Vi meu avô batendo punheta, não resisti e dei pra ele!



Era um fim de semana quente pra porra no sítio do meu avô. Eu tinha acabado de fazer 18 anos, o corpo ainda novinho, os peitos firmes e a bucetinha sempre molhada de curiosidade. Meu avô, um velho safado de uns 68 anos, forte do trabalho no campo, morava sozinho lá depois que minha avó morreu. Eu fui passar o sábado e domingo com ele, como sempre fazia quando queria fugir da cidade.
Meu avô tratava dos porcos no mangueirão grande nos fundos. Ele separava o porco macho das porcas pra não bagunçar tudo. Naquela tarde ele pegou um balde de milho e desceu o caminho de terra. Eu fiquei na varanda um tempo, mas a curiosidade bateu. Uns dez minutos depois eu fui atrás, devagar, sem fazer barulho.
Quando cheguei perto do mangueirão, me escondi atrás de uma cerca de madeira. Vi meu avô soltando o porco grande, aquele macho enorme, junto com uma porca nova na repartição maior. O porco farejava o ar, o pau dele já começando a aparecer, aquele pinto fino e comprido, rosado, saindo da bainha. Meu avô riu baixinho.
- Vai, seu safado... monta nela direito hoje.
O porco subiu nas costas da porca. Ela grunhiu e tentou correr, mas ele segurou firme com as patas da frente. O pinto dele balançava, duro, buscando o buraco. De repente ele acertou e enfiou tudo de uma vez. A porca guinchou alto, um som misturado de dor e tesão. O porco começou a foder ela com força, metendo rápido, o corpo gordo batendo contra o dela.
Eu senti um calor subir pela barriga. Minha bucetinha apertou sozinha dentro da calcinha. Fiquei olhando hipnotizada. O pinto do porco entrava e saía brilhando, molhado da porca. Meu avô, do lado, já tinha aberto a braguilha da calça velha. Ele puxou o pau dele pra fora. Caralho... era enorme. Grosso, veioso, a cabeça vermelha inchada, bem maior que o do porco. Como minha avó aguentava aquele cacetão?
Ele começou a bater punheta devagar, a mão grossa subindo e descendo no mastro. Os olhos grudados na foda dos porcos.
- Isso... come ela, filho da puta... enfia esse pau todo nessa buceta de porca...
O porco acelerou, grunhindo alto, metendo sem parar. A porca tremia, as pernas abertas. Meu avô acelerou a punheta também, gemendo rouco.
Eu estava louca. A calcinha encharcada, o grelinho latejando. Queria tocar nele, mas fiquei ali parada, vendo tudo. O velho deu um gemido mais forte, o corpo inteiro tensionou e gozou. Jatos grossos de porra branca saíram voando do cacetão dele, caindo no chão de terra. Ele espremeu o pau até a última gota, respirando pesado.
- Porra... que delícia...
Eu saí de fininho, o coração batendo no peito como tambor. Corri pra casa, entrei no banheiro e tranquei a porta. Tirei a roupa rapidinho, sentei na borda da banheira e abri as pernas. Minha buceta estava inchada, molhada pra caralho. Comecei a passar os dedos no grelinho, circulando rápido.
- Aiiii... porra... que tesão...
Imaginava eu no lugar da porca, aquele pinto de porco me comendo. Depois imaginava o cacetão do meu avô me abrindo inteira. Os dedos entravam fundo na buceta, fazendo barulho de tão molhada. Gemidos desesperados saíam baixinho.
- Ahhh... me fode... me fode com esse pauzão, vô... quero esse cacetão dentro de mim...
Gozei forte, as pernas tremendo, o mel escorrendo pela coxa. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida até ali. Daquele dia em diante, sempre que meu avô ia pro mangueirão, eu seguia escondida. Vi ele fazer isso mais duas vezes. Nas duas ele batia uma punheta brava olhando os porcos foderem, gozando grosso e gemendo sacanagens.
Eu não aguentava mais. Queria dar pra ele. Queria sentir aquele pau velho e grosso me arrombando.
Aconteceu no domingo à noite. Ele estava na sala vendo TV depois do jantar. Eu vesti só uma camisola fina, sem calcinha, os bicos dos peitos marcando. Sentei do lado dele no sofá, bem pertinho.
- Vô, tá calor hoje né...
Ele olhou pro meu corpo, os olhos descendo pros peitos e pras pernas.
- Tá sim, menina... você cresceu tanto...
Eu coloquei a mão na coxa dele, subindo devagar.
- Vô... eu vi o senhor no mangueirão... vi tudo... o senhor batendo punheta olhando os porcos...
Ele ficou vermelho, mas o pau dele já começou a inchar na calça.
- Que que é isso, garota? Você tá louca?
- Eu fiquei com tesão, vô... fiquei louca de vontade de dar pra o senhor. Quero esse cacetão que eu vi... quero que o senhor me coma como comeu minha avó...
Ele respirou fundo, a mão tremendo quando segurou meu rosto.
- Sua putinha... se sua avó soubesse... mas porra, você tá pedindo...
Ele me puxou pro colo dele. A boca dele veio forte na minha, a língua grossa invadindo. Eu gemi no beijo, rebolando no pau dele que já estava duro como pedra.
- Aiii, vô... me toca...
A mão dele subiu pela camisola, encontrou minha buceta molhada e enfiou dois dedos grossos de uma vez.
- Caralho, menina... tá encharcada... essa bucetinha novinha tá piscando pra mim...
Ele me dedou forte, o polegar no grelinho. Eu gemia desesperada, rebolando nos dedos dele.
- Ahhh... isso... fode minha buceta com os dedos, vô... aii que delícia...
Ele tirou a camisola, deixou meus peitos livres. Chupou os bicos com fome, mordendo de leve. Depois me colocou de quatro no sofá, levantou a bunda e abriu minhas nádegas.
- Olha esse cu e essa buceta... tudo rosadinho... vou comer os dois hoje.
Ele cuspiu na buceta e enfiou o cacetão devagar. Eu gritei de prazer e dor.
- Aaaaiii... que grosso... vai devagar, vô... me arromba devagar...
Ele meteu tudo, até o saco bater na minha buceta. Começou a foder forte, o som de carne batendo ecoando na sala.
- Toma, sua safada... toma esse pauzão que você tanto queria... que buceta apertada da porra...
Eu gemia como louca, empinando a bunda pra tomar mais fundo.
- Me fode, vô... me fode bem gostoso... aiiii aiiii aiiiii... que delícia... seu cacetão tá me rasgando...
Ele metia sem parar, suado, gemendo rouco. Depois tirou, cuspiu no meu cu e começou a forçar a cabeça do pau no cuzinho.
- Agora vou comer esse cu virgem...
- Aiiiiii... devagar... aaaahhh... entraaaa... me arromba o cu também...
Ele entrou devagar, depois acelerou. Eu estava em êxtase, a buceta pingando enquanto ele socava meu cu.
- Porra... que cuzinho mais apertado... toma, toma tudo...
Gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, gritando o nome dele. Ele puxou o pau e gozou nas minhas costas, jatos quentes e grossos.
Depois disso virou rotina. Sempre que eu ia pro sítio, a gente fodia em todo canto. Na cozinha, no quarto, no mangueirão até. Ele me ensinava sacanagens novas, me fazia chupar o cacetão dele até engasgar, me comia de quatro olhando os porcos.
E tem mais história ainda. Meu avô era um velho safado mesmo. Minhas irmãs mais novas, a Júlia de 16 e a Sofia de 15, também passaram por isso. Uma vez as três fomos juntas passar o feriado lá. Ele nos pegou uma por uma e depois as três juntas. Lembro da noite que ele nos colocou na cama grande.
- Minhas putinhas... todas minhas... vem cá.
A Júlia chupava o pau dele enquanto eu sentava na cara dele, a buceta molhada na boca do velho. A Sofia lambia as bolas. Ele gemia feliz.
- Isso... chupa esse pau, Júlia... lambe meu saco, Sofia... e você, senta na minha boca que eu vou comer essa bucetinha...
A gente gemia junto, as três molhadas e loucas. Depois ele nos fodeu uma atrás da outra, trocando de buceta e cu. Gozamos todas, a sala cheirando a sexo.
- Aiiiii vô... me fode mais... arromba minha buceta...
- Mete no meu cu, vô... enfia esse cacetão...
Ele gozava em todas nós, marcando território.
Daquele dia em diante, o sítio virou nosso segredo safado. Sempre que íamos, sabíamos que íamos voltar pra casa com a buceta e o cu doloridos, mas felizes pra caralho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi meu avô batendo punheta, não resisti e dei pra ele!

Codigo do conto:
265544

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/06/2026

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