Depois de comer minha sogra, fiz ela dar pro próprio filho!
Era uma tarde comum na vida de um garoto de 21 anos que achava que tinha tudo sob controle. Eu me chamava Lucas e vivia um pseudo namoro com Caio, um rapaz de 20 anos alto, forte, com aquele corpo malhado de quem malha pra valer, rosto bonito pra caralho e um jeito bissexual safado que me deixava louco. A gente não era exatamente um casal de contos de fada. Era mais uma fachada pra mãe dele, a dona Márcia, que queria ver o filho “estabilizado” e longe da putaria desenfreada das baladas. Ela não ligava que fosse com outro homem, desde que ele parasse de sumir dias inteiros trepando com qualquer um. Pra mim era perfeito. Tinha um parceiro pra foder gostoso sempre que a vontade batia, sem drama. Até que uma manhã tudo mudou. Caio tinha saído cedo pra faculdade. Eu fiquei na casa deles ajudando Márcia com os serviços domésticos. Ela era uma mulher de 38 anos que tirava o fôlego de qualquer um: magra, pele branca lisinha, cabelos loiros tingidos caindo nos ombros, corpo bem cuidado, peitos médios firmes e uma bunda empinada que a saia justa não escondia. Sempre achei ela sóbria, quase rígida. Mas naquele dia, depois de terminarmos a cozinha, ela me chamou pro quarto dela. — Vem cá, Lucas. Quero conversar com você um minutinho — disse ela com aquela voz calma, mas com um brilho diferente no olhar. Sentei na beira da cama. Ela fechou a porta e começou a perguntar sobre mim e Caio. Não engolia a história de casal comum. Insistiu, insistiu, até que eu soltei a verdade: a gente era casal sim, mas transava junto com outras pessoas, curtindo a putaria aberta. Ela não se chocou. Pelo contrário. Soltou um suspiro longo e confessou que tinha medo do filho cair na mesma vida promiscua que ela viveu a vida inteira. Contou detalhes picantes: como trepava com vários homens na juventude, festas que viravam orgias, noites em que acordava sem saber quantos paus tinham passado por ela. Nem sabia direito quem era o pai de Caio, porque tinha sido uma sequência louca de machos. — Eu nunca consegui me controlar, Lucas. Sou ninfomaníaca mesmo. E agora vejo o Caio seguindo o mesmo caminho… — falou, baixando a voz. A conversa virou sobre mim. Ela disse que tinha se apegado pra caralho à minha presença, que eu era educado, gostoso de olhar e que sentia uma atração forte. Perguntou se eu gostava de mulheres. Confirmei na hora, já sentindo o pau mexer dentro da bermuda. Ela chegou mais perto, perguntou o que eu achava dela, se ela me atraía. — Você é um tesão de mulher, Márcia. Sério. Essa pele branca, esse corpo… me deixa louco só de imaginar — respondi, aproximando o rosto. Ela não esperou. Me beijou com fome, língua quente invadindo minha boca. Minhas mãos subiram pelas coxas dela, levantando a saia. Tiramos a roupa rapidinho. O corpo dela era uma delícia: peitos com bicos rosados duros, buceta depilada com os lábios carnudos já molhados, bundinha redonda. Eu chupei aqueles peitos com vontade, mordendo de leve enquanto ela gemia baixinho. — Aiiiii, Lucas… que delícia… chupa mais forte — sussurrou. Desci pro meio das pernas dela. O cheiro de buceta excitada me invadiu. Abri os lábios e ataquei o grelinho inchado com a língua, lambendo em círculos rápidos. Márcia arqueou as costas, segurando minha cabeça. — Isso, porra! Lambe essa buceta… ahhh, que boca gostosa! Eu enfiei dois dedos nela enquanto chupava, sentindo o mel escorrer. Ela estava encharcada. Depois de deixar ela tremendo, tirei a bermuda e mostrei minha pica dura, latejando. Márcia abriu as pernas mais ainda. — Vem, enfia logo. Quero sentir você me arrombando. Meti de uma vez. A buceta dela era quente, apertada e molhada pra caralho. Comecei a estocar forte, sentindo as paredes dela apertarem minha rola. Os peitos dela balançavam a cada investida. Ela gemia alto, desesperada: — Isso! Fode essa buceta! Mais fundo, caralho! Me rasga! Virei ela de quatro, segurando aquela bunda branca e metendo com força. O som de pele contra pele enchia o quarto. Ela empinava o cu pra trás, pedindo mais. Quando senti que ia gozar, avisei. Ela implorou: — Goza no meu cu, Lucas! Enche o cuzinho da sogrinha de porra! Tirei da buceta e forcei a cabeça da pica no anel apertado. Ela relaxou e eu entrei devagar, depois comecei a socar. O cu dela era quente e guloso. Meti fundo até explodir, enchendo o intestino dela de porra quente. Márcia gozou junto, tremendo inteira, gemendo como uma cadela no cio. Ficamos deitados, suados, conversando. Foi aí que veio a bomba. Ela contou que dias antes tinha pegado uma calcinha preta manchada de porra seca, com cheiro forte de sêmen. Só o Caio tinha acesso àquelas calcinhas. Ele estava gozando nelas. E o mais louco: ela não ficou com raiva. Sentiu tesão. Um tesão descontrolado pelo próprio filho. — Ele é parte de mim, Lucas. Transar com ele seria natural… mas não sei como chegar nele, como seduzir meu bebê. Minha mente perversa entrou em ação na hora. Falei que deixasse comigo. Eu ia dar um jeito de realizar aquela tara dela. Naquela noite, depois do jantar, sugeri que a gente bebesse vinho na sala, colocasse uma música baixa e conversasse. Duas garrafas depois, o clima estava quente. Comecei a pegar no Caio na frente dela. Beijava ele com força, apertava o pau por cima da bermuda. Ele, já bêbado, gemeu mas pediu pra ir pro quarto. Márcia interveio, voz rouca de tesão: — Não, fica aqui. A mamãe quer ver vocês dois. Caio hesitou um segundo, mas entre minha mão massageando a rola dele e o olhar faminto da mãe, ele cedeu. Tirou o pau pra fora. Era grosso, veioso, cabeça rosada brilhando. Eu me agachei e enfiei na boca, chupando com fome, lambendo as bolas pesadas. Márcia sentou do lado, levantou a saia, abriu as pernas e mostrou aquela bucetona molhada. — Agora é a vez da mamãe, vem. Troquei de boca. Chupei a buceta dela com ferocidade, enfiando a língua fundo enquanto ouvia os dois se tocando. Ela massageava a pica do filho, ele gemia. De repente, Caio segurou a cabeça da mãe e empurrou pro pau dele. — Chupa, vai… mama essa rola grossa. Márcia obedeceu, mamando o filho com vontade, babando na pica dele. Eu continuei devorando a buceta dela. Ela levantou a cabeça um segundo, olhos vidrados: — Vai, meu bebê… mama os peitos da mamãe! Caio atacou os seios dela, chupando forte. O quarto virou um inferno de gemidos. Depois de um tempo, Márcia levantou meu rosto, lábios inchados: — Meninos, vamos pro quarto. A mamãe vai mostrar pra vocês o que é ser uma piranha de verdade. No quarto a putaria explodiu. Ela nos beijava alternadamente, língua safada na nossa boca. Revezava boquete: chupava minha pica, depois a do filho, comparando o gosto, elogiando o tamanho. Nós fodemos a buceta dela em rodízio. Eu metia enquanto ela mamava Caio, depois trocávamos. Os diálogos eram puro fogo: — Vai, mamãe! Chupa que nem uma cadela no cio! — grunhia Caio, segurando os cabelos loiros dela. — Meu filhinho… arromba a buceta da sua mãe! Mete fundo, bebê! — respondia ela, voz rouca. — Mama com força os peitos da mamãe, vai! — pedia, empinando os seios pra ele. Eu fodia ela de quatro, estocando a buceta encharcada. Márcia olhou pra trás: — Meu cu é do meu filho! Vem, Caio… arromba o que é seu. Caio não pensou duas vezes. Cuspiu no cu dela e meteu a rola grossa sem dó. Ela gritou de prazer: — Isso, porra! Faz da mamãe uma puta! Sua puta, meu bebê! Destroi meu rabo! Ahhhh, mais fundo! Eu continuei metendo na buceta dela enquanto Caio socava o cu. Era um sanduíche perfeito. Ela boquetava minha pica entre gemidos desesperados. Quando Caio avisou que ia gozar, ela pediu troca: — Vem na boca da mamãe, filho! Quero engolir tudo! Caio enfiou na boca dela e explodiu, enchendo a garganta de porra. Eu continuei metendo no cu até gozar também, jorrando leite quente bem fundo no intestino dela. Márcia gozou violentamente, corpo convulsionando, gritando: — Aiiiiii, caralho! Me encheram toda… que delícia! Tomamos banho juntos, mãos safadas ainda se tocando. Deitamos os três na cama. Caio estava radiante: — Porra, fodi minha própria mãe… e foi a melhor trepada da minha vida. Márcia, satisfeita, acariciava o pau dele mole: — Quero ver vocês dois agora. Fodem pra mamãe ver. Não tivemos nenhuma vergonha. Eu e Caio começamos a nos pegar. Ele me chupou, eu chupei ele. Depois eu deitei ele de lado e meti devagar na bundinha apertada dele. Márcia se masturbava loucamente, dedos no grelinho, assistindo o filho tomar pica. — Isso, Lucas… fode meu filhinho gostoso — gemia ela. A noite foi longa. Gozamos várias vezes, em bocas, bucetas, cus. Márcia pedia pra gente gozar nela, marcando território. Depois daquela primeira vez, mãe e filho começaram a se foder com frequência. Eu participava quando podia, mas o que mais me excitava era ver os dois sozinhos: Márcia cavalgando o pau do filho, gemendo “meu bebê, enche a buceta da mamãe”, Caio socando o cu dela enquanto chamava ela de puta vadia. Era lindo e sujo ao mesmo tempo. Com o tempo, mesmo depois que eu e Caio paramos o pseudo namoro, soube que eles continuaram. Arrumavam casais, homens, mulheres pra compartilhar em família. A casa virou um ninho de putaria constante, com Márcia finalmente livre pra viver sua ninfomania ao lado do filho que ela tanto desejava. E eu? Fiquei com a memória daquela noite gravada na mente, batendo punheta até hoje pensando naqueles gemidos desesperados, na buceta molhada da mãe e no cu guloso do filho.
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