Sobrinha brincando com fogo!



A sobrinha do Marcos sempre foi aquela menina que chamava atenção. Desde novinha, com jeitinho de quem ia crescer safada, rebolando até o chão nas festas de família, de shortinho colado marcando a bundinha firme. Os parentes falavam mal, diziam que era provocação, mas Marcos sempre defendia ela. "Deixa a garota viver", ele dizia, mas por dentro já sentia um fogo diferente crescendo.
Ela foi crescendo, virando uma mulher gostosa pra porra. Peitos empinados, cintura fina, quadril largo e aquela bunda que balançava de um jeito hipnótico. Namorados entravam e saíam, e Marcos, viúvo e sozinho, começou a sentir um tesão proibido toda vez que ela aparecia em casa.
Uma noite, ela bateu lá pra contar que tinha passado na faculdade. Vestia um shortinho de academia bem curto, daqueles que mal cobrem a metade da coxa, e uma blusinha fina sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido. Sentou no sofá cruzando as pernas, e Marcos não conseguiu evitar olhar: os lábios da buceta dela estavam repartidinhos, o tecido do short enfiado no meio, marcando tudo, a camadinha inchada e convidativa.
- Porra, sobrinha... esses lábios da sua buceta tão repartidinhos hoje, hein? Tá querendo matar o tio de tesão? – ele soltou, sem conseguir se segurar.
Ela riu, maliciosa, e deu um tapinha direto no pau dele por cima da calça, sentindo o volume já meio duro.
- Cuidado, tio... eles mordem quando querem. – E piscou, levantando o short um pouco mais antes de ir embora, rebolando propositalmente.
Antes de dormir, Marcos mandou mensagem: "Ainda tá doendo aqui, sua safada."
Ela respondeu com uma chuva de kkkkk e: "Não tinha nada aí, tava bem mole. Só um tapinha de leve."
- Então vem aqui amanhã e deixa ele bem duro pra você ver a diferença – ele rebateu.
Riram no chat e o papo morreu, mas o tesão ficou fervendo.
No dia seguinte, ela apareceu do nada, mesma roupa provocante. Disse que precisava que o tio avaliasse o inglês dela pra prova de proficiência. Sentaram lado a lado na mesa da sala, livros abertos. A perna dela encostava na dele, quente.
Enquanto lia um texto em voz alta, a mão dela desceu devagar por baixo da mesa e começou a alisar o cacete do tio por cima da calça. Movimentos lentos, firmes, sentindo a pica inchar rápido.
Marcos respirava pesado, o coração acelerado. Baixou a mão e tentou alisar a ppk dela por cima do short, mas ela tirou a mão dele na hora.
- Só eu posso tocar agora, tio. Fica quietinho aí sentindo.
Ele tava morrendo de tesão, se contorcendo na cadeira, o pau latejando. Ela enfiou a mão por dentro da calça dele, agarrou a pica grossa e começou a masturbar de verdade, movimentos rápidos, polegar roçando a cabeça melada de pré-gozo.
Viraram de frente um pro outro. Ela pegou a mão dele e enfiou dentro do shortinho. A buceta dela tava encharcada, molhadinha de tesão, os lábios inchados e escorregadios.
- Caralho, sobrinha... sua bucetinha tá pingando pra mim – ele gemeu baixinho.
Ela beijou ele com fome, língua enfiada na boca, enquanto acelerava a punheta na pica dele. Marcos enfiou dois dedos na buceta quente e apertada, depois três, sentindo as paredes pulsarem e o mel escorrendo pelo pulso.
Ela gemia no beijo, rebolando na mão dele.
- Aiii, tio... mete esses dedos fundo... assim... porra...
Ele não aguentou. O tesão explodiu e ele gozou forte, jatos grossos sujando a mão dela e a calça. Ela sorriu, mas quando ele tentou continuar, ela soltou um "não" seco, parecendo decepcionada. Levantou, lavou a mão na cozinha e mandou ele se limpar também.
Quando voltou, ele perguntou ansioso:
- E aí? Vamos continuar?
- Vamos o quê, tio? Não aconteceu nada aqui. Tô só estudando inglês com você. – Ela respondeu com cara de inocente, mas o olhar safado entregava.
Ele tentou beijar ela de novo, mas ela desviou o rosto. Dez minutos depois, levantou, arrumou o shortinho e falou:
- Quinta que vem eu volto, se não for incômodo. Preciso estudar mais.
E saiu rebolando, deixando ele louco de desejo.
Quinta-feira chegou como um tormento. Marcos mal dormiu pensando naquilo. Quando a campainha tocou, ele abriu e lá estava ela, ainda mais provocante: shortinho jeans rasgado, blusa cropped mostrando a barriguinha e os peitos quase pulando pra fora.
- Oi, tio... vim estudar de novo. Hoje eu trouxe uma matéria nova pra você avaliar. – Disse com voz manhosa, entrando e já sentando na mesma cadeira.
Dessa vez não enrolou. Mal sentaram e ela já enfiou a mão na calça dele, pegando a pica que endureceu no mesmo instante.
- Olha só como ele tá ansioso hoje... essa pica grossa do tio tava com saudade da minha mão, né?
- Porra, sobrinha... você me deixou louco a semana toda. Quero sentir sua buceta de novo.
Ela riu, tirou o shortinho na frente dele, revelando que não tava de calcinha. A buceta lisinha, lábios carnudos e o grelinho inchado brilhando de tesão.
- Então vem, tio. Mas hoje eu mando.
Sentou no colo dele, roçando a buceta molhada na pica dura por cima da calça. Beijava com desespero, mordendo o lábio dele.
- Mete a mão aqui de novo... enfia esses dedos na minha bucetinha safada.
Marcos obedeceu, enfiando três dedos fundo, sentindo o calor apertado e o mel escorrendo. Ela rebolava, gemendo alto.
- Aiiii, caralho... assim, tio... deda minha buceta... que delícia...
Ele baixou a cabeça e chupou os peitos dela, mamando os bicos duros enquanto os dedos entravam e saíam rápido. Ela tremia, apertando a pica dele com força.
De repente, ela se levantou, tirou a blusa e ficou completamente nua. A bundinha redonda, a buceta brilhando. Ajoelhou na frente dele, puxou a calça pra baixo e engoliu a pica até o fundo da garganta.
- Glup... glup... que pica gostosa do tio... tá toda melada... vou mamar até você gozar na minha boca.
Marcos segurava a cabeça dela, fodendo a boquinha quente, sentindo a língua girar no pau.
- Isso, sua putinha... chupa a pica do tio... que boca safada...
Ela babava, olhos lacrimejando de tanto esforço, gemendo com a pica na boca. Depois subiu, sentou na pica dele devagar, enfiando tudo de uma vez.
- Aaaahhh... que grossa... tá abrindo minha buceta toda... porra, tio... me fode!
Começou a cavalgar com força, a bundinha batendo nas coxas dele, os peitos pulando. Marcos agarrava a bunda, abrindo as nádegas, dedo roçando o cuzinho apertado.
- Sua buceta tá apertando minha pica... tá molhada pra caralho... vou te foder até você gritar.
Ela acelerou, gemidos desesperados ecoando pela casa.
- Aiiii, tio... me fode mais forte... mete essa pica fundo na minha bucetinha... tô quase gozando... aaaahhh!
Ele virou ela de quatro na mesa, enfiou a pica de uma vez, metendo com força, as bolas batendo na buceta molhada. Dava tapas na bunda, puxava o cabelo.
- Toma, sua safada... toma essa pica toda... sua buceta tá engolindo meu pau... que delícia...
- Isso... me come... abre meu cu com o dedo enquanto fode minha buceta... ai, caralho... tô gozando... aaaaiiii!
Ela gozou tremendo, esguichando um pouco na pica dele. Marcos não parou, continuou metendo fundo, sentindo o cuzinho piscar no dedo.
Depois tirou a pica da buceta e encostou na rosinha do cu.
- Agora quero esse cu virgem, sobrinha... deixa o tio comer esse cuzinho apertado.
Ela gemeu, empinando mais.
- Vai devagar... mas enfia... quero sentir sua pica no meu cuzinho...
Ele cuspiu na cabeça do pau, empurrou devagar, sentindo o anel apertar. Entrou centímetro por centímetro, até enfiar tudo.
- Porra... que cu gostoso... tá apertando minha pica toda...
Começou a foder o cu com ritmo, cada vez mais forte. Ela gritava de prazer misturado com dor gostosa.
- Aiiiiii, tio... tá rasgando meu cu... mas continua... mete mais... fode meu cu safado... aaaahhh!
Os gemidos dela eram desesperados, o corpo todo suado. Ele metia fundo, mão no grelinho dela, esfregando rápido.
- Goza de novo pra mim enquanto eu encho seu cu de porra...
Ela gozou outra vez, o cu apertando tanto que ele não aguentou. Jatos quentes encheram o cu dela, escorrendo pelas coxas quando ele tirou.
Caíram no sofá, ofegantes. Ela beijou ele com carinho agora.
- Quinta que vem eu volto de novo, tio... e dessa vez quero que você me coma a noite toda.
Na próxima vez ela trouxe óleo, queria que o tio lambesse a buceta e o cu até ela implorar. Depois fodia de ladinho, de frente, em pé contra a parede. Sempre com diálogos sujos, gemidos altos e tesão insaciável.
- Sua pica é viciante, tio... minha buceta e meu cu tão viciados em você agora.
Ele respondia metendo mais fundo:
- E você é minha putinha particular... vou te encher de porra toda semana.
Os encontros viraram rotina quente, cheia de sacanagem, dedos, línguas, pica, buceta e cu sendo explorados sem limite. A família nunca soube, mas dentro daquela casa, o tesão era puro fogo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sobrinha brincando com fogo!

Codigo do conto:
265589

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/06/2026

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