Filho chegou bêbado, mãe ajudou no banho e em seguida caiu na pica!
Clara acordou com o barulho da chuva forte batendo na janela. Eram quase duas da manhã daquela quinta-feira fria e molhada. O marido roncava pesado ao lado dela na cama, e o filho mais velho, o Lucas de 19 anos, ainda não tinha chegado. Ela se levantou devagar, vestindo só uma camisolinha fina que mal cobria as coxas grossas e macias, sem calcinha nenhuma, como sempre dormia. Os seios pesados balançavam livres por baixo do tecido enquanto ela caminhava pelo corredor escuro. Quando chegou na sala, viu o Lucas caído no sofá, todo molhado da chuva, cheirando a cerveja e suor. O corpo dele, já de homem feito, estava largado, a roupa colada na pele. Clara sentiu aquele instinto de mãe e foi ajudar. "Meu Deus, filho, você tá encharcado", murmurou baixinho. Ela o sacudiu de leve e conseguiu acordá-lo o suficiente pra ele se apoiar nela e andar até o banheiro. No banheiro, a luz amarelada iluminava tudo. Clara tirou a blusa molhada dele, depois a calça jeans que grudava nas pernas fortes. Quando abaixou a cueca, o pau do Lucas pulou pra fora, semi-duro, grosso pra caralho. Fazia tempo que ela não via o filho pelado. "Porra, olha o tamanho disso", pensou, surpresa. Não era daqueles paus de pornô gigantes, mas era bem mais grosso e comprido que o do marido. A cabeça rosada brilhava, as veias marcadas ao redor. O álcool deixava ele bem durinho mesmo dormindo quase. Ela ligou o chuveiro quente, a vapor subindo e embaçando o espelho. Empurrou Lucas pra baixo d'água e começou a ensaboá-lo. As mãos dela deslizavam pelo peito largo, pelos ombros, descendo pela barriga. Quando chegou no pau, hesitou só um segundo. Depois pegou ele com firmeza, passando o sabonete devagar, alisando da base até a ponta. A pica dele engrossou mais na mão dela, latejando quente. "Nossa, que pau gostoso, tão grosso... me deixa toda molhada só de tocar", ela pensou, o coração acelerando. Massageou as bolas pesadas, depois voltou a punhetar devagar, o sabão fazendo barulhinho molhado. Lucas só balbuciava coisas sem sentido, os olhos semicerrados. Ela enxaguou tudo rápido, com medo que ele acordasse e visse a mãe ali babando pelo pau dele. Secou o corpo dele com a toalha grande, enrolou ele e levou pro quarto dele. Deitou o Lucas na cama e ele apagou quase instantaneamente. Clara ficou preocupada. "E se ele passar mal?" Pensou em ficar um pouco ali. Deitou do lado, de conchinha, o corpo quente dele contra o dela. Umas quatro e pouco da manhã, Clara acordou sobressaltada. O pau do Lucas estava duro como pedra, encostado direto no bumbum dela. A toalha tinha caído, e agora a pica grossa roçava bem no meio das nádegas macias, quente e latejante. Ela sentiu a buceta piscar, molhando na hora. "Caralho, o que eu tô fazendo? É meu filho...", mas o tesão foi mais forte. Empurrou o quadril pra trás devagar, pressionando mais o pau dele entre as coxas. A cabeça da pica roçava direto na entrada da xana molhada, deslizando no grelinho inchado. - Humm... que delícia... - ela sussurrou baixinho, fingindo que dormia. O pau dele pulsava contra a buceta dela, roçando o clitóris inchado. Clara mexia o bumbum em círculos lentos, sentindo a grossura toda. O tesão subia rápido, a adrenalina batendo forte. De repente, um orgasmo veio forte, fazendo ela tremer inteira. As pernas apertaram o pau dele, a buceta contraindo enquanto gozava sem nem ter enfiado. Respirou fundo, pensando em parar ali. Mas o Lucas se mexeu, ainda fingindo sono, e ajeitou a pica bem na entradinha da boceta dela. A cabeça grossa pressionou, abrindo os lábios molhados. Clara não resistiu. Relaxou o corpo e deixou ele entrar devagar. - Aaaah... que pauzão... entra devagar, filho... - murmurou quase sem voz. O pau grosso foi abrindo caminho, centímetro por centímetro, esticando as paredes da buceta dela que não via uma pica daquele tamanho há anos. Era quente, latejante, preenchendo tudo. Lucas começou a mexer o quadril devagar, empurrando mais fundo, ainda com os olhos fechados como se estivesse sonhando. Clara sentia cada veia da pica dele roçando dentro dela. O barulho molhado ecoava baixinho no quarto escuro, misturado com a chuva lá fora. - Hum... que gostoso... fode a mamãe devagar... - ela gemeu baixinho, empurrando o bumbum pra trás pra engolir mais da pica. Ele acelerou aos poucos, metendo mais fundo, o saco batendo contra o grelinho dela. Os gemidos dele começaram a escapar. - Mmm... que buceta apertada... tão molhada... - balbuciou ele, a voz rouca de sono e tesão. Clara perdeu o controle. Mexia o quadril no ritmo dele, sentindo a pica grossa bater bem no fundo, roçando aquele ponto que fazia ela ver estrelas. - Aiii, meu Deus... mete mais forte, Lucas... fode a buceta da sua mãe... - gemeu mais alto, desesperada. Os movimentos ficaram mais intensos. Ele agarrava o quadril dela por trás, metendo com força agora, a cama rangendo de leve. A buceta dela escorria, molhando as coxas dos dois. Clara gozou de novo, forte, o corpo inteiro tremendo, apertando a pica dele como um punho. - Aaaahhh... tô gozandoooooo... porra, que delícia... - gritou abafado no travesseiro. Lucas também não aguentou. Empurrou fundo e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta da mãe. - Que gostoso... porra... - sussurrou ele no ouvido dela, a voz rouca, antes de apagar de novo. Clara ficou ali uns minutos, o pau ainda dentro, sentindo o sêmen quente escorrendo. Levantou devagar, as pernas tremendo, limpou o pau dele com a toalha e foi pro banho. Clara no banho, depois do gozo, não conseguia parar de pensar. A água quente descia pelos seios maduros, pelos mamilos duros, descendo pela barriga macia até a buceta ainda pulsando. Ela passou os dedos ali, sentindo o creme do filho escorrendo misturado com o dela. "Olha essa bagunça... meu filhinho gozou tanto dentro da mamãe. Que pica grossa, me abriu toda. O pai nunca me encheu assim." Enfiou dois dedos, relembrando o vaivém, gemendo baixinho sozinha. - Humm... Lucas... sua pica me deixou louca... - sussurrou pra si mesma, se masturbando até gozar mais uma vez no chuveiro, as pernas fraquejando. Deitou na cama ao lado do marido que roncava, mas o corpo ainda vibrava. Entre as pernas, sentia o latejar, a buceta inchada pedindo mais. Dormiu pensando no pau do filho. No dia seguinte, o clima em casa estava normal por fora, mas por dentro era fogo. Lucas passou o dia olhando mais pra ela, os olhos descendo pros seios e pro bumbum. Clara sentia a calcinha molhar só com os olhares. À noite, quando o marido dormiu, ela foi "ver" o filho de novo. Lucas estava acordado dessa vez, só de cueca na cama. - Mãe... ontem... foi sonho ou... - começou ele. Clara fechou a porta, o coração disparado. - Foi real, filho. E foi muito gostoso. Sua pica é tão grossa... me deixou viciada. Ela tirou a camisolinha, mostrando o corpo maduro, os seios pesados, a buceta depiladinha brilhando de tesão. Lucas puxou a cueca pra baixo, a pica já dura pulando pra fora. - Vem, mãe. Quero te comer direito agora. Clara subiu na cama, montou nele devagar. Pegou a pica grossa na mão, esfregando a cabeça no grelinho inchado. - Olha como tá molhada pra você... fode a mamãe, Lucas. Mete essa pica toda. Ele segurou os quadris dela e puxou pra baixo. A buceta engoliu a pica inteira de uma vez, esticando tudo. - Aaaahhh... que delícia... tá me abrindo toda... - gemeu Clara, começando a cavalgar. Os seios balançavam no rosto dele. Lucas chupava os mamilos com fome, mordendo de leve enquanto metia pra cima. - Que buceta gulosa... mamãe, que apertada... vou te foder todo dia agora - rosnava ele. Clara cavalgava mais rápido, o barulho de pele molhada enchendo o quarto. O cu dela piscava cada vez que descia fundo. - Isso... chupa o peito da mamãe... mete forte... quero sentir suas bolas batendo no meu cu... Os gemidos ficaram desesperados. Ela gozou primeiro, esguichando um pouco na barriga dele. - Porra... tô gozandoooooo... aaaaiii... filho da puta, que pica boa... Lucas virou ela de quatro, empinando o bumbum gostoso. Enfiou a pica de novo, metendo fundo, batendo as bolas na buceta molhada. - Toma, mãe... toma essa pica grossa no seu buraco... que cu lindo também, um dia vou comer ele. - Come meu cu depois... agora fode a buceta... me arromba... - implorava Clara, o rosto no colchão, gemendo alto. Ele metia com força, segurando o cabelo dela, os tapas de pele ecoando. Gozou de novo dentro, enchendo a mãe de porra quente. Eles ficaram abraçados, suados, respirando pesado. - Nunca pensei que ia foder minha mãe... mas você é uma vadia gostosa pra caralho - disse ele rindo. - E você tem uma pica que me deixa louca. Vamos fazer isso sempre, quando o seu pai não estiver - respondeu ela, beijando o peito dele. A partir dali, as noites frias viraram oportunidade. Clara acordava molhada só de pensar no filho metendo nela. Uma vez, quase foram pegos quando o marido levantou pra beber água, mas ela conseguiu voltar pro quarto a tempo, com a buceta ainda escorrendo sêmen do Lucas. A intensidade só crescia. Eles faziam sacanagem rápida na cozinha, ele enfiando os dedos na buceta dela enquanto ela fazia café. Ou no banheiro, ela ajoelhada chupando aquela pica grossa até ele gozar na boca da mãe. - Engole meu leite, mamãe safada... - gemia ele, segurando a cabeça dela. Clara engolia tudo, lambendo os lábios. - Delícia... quero mais. A vida deles mudou pra sempre com aquele roçar na chuva. Um segredo quente, cheio de gemidos desesperados, buceta molhada, pica latejando e muito tesão proibido.
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