vez que nos encontramos, ele não perdeu tempo. Mal fechei a porta do escritório, ele me prensou contra a parede, mão subindo por baixo do vestido curto que eu tinha escolhido de propósito. Dedos grossos já encontrando a buceta molhada, sem calcinha. - Sua putinha... veio sem calcinha pro tio, né? Sabia que ia querer essa buceta comida. – rosnou ele, enfiando dois dedos fundo. - Ahhh, tio... sim... tava louca de tesão pensando na sua pica... – gemi, rebolando nos dedos dele. Ele me virou, levantou o vestido até a cintura, se ajoelhou e enfiou o rosto na minha bunda. Lambeu o cu com vontade, língua girando, penetrando. Depois chupou a buceta por trás, sugando o grelinho inchado. Eu tremia, pernas fracas. - Goza na boca do tio de novo, Aninha... quero beber tudo. Gozei gritando baixo, o corpo convulsionando. Ele se levantou, tirou o pau pra fora e me empurrou de quatro no sofá do escritório. Meteu de uma vez, fundo, sem piedade. - Toma essa pica grossa, sobrinha... sente como o tio te arromba... que buceta gulosa... Metia com força, o barulho de pele contra pele ecoando. Eu empinava o rabo, pedindo mais. - Mais fundo... me fode o cu também... quero tudo hoje... Ele cuspiu no meu cuzinho, enfiou a cabeça da pica devagar, abrindo meu rabo apertado. A dor misturada com prazer me fez gemer desesperada. - Aaaaiii... que pica grande no meu cu... vai devagar... ahhh... Logo ele tava metendo no cu com ritmo, uma mão no meu grelinho esfregando. Eu gozei de novo, apertando o pau no rabo. Ele puxou, virou-me de frente e gozou nos meus peitos, jatos quentes cobrindo os mamilos. E assim foram vários encontros. Cada vez mais intenso. Ele me ensinava posições novas, me fazia chupar enquanto falava sacanagem. - Chupa o pau do seu tio casado, sua sobrinha vadia... engole essa porra toda... Eu respondia no mesmo tom. - Mete na buceta da sua sobrinha, coroa safado... enche de leite... Os gemidos ecoavam, corpos suados, fluidos misturados. Ele me fodia na mesa, no chão, encostado na janela. Uma vez quase fomos pegos, mas o risco só aumentava o tesão. O coroa de 58 anos tinha resistência de jovem. Me comia por horas, gozando três, quatro vezes. Eu saía de lá com a buceta e o cu doloridos, mas feliz, viciada naquela pica. E toda vez que a tia chamava, ele descia como se nada tivesse acontecido, mas com meu cheiro ainda na pele. A aventura proibida nos consumia. Em um encontro especialmente quente, ele me fez ficar só de salto alto e nada mais. Me mandou rebolar pra ele, dançar safada. Eu rebolava, abrindo as pernas, mostrando a buceta molhada brilhando. - Olha como tá molhada pro tio... quer pica, né? - Quero, tio... vem comer sua sobrinha... Ele me pegou no colo, me empalou na pica de uma vez. Fodendo em pé, subindo e descendo meu corpo no pau grosso. Meus peitos pulando, eu gemendo no ouvido dele. - Que delícia... me fode assim... aaahhh... Depois me colocou contra a parede, pernas enlaçadas na cintura dele, metendo fundo, beijando minha boca com fome. O suor escorrendo, os gemidos desesperados enchendo o escritório. - Goza pra mim, Aninha... aperta essa pica com sua buceta... Gozei forte, esguichando no chão. Ele me botou de joelhos e gozou na minha cara, porra grossa pingando no queixo, nos olhos. Eu lambia tudo, sorrindo safada. Os dias seguintes foram de mensagens picantes. Ele mandava foto do cacete duro no escritório, eu mandava da buceta molhada no banheiro de casa. O desejo era constante. Em outro dia, ele me fodeu na varanda dos fundos quando a tia dormia. Risco alto, adrenalina pura. Metendo devagar pra não fazer barulho, mão na minha boca abafando os gemidos. - Shhh... quietinha... senão a tia acorda e vê o tio comendo a sobrinha... Eu mordia os dedos dele, gozando em silêncio, o corpo tremendo. A intensidade só crescia. Cada encontro mais chulo, mais detalhado, mais profundo. Ele lambia meu cu por minutos, enfiava a língua fundo enquanto eu mamava as bolas dele. Eu sentava na cara dele, esfregando a buceta e o cu na boca do coroa, gozando enquanto ele engolia. - Lambe tudo, tio... bebe o gozo da sua sobrinha... - Que buceta e cu gostosos... delícia da porra... Nossos diálogos eram puro fogo. - Quero te engravidar, Aninha... encher essa barriga com um filho do tio... - Faz, tio... goza dentro... me enche de porra... Ele gozava dentro, jatos quentes enchendo a buceta, escorrendo pelas coxas. Eu apertava pra segurar, depois sentava na boca dele pra ele limpar. O conto dessa paixão proibida durou meses, cheio de momentos assim, detalhados, intensos, com gemidos que pareciam nunca acabar. O tesão entre o coroa e a sobrinha era animal, cru, sem limites. E toda vez que nos encontrávamos, era como se o mundo parasse só pra gente foder como loucos.
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