Adrian estava deitado na cama do quarto, o pau meio duro só de lembrar. Tinha 24 anos e, desde que a Alice completou 18, não conseguia mais olhar pra ela como irmã. Morena, magrinha, peitinhos pequenos que pareciam feitos pra caber na boca, rabinho empinado e durinho que balançava quando ela andava de short curto. Porra, que tesão da porra. E a mãe, Ednéia, 45 anos, corpo bem feito, peitos médios que ainda estavam firmes, aquele rabo grande, carnudo, perfeito pra meter as mãos e apertar enquanto comia. Tudo começou mesmo na festa dos 18 da Alice. Adrian abraçava as duas, mas o abraço era mais apertado do que devia. Sentia o cheiro da pele da mãe, o perfume misturado com suor, e imaginava chupando as duas ao mesmo tempo. No dia seguinte, a mãe estava deitada na cama só de calcinha fio dental, o corpo moreno brilhando um pouco de creme. Adrian entrou no quarto sem bater. - Caralho, mãe... que traseiro gostoso da porra. Ednéia riu, virando o rosto. - Tá doido, filho? Sai daqui. Mas ele fechou a porta, deitou do lado dela e começou a conversar bobagem. O cacete já estava duro pra caralho dentro do short. Não aguentou. Passou a mão aberta bem no rabo dela, apertando a carne macia. Ednéia se assustou. - Adrian, que isso? Tá louco? - Desculpa, mãe... mas eu tô doido pra chupar você. Tô louco pra comer essa buceta e esse cuzinho faz tempo. Ela tentou levantar, mas ele segurou firme, grudou o corpo no dela e enfiou a língua na boca da mãe. No começo ela resistiu, empurrando o peito dele, mas aos poucos foi amolecendo. A língua dela começou a chupar a dele, quente, molhada, desesperada. Adrian desceu a mão, passou por cima da buceta lisinha, o fio dental enfiado fundo no rego. Puxou o fio pra fora devagar, sentindo o cuzinho piscar, e enfiou de volta, fodendo o buraquinho com o tecido. - Aiiii, filho... para... não... ahhh... Ele tirou a blusinha dela num puxão, arrancou o próprio short e cueca. De pé na frente da cama, mamou aqueles peitões com fome. Chupava forte, mordia de leve os bicos, sentia eles endurecendo na boca. - Que delícia esses peitos da mamãe... tão gostosos... Desceu beijando a barriga, o umbigo, até chegar na buceta. Abriu as pernas dela com as mãos e lambeu a virilha toda, devagar, sentindo o cheiro de mulher madura. Depois passou a língua bem na bucetinha lisinha, separando os lábios, chupando o grelinho que já estava inchado. - Hummm... que buceta gostosa, mãe... toda lisinha pra mim. Ednéia gemia baixo, segurando a cabeça dele. Adrian foi mais baixo, lambeu o cuzinho também, enfiando a ponta da língua no buraco apertado enquanto dois dedos fodiam a buceta molhada. - Aiiii meu Deus... Adrian... que isso... tá lambendo o cu da sua mãe... ahhh... continua... Ela não aguentou mais. Puxou ele pra cima, deitou o filho na cama e começou a chupar os mamilos dele, descendo pela barriga até chegar na vara grossa. Segurou o cacete latejando, olhou nos olhos do filho e engoliu tudo de uma vez, mamando com fome, babando nas bolas, chupando como uma vadia desesperada. - Porra, mãe... chupa esse pau do filho... que boca gulosa... Ednéia subiu, posicionou a buceta por cima da pica e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo ela. - Aaaahhh... que pica grossa... tá me rasgando todinha... hummm... Começou a cavalgar. Subia e descia rápido, as tetas balançando, o rabo batendo nas coxas dele. Os gemidos foram ficando mais altos, desesperados. - Come a mamãe, filho... mete fundo nessa bucetinha... aiiiii aiiiii aiiiii... tô gozandoooooo... porraaa... gozei no pau do meu filho! Adrian segurou o rabo dela com força, metendo de baixo pra cima, batendo fundo. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Quando sentiu o gozo subindo, não aguentou. - Vou gozar dentro, mãe... toma o leitinho do filho... - Goza na bucetinha da mamãe... enche tudo... aaaahhh! Ele jorrou forte, enchendo a buceta da mãe de porra quente. Ficaram abraçados, suados, ofegantes. A partir daquele dia virou rotina. Motel toda semana, trepada no carro, no sofá quando Alice não estava. Gozava na boca, nos peitos, no cu, onde quisesse. Fez ela terminar o namoro. Ciumento pra caralho. Aquela buceta e aquele cu eram dele. Mas o tesão pela Alice não parava. Uns vinte dias atrás, rolaram uma festa. Alice encheu a cara de bebida, ficou toda mole. Adrian trouxe ela pra casa. Mãe no trabalho, turno trocado. Perfeito. Chegaram em casa, ele quase carregando a irmã. Levou direto pro banheiro, tirou toda a roupa dela devagar. Peitinhos pequenos, durinhos, bicos escuros. Rabinho empinado, bucetinha com um filetinho de pelinho nas bordas, coisa mais linda. Cuzinho lisinho, rosadinho. Alice falava coisas emboladas. - Irmão... que tá fazendo... tô tonta... Ele ligou o chuveiro quente, colocou um banquinho, sentou ela ali. Ensaboou o corpo todo, demorando nas partes boas. Lavou a buceta com os dedos, abrindo os lábios, esfregando o grelinho. - Que bucetinha linda da minha irmã... toda molhadinha... Desceu mais, lavou o cuzinho com o dedo ensaboado, enfiando de leve. - Aiiii... irmão... tá mexendo no meu cu... Adrian se ajoelhou debaixo do chuveiro, abriu as pernas dela e começou a chupar. Língua na buceta, sugando o grelinho, enfiando na entradinha. Depois virou ela um pouco e lambeu o cuzinho, enfiando a língua o máximo que conseguia. - Hummm... que cu gostoso... irmão tá comendo o cu da maninha... Ela gemia mesmo bêbada, segurando a cabeça dele. - Ahhh... que delícia... continua chupando... Ele sentou no banquinho, puxou ela pro colo e encaixou a pica dura na bucetinha apertada. Desceu ela devagar, sentindo a irmã engolir o cacete inteiro. - Porra... que buceta apertada... tá me espremendo todinho... Começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Alice rebolava no colo dele, os peitinhos roçando no peito do irmão. - Irmão... sua pica tá tão fundo... aiiiiiii aiiiiii... me come... come sua irmãzinha... Os gemidos dela foram ficando mais altos, desesperados. A água do chuveiro batia nos dois, misturando com suor e baba. - Mais rápido, Adrian... mete nessa bucetinha... tô quase gozando... aaaahhh... porraaa... gozeeeeei gostoso no pau do meu irmão! Ele não parou. Virou ela de quatro no chão do banheiro, o rabo empinado pra ele. Abriu as nádegas e cuspiu no cuzinho, enfiou o dedo primeiro, depois tentou a pica. - Vou comer esse cuzinho também... relaxa, mana... - Aiiii que tá grande... devagar... ahhh... tá entrando... Meteu devagar até as bolas, depois começou a foder o cu da irmã com força. O barulho de carne molhada, os gemidos dela ecoando. - Que cu guloso... tá levando tudo... geme pra mim... - Aaaahhh... tá me arrombando o cu... irmão... mais forte... me fode... sou sua putinha... Adrian segurou o cabelo dela, metendo como louco. Sentiu o gozo subindo de novo. - Vou gozar no cu da minha irmã... toma... - Goza dentro... enche o cuzinho da sua irmãzinha... aaaahhh! Jorrou forte, enchendo o cu dela de porra quente. Ficaram ali, debaixo da água, abraçados, a buceta e o cu dela ainda pulsando no cacete dele. Desde então, Adrian vive nesse tesão doido. Come a mãe no quarto, come a irmã quando pode. Às vezes imagina as duas juntas, mamãe chupando a buceta da filha enquanto ele mete no cu dela. Sabe que é taboo pra caralho, mas o tesão é maior. E as duas, no fundo, parecem gostar tanto quanto ele.
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