Paula tinha 28 anos agora, mas toda vez que o tesão batia forte, a memória voltava para aquele final de semana no sítio do avô Josivaldo. O velho safado, pai da mãe dela, com seus 65 anos bem conservados, corpo ainda firme de tanto trabalhar na roça. Desde pequena ela ia pra lá, mas foi aos 15 que começou a notar o jeito como ele mandava ela subir nos pés de manga e goiaba. Ele ficava embaixo, olhos grudados na bunda da neta, fingindo que olhava as frutas. Paula nunca tinha ligado, achava inocente. Mas aos 18, tudo mudou. Naquele sábado prolongado, a avó dela estava fazendo queijo, coalhada, bolos quentinhos e pães que deixavam a casa cheirando a conforto. Paula chegou na sexta à noite e sentou na sala. O velho estava bem na frente dela, pernas abertas, e lá estava: um volume enorme empurrando a calça jeans velha. A braguilha esticada, quase explodindo. Paula sentiu um calor subir pela barriga. "Puta merda, será que o cacete do vô é tão grande assim?" Pensou, imaginando a grossura, o comprimento, a veia pulsando. Ela disfarçou, foi tomar banho, mas no quarto a buceta já estava molhada, latejando. Deitou, enfiou a mão por baixo da calcinha, esfregou o grelinho inchado e gozou pensando naquela vara do avô. Dormiu com a xota pegando fogo. No sábado de manhã, o velho já estava de pé cedo, mesa posta com café, pão fresco, queijo. - Vem cá, minha netinha linda. - Ele chamou, abrindo os braços. Paula foi, sentiu o abraço forte e, caralho, a varona dura roçando na barriga dela. Parecia que ele sabia. A avó chegou logo depois e tomaram café juntos. Josivaldo disse casualmente: - Depois que eu arrumar umas coisas no galinheiro, a gente vai andar a cavalo, tá bom? - Tudo bem, vô. - Ela respondeu, sentindo a calcinha molhar de novo. A vizinha apareceu chamando a avó para ensinar uma receita de bolo de milho. Paula ficou sozinha em casa. O calor do dia pedia roupa leve. Ela vestiu um vestidinho curto, daqueles que mal cobriam a metade da coxa, sem sutiã, só uma calcinha fina. Deitou no quarto, porta aberta, puxou o vestido um pouco pra cima, deixando a bunda quase toda de fora, redonda, branquinha. Fingiu que dormia. Não demorou. A sombra do velho apareceu na porta. Ele parou, respirando pesado, babando. O filho da puta arriscou tudo. Entrou devagar, fechou a porta com o pé e foi direto. Mãos calejadas ergueram o vestido até a cintura. - Que bunda gostosa da minha netinha... - Murmurou. A língua quente dele lambeu a bunda toda, devagar, lambidas longas, molhadas. Paula gemeu baixinho. Ele abriu as bandas com as mãos e enfiou a língua no cuzinho apertado. - Ahhh... vô... que isso... - Ela sussurrou, tremendo de tesão. - Cala a boca, cadela. Deixa o vô aproveitar essa bundinha virgem. - Ele rosnou, lambendo mais fundo, chupando o anelzinho rosado enquanto uma mão descia e esfregava a bucetinha molhada. Paula estava encharcada, mel escorrendo pelas coxas. Ele a virou de frente, beijou a boca com fome, língua invadindo tudo. Arrancou o vestidinho num puxão, jogou o sutiã longe (nem precisava), tirou a calcinha com os dentes. Mamou os peitinhos firmes, chupando os bicos duros, mordendo de leve. Desceu lambendo a barriga, chegou na buceta lisinha. - Olha essa xotinha rosada... toda molhada pro vô. - Abriu os lábios com os dedos e chupou o grelinho inchado, sugando forte, enfiando a língua dentro da buceta quente. Paula arqueou as costas: - Aaaahhh... vô... chupa minha bucetinha... assim... que delícia... não para... Josivaldo tirou a camisa, as botas, a calça. Ficou só de cueca, o pau monstruoso esticando o tecido. Paula olhou hipnotizada. - Tira essa cueca, seu safado. Quero ver esse cacete. - Ela pediu, voz rouca de tesão. - Você vai tirar, cadelinha. Vem. - Ele mandou. Paula sentou na beira da cama, mão tremendo de excitação. Apalpou por cima da cueca, sentiu o calor, a grossura, o latejar. Puxou pra baixo devagar. Quando o pau saltou livre, ela quase gozou só de olhar. Vinte e dois centímetros de rola grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando com aquele líquido claro que escorria. As bolas enormes, pesadas, cheias de porra. - Puta que pariu... que pauzão, vô... um velho de 65 com essa vara enorme... - Ela disse, admirada. Pegou com as duas mãos, punhetou devagar, massageando as bolonas peludas. O velho gemeu rouco. - Mama essa pica, minha cadelinha. Chupa o cacete do vô. - Paula abriu a boca o máximo que pôde, enfiou a cabeça grossa, sugou com força, lambendo a glande, descendo o máximo possível. Era grosso demais, ela babava, engasgava, mas não parava. Depois desceu pras bolas, chupou uma, depois a outra, enfiando na boca. Josivaldo choramingava de tesão: - Isso... mama as bolas do vô... que boquinha gulosa... aaaahhh... Ele não aguentou mais. Derrubou ela na cama, ergueu as pernas dela até os ombros, abriu tudo. Chupou a buceta com fome, língua fodendo o buraco, depois o cuzinho de novo. Paula gritava: - Aaaaiii... chupa meu cu, vô... lambe essa buceta... eu vou gozar... porra... Ele saiu rápido, pegou uma latinha de óleo no armário. Passou bastante no pauzão, brilhando. Deitou na cama, pau apontando pro teto. - Agora você vai sentar na vara do vô, netinha. Esse era o seu desejo, né? Vem, desce devagar. Paula subiu tremendo, posicionou a cabecinha grossa na entrada da buceta molhada. Foi descendo. - Aaaahhh... tá muito grosso... vai rasgar minha bucetinha... - Doía, mas o tesão era maior. Ela aguentou, desceu centímetro por centímetro até sentir as bolas batendo na bunda. Estava toda empalada. Começou a cavalgar devagar, depois mais rápido. O quarto enchia de barulhos molhados, pele batendo, gemidos. - Fode seu vô, cadela safada! Rebola nessa pica grossa! - Josivaldo rosnava, mãos apertando os peitos dela, beliscando os bicos. - Aaaahhh... que delícia... sua vara tá me enchendo toda... mais fundo, vô... me fode... - Paula cavalgava desesperada, buceta apertando o pau, sucos escorrendo. Ele a xingava sem parar: - Sua putinha incestuosa... tomando o cacete do avô... rebola essa bundinha... vai... aaaahhh... que buceta apertada... Paula gozou forte, corpo tremendo, buceta pulsando em volta da rola. - Estou gozandooooooo na pica... porra... aaaaiii... vô... me enche... - Josivaldo urrou, as bolas contraindo, e jorrou uma porra quente, grossa, muito volume. Encheu a neta até transbordar, escorrendo pelos lados do pau ainda enterrado. Ela desabou em cima dele, suada, ofegante. Sentiu o pau amolecendo devagar dentro da buceta, a porra quente vazando. Ficaram assim um tempo, ele acariciando as costas dela. - Você é uma cadelinha safada mesmo, hein, Paula. O vô sempre quis isso. - - E eu sempre quis sua vara, vô. Podemos fazer de novo? A vovó vai demorar... E fizeram. Várias vezes naquele dia. No banho, ele fodeu ela contra a parede, pauzão entrando no cu dela pela primeira vez, devagar, com óleo, até ela aguentar tudo e pedir mais. - Me fode no cu, vô... rasga esse cuzinho... aaaahhh... que gostoso... - Gemidos ecoavam pela casa vazia. À tarde, no estábulo, ele sentou numa farda de feno, ela sentou de costas, rebolando, punhetando o pau enquanto ele chupava o pescoço dela. Gozaram juntos de novo, porra jorrando nos peitos dela. Quando a avó voltou, eles estavam sentados na varanda como se nada tivesse acontecido. Mas Paula sentia a buceta e o cu latejando, cheios da porra do avô. O velho piscava pra ela de canto, o volume na calça voltando. Daquele dia em diante, sempre que ia ao sítio, Paula arrumava um jeito de ficar sozinha com o velho. Ele virava um animal, chupando, fodendo, enchendo todos os buracos da neta. E ela amava cada segundo, cada gemido desesperado, cada porra quente escorrendo. O velho era safado pra caralho. E ela, mais ainda.
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