Tudo começou lá no comecinho dos anos 1980, naquela fazenda no interior onde a família toda se reunia. Tia Tereza, a caçula dos doze filhos dos meus avós, casou novinha com tio Jorge, um gringo bem mais velho que já tinha feito fortuna no Texas importando café. Aos dezoito ela pariu Marcela, minha prima, que nasceu quase cinco meses depois de mim. A gente cresceu grudado. Quando ela vinha passar as férias na casa dos meus pais, a cachoeirinha virava nosso paraíso particular. A gente tirava tudo, nadava peladinho, ria alto. Tomava banho junto em casa também. Ela lavava meu pintinho com aquelas mãozinhas pequenas e eu esfregava a pererequinha dela, coisa inocente de criança que se diverte sem maldade nenhuma. Isso durou até meus dez anos. Num dia quente, ela estava lavando meu pintinho de novo e ele endureceu na mão dela, latejando. Marcela olhou curiosa, apertou de leve. Eu fiquei vermelho que nem pimentão e nunca mais quis banho junto. Pouco depois, meus tios se mudaram de vez pros Estados Unidos. Três anos se passaram. Quando voltaram, eu mal reconheci a Marcela. A magricela de antes tinha virado uma mulherzinha: seios firmes e cheios como os da mãe, bunda grande e empinada, coxas grossas, pele morena brilhando. Ela me viu e correu, me abraçando forte, rindo daquele jeito que só ela sabia. - Priminho! Vamos pra cachoeira? Tô morrendo de saudade daquela água gelada! A gente desceu conversando sem parar. Quinze minutos de papo, ela tagarelando sobre o Texas, eu contando das coisas por aqui. Chegando lá, ela parou, olhou o lugar em silêncio por uns minutos, depois, como se fosse a coisa mais natural do mundo, tirou toda a roupa. Corpo nu, perfeito, peitos arrepiados com o vento, bucetinha com pelinhos finos já molhados do suor. Meu pau deu um pulo dentro da calça. Eu fiquei pasmo. - Marcela... a gente não é mais criança. Se alguém aparecer... Ela sorriu, maliciosa, e me puxou pela mão. - Eu sei, mas nadar pelada aqui é a melhor lembrança que eu tenho. A gente cresceu junto, tomando banho pelado, brincando. Não tenho vergonha nenhuma de você. E daquela vez que seu pintinho ficou duro na minha mão... eu gostei, sabia? Ela se aproximou, me abraçou e plantou um beijo quente na minha boca. Minha pica já estava dura pra caralho. - Menina, não brinca com fogo... - Quero só brincar e não me queimar. Quero continuar virgem... por enquanto. Ela enfiou a mão dentro do meu calção, pegou meu pau latejando e começou a bater uma punheta lenta, olhando nos meus olhos. Depois abaixou meu calção, ficou de costas, se apoiou numa pedra lisa e encaixou minha pica bem no meio daquela bunda macia e quente. Rebolou devagar, esfregando a cabeça da minha rola no seu cuzinho apertado e na entrada da buceta. - Aiiiiii, priminho... tá tão duro... gosta da bundinha da prima? Eu segurei aqueles peitos pesados, apertando os bicos duros, e gozei forte, jorrando porra quente em toda a bunda dela. Marcela riu, passou os dedos na porra e lambeu. - Essa vai ser nossa brincadeirinha secreta. Daquele dia em diante, sempre que a gente ficava sozinho na cachoeira ou em algum canto isolado, a brincadeira evoluiu. Ela chupava meu pau com vontade, engolindo até o fundo, babando, fazendo barulho de sucção gostoso. Eu gozava na boquinha quente, nos peitos ou na bunda. Uma vez, loucos de tesão, ela pediu pra tentar o cu. - Enfia devagar no meu cuzinho, priminho... quero sentir. Tentei a seco, cabeça da pica forçando o anel apertado. Ela gemeu de dor. - Aiiiiiiii, tá doendo muito! Tira, tira! Nunca mais tentamos. Anos se passaram. Eu fui morar em BH na casa do tio Carlos pra fazer o ensino médio. Depois tio Jorge morreu num acidente de avião. Tia Tereza pediu pra eu ir morar com elas. Por três meses, com o luto, a gente não teve clima pra nada. Até que numa segunda, tia Tereza viajou pro Rio resolver coisas das empresas e deixou a gente sozinho por dez dias. Na sexta-feira, cheguei da escola e o apartamento estava perfumado, luzes baixas, só abajures acesos. Marcela me recebeu com um robe de seda da mãe, transparente, marcando os mamilos duros. Me deu o roupão do pai e mandou tomar banho. Quando entrei no quarto de casal, ela me abraçou, me deu um beijo longo, língua dançando na minha, mão já apertando meu pau por cima do roupão. - Eu contei tudo pra mamãe sobre nossas brincadeiras. Que você foi meu primeiro beijo, primeiro amasso, primeira punheta que eu dei, primeira mamada nos peitos, primeira chupada na buceta... que gozei pela primeira vez na sua boca. Que chupei seu pau, engoli sua porra, tentei dar o cu... e que com você, priminho, eu quero perder o cabaço. Mamãe me levou no ginecologista, fiz exames, tô tomando anticoncepcional. Hoje eu quero ser sua mulher de verdade. Eu tremia de tesão e emoção. Tirei o robe dela devagar, admirei aquele corpo: peitos grandes, buceta inchada e molhada brilhando, bundona redonda. A gente se deitou na cama king size, nus, pele com pele. Beijei ela com fome, desci pro pescoço, chupei aqueles peitões com força, mordendo de leve os bicos. Marcela gemia alto. - Aiiii, priminho... chupa mais forte... tá me deixando louca... Desci pela barriga, abri aquelas coxas grossas e enfiei o rosto na buceta dela. Cheiro forte de mulher excitada. Lambi tudo, suguei os lábios carnudos, enfiei a língua bem fundo na entradinha apertada, depois ataquei o grelinho inchado, chupando forte, girando a língua. - Ahhh! Que delícia... continua chupando minha bucetinha... aiiiii, eu vou goooozar! Ela segurou minha cabeça, apertou as coxas em volta do meu rosto e gozou jorrando, mel escorrendo na minha boca. Fiquei lambendo até ela parar de tremer. Beijei sua boca de novo, deixando ela sentir o próprio gosto, e posicionei a cabeça da pica na entrada da bucetinha virgem. - Quero você dentro de mim... quebra meu cabaço, priminho... me fode... Empurrei devagar. Ela estava encharcada, mas apertada pra caralho. Senti a resistência do hímen, empurrei mais. - Aiiiiiiii... tá entrando... ai, queima um pouco... mas continua... me faz mulher! Com um último empurrão, entrei todo. Marcela soltou um gemido longo, desesperado. - Aaaahhh! Tá todo dentro... sua pica grossa tá me arrombando... que gostoso! Comecei a meter devagar, sentindo a buceta quente e molhada apertando minha rola. Logo acelerei, socando fundo. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. - Me fode, priminho! Mete essa pica gostosa na buceta da prima! Mais forte! Eu metia com força, segurando aquela bundona, vendo os peitos balançando. Ela gozou pela primeira vez no pau, gritando. - Tô gozando! Aaaaiii! Não para, continua metendo! Coloquei ela de quatro, segurei os quadris e meti fundo, estocadas rápidas e brutas. Marcela empinava a bunda, rebolando. - Isso! Me fode forte! Quebra essa bucetinha! Aiiiiiii, aiiiii, aiiiii... tô gozandoooooo de novo! Eu sentia as paredes dela pulsando, apertando minha pica. Segurei o gozo o máximo que pude. - Vou gozar, Marcela... - Segura um pouquinho... tô gozando mais! Aaaahhh! Quando ela apertou de novo, eu explodi, enchendo a bucetinha dela de porra quente, jato atrás de jato. A gente desabou na cama, suados, abraçados, minha pica ainda dentro dela. Dormimos de conchinha aquela noite, exaustos. Depois daquilo, a gente transou feito loucos todos os dias daqueles dez dias. De manhã no chuveiro, ela de joelhos chupando meu pau até eu gozar na garganta. Na cozinha, eu comendo ela por trás enquanto ela segurava na pia. Na sala, ela cavalgando meu pau, peitos quicando, gemendo alto. - Sua pica é tão grande... me enche toda... adoro sentir você batendo no fundinho da minha buceta! Mesmo quando tia Tereza voltou, a gente arrumava jeitos. Rápidas no quarto quando ela saía, ou no carro estacionado. A brincadeira virou amor safado, intenso. No final do ano elas se mudaram pros Estados Unidos. Eu fiquei no apartamento, tia Tereza ajudando nas contas. Marcela e eu mantivemos contato sempre. Anos depois, adultos, divorciados, a gente se encontrava em viagens, transando com a mesma fome de antes. Ela me ligava do Texas, voz manhosa. - Priminho... tô com saudade daquela pica grossa... quero sentar nela de novo, sentir você me arrombando... Ano passado ela casou com a Sarah, a médica vizinha. Mas ainda me manda mensagem. - Diz pra Sheila que tô com saudade do pau do priminho gostoso... e que quero apresentar ele pra Sarah também. Quem sabe uma brincadeirinha a três? A vida segue, mas aquela cachoeira, aquele quarto, aqueles gemidos desesperados... nunca saem da cabeça.
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