Espionando o caseiro trepar!



Os finais de semana no sítio do vovô eram sempre a mesma coisa: ar puro, galinhas cacarejando e aquele cheiro de mato molhado depois da chuva. Mas pra mim, uma garota de vinte e poucos anos cheia de curiosidade que não cabia no corpo, o lugar tinha um atrativo extra. O Cardoso. Um matuto de uns 45 anos, casado com a Marta, uma morena de trinta que era um espetáculo. Corpo de violão, rosto bonito, bunda grande e empinada que balançava quando ela andava pelo terreiro. Eu ficava olhando de longe, imaginando coisas que não devia.
Naquele sábado à tarde o calor estava insuportável. Eu andava sem rumo perto da casa deles, uma construção velha de madeira que rangia com qualquer vento. Foi quando ouvi os murmuros. Risadas baixas, um gemido abafado. Meu coração acelerou. Em vez de ir embora, cheguei mais perto, nas pontas dos pés, e espiei pela brecha larga entre as tábuas da parede.
Lá estavam eles. O Cardoso beijava a Marta com fome, língua enfiada na boca dela, descendo pro pescoço enquanto as mãos grandes apertavam aquela bunda carnuda por cima do vestido fino. - Porra, Marta, tu tá molhada já, né safada? - ele rosnava baixo, e ela só ria, arqueando o corpo contra ele.
Ele não perdeu tempo. Puxou o vestido dela pra cima e tirou tudo num movimento só. O corpo da Marta era perfeito pra caralho: peitos médios mas firmes, mamilos escuros e duros, cintura fina e aquela bunda enorme, redonda, que tremia de leve. A calcinha era simples, branca, mas logo voou pro chão. A bucetinha dela apareceu, com pelinhos pretos ralos, os lábios inchados e brilhando de tesão. Ela abriu as pernas ali mesmo, em pé, e o Cardoso se ajoelhou como um animal.
- Ahhh... chupa gostoso, amor... - ela gemeu quando ele enfiou a cara entre as coxas dela.
O safado chupava com vontade. Eu escutava os estalos molhados da língua dele lambendo tudo: o grelinho inchado, os lábios da buceta, e depois descendo pro cu dela. Ele lambia o cuzinho rosado sem vergonha, enfiando a ponta da língua enquanto ela tremia. - Delícia... tua buceta tá pingando, Marta. E esse cu... vou comer ele hoje, hein? - - Pode comer tudo, Cardoso... eu deixo... ai que delícia, continua chupando meu grelinho...
Minha própria buceta estava encharcada. Eu apertava as coxas uma contra a outra, sentindo o mel escorrendo pela perna. O tesão subia tão forte que minhas mãos tremiam enquanto eu segurava na madeira quente da parede.
O Cardoso se levantou, tirando a camisa e a calça. Ficou só de cueca, e o volume ali era impressionante. Uma barraca grossa, torta. Marta agarrou por cima do pano, apertando e gemendo. - Nossa, tá duro pra caralho... quero mamar essa pica toda.
Ela puxou a cueca pra baixo. O pau dele saltou pra fora: grosso, torto pra cima, com uma pele grossa cobrindo a cabeçona roxa. Ela segurou e puxou o prepúcio pra trás devagar, revelando aquela glande grande, brilhante de lubrificação. - Que cabeçona deliciosa... - murmurou ela, e começou a chupar.
Eu quase soltei um gemido alto ali. Ela mamava com fome, descendo a boca até o meio do cacete, subindo e lambendo as bolas pesadas. Colocava um ovo na boca de cada vez, sugando enquanto a mão batia na pica. O Cardoso urrava de prazer. - Isso, puta... mama meu saco... engole essa rola torta...
Ela arregaçava a pele, chupava a cabeçona com barulho, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurava o cabelo dela e fodia a boca devagar. Eu estava quase gozando só de olhar. Minha mão desceu sem eu perceber, por dentro do short, tocando meu grelinho inchado. Estava molhada pra burro.
Então ele mandou ela ficar de quatro. Marta obedeceu, empinando aquela bunda grande bem na direção da brecha onde eu estava. O cuzinho piscava, a buceta aberta pingando. O Cardoso se posicionou atrás, o saco cheio de bolas balançando. Eu via tudo: as bolas grossas, o pau torto latejando. Ele esfregou a cabeçona na entrada da buceta dela, misturando os fluidos.
- Vou te comer gostoso agora... - rosnou ele, e empurrou.
O cacete entrou devagar, abrindo os lábios inchados. Marta soltou um gemido longo e desesperado. - Aaaaiii... que pica grossa... me enche toda, amor!
Ele segurou os quadris dela e começou a bombar. O pau saía quase todo, brilhando de mel, as bolas batendo na buceta, e entrava de novo com força. O barulho de carne contra carne era alto, molhado, obsceno. Ele subia o corpo por cima dela, quase deitando nas costas, e o cacete aparecia inteiro entre as nádegas antes de sumir de novo na buceta gulosa.
- Toma, toma essa rola... tua buceta tá apertando pra caralho... - - Ai, Cardoso... me fode mais forte... quero sentir essas bolas batendo... aaaahhh... goza dentro, por favor...
Eu não aguentava mais. Meu dedo rodava no grelinho rápido, a buceta latejando. Via o pau dele entrando e saindo, o cu dela piscando a cada estocada. Ele acelerou, batendo fundo, o suor escorrendo pelos corpos.
- Vou gozar, Marta... vou encher essa bucetinha... - - Goza, amor... me enche... eu tô gozando também... aaaaiiiiii... porraaa!
Marta tremeu inteira, o corpo convulsionando, gemendo alto, desesperada. Eu gozei junto, forte, um jorro quente molhando minha mão e o short. Bati sem querer na parede com o cotovelo e saí correndo, pernas bambas, buceta pulsando e escorrendo gozo.
Uns trinta minutos depois, enquanto eu tentava me recuperar sentada num tronco longe, o Cardoso apareceu. Sem camisa, suor ainda brilhando no peito. Ele me olhou direto, um sorriso safado no canto da boca. Não disse nada no começo, só ficou me encarando. Eu sentia o rosto queimar.
- Vi que tu tava olhando, menina... - ele falou baixo, a voz rouca. - Gostou do que viu?
Eu não consegui mentir. Meu corpo ainda tremia. - Gostei... gostei pra caralho.
Ele se aproximou devagar. - Quer sentir na pele então? Aquela pica torta que tu viu... pode mamar, pode sentar, pode deixar eu comer teu cu também se quiser.
Meu coração disparou. A curiosidade e o tesão falaram mais alto. Eu levantei, tremendo, e segui ele pra um lugar mais escondido no mato. O que rolou depois foi ainda mais intenso.
Ele me encostou numa árvore, levantou meu vestido e enfiou a mão direto na minha buceta molhada. - Porra, tá encharcada... safadinha que gozou olhando nós dois.
- Sim... eu gozei vendo tua pica entrando nela... - respondi, voz falhando.
Ele tirou o pau pra fora de novo. Ainda estava meio duro, torto, aquela pele grossa. Eu me ajoelhei na terra e segurei. O cheiro era forte, de sexo, suor e buceta da Marta. Puxei a pele pra trás e chupei a cabeçona. - Delícia... que pau gostoso... - murmurei antes de descer a boca.
O Cardoso gemia alto, segurando minha cabeça. - Mama, garota... engole esse cacete... isso... vai fundo...
Eu chupava com vontade, sentindo a curva da pica roçando minha garganta. Lambia o saco, colocava as bolas na boca uma por uma. Ele me puxou pra cima, virou de costas pra ele e levantou uma perna minha. Enfiou o pau na minha buceta de uma vez. Eu gritei de prazer.
- Aaaahhh... que grossa... me arromba...
Ele metia forte, segurando meus peitos, beliscando os mamilos. O pau torto acertava lugares que me faziam ver estrelas. - Tua bucetinha é apertada pra caralho... melhor que a da Marta... toma, toma tudo...
Eu gemia sem parar, desesperada. - Mais fundo... fode meu grelinho... aiiiii, seu Cardoso... vou gozar de novo...
Ele me colocou de quatro no chão, igual fez com ela. Empinou minha bunda e enfiou de novo, batendo as bolas contra mim. Depois cuspiu no meu cu e começou a enfiar o dedo enquanto metia na buceta. - Vou comer esse cuzinho virgem também...
Quando ele gozou, foi dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta. Eu gozei junto, gritando, corpo inteiro tremendo. Ficamos ali, suados, ofegantes, sabendo que aquilo era só o começo de muitos fins de semana safados no sítio.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Espionando o caseiro trepar!

Codigo do conto:
265545

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
28/06/2026

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