Viu a sogra socando uma calabresa na buceta, não resistiu e comeu ela!



Samuel sempre achou que a vida de casado era tranquila, mas nada preparava ele pro que ia acontecer naquela semana antes do Natal. Com 24 anos, casado há dois com a Clara, uma morena linda de 20 anos, corpo firme e sorriso que iluminava a casa, ele morava numa cidadezinha do interior de São Paulo. A sogra, dona Rosa, vivia na edícula nos fundos. Aos 40 anos, Rosa era baixinha, morena, com uns seios grandes e pesados que balançavam quando ela andava, e um rabão enorme, redondo, daqueles que chamavam atenção mesmo debaixo da roupa folgada.
Na segunda-feira 23 de dezembro, Clara saiu cedo pra loja, ia ficar até as 22h. Samuel, que não tinha horário fixo no trabalho, resolveu folgar. Acordou por volta das 10h, tomou café e foi pro quintal. Foi quando ouviu. Gemidos baixos, abafados, vindo da casa da sogra. O coração dele acelerou. Devagar, pé ante pé, ele foi até a janela do quarto. Pela fresta da cortina, o que viu fez o pau dele endurecer na hora dentro da cueca.
Dona Rosa estava completamente nua na cama, de pernas abertas. Os seios grandes caídos pro lado, bicos escuros e grandes, duros. A buceta dela era peluda, negra, carnuda. Com uma mão ela segurava um gomo grosso de calabresa e enfiava devagar, entrando e saindo, enquanto a outra mão apertava o grelinho inchado. Os olhos fechados, a boca entreaberta soltando gemidinhos roucos.
— Aaaah... me come... me fode gostoso... — ela murmurava sozinha, imaginando alguém metendo nela.
Samuel não aguentou. O pau dele latejava, babando pré-gozo. Ele voltou rápido pra casa, pegou a cópia da chave da edícula e entrou sem fazer barulho. Parou na porta do quarto, olhando. A calabresa entrava fundo na buceta melada da sogra, saindo brilhando de tesão. Ele tirou a roupa ali mesmo, o pau duro apontando pra cima, veias pulsando. Empurrou a porta devagar e entrou.
Rosa abriu os olhos de repente e deu um pulo na cama, tentando se cobrir com o lençol.
— Samuel! Que que cê tá fazendo aqui, meu Deus? Sai! — ela gritou, vermelha de vergonha.
Mas ele já estava em cima dela. Segurou os pulsos dela e prensou o corpo contra a parede, de costas pra ele. O pau dele encaixado no rego daquele rabão enorme, quente.
— Eu ouvi seus gemidos, dona Rosa. Vim ver o que era... e olha o que encontrei. Tá toda molhada, safada.
Ela se debatia, tentando escapar, o corpo tremendo.
— Para, Samuel! Eu sou sua sogra, caralho! Isso não pode!
Mas quanto mais ela se mexia, mais o pau dele deslizava entre as coxas grossas, sentindo a buceta quente e encharcada. Ele abaixou um pouco os quadris e a cabeça grossa da pica roçou a entrada melada. Rosa parou de lutar por um segundo, respirando pesado.
— Não... a gente não pode... — ela sussurrou, mas as pernas dela abriram um pouco mais, o rabão arrebitando involuntariamente.
Samuel deu uma forçadinha e a cabeça do pau entrou. Rosa soltou um gemido longo, desesperado.
— Aaaaiii... que delícia... não... para...
Ele não parou. Segurou a cintura dela com força e meteu tudo de uma vez, até o talo. A buceta peluda engoliu a pica inteira, quente, apertada, escorrendo melado pelas bolas dele.
— Porra, sogra... sua buceta tá uma sopa. Tá gostando, né? — ele rosnou, começando a bombear forte, o saco batendo na bunda dela.
Rosa encostou a testa na parede, arrebitando mais o rabão.
— Aaaahhh... fode... fode minha buceta... aiiiiiii meu Deus, que pica grossa... — os gemidos dela saíam cada vez mais altos, sem controle.
Ele tirou as mãos dela da parede e apertou aqueles seios enormes, beliscando os bicos escuros enquanto metia sem parar. O quarto encheu de barulho de carne molhada, tapa tapa tapa. Rosa se afastou da parede, deitou na cama de quatro e abriu as pernas bem abertas, oferecendo tudo.
— Mais fundo, Samuel... me rasga... aaaahhh... tô gozandoooooo... tô gozando caralhooo! — ela gritou, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando a pica dele como um punho.
As pernas dela amoleceram, mas ele não parou. Continuou metendo até sentir as bolas apertarem.
— Vou encher você de porra, sua vadia gostosa! — e gozou forte, jatos quentes enchendo a buceta da sogra.
Eles caíram na cama, suados. Samuel chupou aqueles seios grandes, mordendo os bicos, enquanto os dedos dele brincavam na buceta melada, cheia de porra misturada com o mel dela. Não demorou dez minutos e ele já estava duro de novo. Foderam mais uma vez, dessa vez ela por cima, cavalgando devagar, rebolando aquele rabão enorme enquanto ele apertava as coxas dela.
No dia seguinte, 24 de dezembro, Clara saiu cedo de novo pra loja, ia voltar só ao meio-dia. Mal o portão fechou, bateram na porta da cozinha. Samuel abriu e lá estava Rosa, só de roupão. Assim que entrou, deixou o roupão cair no chão. Estava nua, buceta brilhando, seios pesados.
— Vim atrás de mais, genro. Não aguentei esperar — ela disse com voz rouca.
Foram pro quarto do casal. Rosa caiu de joelhos e engoliu a pica dele até o fundo da garganta.
— Mmm... que pau gostoso... — ela chupava com fome, lambendo as bolas, passando a língua na cabeça inchada.
Samuel gemeu, segurando o cabelo dela. Depois a colocou na cama, prendeu os pulsos com uma gravata e colocou uma venda nos olhos.
— Hoje você vai sentir coisas novas, sogra.
Ela estranhou no começo.
— Samuel... o que cê vai fazer?
Ele abriu as pernas dela e mergulhou o rosto naquela buceta peluda. Chupou o grelinho com força, enfiando a língua fundo, enquanto o dedo médio rodeava o cuzinho apertado.
— Aaaai... que isso... nunca fizeram isso... — ela gemia, se contorcendo.
Ele enfiou o dedo no cu devagar. Rosa deu um grito.
— Aiiiiiii caralho! Tá doendo... mas continua... não para!
Sem ela ver, ele pegou o vibrador da Clara. Colocou o pau na boca dela de novo. Rosa chupava como louca, babando. Ele ligou o vibrador e enfiou na buceta encharcada.
— Que porra é essa?! — ela pulou, mas ele segurou.
— Relaxa. Imagina que são dois pintos te comendo. Igual eu e a Clara fazemos.
— Vocês fazem isso? — ela perguntou, surpresa, mas a voz já cheia de tesão.
— Fazemos. Ela adora ter a buceta e o cu cheios ao mesmo tempo.
Rosa entrou no jogo.
— Então me fode com os dois... aaaahhh... liga mais forte!
O vibrador zumbia dentro da buceta, ela se retorcia inteira, mel escorrendo pelas coxas. Samuel enfiava o dedo no cu no mesmo ritmo. O cuzinho dela piscava, apertando.
— Tô gozando de novo... porra... tô lavando tudo! Aaaahhhhh! — o orgasmo dela foi tão forte que o lençol ficou molhado.
Ele soltou as mãos. Rosa subiu nele, cavalgando com fúria, o rabão batendo nas coxas dele.
— Me fode o cu agora... igual faz com a Clara... quero sentir dois ao mesmo tempo!
Samuel pegou creme, lambuzou o cuzinho dela e o próprio pau. Colocou ela de quatro. Foi devagar, a cabeça grossa forçando o anel apertado.
— Aaaaiii... dói... mas enfia... enfia tudo! — ela gemia, mordendo o travesseiro.
Centímetro por centímetro, ele entrou no cu quente e apertado da sogra. Quando estava todo dentro, ela rebolava devagar.
— Que delícia... meu cu tá cheio de pica...
Ele pegou o vibrador e enfiou na buceta de novo. Agora sim, os dois buracos cheios. Começou a meter com força, o vibrador e o pau entrando e saindo no mesmo ritmo.
— Isso... me arromba gostoso... dois pintos me comendo... aaaahhh... sou uma puta safada! — Rosa gritava, desesperada.
Os gemidos dela enchiam o quarto. Samuel apertava aquele rabão enorme, metendo fundo no cu.
— Vou gozar no seu rabo, sogra!
— Gozaaaaaa... enche meu cu de porra quente!
Ele gozou forte, jatos grossos enchendo o intestino dela. Rosa gozou junto, o corpo inteiro convulsionando, buceta esguichando no vibrador.
Depois tomaram banho juntos, ele ensaboando aqueles seios e o rabão, ela ainda gemendo baixinho. Rosa voltou pra edícula e Samuel trocou o lençol correndo. Quando Clara chegou, não desconfiou de nada.
Agora Samuel olha pra sogra com outros olhos. Aquele rabão, aqueles seios, aquela buceta peluda que nunca mais sai da cabeça dele. Ele vive esperando a próxima oportunidade pra foder ela de novo, cada vez mais safado.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


265693 - Minha tia Tereza! - Categoria: Incesto - Votos: 0
265682 - Filho chegou bêbado, mãe ajudou no banho e em seguida caiu na pica! - Categoria: Incesto - Votos: 5
265625 - Abusei gostoso minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265618 - Um tesão de irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265599 - Não resisti e acabei enrabando a esposa de meu tio! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
265597 - Ele não resistiu a tia safada! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265590 - Boas lembranças com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265589 - Sobrinha brincando com fogo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265572 - Depois de comer minha sogra, fiz ela dar pro próprio filho! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265571 - Depilei a xoxota só pra dar pro meu sobrinho! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265569 - Dando o cu pro ex-namorado de minha mãe! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
265568 - Não resisti as carícias de meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265546 - Velho safado traçou netinha! - Categoria: Incesto - Votos: 0
265545 - Espionando o caseiro trepar! - Categoria: Coroas - Votos: 4
265544 - Vi meu avô batendo punheta, não resisti e dei pra ele! - Categoria: Incesto - Votos: 8
265542 - Tio me pegou de surpresa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265541 - Sexo depravado com o pai! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265540 - Virando putinha do sogro! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
265532 - Primo cacetudo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265530 - Traindo o namorado bêbado na boate! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
265524 - Eu e minha prima sendo devoradas pelo meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265519 - Minha mãe dormia no quarto, enquanto meu padastro me enchia de porra! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265518 - Atendeu o entregador completamente pelada, não resistiu e deu a bucetinha pra ele! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
265468 - Pega no flagra rebolando numa pica! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
265453 - O alívio da ansiedade da irmã, era abraçar pelada com o irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 6
265401 - Depois no tapa na bunda, tudo mudou! - Categoria: Incesto - Votos: 6
265400 - Irmã levou irmão pra um cruzeiro! - Categoria: Incesto - Votos: 5
265392 - Minha mãe pelada na minha cama! - Categoria: Incesto - Votos: 7
265383 - Fui desafiado por minha esposa, a beijar minha irmã, depois disso tudo saiu do controle! - Categoria: Incesto - Votos: 8
265346 - A gordinha do ônibus! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Viu a sogra socando uma calabresa na buceta, não resistiu e comeu ela!

Codigo do conto:
265695

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0