Eu me chamo Vivian, tenho 28 anos, morena, corpuda do jeito que os homens babam, com uma bunda grande, redonda e empinada que balança quando eu ando. Meus cabelos longos e pretos caem pelas costas como uma cascata. Aquele dia estava quente pra caralho, e eu estava sozinha em casa com o Kadu, meu irmão mais velho, só dois anos acima de mim. A casa vazia, silêncio total, e eu resolvi me deitar na cama de barriga pra baixo, só de uma calcinha fio dental preta que mal cobria nada. Adoro sentir o tecido fino enfiado no rego da minha bunda, apertando minha buceta carnuda. Deixei a porta encostada, como sempre. Lá em casa a gente respeitava isso: batia pra entrar. Mas eu tava com tesão acumulado, o corpo pedindo atenção. Fiquei ali, bunda pra cima, as pernas ligeiramente abertas, o fio dental sumindo entre minhas nádegas grossas. O ar do quarto batia direto na minha pele morena, arrepiando tudo. De repente, ouvi a porta se abrindo devagarinho. Meu coração acelerou, mas eu fiquei quietinha, fingindo que tava dormindo profundamente. Era o Kadu. Ele chamou baixinho: - Vivian? Tá acordada, maninha? Não respondi. Fiquei imóvel, respirando devagar. Ele entrou no quarto, o passo leve. Senti o colchão afundar um pouco quando ele se aproximou. Meu corpo todo ficou em alerta. A mão dele, quente e grande, pousou na minha bunda. Um toque leve no começo, mas depois apertou, amassando a carne macia da minha nádega direita. - Porra... que bunda gostosa da minha irmã – ele murmurou baixinho, quase pra si mesmo. Fiquei apavorada e excitada ao mesmo tempo. Não era certo, mas minha buceta começou a piscar, molhando a calcinha. A mão dele desceu, os dedos traçando o contorno do fio dental enfiado no meu cu. Então veio a língua. Quente, molhada, passeando pela minha bunda, descendo pelo rego devagar. Ele lambeu em volta do meu cuzinho apertado, tentando enfiar a ponta da língua ali. Dei uma mexidinha sutil, como se fosse um movimento de sono, e ele parou, saiu do quarto devagar. Meu coração batia forte. Fiquei ali, a buceta latejando, o cuzinho molhado da saliva dele. "Volta, seu safado", pensei. Torci pra ele voltar. Levantei um pouco o quadril, enfiei a calcinha ainda mais fundo no rego, o tecido apertando meu grelinho inchado. Peguei os dois travesseiros e coloquei embaixo da minha barriga, empinando bem a bunda. Agora minha buceta e meu cu ficavam totalmente expostos, a calcinha de lado, mostrando tudo. Voltei a fingir que dormia, o corpo tremendo de expectativa. Minutos depois, a porta abriu de novo. Kadu voltou, mais tarado dessa vez. Ele fechou a porta quase totalmente, mas deixou uma fresta. Senti o peso dele na cama. As mãos dele abriram minhas nádegas grossas. - Caralho, maninha... você tá toda exposta pra mim – ele sussurrou, a voz rouca de tesão. A língua dele atacou direto no meu cuzinho. Lambeu com fome, rodando em volta do anel apertado, enfiando a ponta pra dentro. Desceu depois pra minha buceta molhadinha, chupando os lábios grossos, sugando meu mel que escorria. Eu mordi o travesseiro pra não gemer alto. O prazer era absurdo. Ele puxou a calcinha pro lado completamente, a vara dele já pra fora, dura como pedra. Senti a cabeça grossa da pica dele roçando na entrada da minha buceta encharcada. - Vou te comer devagar, sua putinha safada – ele disse baixinho, sabendo que eu tava acordada. Empurrou devagar. A pica dele era grossa, comprida, esticando minhas paredes internas. Entrei devagarinho, centímetro por centímetro, enquanto eu fingia dormir, mas meu corpo traía. Minha buceta apertava em volta dele, piscando de prazer. - Ahhh... que buceta quente e apertada da minha irmã – ele gemeu baixinho, começando a meter mais fundo. Os movimentos eram lentos no começo, mas intensos. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo bem, vendo a pica desaparecer dentro de mim. Eu comecei a gemer baixinho, sem conseguir segurar. - Hmmm... ahh... Ele acelerou um pouco, a vara batendo fundo, as bolas pesadas batendo na minha buceta. - Tá gostando, né, Vivian? Sua bucetinha tá me apertando toda. Goza na pica do seu irmão, vai. Eu não aguentei. O orgasmo veio forte, minha buceta contraindo desesperada em volta da pica dele, esguichando um pouco de mel. - Aaaahhh... porra... tá gozando, maninha? Senti sua buceta piscando todinha na minha vara! – ele falou, a voz rouca. Continuei fingindo, mas meu corpo se contorcia de prazer. Ele enterrou tudo, a pica latejando dentro de mim, e gozou forte. Jatos quentes de porra enchendo minha buceta, transbordando. - Toma toda a porra do seu irmão, sua vadia gostosa... caralho, que delícia. Ele ficou ali uns segundos, a pica ainda dentro, pulsando. Depois saiu devagar, limpou a vara na minha bunda e saiu do quarto quietinho. Fiquei ali, a buceta cheia de gozo, o cuzinho ainda molhado da língua dele. Adorei cada segundo. Tomei banho depois, fingi que nada tinha acontecido. Quando encontrei ele na sala, ele veio com um abraço apertado, me chamando: - E aí, maninha? Dormiu bem? Eu sorri, inocente: - Dormi sim, Kadu. Tava cansada. Mas por dentro eu já tava molhada de novo, querendo mais daquela pica proibida. Naquela tarde, depois do banho, eu não conseguia parar de pensar na pica do Kadu me arrombando. Meu corpo pedia mais. Fui pra cozinha pegar água, só de uma camisola fina, sem nada por baixo. Ele tava lá, sentado, fingindo olhar o celular, mas os olhos dele subiram pras minhas pernas grossas. - Tá tudo bem, Vivian? – ele perguntou, a voz um pouco rouca ainda. Eu me aproximei, roçando meu corpo no dele de propósito ao passar. - Tá sim, irmão. Só um pouco quente hoje. Ele levantou, me pegou pela cintura por trás. As mãos grandes apertaram minha barriga, descendo pro quadril. - Você tava dormindo mesmo mais cedo? – ele sussurrou no meu ouvido, o pau já duro encostando na minha bunda por cima da camisola. Eu tremi. - Tava... mas senti umas coisas gostosas... Ele virou meu corpo, me prensou contra a mesa da cozinha. Levantou a camisola, expondo minha buceta pelada, já molhada de novo. - Porra, maninha, sua bucetinha tá pingando. Quer mais da pica do irmão? - Quero... – eu respondi baixinho, a voz tremendo de tesão. Ele abriu minhas pernas, ajoelhou e enfiou a cara ali. A língua atacou meu grelinho inchado, chupando forte, dois dedos entrando na buceta enquanto ele lambia meu cu ao mesmo tempo. - Ahhh... Kadu... chupa minha buceta... assim... porra... – eu gemi, segurando a cabeça dele. Ele sugava meu mel com fome, os dedos fodendo rápido. - Sua buceta tem gosto de puta safada, Vivian. Tá toda melada pro irmão. Eu gozei de novo, pernas tremendo, gemendo alto: - Aaaaiii... tô gozandoooooo... não para... lambe meu grelinho... aaaahhh! Ele levantou, tirou o pau pra fora. A vara tava roxa, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. - Agora vou te comer de verdade, maninha. Abre essa bucetona. Eu subi na mesa, abri as pernas bem, segurando minhas próprias nádegas. Ele enfiou tudo de uma vez, fundo, batendo o pau no fundo da minha buceta. - Uhhh... que delícia... mete forte, Kadu... me arromba! Os tapas das bolas na minha bunda ecoavam na cozinha. Ele metia com força, segurando meus peitos por cima da camisola, apertando os mamilos duros. - Toma pica, sua irmã vadia... essa buceta é minha agora. Vou encher você de porra todo dia. - Sim... sou sua putinha... fode meu cu também se quiser... aaaahhh... mais fundo! Ele tirou da buceta, cuspiu no meu cuzinho e começou a forçar a entrada. A cabeça grossa abriu meu anel apertado devagar, queimando gostoso. - Caralho, seu cu é apertado pra caralho... relaxa, maninha... vou te arrombar esse cuzinho virgem. Eu gemia desesperada, unhas cravando na mesa: - Aiiiiiii... dói... mas continua... enfia toda essa pica no meu cu... aaaahhh... assim! Ele meteu tudo, fodendo meu cu com força, uma mão no meu grelinho esfregando rápido. O prazer misturado com a dor era insano. Eu gozei de novo, o cu apertando a pica dele. - Tô gozando pelo cuuuuu... porra... Kadu... me enche de porra, vai seu vagabundo! Ele rugiu, gozando jatos grossos dentro do meu intestino. Ficamos ali, suados, ofegantes, a porra escorrendo do meu cu e da buceta. Depois disso, a gente repetiu várias vezes naquela semana. Toda vez que os pais saíam, ele me pegava em algum canto: no sofá, no banheiro, no quarto dele. Eu virava a putinha particular do meu irmão, gemendo como uma desesperada toda vez que a pica dele entrava em mim. - Me fode, irmão... enche minha buceta de leitinho quente... – eu pedia, de quatro, bunda empinada. - Toma tudo, Vivian... sua rabuda gostosa – ele respondia, metendo sem parar. O tesão proibido só aumentava. A gente se olhava na frente da família como se nada tivesse acontecido, mas à noite a casa virava um puteiro particular. Uma noite, depois de um dia inteiro de tesão reprimido, ele me chamou pro quarto dele. Eu fui só de calcinha de novo, bunda balançando. Ele tava pelado na cama, pau duro apontando pro teto. - Vem aqui, maninha. Hoje vou te comer nos três buracos. Eu subi na cama, beijei o pau dele primeiro, lambendo as bolas pesadas, chupando a cabeça grossa até ele gemer. - Chupa gostoso, Vivian... sua boca é quente pra caralho. Eu engoli o máximo que consegui, babando, engasgando, enquanto ele fodia minha garganta. - Gluck... gluck... hmmm... – eu fazia, olhos lacrimejando. Depois ele me colocou de quatro, meteu na buceta primeiro, socando forte. - Aaaahhh... fode... quebra minha buceta... – eu gritava baixinho. Ele alternava: buceta, cu, buceta de novo. Meu corpo todo suado, gemendo desesperado. - Tô viciada na sua pica, Kadu... não para nunca... me usa como quiser! O gozo final veio com ele na minha boca, enchendo minha garganta de porra quente enquanto eu engolia tudo, olhando nos olhos dele. - Boa garota... engole o leitinho do irmão. A gente ficou abraçado depois, suados, sabendo que aquilo era errado mas delicioso demais pra parar. A nossa história continuou por meses, cheia de encontros escondidos, gemidos abafados, buceta e cu sempre cheios da porra dele. Eu, a rabuda morena, virando a maior safada pela pica proibida do meu irmão.
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