Abusei gostoso minha mãe!



A casa estava silenciosa naquela manhã de feriado. O sol mal tinha nascido direito, mas eu já sentia o corpo quente, inquieto. Acordei com o pau meio duro só de lembrar das curvas da minha mãe. Ela era uma mulher de quase cinquenta anos, mas mantinha um corpo que fazia qualquer um virar a cabeça: seios grandes e pesados, cintura ainda marcada, quadril largo e uma bunda que balançava de um jeito que me deixava louco desde adolescente. Nós éramos uma família alemã conservadora por fora, classe média alta, pais empresários, filhos na universidade. Ninguém imaginaria que eu, o filho do meio, vinha comendo a própria mãe há quase seis anos.
Naquela manhã, fui o segundo a acordar. Desci as escadas devagar e a vi na cozinha, de costas, preparando o café. Usava uma bermuda de tecido leve que marcava a calcinha preta por baixo. O contraste da renda escura contra a pele branca me deixou com a pica latejando no calção. Respirei fundo, resisti um segundo, mas o tesão foi mais forte. Ninguém acordado ainda. Era agora.
Me aproximei por trás sem fazer barulho. Minha mão direita deslizou direto pra parte de trás da coxa dela, subindo rápido até a buceta quente. Ela deu um pulo, agitou os braços tentando me afastar.
- Para! O que você está fazendo? Alguém pode acordar!
Mas eu era mais alto, mais forte. Passei o braço esquerdo em volta da cintura dela, levantei seu corpo até ficar nas pontas dos pés. Ela ficou sem chão, sem reação. Com a outra mão, puxei o tecido da calcinha pro lado e enfiei o dedo médio inteiro na buceta dela. Estava quente, um pouco úmida apesar da resistência. Ela se retesou toda.
- Meu Deus, solta! Para com isso agora! - sussurrou irritada, voz baixa pra não acordar a casa.
Eu sentia o coração martelando, mas o pau estava uma barra de ferro. Olhei pra porta, ninguém. Soltei ela devagar, mas o volume no calção estava óbvio, uma barraca armada. Segurei o pulso dela com firmeza.
- Vamos pro quartinho de empregada. Agora.
Ela me olhou fixo, respirando rápido. Talvez pelo tom calmo da minha voz, talvez porque soubesse que não adiantava resistir, caminhou na frente. O quartinho ficava no pátio dos fundos. Entrei atrás, fechei a porta. Ela parou de frente pra mim, braços cruzados sobre a barriga, olhando nos meus olhos.
Com um puxão forte, baixei a bermuda dela até os joelhos. A calcinha preta ficou exposta, o tecido fino marcando os lábios da buceta. Baixei meu calção só o suficiente, tirei a pica dura pra fora. Dezoito centímetros latejando, cabeça vermelha brilhando. Encostei a glande na calcinha, puxei o tecido pro lado com os dedos e meti a tora de uma vez.
- Aaaahhh! - ela gemeu baixo, voz rouca de surpresa e dor.
A buceta dela apertou forte em volta da minha pica. Empurrei com força, encostando ela contra a parede. Meus braços estendidos, mãos na parede, olhando pra baixo enquanto via meu pau grosso sumindo e saindo entre os pelos pretos da buceta dela. Metia fundo, rápido, sem piedade. O barulho molhado de carne batendo ecoava baixo no quartinho.
- Porra, como você é apertada ainda... - rosnei entre dentes.
Ela ficou imóvel no começo, só aguentando as estocadas. O rosto dela mostrava dor misturada com algo que eu não sabia identificar. Eu estava nervoso pra caralho, queria gozar logo. Empurrei mais fundo, sentindo as bolas batendo na bunda dela.
- Hummm... para... alguém vai ouvir... - murmurou ela, mas a voz falhava.
Não parei. Meti mais forte, sentindo a buceta dela começar a lubrificar apesar de tudo. Em poucos minutos o tesão explodiu. Comecei a ejacular sem parar, jatos grossos enchendo a buceta dela.
- Ahhh... porra... tô gozando... toma toda essa porra... - grunhi.
Ela fez uma careta de dor quando sentiu o leite quente jorrando lá dentro. Tirei o pau ainda semi-duro, melado de porra e lubrificação. Ela puxou a bermuda pra cima rápido.
- Volta primeiro. Eu vou pro banheiro me arrumar depois.
Voltei pra cozinha, limpei a pica com papel toalha. Quinze minutos depois ela apareceu, e tomamos café da manhã como se nada tivesse acontecido. A mesa estava silenciosa. Quebrei o gelo.
- Gostou, mãe?
Ela me olhou fixo, sem responder. Continuei.
- Eu gostei pra caralho. Se tiver outra chance, vou comer essa buceta de novo.
Pra minha surpresa, ela respondeu calma.
- Não fazemos nada antes de eu ir no ginecologista.
Concordei. O resto do dia foi normal, mas eu não conseguia parar de pensar na buceta dela apertando minha pica.
Algumas semanas depois, o destino nos deu outra oportunidade. Meus irmãos e meu pai tinham saído, mas voltariam logo pra jantar. Estávamos sozinhos em casa. Me aproximei por trás dela na sala, agarrei pela cintura.
- Já foi no médico?
- Sim - respondeu seca.
Encostei o queixo no ombro dela, tapei a boca dela com a mão e ri baixo.
- Tá pronta pra ser minha puta hoje?
Ela ficou séria, não respondeu. Notei que não usava sutiã. Enfiei a mão no decote da blusa, apalpei o seio pesado, belisquei o mamilo que endureceu na hora.
- Olha como esse bico tá duro... parece que vai furar a blusa.
Lambia a orelha dela enquanto massageava. Ela respirava ofegante. Puxei ela pro meu quarto.
- Vamos pro meu quarto.
- É arriscado... eles podem voltar a qualquer instante - disse ela, voz preocupada.
Ri.
- Na situação que eu tô, vai ser rápido pra caralho.
Entrei no quarto, encostei a porta sem fechar. Sentei na cama, abri o zíper da calça e tirei a pica pra fora. Dezoito centímetros apontando pro teto, veias pulsando.
- Abaixa essa calça e senta no meu colo. Senta!
Ela obedeceu rápido. Baixou calça e calcinha até os tornozelos, aproximou com uma perna de cada lado, mãos nos meus ombros. Desceu devagar. Segurei a pica na vertical, encostei na entrada da buceta molhada. Quando a cabeça tocou, segurei a cintura dela e puxei forte pra baixo.
- Aaaaiiiiii! - gemeu alto, voz desesperada, enquanto a pica entrava inteira de uma tacada só.
A buceta dela engoliu tudo. Comecei o vai e vem, no início a pica saía um pouco, mas logo se acomodou. Metia fundo, sentindo o grelinho dela roçando na base da minha pica.
- Porra... que buceta gostosa... aperta meu pau assim... - grunhi.
Ela começou a rebolar devagar no meu colo, gemendo baixo.
- Hummm... ahhh... devagar... tá fundo demais...
Aumentei o ritmo. Segurava a bunda dela, abrindo as nádegas enquanto metia. O quarto enchia de barulhos molhados, pele batendo pele.
- Mais forte... por favor... - ela pediu de repente, voz rouca.
Não esperei. Meti com vontade, levantando o quadril pra estocar fundo. Os seios dela balançavam na minha cara. Puxei a blusa pra cima, chupei um mamilo duro enquanto socava.
- Toma essa pica toda, sua puta... geme pra mim, vai sua safada!
- Aaaahhh... filho da puta... tá me rasgando... hummmm... não para!
Os gemidos dela ficaram desesperados. A buceta apertava forte, pulsando. Eu sentia o gozo subindo.
- Vou encher essa buceta de novo... toma... toma porra!
Jatos grossos explodiram dentro dela. Ela tremeu toda, gozando junto, unhas cravadas nos meus ombros.
- Aaaaiii... tô gozandoooooo... porra... que delícia...
Levantou do meu colo cambaleante, porra escorrendo pelas coxas. Limpamos rápido e voltamos pra rotina como se nada tivesse acontecido.
Depois dessas duas primeiras vezes, rolou mais várias. Cada uma era intensa pra caralho. Lembro de uma tarde que meus irmãos saíram e meu pai viajou. Peguei ela na cozinha de novo, mas dessa vez sem pressa.
Abaixei ela na mesa, abri as pernas e meti a cara na buceta. Lambi o grelinho inchado, chupei os lábios grossos, enfiei a língua fundo enquanto ela segurava minha cabeça.
- Ahhh... assim... chupa minha buceta... filho safado...
Meti dois dedos, massageando o ponto G enquanto sugava o clitóris. Ela gozou na minha boca, jorrando um pouco.
- Aaaahhh... tô melando tudo... continua!
Depois virei ela de quatro, bunda empinada. Cuspi na pica e meti no cu dela devagar. Ela nunca tinha dado o cu antes, mas naquela tarde abriu.
- Devagar... ai que dó... hummm... tá entrando...
- Relaxa o cu, mãe... deixa eu foder esse cuzinho apertado.
Meti tudo, socando forte. A bunda dela tremia a cada estocada. Puxava o cabelo dela enquanto metia.
- Geme, sua vadia... diz que gosta da pica do filho no seu cu!
- Gosto... porra... me fode o cu... aaaaiii... mais fundo!
Gozei dentro do cu dela, enchendo de porra quente. Ela desabou na mesa, pernas tremendo.
Em outra ocasião, no banheiro, ela estava tomando banho. Entrei pelado, pau duro. Ela se ajoelhou e chupou gostoso, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta.
- Engole essa pica, mãe... isso... chupa como a puta que você é.
Ela engasgava, saliva escorrendo, mas não parava. Depois eu sentei no banco do chuveiro, ela sentou de frente, cavalgando loucamente. Os seios molhados batendo no meu rosto.
- Rebola nessa pica... quica gostoso... porra!
- Hummm... ahhh... tô sentindo ele batendo no fundo... vou gozar de novo, filho!
Os gemidos ecoavam no banheiro. Gozamos juntos, porra misturada com água escorrendo.
Toda vez era assim. O tesão de ver minha mãe conservadora virando minha puta particular era viciante. Ela gemia desesperada, pedia pra foder mais forte, abria a buceta, o cu, chupava como louca. Em casa, disfarçávamos perfeitamente. Ninguém nunca desconfiou.
Uma noite, quase fomos pegos. Meti ela rapidinho no quarto dela enquanto meu pai dormia no sofá. Tapei a boca dela enquanto socava a buceta por trás.
- Shhh... não faz barulho... aperta essa buceta no meu pau.
- Mmmph... tá bom demais... não para... me enche de porra...
Gozei dentro, saí rápido e voltei pro meu quarto. No dia seguinte, café normal, sorrisos falsos.
Essas relações continuaram discretas, mas cada vez mais intensas. O cheiro da buceta dela depois de foder, o jeito que o cu piscava quando eu tirava a pica, os gemidos abafados... tudo isso me marcava. Família perfeita por fora, mas dentro de casa eu comia a mãe como um animal.
E toda vez que eu via ela na cozinha, ou na sala, o pau endurecia só de lembrar como ela virava uma puta desesperada quando eu metia fundo.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


265618 - Um tesão de irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265599 - Não resisti e acabei enrabando a esposa de meu tio! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
265597 - Ele não resistiu a tia safada! - Categoria: Incesto - Votos: 0
265590 - Boas lembranças com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265589 - Sobrinha brincando com fogo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265572 - Depois de comer minha sogra, fiz ela dar pro próprio filho! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265571 - Depilei a xoxota só pra dar pro meu sobrinho! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265569 - Dando o cu pro ex-namorado de minha mãe! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
265568 - Não resisti as carícias de meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265546 - Velho safado traçou netinha! - Categoria: Incesto - Votos: 0
265545 - Espionando o caseiro trepar! - Categoria: Coroas - Votos: 4
265544 - Vi meu avô batendo punheta, não resisti e dei pra ele! - Categoria: Incesto - Votos: 7
265542 - Tio me pegou de surpresa! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265541 - Sexo depravado com o pai! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265540 - Virando putinha do sogro! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
265532 - Primo cacetudo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
265530 - Traindo o namorado bêbado na boate! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
265524 - Eu e minha prima sendo devoradas pelo meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265519 - Minha mãe dormia no quarto, enquanto meu padastro me enchia de porra! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265518 - Atendeu o entregador completamente pelada, não resistiu e deu a bucetinha pra ele! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
265468 - Pega no flagra rebolando numa pica! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
265453 - O alívio da ansiedade da irmã, era abraçar pelada com o irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 6
265401 - Depois no tapa na bunda, tudo mudou! - Categoria: Incesto - Votos: 6
265400 - Irmã levou irmão pra um cruzeiro! - Categoria: Incesto - Votos: 5
265392 - Minha mãe pelada na minha cama! - Categoria: Incesto - Votos: 7
265383 - Fui desafiado por minha esposa, a beijar minha irmã, depois disso tudo saiu do controle! - Categoria: Incesto - Votos: 8
265346 - A gordinha do ônibus! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
265342 - Sai de casa sem calcinha! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
265341 - Não resisti a carência e acabei dando pro meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265299 - As coisas complicaram após eu transar com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Abusei gostoso minha mãe!

Codigo do conto:
265625

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/06/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0