Depois que viu o marido comendo a filha, ela quis unir mais ainda a família!



Betinha tinha 46 anos e sabia que ainda era uma mulher que virava cabeça por onde passava. Morena, meio cheinha mas com curvas no lugar certo, seios grandes e firmes que balançavam quando ela caminhava, e uma bunda maravilhosa, redonda e empinada, que fazia os homens do município do Nordeste virarem o pescoço. Ela se cuidava pra caralho, malhava em casa, controlava a barriga, e o resultado era uma gostosa madura que ainda fazia os marmanjos babarem. Casada com Antenor, 49 anos, um homem bom, trabalhador, com quem ela se dava superbem. Nunca tinha traído, transavam normal, daqueles jeitos caseiros que cumprem a função. Tinham uma filha, Rosileide, de 19 anos, magrinha, cabelos longos pretos caindo até a cintura, corpinha enxuto, bundinha durinha e peitinhos firmes que pareciam feitos pra caber na boca de um homem.
A casa era simples: dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Tudo normal. Até aquele dia.
Betinha tinha ido visitar a mãe, mas a velha não estava em casa. Irritada, resolveu voltar mais cedo. Chamou Rosileide pra ir junto, mas a menina disse que preferia ficar. Betinha saiu brava, mas no caminho de volta uma curiosidade estranha bateu. Ao chegar no quintal, ouviu gemidos baixos vindo de dentro de casa. Gemidos de mulher. Gemidos de prazer.
- Porra... que isso? – ela pensou, coração acelerando.
Silenciosa, pegou a chave e entrou devagar, nas pontas dos pés. Os gemidos vinham do quarto da filha. A porta estava entreaberta. Betinha se aproximou, o corpo tremendo, e olhou.
O que viu quase fez ela cair.
Rosileide estava completamente peladinha, sentada no colo do pai, cavalgando devagar na pica grossa de Antenor. A rola dele era grande pra cacete, 21 centímetros de vara grossa, veiada, com a cabeça inchada brilhando de tanto melado da buceta da própria filha. A menina tinha a bucetinha rosada toda aberta, engolindo aquele cacete até o talo, os lábios carnudos esticados ao máximo ao redor da base grossa.
- Aiiiiii papai... que delícia... sua pica é tão grande... me enche todinha... – Rosileide gemia, a voz manhosa e desesperada, rebolando o quadril devagar.
Antenor mamava um dos peitinhos durinhos da filha com fome, chupando o bico escuro enquanto as mãos grandes apertavam a bundinha dela, abrindo as nádegas e ajudando ela a descer mais fundo.
- Isso minha putinha... cavalga no pau do papai... sua bucetinha aperta tanto... caralho, você é apertada pra porra... – ele rosnava baixo, puxando os ombrinhos dela pra baixo com força, fazendo a pica sumir inteira dentro da filha.
Betinha ficou paralisada na porta, mão na boca pra não gritar. A cena era chocante e, ao mesmo tempo, tão safada que uma quentura estranha começou a subir entre suas pernas. A filha cavalgava com vontade, os cabelos longos balançando, os peitinhos pulando enquanto ela subia e descia naquela vara enorme. O barulho molhado da buceta dela engolindo a pica do pai enchia o quarto: ploc, ploc, ploc.
De repente Rosileide acelerou, o rostinho contorcido de prazer.
- Nossa papai... vou gozaaaaar... aiiiii meu Deus... sua pica tá batendo no meu grelinho... tô gozando papai... aaaahhh! – ela gritou, o corpo tremendo inteiro, a bucetinha apertando forte ao redor da rola do pai enquanto gozava, melando tudo, escorrendo pelos ovos dele.
Antenor não aguentou. Virou a filha de uma vez, deitou ela na cama e montou por cima, aquele homão musculoso cobrindo o corpinho magrinho da menina. Segurou as perninhas dela abertas e começou a foder com força, a pica entrando e saindo rápido, os ovos batendo na bundinha dela.
- Toma filha... toma o pau do papai... sua bucetinha é minha... só minha... – ele grunhia, metendo fundo, o suor escorrendo.
Rosileide gemia desesperada, unhas cravadas nas costas do pai.
- Me fode papai... mete mais fundo... aiii que gostoso... sua pica tá me rasgando... mais forte... aaaahhh... eu amo seu cacete...
Betinha via tudo. Via o marido bombando a filha como nunca tinha feito com ela, via a rola grossa desaparecendo na bucetinha apertada, via o cuzinho da menina piscando a cada estocada. Antenor acelerou, grunhindo como animal, até que empurrou tudo e gozou.
- Caralho... tô gozando filha... toma todo o leitinho do papai dentro dessa bucetinha... aaaarghhh!
Ele ficou lá, pulsando, enchendo a filha de porra quente. Depois saiu devagar, a pica ainda meio dura, brilhando de mel e gozo, um filete branco escorrendo da buceta inchada de Rosileide.
Betinha recuou devagar, saiu da casa, esperou uns minutos no quintal, tossiu alto e entrou fingindo que tinha acabado de chegar. Os dois estavam vestidos, mas com cara de quem tinha acabado de foder. Antenor parecia nervoso, Rosileide vermelha.
A tarde passou tensa. Mas quando a noite chegou, Antenor procurou Betinha no quarto deles. Ela estava molhada, a imagem da filha cavalgando o pai não saía da cabeça. Quando ele começou a beijar seu pescoço, ela não resistiu.
Eles transaram. Mas dessa vez Betinha gozou como nunca, imaginando aquela cena. A pica do marido entrando na buceta da filha, o jeito que ele mamava aqueles peitinhos. Ela gozou gritando, apertando o marido com as pernas.
Dias se passaram. Betinha ainda não tinha falado nada, mas observava. Quando Antenor pedia pra ela “ir fazer uma compra” ou “visitar a mãe”, ela já sabia. Saía, dava um tempo e voltava quietinha. Muitas vezes ficava escondida vendo.
Numa dessas tardes, ela voltou mais cedo de propósito. De novo os gemidos. Dessa vez ela entrou silenciosa e ficou no corredor, assistindo.
Rosileide estava de quatro na cama, bundinha empinada. Antenor atrás, segurando os cabelos longos dela como rédea, metendo fundo na buceta.
- Isso sua vadiazinha... toma no cu também? – ele perguntou rouco, tirando a pica melada e encostando na rosinha do cuzinho da filha.
- Quero papai... mete no meu cu... devagar primeiro... – Rosileide pediu, voz cheia de tesão.
Ele cuspiu na rola e foi empurrando devagar. O cuzinho apertado foi abrindo, engolindo centímetro por centímetro daquela vara grossa. Rosileide gemia alto, mordeu o travesseiro.
- Aiiiii que dor gostosa... sua pica é enorme papai... tá me arrombando o cu... aaaahhh... mete tudo...
Antenor começou a foder o cu da filha com vontade, as bolas batendo na bucetinha molhada dela. O quarto cheirava a sexo, suor e porra.
Betinha, escondida, enfiou a mão dentro da calcinha e começou a se masturbar vendo aquilo. Os gemidos desesperados da filha, o jeito bruto do marido comendo o cu dela, tudo deixava ela louca.
- Papai... me fode mais... quero gozar com seu pau no meu cu... – Rosileide implorava, rebolando pra trás.
Ele metia cada vez mais forte, mão descendo pra esfregar o grelinho inchado da filha.
- Goza pra mim filha... goza enquanto o papai arromba esse cuzinho gostoso...
Rosileide tremeu inteira, gritando, gozando forte, o cu apertando a pica do pai. Antenor não aguentou e gozou também, enchendo o intestino da filha de porra quente.
Depois, quando ele saiu de cima, Betinha se decidiu. Não aguentava mais só olhar.
Naquela noite, depois do jantar, ela chamou os dois na sala. Sentou no sofá, olhou pra eles com calma.
- Eu sei de tudo. Vi vocês dois. Várias vezes.
Rosileide empalideceu. Antenor ficou mudo.
- Mãe... eu... – a menina começou, voz tremendo.
- Cala a boca, filha. Eu não tô brava. Na verdade... me deu tesão ver vocês. Vocês são lindos juntos. E eu quero fazer parte disso. Somos uma família. Você é maior de idade, Rosileide. E eu ainda sou gostosa pra caralho. Podemos ser as duas mulheres do Antenor. Dentro de casa, sem mentira.
Antenor olhou pra ela, surpreso, mas o pau dele já começou a endurecer dentro da calça.
- Sério, Betinha? Você aceita isso?
- Aceito. E quero agora. Quero ver vocês dois de perto. E participar.
Eles foram pro quarto grande. Betinha tirou a roupa devagar, mostrando os seios grandes, a buceta peladinha e molhada, a bunda maravilhosa. Rosileide ficou tímida no começo, mas quando a mãe puxou ela pra um beijo, tudo mudou.
- Vem cá minha filha... deixa a mamãe sentir esse corpinho que o papai tanto gosta.
As duas se beijaram, línguas se enrolando, enquanto Antenor tirava a roupa, a pica enorme já dura latejando.
Betinha deitou na cama, abriu as pernas.
- Primeiro você come a nossa filha na minha frente. Depois eu quero essa pica.
Antenor colocou Rosileide de quatro sobre a mãe, as duas bucetas quase encostando. Ele meteu na filha primeiro, forte, fazendo ela gemer na cara da mãe.
- Aiiiii papai... tá metendo fundo... a mamãe tá olhando... que safadeza...
Betinha segurava o rostinho da filha, beijando ela enquanto o marido comia a menina.
- Goza pra ele, filha. Deixa o papai encher essa bucetinha.
Rosileide gozou gritando, o corpo tremendo. Antenor tirou a pica melada e enfiou na buceta da mulher, fodendo Betinha com força enquanto a filha lambia os peitos dela.
- Caralho Betinha... você tá encharcada... tá gostando de ver né sua puta...
- Tô sim... me fode enquanto nossa filha assiste... aaaahhh... que delícia...
Eles passaram a noite inteira assim. Antenor alternando entre as duas bucetas, às vezes metendo na mãe e na filha quase ao mesmo tempo, elas se beijando, se chupando. Rosileide aprendeu a lamber a buceta da mãe enquanto o pai comia ela por trás. Betinha chupou a pica do marido que acabara de sair do cu da filha, gemendo de tesão.
- Que pica gostosa... cheia do sabor da nossa filha... – ela dizia, mamando fundo, engasgando.
No final, Antenor gozou na boca das duas, que dividiram o leitinho quente, se beijando com porra escorrendo no queixo.
A partir daquele dia, a casa virou um ninho de safadeza. Betinha saía de propósito pra deixar os dois foderem, depois voltava e participava. Às vezes os três juntos na cama grande, gemidos enchendo a casa. O namorado de Rosileide nunca encostava nela – Antenor não deixava. A pica do pai era a única que entrava na filha.
Betinha se sentia viva como nunca. Ver o marido comendo a filha, participar daquilo, virar as duas mulheres dele, tudo em família, era a coisa mais safada e excitante da vida dela.
E toda noite, os gemidos desesperados voltavam.
- Papai... mete mais... me arromba...
- Toma minha filha... toma o pau que te fez...
- Me fode também amor... enche minha buceta de porra...
A família nunca tinha sido tão unida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois que viu o marido comendo a filha, ela quis unir mais ainda a família!

Codigo do conto:
265784

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/06/2026

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