Dando o cu pro ex-namorado de minha mãe!



Depois daquela primeira vez que eu e o Alex transamos, nunca mais conseguimos parar. Era como se tivéssemos aberto uma porta que não tinha como fechar. Eu com meus 19 anos, ele com 53, o coroa mais gostosão e safado que já cruzei na vida. Eu namorava o Matias há dois anos, um cara legal, mas sem graça pra caralho na cama. E o Alex? Ele tinha namorado minha mãe por quase um ano, até eles terminarem recentemente. Agora o velho tava me comendo escondido, e o tesão era tanto que a gente marcava de tudo quanto era jeito.
Nossos encontros viraram quase semanais, especialmente quando minha mãe estava em sala de aula. Eu pegava o carro dela, dizia que ia dar uma volta e voava pra casa dele. Alex sempre me recebia com aqueles mimos que me deixavam molhada só de pensar: um vinhozinho gelado, um baseado bem caprichado, música baixa e aquele olhar de quem já sabia exatamente o que ia fazer comigo. Ele era um gostosão de verdade, corpo malhado pra idade, pica grossa e veiosa que me enchia toda.
Numa tarde quente pra cacete, a gente tinha acabado de foder gostoso. Eu tava chapadinha, deitada na cama dele com a buceta ainda latejando, cheia da porra dele escorrendo pelas coxas. Fiquei pensando na minha mãe, na cara de feliz que ela chegava em casa quando eles namoravam. Comecei a brincar, curiosa pra caralho:
- Ela chegava tão feliz depois de estar com você... O que ela gosta, hein? Minha mãe tem fogo mesmo?
Alex olhou pra mim com aquele sorrisinho safado, sem nem piscar, e respondeu na lata:
- Ela gosta de dar o cu. Adora quando eu enfio tudo e boto pra socar.
Fiquei parada, sem ação. Minha mãe? Dando o cu pro coroa? Eu já transava há dois anos e meio, mas nunca tinha pensado nessa possibilidade. Em vez de choque, aquilo me acertou como um soco de tesão direto na buceta. Senti minha grelinha pulsar só de imaginar. O safado percebeu na hora e começou a me arretar de verdade. Puxou minha cabeça pro colo dele e mandou:
- Agora faz um boquete gostoso pra mim, vai.
Eu obedeci, lambendo aquela pica ainda melada da nossa porra misturada. Enquanto eu chupava com vontade, ele puxou minha bundinha pra cima e enfiou a língua bem no meio das minhas pernas. Começou chupando minha buceta inchada, sugando a porra dele que ainda tava lá dentro, depois desceu pro reguinho do meu cu. A língua quente girando ali me fez enlouquecer. Gemi alto, desesperada:
- Aiiiii, porra... que delícia... continua chupando meu cu, Alex...
Ele enfiou um dedo, depois dois, abrindo devagar enquanto eu rebolava na cara dele. Eu tava em alfa total, a buceta pingando, o cu piscando pedindo mais. De repente ele parou, me deixou ali subindo pelas paredes, toda arrepiada e louca de tesão. Olhou no meu olho e disse com aquela voz grossa:
- Hoje não. No nosso próximo encontro você vai dar esse cuzinho pra mim, igualzinha à sua mãe. Agora vai pra casa.
O filho da puta me mandou embora assim, com o cu latejando e a cabeça cheia de imagens. Passei os dias seguintes pensando só nisso. Até transei com o Matias, mas era mecânico. Eu não conseguia imaginar aquele pau dele no meu rabinho. Só queria o coroa safado, aquela pica experiente me arrombando.
Não aguentei. Mandei mensagem no meio da noite:
- Quando vai comer meu cuzinho, hein?
Ele respondeu rápido:
- Gostei, agora sim. Amanhã de manhã, na minha casa. Vem de shortinho bem curto e camisa fininha sem sutiã.
Cheguei lá morrendo de tesão. Estava quente pra caralho lá fora, mas ele tinha ligado o ar-condicionado e tava fumando um cigarrinho na sala, só de bermuda. Mal fechei a porta e ele já veio pra cima de mim. Nos beijamos com fome, língua no fundo da boca, mão dele enfiando por baixo do shortinho e apertando minha buceta por cima da calcinha molhada. Ele me jogou no sofá, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos grossos enquanto chupava meus mamilos por cima da camisa.
- Goza pra mim primeiro, safada – ele rosnou.
Eu gozei rápido, gemendo alto, o corpo tremendo enquanto ele dedava minha buceta com maestria. Depois ele me virou de bruços, puxou o shortinho e a calcinha pra baixo e enfiou a língua direto no meu rabinho. Que sensação maravilhosa, porra. A língua quente, molhada, girando, entrando um pouquinho. Eu rebolava contra a cara dele, desesperada:
- Aiiiiii, caralho... chupa meu cu... assim, vai... me prepara pra sua pica grossa...
Ele passou um creme gelado ali, bem generoso, acariciando meu furinho com a cabeça da pica. Eu tava de quatro no sofá, bundinha empinada, tremendo de expectativa. Senti a pressão quando ele começou a enfiar. Devagar no começo, a cabeça grossa abrindo meu cu virgem.
- Aiiiii meu Deus... tá entrando... que delícia... vai devagar...
Ele foi paciente, mas firme. Centímetro por centímetro, aquela pica veiosa me abrindo toda. Quando entrou até o meio eu já tava gemendo feito uma cadela no cio:
- Porra, Alex... seu pau é enorme... tá me arrombando o cu... mais fundo...
Ele segurou meus quadris e começou a socar de verdade. Primeiro ritmado, depois forte, as bolas batendo na minha buceta molhada. Meu cu latejava em volta da pica dele, um prazer misturado com aquela ardência gostosa que me deixava louca. Eu gritava:
- Me fode o cu! Socaaa! Mais forte, coroa safado! Aiiiiiii, aiiiiiiii, porraaa...
Ele me virou de lado, depois de frente, papai-mamãe com o pau enterrado no meu rabinho. Olhando nos meus olhos enquanto metia fundo. Eu tava suada, cabelo grudado no rosto, buceta escorrendo sem ninguém tocar. Ele acelerou, o suor pingando do peito dele no meu corpo.
- Vai, geme pra mim... diz que ama dar o cu pro pau do seu ex-padrasto...
- Eu amo... adoro dar meu cu pra você... me enche de porra... aiiiiiii, tá tão fundo...
O orgasmo veio diferente, uma onda que começou no cu e explodiu na buceta. Eu gozei gritando, unhas cravadas nas costas dele, o corpo convulsionando. Ele não parou, continuou socando até que puxou o pau e gozou forte na minha barriga, jatos grossos e quentes espirrando até meus peitos.
Eu fiquei ali, ofegante, o cu piscando vazio, sentindo a porra dele escorrendo pela pele. Olhei pro relógio e quase morri: estava quase na hora de buscar minha mãe na escola pra almoçarmos. Saí de lá com o cheiro dele impregnado em mim, o cu dolorido e satisfeito, sabendo que ia olhar pra cara dela com o segredo mais safado do mundo.
A partir daí virou vício. Toda semana eu voltava pra casa dele, dava meu cu, minha buceta, minha boca. A gente experimentava tudo: ele me fodia no banheiro, na cozinha, até no carro uma vez. Eu aprendia a rebolar melhor, a pedir porra no cu, a chupar ele até o talo depois de ele ter me arrombado. O Matias nunca soube, minha mãe muito menos. Era nosso segredo sujo, intenso pra caralho, e eu não trocaria por nada.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Dando o cu pro ex-namorado de minha mãe!

Codigo do conto:
265569

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/06/2026

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