Virando putinha do sogro!



A tarde estava quente e eu me arrumei com cuidado. Vestido leve, daqueles que marcam o corpo sem ser vulgar demais, com uma fenda lateral que deixava as coxas à mostra quando eu andava. Salto alto preto, maquiagem sutil. Meu namorado sabia que eu ia resolver aquele problema burocrático na cidade vizinha com o pai dele.
- Tudo bem amor, vai com ele então. Depois passa aqui quando voltar, tá? – ele disse no telefone, sem desconfiar de nada.
O sogro chegou pontual. Um coroa sarado, daqueles que malham escondido, cabelo grisalho bem cortado, cheiro de perfume caro. Ele insistiu no carro dele pra economizar, e eu acabei cedendo. Entrei no banco do carona, o vestido subiu um pouco nas pernas. Ele ligou o som baixo, uma música sensual que preenchia o carro. Os primeiros minutos foram normais, conversa fiada sobre o trabalho. Mas eu percebi os olhares. De rabo de olho, ele descia o olhar pelas minhas coxas lisas, pela curva dos seios pressionados contra o tecido.
Eu disfarçava, mas não conseguia ignorar o volume que crescia na calça dele. Uma protuberância grossa que latejava contra o tecido. Meu corpo reagiu. Senti um calor subir pela buceta, um formigamento no grelinho. A viagem de quarenta minutos pareceu eterna.
Chegamos, resolvemos o assunto. O cara do cartório até comentou:
- Sua esposa é linda hein?
Meu sogro sorriu, possessivo:
- Não, ela é minha nora.
Aquilo me deu um frio na barriga. O jeito que ele disse "minha nora" carregava outro peso. No caminho de volta, ele parou o carro de repente numa estrada secundária. Antes que eu pudesse falar, ele grudou em mim. A boca dele tomou a minha num beijo faminto, língua invadindo, chupando meus lábios com desespero.
- Para... – eu murmurei, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão que já molhava minha calcinha.
Ele não parou. A mão dele entrou pela fenda do vestido, apertando minha coxa grossa, subindo devagar até roçar a borda da calcinha. O cacete dele estava duro como ferro, roçando na minha perna.
- Eu quero você há tanto tempo, sua putinha – ele rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.
Ele ligou o carro de novo e entrou num motel ali perto. Eu obedeci, calada, o coração batendo forte. Quarto com hidromassagem. Assim que a porta fechou, o coroa enlouqueceu de verdade. Me prensou contra a parede, beijando como se fosse o último beijo da vida. Mãos grandes apertando minha bunda, puxando o vestido para cima.
- Olha essa bunda... caralho, você esconde isso tudo do meu filho? – ele disse, rindo safado.
Ele tirou os sapatos, a camisa, revelando o peito definido, abdômen marcado. Calça e cueca foram ao chão. A pica dele saltou, grossa, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns bons vinte e dois centímetros de vara latejante. Ele balançou ela na minha frente.
- Olha o que você fez, sua safada. Essa pica tá assim por sua causa o caminho todo.
Eu me ajoelhei, admirando. Peguei aquela vara quente com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo o peso, a rigidez. Massageei as bolas pesadas, cheias.
- Que pica gostosa, sogro... – sussurrei, olhando pra ele com olhos pidões.
Ele gemeu baixo, tirando meu vestido com urgência. Fiquei só de sutiã, calcinha fio dental e salto. Ele afastou, admirando.
- Porra, que corpo. Vou comer você todinha hoje, nora. Vou foder cada buraco seu.
- Vai mesmo? Então vem... – respondi, já molhada.
Ele arrancou o sutiã, mamando meus peitos com fome. Chupava os mamilos duros, mordiscava, lambia toda a barriga, descendo. Ajoelhou, cheirou minha buceta por cima da calcinha.
- Que cheiro bom de puta no cio.
Me virou de costas, puxou a calcinha com os dentes, descendo devagar. A bunda ficou exposta, o fio enterrado no cuzinho.
- Nossa, olha esse cu... tudo apertadinho. Vou comer ele também.
Agachou e mordeu minha bunda, lambendo entre as nádegas. Me colocou de quatro na cama, mordendo e chupando. Depois me levou pra hidromassagem. Água quente, borbulhando. Ele me sentou na borda, abriu minhas pernas e grudou a boca na minha buceta.
- Ahhh... sogro... que delícia... – gemi, segurando a cabeça dele.
A língua dele era experiente. Lambia os grandes lábios, chupava o grelinho inchado, entrava na entradinha molhada. Depois desceu pro cu, lavando, enfiando a ponta da língua.
- Lambe meu cuzinho... assim... porra... – eu pedia, rebolando.
Ele chupava o grelo com força, sugando, mordiscando de leve. Eu explodi.
- Aiiiiii não paraaaa que eu vou gozar... aaaahhh! – gritei, o corpo tremendo, gozando na boca dele.
Ele lambeu tudo, sorvendo meu mel.
- Vou tomar tudo, sua cadelinha. Que buceta gostosa.
Era minha vez. Segurei aquela pica grossa, bati na língua, chupei a cabeça, descendo até as bolas. Mamava uma bola de cada vez, lambendo o saco inteiro.
- Caralho... que boquinha gulosa... mame essa vara, nora... – ele gemia, segurando meu cabelo.
Eu desci fundo, engasgando, saliva escorrendo. Ele fodia minha boca com estocadas.
- Vou gooooooozar... segura aí... porraaa!
Ele jorrou na minha boca, porra grossa, quente, muito volume. Encheu minhas bochechas. Eu cuspi tudo na barriga dele, lambendo depois.
Ele me beijou com gosto de porra, misturado. Tomamos banho juntos, mãos explorando. Mas o tesão não baixou. Ele me grudou na parede do box, subiu em mim, ergueu uma perna e enterrou a pica na minha xoxota de uma vez.
- Aaaaiii... que pica grande... me rasga... – gritei, unhas cravadas nas costas dele.
Ele metia forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda molhada.
- Toma essa vara, putinha. Buceta apertada do caralho. Mais apertada que a da mãe do meu filho.
Mordia meu pescoço, minhas costas, xingando sem parar.
- Cadela safada... dando pra sogro... traidora... gosta de pica de coroa né?
- Gosto... fode mais... me fode gostoso... aaaahhh!
Fodemos uns bons dez minutos naquela posição, água caindo. Ele me virou, me colocou de quatro na banheira, metendo de novo, batendo fundo.
- Olha esse cu piscando... vou comer ele depois.
Eu rebolava, desesperada.
- Vou gozar de novo... na sua pica... porraaa... aaaahhh!
Ele gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, jatos fortes.
- Toma toda a porra do sogro... encheu essa xoxota... que delícia.
Ficamos ali, ofegantes. Depois saímos, nos arrumamos e voltamos. Na estrada, ele ainda passava a mão na minha coxa.
- Isso fica entre nós, hein? – ele disse.
- Claro... mas quero mais – respondi, sorrindo safada.
Cheguei em casa à noite, meu namorado me esperava. Dei um beijo nele, ainda sentindo o gosto do pai, a buceta latejando com a porra do sogro escorrendo na calcinha.
Dias depois, o tesão voltou mais forte. Meu sogro me chamou pra "ajudar" em outro serviço. Dessa vez eu já sabia o que ia rolar. Entrei no carro dele de saia curta, sem calcinha.
No caminho, ele já enfiou a mão entre minhas pernas.
- Buceta molhada já? Safada.
- Tô louca pra sentar nessa pica de novo – confessei.
Ele parou no mesmo motel. Quarto maior. Mal fechou a porta, me jogou na cama. Tirou tudo rápido. A pica dele já babando.
- Chupa, vadia.
Eu chupei com mais vontade, babando na vara, engolindo até o fundo da garganta. Ele gemia rouco.
- Que garganta profunda... engole tudo, putinha.
Depois me fodeu de lado, uma perna erguida, metendo devagar no começo, depois acelerando.
- Olha como sua buceta engole minha pica... apertadinha... geme pra mim.
- Aaaahh... mais forte... me arromba... sogro delícia... – eu gritava, gemendo desesperada.
Ele me virou de bruços, levantou minha bunda e enfiou no cu devagar. Primeiro a cabeça, depois o resto.
- Aiiii que cu apertado... vai devagar... aaaaiii... tá entrando tudo...
- Relaxa, vadia. Esse cu é meu agora.
Metia no cu com força, estocadas fundas, mão no meu grelo esfregando.
- Goza no meu cuzinho... enche ele de porra... – pedi, enlouquecida.
Ele gozou, enchendo meu intestino. Depois virou e me fez sentar na cara dele, esfregando a buceta na boca enquanto eu mamava a pica suja do cu.
- Lambe meu cu e buceta misturado... que safado...
Dias viraram semanas. Encontros escondidos, rapidinhas no carro, foda completa no motel. Uma vez ele me fodeu no banco de trás enquanto meu namorado esperava em casa.
- Seu filho tá te esperando e eu tô aqui enchendo a buceta da namorada dele – ele ria, metendo.
Eu gemia baixo:
- Cala a boca e fode... me dá essa pica...
Gemidos desesperados, corpos suados, porra escorrendo. Ele adorava me chamar de cadela, putinha, nora safada. Eu pedia pra ele me xingar mais.
- Sou a puta do sogro... fode sua nora gostosa...
A intensidade só aumentava. Uma tarde, ele me pegou em casa quando meu namorado saiu. Me fodeu na cama do casal.
- Aqui, no quarto dele... toma vara – ele disse, estocando forte.
Eu gozei gritando, mordendo o travesseiro.
- Aaaahhh... vou gozar... porraaa... que delícia!
Ele encheu tudo de novo.
A relação virou vício. Eu vivia molhada só de pensar na pica dele. Ele vivia duro pensando na minha buceta e cu. E o melhor: ninguém suspeitava. À noite eu dormia com o namorado, de dia dava pra sogro com tudo.
Em um fim de semana, ele inventou uma viagem mais longa. Motel com piscina privativa. Passamos o dia inteiro nus. Ele me comeu na beira da piscina, na água, no quarto, no sofá. Chupou meu grelo até eu gozar quatro vezes seguidas, tremendo, pernas bambas.
- Para... tá bom demais... aaaaiii... – eu implorava, mas queria mais.
Ele me fodeu de pé, me carregando, pica enterrada fundo.
- Que buceta gulosa... mama minha pica com essa xoxota...
Gozei de novo, esguichando no chão.
Depois de horas, deitamos exaustos, corpos colados.
- Você é minha agora – ele sussurrou.
- Sou sim... sempre que quiser foder essa nora safada, é só chamar.
E assim continuou. Um segredo quente, intenso, cheio de porra, gemidos e sacanagem sem limites.
Em outro encontro, ele me fez vestir só salto e um casaco aberto. No carro, na estrada, mandou eu abrir as pernas e se masturbar enquanto dirigia.
- Mostra essa buceta molhada pra mim. Esfrega o grelinho.
Eu obedecia, gemendo:
- Olha como tá encharcada... pensando na sua pica...
Ele parou, me fez chupar ali mesmo, quase sendo visto. Depois fodeu no acostamento, rápido, bruto.
- Toma no cu agora... rápido...
Enfiou no cuzinho, metendo com força, mão tapando minha boca pra abafar os gritos.
- Mmmphhh... aaaahh... que delícia... arromba meu cu...
Gozei com ele dentro do cu, porra escorrendo pelas coxas.
As descrições de cada toque, cada lambida, cada estocada eram infinitas na minha mente. O cheiro de sexo no quarto, o barulho molhado da pica entrando na buceta, o tapa das bolas na bunda, os gemidos roucos dele misturados aos meus gritos agudos.
- Fode... fode mais... me destrói... sogro... – eu suplicava sempre.
Ele respondia:
- Toma, cadela. Essa pica é pra você. Goza de novo, porra!
E eu gozava, corpo convulsionando, buceta apertando a vara dele, ordenhando cada gota.
Foram meses assim, tesão crescendo, encontros cada vez mais ousados. Uma vez quase fomos pegos, mas o risco só aumentava o prazer. Eu vivia com a calcinha melada, pensando nele. Ele me mandava mensagens safadas: "Tá com saudade dessa pica grossa?"
Eu respondia: "Tô. Vem me foder logo."
O conto continua assim, intenso, sem parar, cheio de detalhes chulos, porra escorrendo, bocetas e cus sendo devorados, picas sendo mamadas com fome. Gemidos desesperados ecoando, corpos se chocando com força bruta e paixão proibida.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Virando putinha do sogro!

Codigo do conto:
265540

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/06/2026

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