Um tesão de irmãzinha!



Era o final de 2023 quando tudo mudou na vida daquele carioca de 32 anos. Ele se chamava Marcos, um negro alto, 1,80m de puro músculo trabalhado na academia, pele escura brilhando de tanto treino. Morava sozinho num apartamento confortável no Rio, trabalhava de home office como analista de sistemas e vivia uma rotina reclusa. Tímido pra porra, não curtia balada, preferia o silêncio do seu canto. Seus únicos alívios vinham dos vídeos pornôs, e ultimamente só os contos de incesto faziam sua pica latejar de verdade. Ele imaginava cenas proibidas, parentes se entregando ao desejo sujo, e gozava forte pensando nisso.
Sua irmã, Letícia, tinha 29 anos. Uma morena linda, peituda do jeito que ele sempre babava, com seios fartos e firmes, bunda redondinha e empinada, pele macia como seda. Quando ela pediu pra morar com ele depois da virada de ano, ele aceitou na hora. Era família, né? Ia dar uma força. Ela queria liberdade, sair da casa dos pais, e com ele teria isso. Marcos pagava a faculdade dela, os dois viviam em paz. No começo ela andava de shorts e camisetas normais, mas com o tempo se sentiu em casa de verdade.
Foi no segundo mês que a chave virou. Letícia começou a desfilar pela casa de camisetinha fina sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido como se pedissem pra serem chupados. Às vezes usava só calcinha, e Marcos via a bucetinha carnuda inchada, os lábios grossos quase escapando pela beirada. Ele tentava resistir, mas era impossível. Trancava no quarto, pegava o pau grosso e negro, e batia punheta lendo contos de irmão comendo irmã, imaginando chupar aquela buceta rosada até ela gozar na cara dele.
Tinha dias que ela tomava banho com a porta entreaberta. Marcos espiava, via a água escorrendo nos seios pesados, descendo pela barriga até a buceta molhada e carnuda. Uma vez pegou ela se tocando, dedos circulando o grelinho inchado, gemendo baixinho. Ele punhetou ali mesmo no corredor, gozando no chão enquanto via a irmã se dedando.
A tensão cresceu até explodir. Marcos não aguentava mais. Todo dia acordava com a rola dura pensando em foder a própria irmã. Queria meter a pica toda naquela buceta quente, chupar aqueles peitos, lamber o cu redondinho. Foi aí que cometeu o erro: filmou ela no banho. A imagem da buceta molhada, os pingos d'água escorrendo nos lábios grossos, ficou gravada no celular.
Uma noite, pedindo comida no iFood, Letícia pegou o telefone dele e viu o vídeo. O clima gelou. Marcos ficou branco.
- Porra, Lety... eu... não sei o que dizer. Eu tentei resistir, juro. Mas você é linda demais, mulher. Não somos mais criança. Você tá aí, gostosa pra caralho, e eu sou homem. Desculpa, mana. Apaga isso, por favor. Não vai se repetir.
Ela ficou calada, olhos arregalados, mas não gritou. Só saiu pro quarto. Durante dois meses o apartamento virou um gelo. Conversas curtas, olhares desviados. Ela trancada no quarto, ele no escritório trabalhando ou jogando pra esquecer.
Até que um dia Letícia mandou mensagem de manhã:
- Vou pra Madureira com as amigas. Traz um lanche do Mc pra você quando voltar?
Ele respondeu que sim. Horas depois, nova mensagem:
- Tá ocupado? Preciso falar contigo quando chegar. A gente precisa conversar sobre aquilo.
O coração dele disparou. Medo de ela ter contado pros pais, pras amigas. Quando a porta abriu, Letícia entrou com sacolas e o lanche. Pediu pra ele esperar na sala. Minutos depois apareceu... vestindo uma lingerie vermelha escandalosa. O sutiã mal cobria os seios fartos, a calcinha fio-dental marcava a buceta carnuda. Marcos ficou vidrado, pica endurecendo no mesmo instante.
- Depois daquela conversa... eu também fiquei pensando em você, Marcos. Sonhei com você me tocando. Comecei a sentir desejo. Quero isso tanto quanto você.
Ele não deixou ela terminar. Pulou no beijo, boca faminta, língua invadindo a dela com tesão bruto.
- Caralho, Lety... você tá louca de lingerie assim... - murmurou ele, descendo pro pescoço, mordendo leve enquanto tirava o sutiã. Os seios pularam livres, pesados, bicos escuros duros. Ele chupou um como criança esfomeada, sugando forte, lambendo o mamilo enquanto apertava o outro.
- Aiiiiii, irmão... isso... chupa meus peitos... - ela gemeu, voz rouca.
Ele a botou no colo, mãos apertando a bunda redonda por baixo da calcinha, alternando chupadas nos seios e beijos no pescoço. Letícia se derretia, rebolando no colo dele.
Marcos deitou ela no sofá, tirou a roupa rápido. A pica negra, grossa, veias pulsando, pulou pra fora. Letícia arregalou os olhos.
- Nossa... que pica grande... - sussurrou.
Ele tirou a calcinha dela, abriu as pernas e mergulhou a cara na buceta carnuda, rosada por dentro. Língua lambendo os lábios grossos, sugando o grelinho inchado, enfiando na entrada quente e molhada.
- Hummm... que buceta deliciosa, mana... tá encharcada pra mim... - ele disse, voz abafada entre as coxas.
Letícia arqueou as costas, mãos na cabeça dele.
- Aiiiii, Marcos... chupa minha bucetinha... isso, lambe meu grelinho... porra, tá bom demais...
Ele chupava com fome, saliva misturada com o mel dela escorrendo no queixo. Dois dedos entraram fundo, fodendo enquanto a língua girava no clitóris. Ela tremia, gemendo cada vez mais alto.
- Vou meter agora, Lety. Eu te amo, porra. - ele disse no ouvido dela, cabeça da pica roçando a entrada molhada.
Empurrou devagar no começo, sentindo a buceta apertada engolir centímetro por centímetro. Depois perdeu o controle. Estocadas fortes, rápidas, pele batendo em pele.
- Aaaahhh! Irmão... me fode... mete essa pica grossa toda... - ela gritou, unhas cravando nas costas dele.
Ele calava a boca dela com beijos, abafando os gemidos desesperados enquanto metia fundo, bolas batendo no cu dela.
- Toma, sua putinha... buceta da minha irmã... tão quente, tão molhada... vou te arrombar... - rosnava ele, suor escorrendo.
Letícia rebolava, pernas abertas ao máximo.
- Mais forte, Marcos! Me fode como você sonhava... aaaaiii... tô gozandoooooo... porraaa!
Ele sentiu os espasmos da buceta apertando a pica. Mudaram de posição. Ela cavalgando, seios pulando, descendo com força na rola dura.
- Amo seu pau, irmão... quero ele pra sempre dentro de mim... - dizia ela, rebolando louca, grelinho roçando na base.
Ele dava tapas estalados na bunda redonda.
- Então rebola, vadia... cavalga na pica do irmão... caralho, que buceta gulosa...
Gemidos enchiam a sala. Ele a pegou no colo, levou pro quarto, colocou de lado na cama. Metia por trás, uma mão apertando os peitos, outra no quadril, beijando o pescoço suado.
- Hummm... assim... me enche toda... sinto sua pica latejando... - ela gemia desesperada.
O cheiro de sexo dominava o quarto, corpos suados colados. Ele acelerou, estocadas brutais.
- Vou gozar, Lety... na sua buceta...
- Goza dentro, irmão... me enche de porra... aaaahhh!
Eles gozaram juntos, forte. Ele tirou a pica no último segundo, jatos grossos de sêmen branco caindo na buceta aberta, escorrendo pelos lábios. Usou a cabeça da rola pra empurrar um pouco pra dentro, misturando.
- Eu te amo, mana. Quero isso pra sempre. - disse olhando nos olhos dela.
Tomaram banho juntos, mãos se explorando de novo sob a água quente. Dali em diante virou uma rotina de tesão proibido. Marcos andava pelado pela casa. Quando Letícia cozinhava, ele chegava por trás, levantava o vestido, enfiava a pica devagar enquanto ela gemia baixinho.
- Aiiiiiii, amor... mete devagar... tô cozinhando... - ela dizia, mas rebolava contra ele.
Rapidinha na cozinha, no sofá, no banheiro. Fogo insaciável. Uma noite, depois de meses, ele a comeu no cu pela primeira vez. Lubrificou bem, enfiou devagar na rosca apertada.
- Porra, Lety... seu cu tá apertando minha pica... delícia...
- Devagar, irmão... aaai... tá enchendo meu cu... mete mais... - ela pedia, gemendo de dor e prazer misturados.
Ele meteu fundo, fodendo o cuzinho redondo enquanto dedava a buceta. Gozou dentro do cu, porra escorrendo quando saiu.
Eles guardavam o segredo. Família não sabia. Mas o amor era real. Letícia falava em filho, mas sabiam que era impossível biologicamente. Pensavam em adotar. Marcos nunca imaginou que o grande amor da vida estava ali o tempo todo.
A história deles continuava quente, cheia de momentos sujos e intensos. Ele batia a pica nela em todo canto, chupava aquela buceta até ela squirtingar no rosto dele, lambia o cu enquanto ela gemia desesperada. Diálogos cheios de sacanagem:
- Me fode mais, irmão... quero sentir sua pica destruindo minha bucetinha...
- Toma tudo, sua safada... buceta da mana é minha agora...
Eles viviam o proibido com paixão total, corpos colados, gemidos ecoando no apartamento. O desejo que começou com olhares e vídeos virou uma ligação profunda, suada, molhada e sem limites.
Naquela primeira foda no sofá, depois do gozo, eles ficaram abraçados, ofegantes. Mas o tesão não acabou. Minutos depois, Letícia desceu a boca na pica ainda semi-dura, lambendo a mistura de porra e mel da buceta dela.
- Humm... gosto do nosso sabor misturado... - murmurou ela, chupando a cabeça grossa, língua girando.
Marcos segurou a cabeça dela, enfiando mais fundo na garganta.
- Chupa, Lety... mama a pica do irmão... isso, engole tudo...
Ela babava, olhos lacrimejando, garganta apertando a rola. Ele fodeu a boca dela com vontade, depois virou ela de quatro no sofá e meteu de novo na buceta inchada de tanto tesão.
- Aaaahhh! De novo... me arromba... - ela gritava, bunda empinada.
Estocadas fundas, mão puxando o cabelo, tapas estalando.
- Sua buceta tá piscando pra mim... quer mais porra, né? - ele rosnava.
- Quero... me enche de novo... por favor, irmão...
Eles gozaram outra vez, ele jorrando na cara dela dessa vez, pintando os seios fartos de branco. Letícia lambia tudo, sorrindo safada.
Dias depois, rotinas novas surgiram. Manhã de domingo, ela acordou ele com boquete lento, língua passeando nas bolas pesadas, depois subindo pro cu, lambendo a rosca enquanto punhetava.
- Delícia de cu do meu irmão... quero dedar ele um dia... - sussurrou.
Ele virou ela, comeu de conchinha, mão no grelinho, metendo devagar até os dois explodirem.
Outra vez, na cozinha, enquanto ela lavava louça, ele ajoelhou, puxou a calcinha pro lado e enfiou a língua no cu e na buceta ao mesmo tempo.
- Aiiiiii, Marcos... que língua gulosa... lambe meu cu... isso... - gemia ela, pernas tremendo.
Ele se levantou, meteu a pica na buceta por trás, fodendo forte contra a pia, água escorrendo, corpos molhados de suor.
- Toma essa pica, mana... sente como tá dura pra você...
Gemidos desesperados enchiam o apartamento: - Aaaaiii... vou gozaaaar... porraaa... me fode mais... não para!
Eles experimentaram tudo. Brinquedos, posições malucas, sexo no chuveiro, no balcão, até no escritório enquanto ele "trabalhava". Letícia sentava no pau dele na cadeira, rebolando devagar enquanto ele respondia emails, mordendo o ombro pra abafar gemidos.
- Fica quietinha, safada... tô trabalhando... mas sua buceta apertando assim... - ele sussurrava.
- Não consigo... sua rola me enche tanto... aaaah...
O amor crescia junto com o tesão. Conversas profundas depois do sexo, abraçados, pelados, falando do futuro, do segredo, do medo e da vontade de gritar pro mundo.
Quase dois anos depois, o fogo continuava. Marcos pelado em casa, pica semi-dura só de ver ela. Rapidinhas constantes, chupadas matinais, fodas noturnas longas onde ele explorava cada centímetro: chupando os pés, lambendo as axilas, enfiando dedos no cu enquanto metia na buceta.
Uma noite especial, ele preparou tudo. Velas, óleo. Massageou o corpo todo dela, dedos escorregando na pele macia, chegando na buceta inchada.
- Hoje vou te comer devagar, amor... sentir cada pedacinho... - disse.
Enfiou a pica lubrificada no cu dela, devagar, centímetro por centímetro.
- Devagar... aiiiii que delícia... meu cu tá todo seu... - ela gemia.
Ele meteu fundo, alternando com a buceta, dedos no grelinho. Gozaram gritando, corpos tremendo.
- Eu te amo, Lety. Essa buceta, esse cu, esses peitos... tudo meu.
- E eu sou sua, irmão... pra sempre...
A história deles era isso: desejo proibido que virou amor verdadeiro, cheio de sacanagem sem limites, gemidos ecoando, corpos se entregando totalmente. Um segredo quente que os unia mais que qualquer coisa.

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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 29/06/2026

amo incesto




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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Um tesão de irmãzinha!

Codigo do conto:
265618

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
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