Overdose de chupadas com papai!



- Ana Elise, sua danada... – meu pai rosnou assim que a porta de casa bateu atrás de nós. A voz dele era grossa, carregada de fúria e algo mais que eu não conseguia identificar direito. Meu coração martelava no peito. A casa estava vazia. Mamãe e minhas irmãs tinham ido com o tio, e eu... eu tinha dado aquele perdido no evento, beijando aquele cara escondido atrás da tenda. Ele me pegou no flagra.
Eu corri pro meu quarto, o vestido colado no corpo suado da noite quente, o salto batendo no chão de madeira. Mal cheguei na cama e a porta se escancarou. Ele estava ali, enorme, 1,90m de pura força, 100kg de homem bravo, o cinto já enrolado na mão grande.
- Coloca as mãos na cama, agora! – ele mandou, os dentes rangendo.
- Pai, para com isso... eu não fiz nada demais... – tentei, mas a voz saiu tremida. Medo danado misturado com um calor estranho entre as pernas.
Ele me agarrou pelos cabelos negros e longos, puxando minha cabeça pra trás com firmeza.
- Eu mandei colocar as mãos na cama, sua safada sem vergonha! Sempre te avisei que ia te colocar na linha. Suas irmãs são exemplos, e você... você é uma putinha danada desde novinha.
Obedeci, tremendo. Fiquei de pé, inclinada, as mãos espalmadas no colchão, a bunda pequena empinada pra ele. Ele veio por trás, ergueu meu vestido comportado até as costas, expondo minha calcinha branca simples, de menina de família religiosa. Senti o ar frio na pele. Meu bumbum pequeno ficou todo à mostra.
Esperei as cintadas. Mas demorou. Olhei pra trás, curiosa e apavorada.
- Não olha, porra! – ele bradou, e uma mão pesada acertou minha nádega esquerda com um tapa sonoro.
Mas em vez de bater com o cinto, a mão dele ficou ali. Acariciando. Dedos grossos passeando pela pele macia do meu bumbum magrinho. Eu fiquei quieta, respirando rápido. Então senti algo quente e molhado... a língua dele.
- Ahhh... pai... que que é isso? – gemi baixinho, chocada.
Ele não respondeu com palavras. Lambeu devagar, beijando cada lado do meu bumbum, chupando a carne firme. Juntou o tecido da calcinha, enfiando ele no rego, separando minhas nádegas. Puxou de lado e a língua quente desceu direto no meu cuzinho apertado.
- Hmmm... que delícia esse cuzinho virgem da minha filha... – murmurou ele, a voz rouca de tesão.
Eu tremi inteira. Medo e tesão misturados, latejando na bucetinha que já começava a ficar molhada. A língua dele circulava o meu cu, lambendo devagar, depois descia pro perineo até chegar na minha bucetinha lisinha. Ele separou os lábios com os dedos e enfiou a língua fundo.
- Ai meu Deus... pai... tá lambendo minha bucetinha... eu tô molhada... – choraminguei, empinando mais a bunda pra ele sem querer.
Por baixo, eu via o volume enorme na calça social dele. O cacete duro latejando. Ele se afastou um segundo, tirou o sapato, a camisa, revelando o peito largo e musculoso. Depois a calça e a cueca caíram. Meu queixo quase bateu no chão. A pica dele era monstruosa, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, uns 22cm fácil de pura carne dura.
- Olha o que você provoca no seu pai, sua safadinha raquítica... – ele disse, batendo a pica pesada na minha bunda.
Me levantou como se eu fosse uma pluma – sou magrinha, 18 anos, seios pequenos, corpo leve. Tirou meu vestido, a calcinha e o sutiãzinho. Mamou meus peitinhos com fome, chupando os bicos duros enquanto eu gemia.
- Hmmm... pai... chupa mais... meus peitinhos são seus...
Ele me ergueu no ar, me colocou encaixada na posição maluca: pernas nos ombros dele, buceta e cu bem na cara dele, minha cabeça pra baixo na direção da pica. Equilíbrio perfeito pro 69 vertical.
A língua dele atacou minha bucetinha molhada, sugando o grelinho inchado, enfiando fundo na minha fresta apertada. Depois subia pro cuzinho, lambendo com vontade.
- Ahhhhhh... pai... tá chupando meu cu e minha buceta ao mesmo tempo... que delícia... não para... – eu gemia desesperada, o corpo todo tremendo.
Eu abri a boca e engoli aquela pica enorme. Chupei as bolas pesadas, lambi a cabeça grossa, mamando com fome enquanto ele me devorava lá embaixo. O gosto salgado dele me deixava louca.
- Isso, filha... mama a pica do papai... engole fundo... – ele grunhia entre lambidas.
Eu gozei primeiro, jorrando na boca dele, o corpo convulsionando.
- Aaaaiiii... tô gozandoooooo... pai... na sua boca... hmmmmmm!
Ele não parou. Continuou chupando até eu ficar mole. Depois me colocou no chão, me deu dois tapinhas na bunda e mandou:
- Vai pro seu quarto agora, Ana Elise. Isso fica entre nós.
Mas não parou por aí. Aquela noite foi só o começo. Desde então, sempre que a casa ficava vazia, ele me chamava.
Dias depois, eu estava no quarto estudando a Bíblia – família religiosa pra caralho, né? – quando ele entrou sem bater. Olhou pra mim com aquele olhar faminto.
- Vem cá, safada. Tira essa roupa.
Eu obedeci, tremendo de tesão. Fiquei peladinha na frente dele. Ele me pegou, me jogou na cama de bruços, ergueu minha bundinha magra e mergulhou a cara entre minhas pernas.
- Que bucetinha gostosa da minha filha... sempre molhadinha pra mim... – lambeu devagar, separando os lábios, chupando o grelinho com pressão.
- Pai... aiiiiii que delícia... chupa minha bucetinha... enfia a língua no meu cu... – eu implorava, rebolando na cara dele.
Ele lambeu tudo, do grelinho até o cuzinho, enfiando a ponta da língua no meu furinho apertado enquanto dois dedos grossos fodiam minha buceta molhada. Eu gozava gritando, desesperada.
- Aaaahhh... paaaai... tô gozandoooooo de novo... sua língua tá me matando...
Ele virava eu de lado, me colocava de quatro, chupava por trás, depois me erguia de novo na posição invertida pra eu mamar aquela pica grossa enquanto ele devorava minha bucetinha e meu cu.
- Mama as bolas do papai, filha... engole tudo... – ele mandava, segurando minha cabeça.
Eu chupava com vontade, babando na pica dele, engasgando quando ele empurrava fundo na minha garganta. Ele gozava na minha boca, enchendo de porra quente e grossa.
- Engole tudo, Ana Elise... boa menina... engole a porra do seu pai...
Eu engolia tudinho, lambendo os últimos pingos. Ele nunca metia a pica na minha buceta ou no cu. Só chupava, lambia, mamava. Dizia que era pra me colocar na linha, mas era puro tesão proibido.
Eu imaginava ele fazendo o mesmo com minhas irmãs mais velhas. Aquela de 21 e a de 23, tão certinhas por fora... será que também gemiam "pai, chupa minha buceta" enquanto ele lambia tudo?
Uma tarde, ele me pegou na cozinha. Me sentou na mesa, abriu minhas pernas magrinhas e ficou de joelhos, chupando minha bucetinha com fome.
- Hmmmm... pai... aqui na cozinha... e se mamãe chegar... – eu gemia, mas não queria que parasse.
- Cala a boca e goza na boca do papai, sua putinha religiosa... – ele respondeu, sugando meu grelinho inchado até eu explodir de novo.
O tesão era insano. Eu virava uma cachorra no cio toda vez que ele me olhava. Corria pro quarto dele quando as outras saíam, tirava a roupa e empinava a bundinha.
- Vem, pai... lambe meu cu... chupa minha bucetinha molhada... eu sou sua safada...
Ele vinha, me devorava por horas. Lambidas longas, chupadas fortes no grelinho, dedos fodendo os dois buracos enquanto a boca trabalhava. Eu gozava várias vezes, o corpo magrinho tremendo, cabelos negros grudados no suor.
- Aaaaiiii... pai... mais fundo... chupa meu cuzinho... tô gozando de novo... hnnnnnn!
Ele gozava na minha boca, no meu rosto, entre meus peitinhos pequenos. Eu limpava tudo com a língua, agradecida.
Essa era nossa rotina secreta. Família religiosa por fora, mas dentro de casa eu era a putinha do papai, sempre molhada, sempre pronta pra ser chupada até perder os sentidos. E ele... ele nunca metia a pica. Só chupava, lambia, mamava. E eu vivia louca por isso.
Meses se passaram e o tesão só aumentava. Uma noite, depois de um culto, voltamos só nós dois de novo. Ele me esperou no quarto dele, já pelado, a pica enorme dura latejando.
- Tira tudo e vem sentar na cara do papai, Ana Elise.
Eu tirei o vestido de moça direita, a calcinha já encharcada, e montei na cara dele. Rebolei devagar, esfregando minha bucetinha molhada na boca dele, o cuzinho roçando no nariz.
- Isso... senta gostoso... deixa o papai beber sua buceta... – ele murmurava, a língua trabalhando sem parar.
Eu me inclinava pra frente e chupava aquela pica grossa, lambendo as bolas peludas, enfiando a língua no saco dele enquanto ele me comia com a boca.
- Hmmmm... pai... sua língua tá tão fundo na minha buceta... aiiiiiiiiii... chupa o grelinho... isso... vou gozar...
Gozei jorrando, molhando o rosto dele inteiro. Ele me virou, me colocou de cabeça pra baixo de novo, 69 invertido, e me fez mamar até ele encher minha garganta de porra quente.
- Engole, filha... engole a porra grossa do seu pai... boa safada...
Eu engolia, tossindo um pouco, mas querendo mais. Ele me dava tapinhas na bunda, me mandava pro quarto, mas sempre voltava. Às vezes me pegava de surpresa no banheiro, me fazia sentar na pia e chupava até minhas pernas tremerem.
- Pai... você chupa tão bem... minhas irmãs também gemem assim pra você? – perguntei um dia, ofegante.
Ele só sorriu safado.
- Isso não é da sua conta, sua danada. Agora abre mais essas pernas e deixa o papai lamber esse cu gostoso.
E eu abria. Sempre. Porque no fundo, apesar de toda a religião, eu era a safadinha da família que vivia molhada pensando na boca do pai devorando minha bucetinha e meu cuzinho.
O prazer era proibido, intenso, desesperado. Gemidos ecoavam baixinho na casa quando ninguém via. "Aaaahh pai... chupa mais... me faz gozar de novo..." E ele chupava. Sempre chupava. Com fome, com amor torto, com tesão que nenhuma Bíblia conseguia apagar.
Outra vez, ele me pegou no sofá da sala. Me deitou, abriu minhas pernas finas, beijou a parte interna das coxas magras, subiu lambendo até chegar na bucetinha depiladinha. Chupou os lábios externos, depois os internos, sugou o grelinho inchado fazendo barulhinhos molhados.
- Que bucetinha cheirosa e molhada... minha filhinha safada... – murmurava entre lambidas.
Eu segurava a cabeça dele, empurrando contra mim.
- Isso pai... come minha buceta com a boca... enfia a língua toda... ahhhhh... tá bom demais...
Ele enfiava dois dedos na buceta enquanto lambia o cu, alternando, me levando à loucura. Eu gozava gritando baixinho, mordendo o braço pra não acordar a casa.
Depois eu retribuía, ajoelhada entre as pernas dele, mamando aquela pica grossa até as bolas, babando tudo, engasgando, olhos lacrimejando de tanto esforço.
- Chupa gostoso, Ana Elise... mama a pica do papai como a putinha que você é...
Eu mamava com devoção, até ele jorrar na minha boca. Engolia tudo, limpava o cacete com a língua, beijava a cabeça sensível.
Essa era nossa loucura secreta. Eu, a morena clara magrinha de 18 anos, corpo pequeno mas buceta e cu sempre prontos pra boca do pai grandão e forte. Ele me colocava na linha do jeito mais safado possível, e eu amava cada segundo.
Gemidos desesperados, corpos suados, línguas famintas, porra engolida, buceta e cu lambidos até doer de tanto prazer. Nossa família religiosa nunca imaginaria o que acontecia quando as luzes se apagavam.
E eu... eu continuava sendo a danadinha que dava perdidos, mas agora sabendo exatamente quem ia me "punir" depois. E mal podia esperar pela próxima vez que ele entrasse no meu quarto com aquele olhar e dissesse:
- Vem cá, filha... deixa o papai chupar você todinha de novo.
Fim... mas o tesão continua.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Overdose de chupadas com papai!

Codigo do conto:
265783

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/06/2026

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