Amiga me relatou sobre como começou seu caso com o sogro!
- Rafaela, conta essa história direito pra mim, sem pressa – eu disse pra ela enquanto imaginava a cena toda. Ela sorriu, corando um pouco, mas os olhos brilhavam de tesão só de lembrar. E aí começou a narrar, com voz baixa e quente, como se estivesse revivendo cada segundo. Eu me chamo Rafaela, tenho 21 anos, sou morena, 1,64m, 48kg, cabelão preto caindo até o meio das costas. Meus seios são pequenos e duros, daqueles que ficam empinadinhos o tempo todo. Bunda média pra pequena, corpo magrinho, mas bem torneado. Casei com o Leonardo, 26 anos, um bonitão alto, mas pra economizar aluguel a gente foi morar nos fundos da casa do sogro, o Seu Otávio. Ele tem 55 anos, 1,70m, uns 80kg, branco, com uma barriguinha avantajada que até fica charmosa nele. Divorciado, viúvo de vida, e no começo tudo era respeito total entre nós. Mas eu... ah, eu sou safada pra caralho. Meu marido saía cedo pro trabalho e eu ficava lá, com um tesão danado queimando entre as pernas. Comecei a imaginar o sogro entrando de repente, me pegando forte, me comendo sem piedade. Aquela barriga dele roçando em mim enquanto enfiava a pica grossa. Fiquei obcecada. Resolvi bolando planos pra deixar ele louco. Comecei vestindo uns mini shortinhos apertadinhos que mal cobriam metade da bunda. Andava pelo quintal rebolando, fingindo que tava cuidando das plantas. Mini saia jeans que quando eu me abaixava o rabo ficava todo de fora, a calcinha marcando a rachinha. No começo ele disfarçava, mas dava pra ver o olhar. Um dia quente pra porra, eu pus uma mini saia preta curtíssima, sem calcinha nenhuma. Sentei no banco do quintal de pernas um pouco abertas, bem na frente dele que veio "conversar". A saia subiu sozinha e ele teve visão completa da minha bucetinha depiladinha, rosadinha, os lábios carnudinhos brilhando de umidade porque eu já tava molhada só de imaginar. - Nossa, Rafaela... tá calor hoje, né? – ele falou, a voz rouca, os olhos grudados ali. Eu sorri inocente, mas abri mais as pernas devagar. - Tá sim, seu Otávio. Tô suando todinha... Ele babava. Literalmente vi a saliva acumulando. Conversamos besteira por uns minutos, mas o volume no short dele cresceu rápido, uma barraca enorme se formando. Ele ficou impaciente, levantou de repente e entrou em casa. Eu ri por dentro. Fui tomar banho. Deixei a porta do banheiro entreaberta de propósito. Tomei banho demorado, saindo só com uma toalha enrolada no corpo, curta, mal cobrindo a bunda. Ele voltou logo depois, também recém-banhado, cheirando a sabonete, cabelo molhado. Os olhos dele queimavam. - Rafa, vem cá um minutinho – chamou, voz baixa. Eu fui, rebolando de leve. Parei na frente dele. - O que foi, seu Otávio? Ele engoliu seco. - Você quer me prejudicar, menina? Quer acabar comigo? Eu fiz cara de surpresa. - Eu? Por quê? - Eu vi você hoje... sem calcinha. Aquela bucetinha toda exposta pra mim. Tá querendo me deixar doido, né safada? Eu dei uma risadinha gostosa. - E se eu estiver, seu Otávio? O que você vai fazer? Ele não aguentou. Mão grossa puxou a toalha com força. A toalha caiu no chão e eu fiquei completamente nua na frente dele. Peitinhos duros, buceta lisinha, cu piscando. Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada, aquelas mãos grandes apertando minha bunda pequena. - Vou te comer, sua putinha. Tô louco por essa buceta desde que você chegou aqui. Me carregou pra dentro da casa dele, direto pro quarto. Me deitou na cama dele, cheirando a homem maduro. Caiu por cima de mim e me beijou na boca com fome. Eu correspondi na hora, língua dele invadindo, chupando a minha. Minhas mãos desceram pro peito peludo dele. Ele mamou meus peitinhos pequenos com vontade, chupando forte os bicos duros, mordiscando. Eu gemia desesperada. - Aiiiiii, seu Otávio... que delícia... mama mais forte, porra... Ele lambia minha barriga toda, enfiava a língua no umbigo, descia. Chegou na buceta e abriu minhas pernas bem largas. Lambeu o cuzinho primeiro, devagar, circulando, depois enfiou a língua inteira no buraco apertado. - Hummm... que cu gostoso, menina. Bem apertadinho... Depois subiu pra buceta, chupando o grelinho inchado com força, enfiando dois dedos grossos dentro enquanto sugava. Eu explodi. - Aaaahhh! Tô gozando! Engole meu leitinho, seu coroa safado! Aaaaiii... Gozei na boca dele, jorrando, corpo tremendo inteiro. Ele engoliu tudo, lambendo cada gota, gemendo de prazer. - Deliciosa essa porra da sua buceta, Rafaela. Eu tava louca. Ele tirou o short e a cueca. A pica dele era grossa pra caralho, uns 14cm mas parecia mais por causa da grossura, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Segurei com as duas mãos, sentindo o peso. - Que pica grossa, seu Otávio... vou mamar ela todinha. Ele me ensinou, porque eu não tinha muita prática. - Abre a boca, coloca a língua pra fora primeiro, lambe as bolas... isso, assim... agora chupa a cabeça... engole mais fundo, relaxa a garganta... Eu mamei do meu jeito, babando tudo, engasgando um pouco mas gostando do gosto salgado. Chupei as bolas grandes e peludas, uma de cada vez, enquanto ele gemia rouco. - Isso, minha putinha... mama o pau do sogro... que boquinha gulosa... Depois ele me pôs de quatro. Eu empinei o rabinho. Ele cuspiu na buceta e enfiou a pica grossa devagar. - Uuuuhhh... tá enchendo tudo... que delícia... mete mais fundo! Ele meteu com força, a barriga dele batendo na minha bunda. O quarto encheu de sons molhados, tapa de carne, meus gemidos desesperados. - Aiiiii, fode essa buceta, seu coroa! Me rasga! Mais forte! Aaaahhh! Ele metia sem parar, mão dando tapas na bunda. - Toma pica, sua nora safada! Essa bucetinha é minha agora! Eu gozei de novo, apertando a pica dele. Ele não parou. Me virou de lado, levantou uma perna minha e meteu de lado, fundo, roçando o grelinho a cada estocada. - Tô gozandoooooo de novo! Porraaa... me enche de leite! Ele rosnou e gozou forte dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta. Gozei junto, leite escorrendo misturado. Depois lambuzei o pau dele todinho com a língua, limpando cada gota de porra e minha buceta. Ele adorou. Desde então viramos amantes. Ele me ensinou tudo. Quando transo com o Leonardo eu uso as técnicas novas e ele pergunta: - Onde aprendeu isso, amor? - Vi na net, baby – eu respondo rindo por dentro. Meu sogro é um coroa safado do caralho. Adora quando eu mamo a pica e as bolas dele devagar, olhando nos olhos. A gente fode sem camisinha sempre. Ele me devora com mais vontade que o filho. Me come no banheiro, na cozinha, no quintal escondido. Já me fodeu até no sofá da sala enquanto o Leonardo dormia no quarto. Agora acho que tô grávida. Barriga começando a aparecer. Não sei se é do marido ou do amante. Mas adoro foder com o coroa. A pica grossa dele me preenche de um jeito que o Leonardo nunca conseguiu. Acho que a maioria das mulheres sonha em ter dois machos assim, um jovem e um experiente, me comendo quando quiser. Às vezes os dois quase me pegam ao mesmo tempo, mas ainda não rolou. Quem sabe um dia... Eu vivo molhada o dia todo só de pensar no próximo encontro. Seu Otávio me liga baixinho: - Vem cá, putinha. Tô com a pica dura te esperando. E eu vou correndo, saia curta sem calcinha, pronta pra ser comida de novo. Naquela tarde quente, depois do primeiro encontro, eu voltei pro meu quarto tremendo. A buceta latejava, cheia da porra dele escorrendo pelas coxas. Tomei outro banho, mas não conseguia parar de tocar no grelinho inchado. Gozei mais duas vezes só lembrando da língua dele no meu cu. No dia seguinte, Leonardo saiu cedo. Eu pus um vestidinho leve, daqueles transparentes, sem nada por baixo. Fui pro quintal "tomar sol". Seu Otávio apareceu rápido, olhando pros lados. - Sua safada... tá querendo de novo? - Tô louca pela sua pica grossa, sogro. Vem me comer aqui mesmo? Ele me puxou pra dentro da casa dele de novo. Dessa vez me jogou no sofá. Abriu minhas pernas e caiu de boca na buceta, chupando com fome, enfiando três dedos, depois quatro, abrindo bem. - Que bucetinha gulosa... já tá toda molhada pra mim. Quer pica, né? - Quero! Mete logo essa rola grossa! Me fode! Ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei de prazer. - Aaaaiii! Tá rasgando! Que delícia... mete, mete! Ele socava fundo, a barriga batendo, suor pingando. Pegou meus peitinhos e apertou enquanto metia. - Toma, nora vadia! Essa buceta agora é do pai! Eu gozei gritando, unhas cravadas nas costas dele. Ele virou meu corpo, me pôs de quatro no chão da sala e meteu no cu devagar primeiro. - Devagar... ai que cu apertado... vai enfiando... Ele cuspiu, empurrou a cabeça grossa e foi entrando. Dor misturada com prazer insano. - Uuuuhhh... tá todo dentro... me fode o cu agora! Ele meteu forte, mão no meu grelinho esfregando enquanto socava o cuzinho. Gozei de novo, jorrando na mão dele. - Porra, que puta gostosa! Tô gozando no seu cu! Jatos quentes encheram meu intestino. Ele tirou e eu virei rapidinho pra mamar o pau sujo, limpando tudo com a boca gulosa. - Isso, chupa seu próprio cu da pica do sogro... que menina safada. A gente transou mais umas três vezes naquela semana. Uma vez ele me comeu na cozinha enquanto eu fingia lavar louça. Me inclinou na pia, levantou a saia e meteu por trás, mão tapando minha boca pra eu não gemer alto. - Shhh... quietinha... toma pica... Eu mordia os dedos dele de tesão. Outra vez ele me ensinou a cavalgar direito. Sentada na pica grossa, subindo e descendo, rebolando, sentindo as bolas batendo no cu. - Assim, vai... rebola nessa rola... que buceta apertada... Eu gozava sem parar, leite escorrendo pelo pau dele. O perigo deixa tudo mais gostoso. Saber que o Leonardo pode chegar a qualquer momento faz meu coração bater forte, buceta pulsar. Seu Otávio adora o risco. Já me chupou debaixo da mesa enquanto eu conversava com o marido no telefone. - Sim, amor... tô bem... ahhh... – disfarçando os gemidos enquanto a língua dele lambia meu grelinho. Agora com a suspeita de gravidez, ele fica ainda mais louco. Me chupa os peitos sensíveis, lambe a barriguinha que tá crescendo. - Se for meu, vou te comer ainda mais, putinha. Essa barriga me deixa doido. Eu adoro. Adoro ser a nora puta do coroa. Ter dois machos me comendo, um me dando carinho, o outro me destruindo de tesão. A maioria das mulheres quer isso sim. Dois paus, duas vontades, me enchendo de porra quando eu quiser. E eu quero sempre. Toda hora. Meu corpo magrinho vive pedindo mais. Mais pica grossa, mais lambida no cu, mais porra quente enchendo todos os buracos. Se quiser que eu continue contando mais detalhes das nossas foda loucas, é só pedir. Porque tem muita história ainda...
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