Tiago tinha só 19 anos, era um moleque de Pernambuco cheio de fogo no corpo, daqueles que acordam todo dia com a rola latejando de tesão. Morava numa casa simples e vivia fantasiando com a tia dele, uma mulher safada pra porra, uns 42 anos, corpo cheio de curvas, peitos grandes que balançavam quando ela ria, bunda empinada e um sorriso que já entregava que adorava uma sacanagem. Ela era daquelas que soltava piadinha o tempo todo, tocava no assunto de sexo sem vergonha nenhuma, e isso deixava o garoto louco imaginando como seria realizar tudo aquilo com ela de verdade. Aquele dia o sol batia forte lá fora, mas dentro de casa estava quieto. Tiago estava sozinho no sofá, só de short e cueca, assistindo qualquer coisa no celular pra disfarçar o tédio quando ouviu a porta se abrindo. Era ela. A tia entrou rebolando devagar, com um vestidinho leve que marcava os mamilos duros por baixo do tecido fino. O cheiro dela, um misto de perfume doce e suor natural, invadiu o ambiente na hora. — E aí, meu sobrinho gostoso? Tá sozinho hoje, hein? — ela disse com aquela voz rouca, sentando bem pertinho dele no sofá, a coxa grossa encostando na dele. Tiago sentiu o corpo arrepiar inteiro. O coração acelerou e o pau já começou a inchar só com a proximidade. Eles começaram a conversar e, como sempre, ela não perdia tempo. Falava só safadeza, rindo baixo. — Nossa, tá calor demais hoje. Eu vim pra cá pensando em tomar um banho gelado, mas agora que te vi aqui... tô com outra coisa quente na cabeça — ela provocou, piscando. Ele ria nervoso, mas na mente já imaginava enfiando a cara entre as pernas dela, chupando aquela buceta que ele tanto sonhava. De repente ela chegou mais perto, botou a mão na barriga dele e começou a coçar bem de leve, as unhas arranhando a pele macia. Tiago ficou arrepiado, o corpo todo respondendo. O pau endureceu rapidinho, empurrando o tecido do short. Sem querer, a rola dura roçou na mão dela. — Nossa, menino... já tá assim? — ela falou, apertando de leve por cima do pano, sentindo o volume latejante. — Olha só essa pica toda dura... peraí que você vai gozar na minha boca rapidinho se eu não cuidar direito. Tiago mal conseguia respirar. Ela puxou o short dele pra baixo com pressa, tirou a cueca e a rola pulou pra fora, grossa, vermelha, veias pulsando. Sem dizer mais nada, ela se inclinou, abriu a boca quente e engoliu tudo. Chupava loucamente, a língua rodando na cabeça, sugando forte enquanto a mão massageava as bolas cheias. O barulho molhado enchia a sala — gluck, gluck, gluck — e ela gemia com a boca cheia. — Hmmm... que pica gostosa, meu sobrinho... tá latejando tanto... me dá essa rola toda — ela murmurava entre uma chupada e outra. Tiago agarrou os cabelos dela, empurrando devagar, sentindo a garganta quente apertando a glande. Ele tava no céu, o tesão explodindo. Depois de um tempo, ele a puxou pra cima, tirou o vestidinho dela num movimento só. Os peitos grandes caíram livres, mamilos escuros e duros. Ele a deitou no sofá, levantou as pernas dela pra cima, abrindo aquela buceta molhada, inchada, brilhando de tesão. O grelinho tava protuberante, pedindo atenção. Ele baixou o rosto e passou a língua bem de leve, só a pontinha roçando os lábios carnudos, subindo até o grelinho. Ela se contorceu inteira. — Vai... vai, chupa essa buceta, porra! Não para, menino... lambe tudo aí... ai que delícia... — ela gemia desesperada, segurando a cabeça dele contra a virilha. Tiago chupava com fome, enfiando a língua fundo na entrada quente e apertada, sugando o clitóris, mordiscando leve. O gosto dela era doce e salgado ao mesmo tempo, o mel escorrendo pela boca dele. Ela rebolava no rosto dele, os gemidos ficando mais altos, mais urgentes. — Aaaahhh... assim... chupa meu grelinho... tá me deixando louca... vai encher essa boca de buceta molhada... porra, que língua boa! Ele não aguentava mais. Pegou uma camisinha do bolso do short, mas ela riu e arrancou da mão dele. — Pra que isso, Tiago? Não vai no quentinho da minha buceta mesmo? Quero sentir essa rola pelada batendo fundo, me enchendo toda... Ela pegou a pica latejante dele com a mão, guiou até a entrada encharcada e esfregou a cabeça inchada no grelinho, misturando os fluidos. Depois, com um movimento lento e safado, sentou devagar, engolindo centímetro por centímetro. A buceta dela era quente, apertada, pulsando em volta da rola dele como se quisesse ordenhar tudo. — Uuuuhhh... que rola grossa... tá me abrindo toda... vai, mete fundo, menino... me fode essa buceta safada! — ela gritou, começando a cavalgar devagar no começo, depois mais rápido. Tiago segurava os quadris dela, metendo pra cima com força, o som das peles se batendo ecoando — plap, plap, plap. Ele sentia as paredes internas dela apertando, o mel escorrendo pelas bolas. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, o corpo tremendo, a buceta contraindo forte em volta da pica. — Aaaaiiii... tô gozando... porra... continua metendo... não para... hmmmmmm! Ele virou ela de quatro, enfiou de novo na buceta encharcada, metendo com vontade, uma mão no cabelo dela puxando, a outra dando tapas na bunda macia. Os gemidos dela eram desesperados, misturados com safadezas. — Me fode gostoso... rasga essa buceta... sua tia tá toda molhada pra você... ai, que pica maravilhosa... bate fundo! Depois de mais uns minutos de estocadas brutas, ele tirou a rola brilhando de mel e mirou no cuzinho piscando. Passou a cabeça devagar, lubrificado pelo suco dela. — Coloca no meu cu, vai... quero sentir você me arrombando todinha — ela pediu, empinando mais a bunda. Ele empurrou devagar, sentindo o anel apertado cedendo. Entrou centímetro a centímetro até as bolas encostarem. O cu dela era mais apertado ainda, quente como um forno. — Aaaahhh... devagar... tá me abrindo... que delícia... mete esse cu agora... vai, fode minha bundinha! — ela gemia, a voz rouca de prazer. Tiago começou a meter mais forte, o cuzinho dela engolindo a rola inteira a cada estocada. Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, suando, gritando. — Tô gozando de novo... pelo cuuuuuu... porra... continua... me enche toda... aaaaiiii... que tesão do caralho! Eles mudaram de posição várias vezes — ela por cima rebolando louca, ele por trás socando fundo, de lado com uma perna dela levantada. O suor misturava com os fluidos, o sofá todo molhado. Os diálogos não paravam, cheios de sacanagem. — Olha como sua tia adora pica... me usa como uma vadia... enfia tudo... quero mais... — ela dizia entre gemidos. Ele sentia o gozo subindo forte. Quando tava quase explodindo, ela se ajoelhou na frente dele, abrindo a boca e olhando nos olhos. — Aqui... aqui na minha cara... goza tudo na cara da sua tia safada... me banha de porra quente! Tiago puxou a rola, bateu rápido e explodiu. Jatos grossos de gala voaram, acertando as bochechas, os lábios, os peitos dela. Ela gemia alto, esfregando a porra na pele, gozando mais uma vez só com o calor da cena. — Hmmmm... que porra gostosa... olha quanta gala... tô toda melada... que tesão... Depois que acalmaram um pouco, ofegantes, ela limpou o canto da boca com o dedo e lambeu, olhando pra ele séria mas ainda com aquele fogo no olhar. — Olha, Tiago... não conta nada pra ninguém, hein? Se falar, nunca mais a gente faz isso de novo. Entendeu? Ele balançou a cabeça, o coração ainda disparado, já imaginando a próxima vez. Claro que não ia dizer nada. Queria mais, muito mais daquela buceta e daquele cu que agora eram dele. Dias depois, ele ainda sentia o cheiro dela na pele, o gosto da buceta na língua. Toda vez que via a tia, o pau endurecia lembrando como ela cavalgava desesperada, como o cuzinho apertava, como os gemidos enchiam a casa. E ela, sempre que podia, mandava uma mensagem safada ou soltava uma piadinha quando ninguém via, prometendo que iam repetir tudo com ainda mais força. Tiago aprendeu que tesão de família assim não tem freio. Era perigoso, era proibido, mas era a coisa mais gostosa que ele já tinha vivido. A pica dele latejava só de pensar em voltar a enfiar naqueles buracos quentes, chupar aquele grelinho inchado até ela implorar por mais, e gozar de novo na cara dela, marcando a tia como sua vadia particular. Eles se encontraram mais vezes depois disso, sempre escondido, sempre com a mesma intensidade animal. Uma tarde ela chegou de surpresa de novo, já molhada só de pensar nele. Tirou a roupa na sala, sentou no colo dele e guiou a rola direto pro cu, descendo devagar enquanto sussurrava. — Hoje quero só no cuzinho, menino... me arromba bem devagar no começo... depois mete forte até eu gritar... Os gemidos voltavam mais altos, os tapas na bunda ecoavam, o suor escorria. Ele chupava os peitos enquanto socava o cu apertado, ela rebolando como louca. — Vai... rasga minha bundinha... sou sua... me usa... aaaahhh... goza dentro dessa vez... enche meu cuzinho de porra! O clímax vinha sempre explosivo, corpos colados, fluidos misturados, respirações ofegantes. Ela lambia cada gota, ele lambia a buceta até ela tremer inteira. Era um vício, uma loucura que os dois alimentavam em segredo, com diálogos cada vez mais chulos e gemidos que pareciam nunca acabar. Tiago, aos 19 anos, descobriu que o proibido tinha o sabor mais doce e quente que existia. E ele não pretendia parar nunca.
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