Eu me chamo Bruno, tenho 19 anos e moro com meu pai, minha mãe e meu irmão mais novo. Minha mãe, Margaret, é uma puta gostosa de 35 anos. Tem 1,67m, 50kg, loira com cabelo abaixo dos ombros, peitos siliconados que meu pai pagou pra deixar bem durinhos e empinados, bunda arrebitada pra porra, um rabo daqueles que faz qualquer homem babar. Rosto lindo, corpo de violão. Desde cedo eu batia punheta pra caralho pensando em bucetas, mas com ela eu tentava segurar. Até que não deu mais. Aquele dia eu tava sozinho em casa vendo TV na sala. Ela tava no quarto. De repente a porta abre e ela sai só de fio dental amarelo enterrado no cuzinho. Os mamões siliconados balançando livres, bicos rosados duros, sem sutiã nenhum. Caralho, que visão. Filmei mentalmente aqueles peitinhos branquinhos, perfeitos. Ela passou por mim rebolando de leve, aquele rabinho empinado com o fio sumindo todo entre as bandas grossas. Pqp, meu pau ficou duro na hora. Fiquei olhando fixo pro cu dela, sentindo baba escorrendo da cabeça do cacete dentro da cueca. Não aguentei. Corri pro banheiro, baixei a calça e comecei a bater punheta desesperado. - Porra, mãe... que cu gostoso... - murmurava baixo, imaginando enfiar a pica ali. Gozei tanto que espirrou na parede toda, porra grossa escorrendo. Voltei pra sala ainda com o pau semi-duro. Ela é super bacana comigo e com meu irmão, mas fazer aquilo... puta merda, não dava pra aguentar. Mais tarde ela vestiu um vestidinho curtinho, listrado preto e branco, coladinho no corpo de violão. Saiu pra conversar com um vizinho na calçada. Eu fui pra janela e quase surtei. O vestido subia um pouco, mostrando aquelas coxas grossas, o rabinho marcando por baixo. O vizinho olhava com cara de quem queria chupar e foder ela ali mesmo. Meu pau endureceu de novo. Bati outra punheta ali, olhando pro rabo dela, imaginando ele metendo. Gozei de novo, gemendo baixo. Mas o que mudou tudo foi outra tarde, quando tava sozinho com ela de novo. Ela saiu do quarto de mini saia quase mostrando o rabinho, peitos lindos de fora, mamilos duros. Passou por mim cheirando a mulher gostosa. Eu não pensei duas vezes. Abracei ela por trás, encostando o cacete trincado bem no meio daquele cu empinado. Ela sentiu e ficou tensa, mas disfarçou. Eu não dei sossego. Apertei ela contra mim, passei as mãos por baixo da saia e cheguei na bucetinha quente. - Tá doido, Bruno? - ela disse, voz rouca. - Você tá me deixando louco mesmo, mãe. Olha como eu tô duro pra você... - respondi, esfregando a rola na bunda dela. Ela brigou, se soltou e foi pro quarto. Fiquei sem jeito, pau latejando. Demorou um pouco e ela me chamou. Entrei. Ela tava com um shortinho amarelinho de algodão coladinho pra caralho no corpo, peitinhos de fora, bicos apontando pra mim. Porra, que loira deliciosa. Ela me abraçou e falou baixinho: - Sou sua mãe, viu? - Sei, mãe... mas eu não aguento mais... - Eu disse. Ela segurou meu cacete duro por cima da calça e apertou. - Mas quero sentir esse negocinho seu... - Porra! Tirei a calça e cueca rapidinho. Ela sentou na cama, olhou pra minha pica latejando e colocou na boca. Mamou gostoso, chupando a cabeça, descendo até as bolas. - Ahhh, mãe... tá mamando tão gostoso... - gemia eu, segurando o cabelo loiro dela. Ela acelerou, sugando forte, língua rodando no grelinho. Eu tava louco. - Vou gozar, mãe! - Ela não parou, mamou mais fundo. Gozei na boca dela, jatos grossos. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios depois. Fiquei sem entender no começo, mas caralho, era quente pra porra. Tomei banho num banheiro, ela no outro. Meu pau já tava duro de novo quando voltei. Ela ainda com o shortinho coladinho. Fui doido pra tirar. - Você não vai tirar nada, Bruno. - Imaginei que era bronca. Mas ela sorriu safada: - Olha aí sim... O shortinho tem uma aberturinha bem na bucetinha e outra no cuzinho. Nem precisa tirar pra comer... Beijei ela na boca, língua com língua, chupando gostoso. Desci mamando os peitões siliconados, mordendo os bicos rosados. Ela gemia: - Isso, filho... mama os peitos da mamãe... - Beijei a barriguinha chapada, umbiguinho, desci. Pela abertura do short enfiei a língua na bucetinha dela. Era molhada, quente, cheirando a tesão. - Chupa o grelinho da mamãe, Bruno... assim... ahhh! - Ela mandava, mão na minha cabeça. Ensinei a lamber tudo, clitóris inchado. Ofereceu o cu também: - Pode chupar o cuzinho se quiser... - Mas eu tava focado na buceta. Lambi e chupei até ela tremer. Ela ficou de quatro na cama, rabinho empinado. Abaixei o short só o suficiente pela abertura. Coloquei a pica na entrada da bucetinha molhada e meti devagar. - Aaaai, que pica grossa... vai devagar no começo... - gemia ela. Comecei a bombar, metendo fundo. O short roçava na minha rola, buceta apertando. - Porra, mãe... sua buceta tá engolindo meu pau... tá tão quente... - - Fode a mamãe, Bruno... mete mais forte... ahhh! - Os gemidos dela eram desesperados, corpo tremendo. Eu segurava aqueles quadris, metendo fundo, bolas batendo na bucetinha. Ela rebolava contra mim. - Vou gozar, filho... vou gozar no seu pau! - gritou. Senti a buceta dela apertando forte, esguichando um pouco. Gozei junto, enchendo a bucetinha dela de porra quente, jatos e jatos. - Toma minha porra, mãe... caralho... - Desmoronamos na cama, suados, ofegantes. Daquele dia pra cá viramos amantes. Sempre que dá eu como ela. Na segunda transa já comi o cuzinho. Ela não dá direto porque diz que o pai dela laceia muito. - Hoje não dou o cu não, Bruno... seu pai comeu ontem à noite e tá dolorido... - Mas quando libera, é foda. Ela de quatro, cuspo no cu, vou enfiando devagar. - Ai ai ai... devagar no meu cuzinho... tá esticando todo... aaaahhh! - gemia desesperada. Eu metia, sentindo o cu apertado pulsar na pica. - Porra, mãe... seu cu tá mamando minha rola... vou gozar dentro... - Gozava enchendo o rabinho dela. Tem dias que meu pai come ela à noite. Eu ouço os gemidos do quarto. No sábado passado, ele comeu ela às 6 da manhã. Saiu pro trabalho às 7. Entrei no quarto antes dela tomar banho. Ela tava deitada, bucetinha ainda melada. - Vem, filho... come a mamãe rapidinho... - Fui na bucetinha, metendo forte, cheirando a sexo recente. - Isso... fode a buceta que seu pai acabou de comer... ahhh, mais fundo! - Gemíamos juntos, eu gozando de novo dentro dela. É tabu pra caralho, eu sei. Mas acontece. A gente se pega de dia, ele à noite. Ela adora. Às vezes me chama no quarto só pra mamar meu pau: - Vem, deixa a mamãe chupar esse cacete gostoso... - Engole tudo, baba escorrendo, olhos lacrimejando de tanto esforço. Depois vira de quatro e pede: - Mete na bucetinha da mamãe... me enche de porra de novo... Uma tarde ela tava com o shortinho amarelo de novo. Eu cheguei por trás, abri a frestinha e enfiei a pica direto na buceta. - Aaaai, Bruno... que delícia... fode gostoso... - Rebolava, peitos balançando. Eu metia forte, mão no grelinho dela, esfregando. Ela gozou gritando, cu piscando. Virei ela, coloquei os peitões juntos e fodi entre eles, gozando no pescoço e boca. Ela lambia tudo, safada. Outra vez, no banheiro, ela me pegou no banho. Entrou nua, se ajoelhou e mamou meu pau molhado. - Que rola dura... mamãe quer leite... - Chupava, engasgando, saliva escorrendo. Levantei ela, encostei na parede e meti na buceta por trás. Água caindo, corpos batendo. - Isso, filho... rasga a bucetinha da sua mãe... aaaahhh, vou gozar de novo! - Gozamos juntos, porra misturada com água escorrendo pelas coxas dela. A intensidade é sempre alta. Ela adora quando eu falo sacanagem: - Vou foder esse cu hoje, mãe... quero gozar no seu rabinho apertado. - Ela responde gemendo: - Então mete, filho... abre o cuzinho da mamãe... ai que delícia... mais fundo... porraaa! - Os gemidos dela são desesperados, voz rouca, corpo tremendo inteiro. Eu adoro sentir ela gozando na minha pica, buceta ou cu apertando, leite escorrendo. Às vezes ela provoca. Passa pela sala de shortinho, rabinho balançando, peitos de fora. Eu vou atrás, abraço e já enfio a mão na bucetinha. - Tá molhada pra mim, né mãe? - - Sempre, filho... essa buceta é sua... - A gente transa em todo canto: quarto, sala, cozinha, banheiro. Uma vez na cozinha, ela debruçada na mesa, eu metendo por trás enquanto ela tentava fazer café. - Não para, Bruno... fode... ahhh... - Gozamos ali mesmo, porra escorrendo pela perna dela pro chão. É viciante. Saber que é minha mãe deixa tudo mais proibido e gostoso. Ela me ensina coisas: como lamber o grelinho direito, como segurar pra ela gozar squirting, como comer o cu devagar até virar putaria braba. - Agora mete forte no cu da mamãe... quebra esse rabinho... - pede, gemendo alto. Eu vivo com o pau duro pensando nela. E quando a gente fica sozinho, é só putaria sem limite. Buceta, cu, boca... tudo dela é meu. E eu dou tudo pra ela também. Porra, que mulher. Minha mãe, minha puta gostosa.
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