Minha tia Tereza!



A tia Tereza sempre foi aquela figura carinhosa, meiga, o tipo de mulher que todo mundo via como exemplo de perfeição. Mas, caralho, depois que comecei aquelas brincadeiras secretas com a prima, meus olhos abriram de vez. Ela era um mulherão de verdade: morena, 1,70m de pura gostosura, cabelos cacheados longos que caíam pelas costas, seios médios firmes, cintura fina marcando uma curva deliciosa e uma bunda grande, redonda, com coxas grossas que pareciam feitas pra apertar um cara entre elas. Um tesão ambulante que eu nem tinha notado direito na infância.
A Marcela tinha saído pra escola naquele dia e a tia me chamou pra conversar na mesa da cozinha. Eu sentei tranquilo, achando que era papo sobre contas ou algo bobo da casa. Mas quando ela começou a falar, meu coração quase explodiu.
- Eu sei de todas as suas brincadeiras com a Marcela, meu sobrinho. Sua tia não é boba, não. Vi os respingos de porra na roupa dela quando vocês saíam sozinhos, às vezes até no canto da boca. E quando as calcinhas dela começaram a aparecer encharcadas de porra, eu tive que confrontar a safada. Ela me contou tudo, como começou, como vocês foram se aventurando...
Ela continuou falando calma, mas firme, sem me deixar interromper. Eu gelei inteiro, suor frio escorrendo pelas costas. Tentei gaguejar alguma coisa, mas ela levantou a mão.
- Calma, agora é minha vez de falar. Depois você explica. Me preocupei pra caralho, porque vocês dois são bocós brincando com fogo. Mesmo sem comer a bucetinha dela direito, aquela porra toda podia engravidar a menina. Levei ela no médico, fizemos exames, ela tá bem e já se prevenindo. Vocês são inocentes demais pra disfarçar.
Eu fiquei quieto, ouvindo tudo. Quando chegou minha vez, expliquei que depois do acidente do tio a gente tinha parado, que se ela quisesse eu ia embora da casa. Ela balançou a cabeça.
- Não é pra tanto. Se o pai dela descobrisse, aí sim ia ficar feio pra caralho. Mas agora me conta uma coisa... você já transou com outras meninas?
Eu fiquei encabulado, vermelho como pimentão.
- Não, tia. Sou virgem ainda. A única mulher que toquei foi a Marcela.
Ela parou, pensou um pouco, aqueles olhos castanhos me medindo de cima a baixo. Depois sorriu de um jeito que fez meu pau mexer na calça.
- Então, se você vai tirar a virgindade da minha filha e ela quiser perder pra você, tem que saber fazer direito, sem machucar a coitada. Seu pai te ensinou alguma coisa?
- Nada, tia. Só o que aprendi em revistas e com a Marcela.
- Pois então vamos melhorar isso. Na quarta a Marcela vai praquela viagem da escola, dois dias em Brumadinho no Inhotim. Você fica em casa, é feriado. Nós vamos resolver esse assunto.
Na quarta-feira, a casa ficou só nossa. Marcela saiu cedo pro ônibus e eu fiquei com o coração batendo forte. Logo depois do almoço, tia Tereza me chamou pro quarto dela. Ela estava perfumada, cheirando a sabonete caro e algo doce, vestida com uma camisolinha de seda fina que mal cobria aquelas coxas grossas. O tecido escorregava na pele morena, marcando os bicos dos seios.
- Vem cá, meu sobrinho. Hoje eu vou te ensinar como tratar uma mulher como a Marcela merece... se ela quiser dar pra você.
Ela me puxou pelos braços, colou o corpo no meu e me beijou devagar. A boca dela era quente, macia, a língua entrando devagar e me explorando. Eu obedeci cada ordem que ela dava.
- Tira minha camisola agora, devagar.
Eu puxei o tecido pra cima, revelando aqueles seios médios perfeitos, mamilos escuros já duros. Ela sorriu.
- Chupa eles, vai. Bem gostoso.
Eu caí de boca, lambendo, chupando, mordiscando leve. Ela gemia baixinho, a mão no meu cabelo.
- Isso, assim... morde de leve o bico, safado. Ahhh...
Depois ela mandou eu tirar o sutiã que ainda segurava eles. Eu obedeci, e ela sentou na beira da cama, abrindo as pernas.
- Agora baixa minha calcinha e chupa minha buceta. Mas antes me fala o que você sente.
- Tia, você é uma gostosura. Essa bunda grande, essas coxas... eu sempre bati punheta pensando em você.
Ela riu, safada.
- Seu safado. Sarrando a filha e batendo punheta pra mim? Conta tudo.
- Sim, tia. Bati muita punheta pra você. E algumas vezes a Marcela sabia que era pra você. Ela até bebeu minha porra em homenagem à mãezinha dela.
- Essa safada não me contou essa parte. Agora chupa, vai.
Eu ajoelhei, puxei a calcinha devagar, sentindo o cheiro quente e molhado da buceta dela. Era uma delícia: lábios grossos, escuros, já brilhando de tesão, o grelinho inchado pedindo atenção. Comecei lambendo devagar, subindo e descendo a língua pela fenda toda.
- Assim, tia? Me ensina como você gosta.
- Lambe o grelinho em circulo, devagar primeiro... isso... agora chupa ele inteiro, mete a língua dentro da buceta. Ahhh, caralho, assim mesmo!
Eu obedeci, chupando com fome, enfiando a língua fundo na buceta quente e melada dela. O gosto era salgado, doce, viciante. Ela segurava minha cabeça, rebolando devagar no meu rosto.
- Isso, meu sobrinho... chupa a buceta da sua tia... ahhh... mais forte no grelinho!
Os gemidos dela foram ficando mais altos, desesperados. O corpo tremia, as coxas apertando minha cabeça. De repente ela gozou forte, jorrando um pouco na minha boca.
- Aaaahhh! Porra, que delícia... gozei na sua boca, safado!
O cuzinho dela piscava ali, bem na minha frente, rosadinho e convidando. Eu não aguentei e caí de boca nele também, lambendo em volta, enfiando a ponta da língua.
- Seu safado! Onde você aprendeu isso? Aaaahhh... continua, mete a língua no cu da tia!
Ela gozou de novo, o corpo convulsionando, gemendo alto.
- Porraaa... que língua gostosa no meu rabo!
Depois ela me deitou na cama, puxou minha calça e pegou minha pica dura na mão.
- Olha só esse pauzão. Agora vou te mostrar como se chupa direito.
A boca dela desceu quente, molhada, chupando a cabeça, descendo até o fundo da garganta. Muito melhor que a Marcela. Ela lambia as bolas, chupava com fome, gemendo enquanto me olhava nos olhos.
- Mmm... que pica gostosa... goza na boca da tia, vai.
Eu não aguentei muito. Explodi, enchendo a boca dela de porra quente. Ela engoliu tudo, lambendo até a última gota. Meu pau continuava duro como pedra.
- Agora enfia na buceta da tia. Vai com calma primeiro.
Eu posicionei a cabeça da pica na entrada molhada e empurrei devagar. A buceta dela era quente, apertada, sugando meu pau inteiro.
- Aaaahhh... que delícia... fode sua tia, vai!
Comecei a meter com força, o som de pele batendo ecoando no quarto. Ela gemia desesperada.
- Mais forte! Socaaa nessa buceta! Aaaahhh... tô gozandoooooo de novo!
O corpo dela se contorceu, a buceta apertando minha pica. Eu não resisti e enchi ela de porra, jato atrás de jato. Me deitei sobre ela, ainda dentro, beijando aquela boca safada.
A gente descansou um pouco, suados, colados. Depois ela se virou de quatro, aquela bunda grande empinada.
- Vem de novo. Mete fundo.
Eu segurei na cintura fina e meti tudo de uma vez. O barulho molhado era obsceno. Meti o dedo no cuzinho dela de leve, mas ela reclamou.
- Não, safado. Chupar é uma coisa, enfiar dedo ou pica no cu da tia nem pensar. Se a Marcela quiser, você fode o cuzinho dela. Eu não gosto.
Então continuei socando a buceta dela com tudo, as bolas batendo nos lábios inchados.
- Aaaahhh... porra... gozando de novo! Enche essa buceta!
Eu gozei mais uma vez, enchendo ela até transbordar. A porra escorrendo pelas coxas grossas.
A gente tomou banho junto, eu ensaboando aqueles seios, aquela bunda, chupando ela de novo debaixo da água. Depois fomos pro meu quarto e eu comi ela mais duas vezes antes da Marcela voltar. Dias intensos, gemidos que ecoavam pela casa vazia.
Nas semanas seguintes, eu comia as duas. Às vezes só a Marcela, às vezes as duas juntas. Elas foram as primeiras mulheres da minha vida, me ensinaram tudo. Anos depois, quando a Marcela veio me visitar no Canadá, finalmente comi o cuzinho dela. Terminamos o que a gente tinha começado há 30 anos. Ela nunca tinha dado o cu pros namorados nem pros maridos. Eu tirei a virgindade daquele rabo gostoso também, com ela gemendo desesperada.
- Aaaahhh... mete no cu da prima... devagar... porra, que delícia!
Foi intenso, lento no começo, depois socando fundo até encher aquele cu virgem de porra quente. A gente gozou juntos, suados, exaustos, rindo do quanto a vida tinha sido safada com a gente.
Essa experiência mudou tudo, cara. Daquele dia no quarto da tia Tereza pra frente, eu aprendi que por trás da mulher meiga e perfeita tinha uma safada insaciável, pronta pra ensinar e pra se entregar sem limites. E eu adorei cada segundo, cada gemido, cada gota de porra e cada contração daquela buceta e daquele cu que me receberam tão bem.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha tia Tereza!

Codigo do conto:
265693

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/06/2026

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